Mónica Sofia: "Bacalhau tem um sabor muito português"

Para Mónica Sofia são vários os peixes que poderia eleger como imagem de marca de Portugal, no entanto, escolhe o bacalhau.
Apesar de não ser um peixe existente na nossa costa, o bacalhau é muito português: “Temos mais de mil receitas com bacalhau”, além disso, “quando vamos para fora, não só os portugueses mas também os estrangeiros pedem que levemos bacalhau”.
A empresária e também modelo, Mónica Sofia, sublinha que o bacalhau é um peixe com “um sabor muito português”. Ou melhor, “é um peixe cujos pratos têm um sabor muito português e são reconhecidos internacionalmente”, afirma, justificando a sua opção.

Fonte: DN

Governo inclui concessões dos portos entre medidas para gerar receitas

As concessões portuárias estão entre as medidas que o Governo defende como prioritárias para cumprir o défice. Estas estavam já previstas no plano “5+1” que o secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, lançou no ano passado, mas em muitos casos o processo tem que aguardar que terminem as actuais concessões a privados.

Paulo Portas, vice-primeiro ministro, comunicou os resultados da oitava e nona avaliações da troika e apresentou medidas para reduzir a despesa e aumentar a receita, entre elas a questão das concessões portuárias. 

O governante acrescentou ainda que as medidas estarão em detalhe no Orçamento de Estado. Os prazos das actuais concessões terminam maioritariamente entre 2015 e 2020. Porém, o Governo pode já contar com receitas do terminal de cruzeiros de Lisboa que está em processo de concurso ou com rendimentos de um futuro terminal de contentores na Trafaria.

Fonte: Cargo

Festival da Ostra em 41 restaurantes

Entre 28 de Setembro e 13 de Outubro, 41 restaurantes do concelho de Setúbal vão apresentar nas suas ementas pratos confeccionados à base de ostra. Um evento que se completa com degustações, provas culinárias com a presença de chefes de cozinha e exposições.

Nas ementas de mais de 40 restaurantes sadinos constarão, no decurso deste Festival da Ostra, inúmeros pratos alusivos ao tema, com destaque para as ostras ao natural.

«Ostra do Sado a Património Gastronómico», assim se designa o evento que decorre a 28 de Setembro, pelas 18h00, na Casa da Baía. Este espaço vai receber uma sessão culinária a cargo do chefe de cozinha Luís Barradas.

Destaque também para uma mostra e degustação de receitas que decorre a 13 de Outubro, às 18h00, igualmente na Casa da Baía, e que contará com a participação dos chefes dos restaurantes «Espaço Setúbal», «Nova Boia» e «Tasca do Malão».

Uma exposição de peças artesanais concebidas com ostras, da artista By’Ana, é outra das propostas que o público pode apreciar durante o certame.

Cinco euros é quanto custa o bilhete para saborear este Festival e assistir a todas as iniciativas programadas.

O Festival da Ostra é organizado pela Câmara Municipal de Setúbal e realiza-se em parceria com os apoios das empresas Lallemand e da Neptuno Aquacultura. 


Fonte: Café Portugal.

João Franco aponta para perto do milhão de TEU's já este ano

O presidente da Administração do Porto de Sines (APS), João Franco, foi um dos convidados da Conferência “Mar a Bom Porto”, que teve lugar na Escola Náutica Infante D. Henrique (ENIDH), onde se  assinalou o Dia Mundial do Mar e o início de novo ano lectivo na instituição.

Na sua intervenção, João Franco destacou os excelentes resultados obtidos nos primeiros oito meses do ano nos quais, como a CARGO noticiou atempadamente, foram movimentados mais de 600 mil TEU’s no Terminal XXI, ultrapassando desde já o total de contentores movimentados em todo o ano de 2012.

Com este resultado, João Franco aponta para “perto do milhão de TEU’s” já para este ano, ultrapassando as já optimistas previsões da APS avançadas no início do ano. O presidente da APS, com base nas taxas de crescimento recentes, definiu os 2,5 milhões de TEU’s e os 44 milhões de toneladas movimentadas em todo o porto como metas para 2020, números que de resto já tinham sido avançados por Lídia Sequeira numa das suas últimas intervenções enquanto líder do porto alentejano.

