Das intenções de investimento à aposta aquícola em alto-mar


Aposta de Aquacultura em alto-mar pode ser estratégia para atrair empresas da Noruega e da América do Norte para Portugal.

As várias propostas de investimento em novas unidades de aquacultura que o secretário de Estado do Mar, Manuel Pinto de Abreu, afirma estarem a chegar à tutela, com valores entre cinco e dez milhões de euros por exploração, levam o governante a olhar para o futuro com optimismo. Mas a aposta que está a ganhar cada vez mais adeptos passa pela possibilidade de a produção de peixe avançar para alto-mar.
Para já, ainda só existem experiências ténues da prática da aquacultura em alto-mar pelo mundo, mas a solução começa a ser encarada como uma eventual revolução no sector. “Posso avançar que é uma actividade que estamos a acompanhar de muito perto, por ser rainha para nós”, diz o governante ao DN, justificando que as características da costa portuguesa abrem o mar a um autêntico offshore aquícola em ambientes de grande profundidade.
“A aquacultura que fazemos até aqui recorre a estruturas que limitam a actividade quase à superfície. A possibilidade de termos produção em grandes profundidades iria proporcionar uma enorme diversidade de espécies”, refere, assumindo que esta solução “merece a maior atenção” por parte do Governo. Justifica que ao permitir novas produções, a aquacultura em alto-mar poderá também ser atractiva para empresas ao nível mundial, sobretudo oriundas da Noruega e América do Norte. Foram estes alguns dos países que estiveram com Portugal, nos grupos de reflexão onde foram dados os “primeiros passos”, diz, sobre a viabilidade desta prática.
“Garanto que estamos muito atentos a esta evolução”, insiste, assumindo que com ou sem alto-mar, para já, confia no futuro da aquicultura. O governante não revela casos concretos, mas admite que há várias intenções de investimento para todo o território nacional, com uma área de cobertura “muito considerável”. Aliás, Manuel Pinto de Abreu garante ao DN que o conjunto de investimentos “é tão numeroso” que está a obrigar a um trabalho de “grande reflexão pela parte do ordenamento espacial”. Alega que “é preciso muito cuidado” ao eleger a colocação das futuras unidades para evitar que interfiram com outras actividades.
Já do lado da produção, surge colocada entre as prioridades, para o futuro imediato, a criação de uma marca registada. Será esta a saída mais célere para conquistar a confiança dos consumidores, numa altura em que, segundo a fileira, “ainda existe algum preconceito português contra esta modalidade de produção”, como reconhece Fernando Gonçalves.
“Com a certificação na mão, alguns conceitos podiam jogar a nosso favor”, sublinha, lamentando que os consumidores continuem a comprar amêijoa vietnamita ou perca-do-nilo e salmão da Noruega, “em lugar de comprarem [pescado] produzido em Portugal”. É nesse sentido que os aquicultores admitem estar hoje mais sensibilizados para o associativismo, reconhecendo a necessidade de uma campanha e admitindo que há muito a aprender, caso das técnicas de maneio, que carecem de formação entre os trabalhadores.
Fonte: DN

Marinha resgatou tripulante de navio de pesca ao largo de Aveiro

A Marinha portuguesa resgatou, na última madrugada, um tripulante da embarcação de pesca costeira “Manuel Eugénia “, de Vila do Conde, após ter sofrido um acidente a bordo, informou fonte da Capitania do Porto de Aveiro.
O pedido de ajuda foi emitido pela embarcação às 04:30, quando estava a navegar a cerca de 30 milhas da costa aveirense, tendo de imediato sido enviado para o local o salva-vidas da Capitania do Porto de Aveiro.
“O tripulante resgatado tem 33 anos e tinha a mão esquerda quase totalmente amputada”, disse à agência Lusa, o comandante da Capitania do Porto de Aveiro, Luciano Oliveira.
Fonte: Destak

Montijo promove "Vem aprender a Pescar".


U.F.C. Jardiense – Montijo

Promove «Vem Aprender a Pescar»

A prática da pesca quando devidamente acompanhada pode ser uma actividade de grande satisfação pessoal para os jovens praticantes, onde o entusiasmo levará muitos a seguir a actividade. Sentir a vibração quando ferramos um peixe, e “a adrenalina sobe”, é algo que não se esquece facilmente.

A pesca desportiva é uma actividade cuja prática deve ser encarada de forma a garantir a sua sustentabilidade, preservando as espécies e defendendo o meio ambiente, para tal é necessário que os seus praticantes sejam os principais defensores desses princípios, o que nem sempre é fácil. Quando trabalhamos com jovens na descoberta desta nova actividade tentamos que aprendam a respeitar esses princípios, fundamentais para que no futuro sejam praticantes conscientes. Cremos que os jovens assimilam mais facilmente estes valores, e no futuro serão eles a preservar a pesca, é importante assegurar o futuro desta actividade.
A prática da pesca quando devidamente acompanhada pode ser uma actividade de grande satisfação pessoal para os jovens praticantes, onde o entusiasmo levará muitos a seguir a actividade. Sentir a vibração quando ferramos um peixe, e “a adrenalina sobe”, é algo que não se esquece facilmente. Hoje os hábitos de consumo e entretenimento oferecidos aos nossos jovens são imensos, é necessário criar condições para a prática da pesca se queremos ver jovens nesta actividade. Porque esta é uma actividade saudável, não violenta, cuja prática deve ser defendida como uma ocupação salutar na vida dos nossos jovens, afastando-os de muitas actividades nefastas para a nossa sociedade, que infelizmente são oferecidas diariamente aos jovens.
Nos últimos anos sempre que competia-mos, convidámos alguns jovens a participar nas provas, havendo sempre muitos entusiastas a querer participar, em 2009 apostamos num evento diferente, em que a Loja Decatlhon Montijo e a revista mundo da Pesca abraçaram a nossa proposta e desta parceria resultou o evento “Vem Aprender a Pescar” realizado para pescadores com idades entre os 6 e os 14 anos. Ao longo destes anos temos repetido a iniciativa onde têm participado centenas de jovens.
Nestes eventos além de uma revista do mundo da pesca, oferta da Editorial V, cada participante recebeu da Decathlon uma cana telescópica equipada com uma montagem de pesca à francesa e de isco, pois um dos lemas do evento é “Não precisas trazer material de pesca nem iscos, é só apareceres!”.
A jornada começou pelas 10 horas, onde os participantes, após a inscrição, receberam as boas vindas ao evento pelo representante da Decathlon Montijo, Hélder Lopes responsável pela área da natureza nesta loja, que reafirmou mais uma vez a responsabilidade social da organização, ao prometer o envolvimento da Decathlon em eventos futuros.
Por parte de Carlos Sousa do U.F.C. Jardiense e responsável pela organização do evento que saudou todos os participantes e patrocinadores, foram dados alguns conselhos sobre a segurança na prática da modalidade, de seguida deu ainda alguns conselhos sobre a preservação das espécies e do meio ambiente.
De seguida foram distribuídos os materiais de pesca, previamente montados, pela equipa de pesca do U.F.C. Jardiense que juntamente com os membros da Decathlon deram explicações e assistência aos participantes durante as 2 horas em que decorreu o evento.
A destacar o facto de muitos dos participantes terem apanhado peixes, sendo de apontar a captura de vários exemplares de tainhas com tamanhos assinaláveis, estes foram sem dúvida momentos muito especiais, para os jovens participantes do evento, a maioria deles no primeiro contacto com esta actividade.

Fonte: Rostos.pt

Montijo promove "Vem aprender a Pescar".


U.F.C. Jardiense – Montijo

Promove «Vem Aprender a Pescar»

A prática da pesca quando devidamente acompanhada pode ser uma actividade de grande satisfação pessoal para os jovens praticantes, onde o entusiasmo levará muitos a seguir a actividade. Sentir a vibração quando ferramos um peixe, e “a adrenalina sobe”, é algo que não se esquece facilmente.