Porém, João Franco mostrou-se cauteloso, não só relativamente à continuação destes níveis de crescimento mas também quanto aos efeitos que o Canal do Panamá trará para Sines. “Sabemos que podem surgir situações extraordinárias, até porque nada cresce ininterruptamente”, salientou a propósito das previsões para os próximos anos. 

Sobre o Canal do Panamá, optou por vincar que não se pode “embandeirar em arco e esperar que o alargamento traga logo grande aumento de actividade”, até porque as previsões apontam para que, num primeiro momento, seja o comércio da região aquele que será “potenciado” e só depois, a médio ou longo-prazo, deverá ter efeitos também na Europa, com Sines numa posição estratégica,

Fonte: APP

João Franco aponta para perto do milhão de TEU’s já este ano

O presidente da Administração do Porto de Sines (APS), João Franco, foi um dos convidados da Conferência “Mar a Bom Porto”, que teve lugar na Escola Náutica Infante D. Henrique (ENIDH), onde se  assinalou o Dia Mundial do Mar e o início de novo ano lectivo na instituição.

Na sua intervenção, João Franco destacou os excelentes resultados obtidos nos primeiros oito meses do ano nos quais, como a CARGO noticiou atempadamente, foram movimentados mais de 600 mil TEU’s no Terminal XXI, ultrapassando desde já o total de contentores movimentados em todo o ano de 2012.

Com este resultado, João Franco aponta para “perto do milhão de TEU’s” já para este ano, ultrapassando as já optimistas previsões da APS avançadas no início do ano. O presidente da APS, com base nas taxas de crescimento recentes, definiu os 2,5 milhões de TEU’s e os 44 milhões de toneladas movimentadas em todo o porto como metas para 2020, números que de resto já tinham sido avançados por Lídia Sequeira numa das suas últimas intervenções enquanto líder do porto alentejano.

Porém, João Franco mostrou-se cauteloso, não só relativamente à continuação destes níveis de crescimento mas também quanto aos efeitos que o Canal do Panamá trará para Sines. “Sabemos que podem surgir situações extraordinárias, até porque nada cresce ininterruptamente”, salientou a propósito das previsões para os próximos anos. 

Sobre o Canal do Panamá, optou por vincar que não se pode “embandeirar em arco e esperar que o alargamento traga logo grande aumento de actividade”, até porque as previsões apontam para que, num primeiro momento, seja o comércio da região aquele que será “potenciado” e só depois, a médio ou longo-prazo, deverá ter efeitos também na Europa, com Sines numa posição estratégica,

Fonte: APP

Divulgação: Seminário «Sustentabilidade para a Competitividade»

A APDL – Administração dos Portos do Douro e Leixões, promove no dia 16 o Seminário “Sustentabilidade para a Competitividade”, no Centro de Formação do Porto de Leixões, em Leça da Palmeira.

A iniciativa tem como objectivo promover a reflexão sobre as temáticas do desenvolvimento sustentável, da responsabilidade social corporativa e das oportunidades criadas pela incorporação de preocupações ambientais nas actividades das empresas. 

A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição para os seguintes contactos:

APDL – Administração dos Portos do Douro e Leixões, SA – Centro de Formação – Avenida da Liberdade, Leça da Palmeira
Tel. 229 990 700 – e- mail: teresa.choupina@apdl.pt
ou filipa.silva@apdl.pt

Fonte: APP

Chef Chakall: A sardinha comunitária

O chef argentino Chakall considera que o peixe que é imagem de marca de Portugal é a sardinha e não o bacalhau “como muita gente pensa”.
Justificou com o conhecimento que tem das comunidades portuguesas no estrangeiro. Os portugueses “quando festejam é com sardinhas na rua”. Recorda, por isso, os tempos em que vivia na Argentina: quando era pequeno, a 20 quilómetros de onde morava, havia uma grande comunidade portuguesa que cultivava flores e nos meses de fevereiro e março – época de verão na Argentina – faziam grandes sardinhadas. “Quando cheirava a sardinha dizíamos: aqui há portugueses.”

Fonte: DN,

João Franco: Os portos como apoio à economia

“Todos os portos portugueses são rendíveis”, diz o presidente do Conselho de Administração do Porto de Sines, João Franco, sublinhando que o seu contributo para a economia nacional é de 5,5%.
Para os rendibilizar mais, temos de melhorar a “relação entre a produtividade do serviço prestado e o preço que é cobrado”. João Franco explica que “para o agente económico não interessa uma altíssima produtividade a um preço exorbitante, como não interessa uma baixa produtividade a um preço muito reduzido”. Há que encontrar um equilíbrio para os portos apoiarem ainda mais a economia.