A pesca desportiva é uma actividade cuja prática deve ser encarada de forma a garantir a sua sustentabilidade, preservando as espécies e defendendo o meio ambiente, para tal é necessário que os seus praticantes sejam os principais defensores desses princípios, o que nem sempre é fácil. Quando trabalhamos com jovens na descoberta desta nova actividade tentamos que aprendam a respeitar esses princípios, fundamentais para que no futuro sejam praticantes conscientes. Cremos que os jovens assimilam mais facilmente estes valores, e no futuro serão eles a preservar a pesca, é importante assegurar o futuro desta actividade.
A prática da pesca quando devidamente acompanhada pode ser uma actividade de grande satisfação pessoal para os jovens praticantes, onde o entusiasmo levará muitos a seguir a actividade. Sentir a vibração quando ferramos um peixe, e “a adrenalina sobe”, é algo que não se esquece facilmente. Hoje os hábitos de consumo e entretenimento oferecidos aos nossos jovens são imensos, é necessário criar condições para a prática da pesca se queremos ver jovens nesta actividade. Porque esta é uma actividade saudável, não violenta, cuja prática deve ser defendida como uma ocupação salutar na vida dos nossos jovens, afastando-os de muitas actividades nefastas para a nossa sociedade, que infelizmente são oferecidas diariamente aos jovens.
Nos últimos anos sempre que competia-mos, convidámos alguns jovens a participar nas provas, havendo sempre muitos entusiastas a querer participar, em 2009 apostamos num evento diferente, em que a Loja Decatlhon Montijo e a revista mundo da Pesca abraçaram a nossa proposta e desta parceria resultou o evento “Vem Aprender a Pescar” realizado para pescadores com idades entre os 6 e os 14 anos. Ao longo destes anos temos repetido a iniciativa onde têm participado centenas de jovens.
Nestes eventos além de uma revista do mundo da pesca, oferta da Editorial V, cada participante recebeu da Decathlon uma cana telescópica equipada com uma montagem de pesca à francesa e de isco, pois um dos lemas do evento é “Não precisas trazer material de pesca nem iscos, é só apareceres!”.
A jornada começou pelas 10 horas, onde os participantes, após a inscrição, receberam as boas vindas ao evento pelo representante da Decathlon Montijo, Hélder Lopes responsável pela área da natureza nesta loja, que reafirmou mais uma vez a responsabilidade social da organização, ao prometer o envolvimento da Decathlon em eventos futuros.
Por parte de Carlos Sousa do U.F.C. Jardiense e responsável pela organização do evento que saudou todos os participantes e patrocinadores, foram dados alguns conselhos sobre a segurança na prática da modalidade, de seguida deu ainda alguns conselhos sobre a preservação das espécies e do meio ambiente.
De seguida foram distribuídos os materiais de pesca, previamente montados, pela equipa de pesca do U.F.C. Jardiense que juntamente com os membros da Decathlon deram explicações e assistência aos participantes durante as 2 horas em que decorreu o evento.
A destacar o facto de muitos dos participantes terem apanhado peixes, sendo de apontar a captura de vários exemplares de tainhas com tamanhos assinaláveis, estes foram sem dúvida momentos muito especiais, para os jovens participantes do evento, a maioria deles no primeiro contacto com esta actividade.

Fonte: Rostos.pt

Madeira: Congresso Internacional discute potencialidades do desporto e do mar


O Clube Naval do Funchal e a Universidade da Madeira apresentam hoje, terça-feira, 8 de Outubro,  na Quinta Calaça, o II Congresso Internacional ‘O Desporto e o Mar:­ Desafios e Oportunidades’.
Na conferência de imprensa, que contará com as presenças de José Manuel Carmo, Reitor da UMa, e Mafalda Freitas, Presidente da Direcção do Naval, serão revelados mais pormenores sobre aquela iniciativa que trará à Região, no início de Novembro, ilustres oradores nacionais e estrangeiros.
Da programação já definida para o evento que decorrerá de 1 a 3 de Novembro, destaque para a realização de uma conferência de abertura proferida por Tiago Pitta e Cunha, mais quatro painéis de debate temáticos, uma mesa redonda e a sessão de encerramento, destacando-se ainda no último dia a realização de actividades desportivas náuticas, uma vez que as sessões terão lugar na Quinta Calaça e no Colégio dos Jesuítas.
O evento conta com um vasto leque de entidades institucionais, apoios privados e ‘media partners’.
Fonte: DN