Fonte: DN

Oceanário de Lisboa estreia «Fado Miudinho»




O Oceanário de Lisboa apresenta um espectáculo inédito, destinado a crianças até aos quatro anos, que traz o Fado para a envolvência do aquário.

De forma simples e intimista, o «Fado Miudinho» vem apresentar as sonoridades e a cultura próprias do Fado, envolvendo pais e filhos num momento de grandes emoções. Os bordões típicos e os excertos de Fados tradicionais são nesta experiência musical, acompanhados por letras inspiradas em temas do mar e da vida marinha.

O espectáculo vive de nove temas que criam uma viagem pelo vasto património desta música que veio do mar e da essência do que é ser português. Os temas são inéditos ou adaptados de Fados populares com letras originais, numa produção exclusiva para o Oceanário de Lisboa.

Para Patrícia Filipe, directora de Comunicação e Educação do Oceanário de Lisboa, «acreditamos que esta nossa nova experiência musical é uma forma original de introduzir, desde tenra idade, a sonoridade única do Fado, cultivando esta expressão tão original e rica da cultura portuguesa e sensibilizando também para a conservação dos oceanos».
 

Fado Miudinho
Destinatários: até aos 4 anos
Data e horário: Domingos (1º e 3º de cada mês), às 9:00
Preço: 25 euros/criança e dois adultos (inclui visita livre ao Oceanário)
Fonte: Diário Digital.

Sonho náutico leva velejadores espanhóis a viajarem pelo mundo por 4 anos.

“Se gosta de velejar e de viajar, fazer a volta ao mundo é o máximo que pode fazer. Como gente que gosta do mar, era um sonho que tínhamos há muitos anos”, contou em Maputo à agência Lusa Enrique Fenollosa, engenheiro de telecomunicações.
Em novembro de 2009, os dois velejadores soltaram as amarras da “jangada de pedra” que os tem levado à volta do mundo – um veleiro de 47 pés, reconvertido de um barco regata -, mas os preparativos da viagem começaram quatro anos antes.
“Não é uma coisa que se faça de um dia para o outro. Nós já tínhamos experiência como velejadores. Não é só a questão do financiamento, mas também as questões técnicas do barco, planificação (percursos, ventos, marés, ciclones) e tudo isso”, sublinha o músico Jose Carlos Corral.
“Representou muito trabalho. Tivemos de fazer mais de 60 reuniões para conseguir os oito patrocinadores que temos”, acrescenta Fenollosa, destacando as dificuldades de acesso a financiamento, aumentadas devido à crise económica espanhola.
Das águas mediterrânicas às do Caribe, cruzando o Cabo de Hornos, “o local mais difícil de navegar do planeta”, para depois escalar a costa leste da América do Sul e seguir viagem rumo ao exotismo de destinos como as Ilhas Fiji, Filipinas ou Indonésia, o percurso da “Aventura Oceânica” encontra-se, neste momento, ante a dobragem do Cabo da Boa Esperança, na África do Sul.
No entretanto, a certeza da passagem por 42 países, a impossibilidade de nomear um destino de eleição, por serem tão diversos, quanto interessantes, e, alguns sustos, como na Venezuela, onde enfrentaram piratas.
“Se temos que lutar contra o mar, é uma coisa inevitável, mas é mais duro quando se encontra conflitos com pessoas: sejam piratas ou autoridades de alguns lugares corruptos, que querem tirar proveito de nós. Isso é a parte mais negativa da viagem”, lamenta Corral.
Quase na reta final da aventura – tencionam chegar a Espanha em dezembro -,os dois espanhóis não querem, “até cruzar o estreito de Gibraltar”, pensar no regresso ao que se pode chamar de “as suas vidas antigas”.
Levam, no entanto, a certeza de que um sonho pode ser cumprido, desde que se tomem decisões nesse sentido, e de que “a bondade” do ser humano “é uma questão internacional”.
“O mais importante é que se tome uma decisão: toda a gente tem sonhos, mas não fazem nada para cumpri-lo. Para mim, o mais importante é que se façam coisas, que se trabalhe para o sonho. As decisões não são fáceis, mas se se quer fazer, tem que se tomá-las”, concluiu Fenollosa
Fontes: EMYP // PJA e Lusa/fim