MSC reforça aposta em Portugal

A MSC Cruzeiros vai trazer até Portugal 190 mil cruzeiristas, revelou Eduardo Cabrita, director-geral da companhia no País, durante a apresentação do catálogo 2013/2014.
De acordo com o responsável, é estimado que o número de passageiros que a MSC vai trazer até aos portos nacionais – 97 mil a Lisboa e 93 mil ao Funchal – tenha um impacto económico entre os 12 e os 20 milhões de euros.
A aposta da companhia italiana em Portugal é ainda evidenciada pelo aumento de 15% dos cruzeiros com possibilidade de embarque e/ou desembarque em Lisboa e no Funchal, face a 2012/2013. No caso da capital portuguesa estamos a falar de 43 cruzeiros, numa variação positiva de; enquanto na Madeira são 31 os cruzeiros previstos.
No mercado português, destaque, ainda, para a continuação da parceria com a CP de forma a transportar os clientes de forma mais cómoda e célere até às partidas; e com a Empark, que possibilita tarifas mais acessíveis aos cruzeiristas nos parques de estacionamento dos terminais de Santa Apolónia e de Alcântara.
Entre as novidades reveladas pelo responsável, destaque para o MSC Divina que vai ser posicionado nos EUA durante todo o ano, sendo a primeira vez que a MSC aposta nesta operação desta forma, com itinerário os para as Caraíbas e para as Antilhas. Os Fiordes e as Capitais Bálticas são outros dos itinerários com reforço do número de circuitos, assim como os Emirados Árabes, que volta em 2013/2014 e vão contar com 18 partidas e chegadas ao Dubai; e África do Sul, com cruzeiros à partida da Cidade do Cabo e Durban.
Novas tarifas
Outra novidade está relacionada com o modo de adquirir os cruzeiros, sendo que vai passar a existir a possibilidade de ainda antes de escolher o camarote, “escolher a experiência” que quer ter a bordo, contou Eduardo Cabrita, indicando quatro módulos: Bella, que privilegia a relação de preço-qualidade consoante a disponibilidade dos camarotes; Fantástica, que combina o conforto e a flexibilidade; a Aurea, que consiste no bem-estar e espírito; e a Yacht Club, com foco na elegância e luxo.
Roadshow regressa em Janeiro
Em declarações ao Publituris, Eduardo Cabrita disse não ser ainda possível avançar o número de passageiros transportados este ano, visto ter sido agora lançada a brochura com as viagens com partida do Funchal, três das quais a realizar até ao final do ano. Porém, segundo o director-geral da MSC Portugal, as “expectativas já foram superadas”, tendo esta marca sido ultrapassada em Junho.
Eduardo Cabrita avançou, ainda, que o roadshow da MSC vai voltar a percorrer as principais cidades de Portugal, com o destaque de voltar a Setúbal. A iniciativa vai decorrer em Janeiro, confidenciou o responsável.
Fonte: Publituris.

Crise afasta Mário Santos da Canoagem e do Comité Olímpico



Após nove anos a desempenhar funções não remuneradas, dirigente vê-se obrigado a renunciar a todos os seus cargos desportivos e concentrar-se na sua actividade profissional de advogado, para garantir o sustento da família.
O presidente da Federação Portuguesa de Canoagem, Mário Santos,  apresentou hoje, terça-feira, 8, a demissão do cargo. Em simultâneo, Mário Santos renuncia também ao seu cargo na comissão executiva do Comité Olímpico de Portugal, onde era vice-presidente e o designado chefe de missão aos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro – função que também já ocupara nos Jogos Olímpicos de Londres 2012, onde a canoagem foi a única modalidade medalhada entre os atletas portugueses.

Na origem destas decisões encontram-se, segundo explica na carta de renúncia a que a VISÃO teve acesso, questões de natureza particular, nomeadamente a necessidade de passar a dedicar mais tempo à sua actividade profissional, a advocacia, já que todos os cargos desportivos que ocupava não eram remunerados.
“A situação económica do país – à qual ninguém escapa – obriga-me, evidentemente, a total dedicação á minha vida profissional (a advocacia foi sempre a única fonte dos meus rendimentos), até como garante do bem-estar familiar”, escreve o dirigente na sua carta de renúncia.
Presidente da Federação de Canoagem desde 2005, Mário Santos foi um dos principais responsáveis pelo salto dado pela modalidade, nos últimos anos, ao nível do alto rendimento: em quase todas as provas internacionais, os atletas portugueses passaram a marcar presença nas finais e a ganhar medalhas. Na carta, o dirigente faz esse balanço, assinalando as 76 medalhas ganhas por canoístas portugueses, em campeonatos da Europa e do Mundo, ao longo dos últimos nove anos. Só em 2013, a canoagem nacional ganhou 13 medalhas em Europeus e Mundiais.
“Atingimos claramente o objectivo de fazer da canoagem um desporto de referência em Portugal, e Portugal um exemplo na canoagem internacional. Somos olhados por todos com respeito, consideração e um exemplo a seguir”, sublinha.
Como mágoa, na carta, Mário Santos refere a sua luta “por vezes quixotesca”, para que “os responsáveis do país reconheçam” com “acções concretas” o “êxito e singularidade da canoagem a nível nacional, premiando efectivamente o desejado mérito desportivo e explorando todo o potencial desta modalidade.”


Fonte: Visão

Divulgação: "Além Mar – Brasil" na Universidade de Aveiro.

“Além Mar – Brasil”, Encontro de Aquacultura, no dia 17 de Outubro, que irá contar com a presença de Sua Excelência a Senhora Ministra Dra. Assunção Cristas e Sua Excelência o Senhor Ministro. Dr. Marcelo Crivella , Ministro Brasileiro da Pesca e Aquicultura, na Universidade de Aveiro.

Às 19:30, Concerto Musical com a Cantora Baiana Anacris Gil, cujo tema será:

“O Mar”

“Além – Mar Brasil”.

Divulgação: "Além Mar – Brasil" na Universidade de Aveiro.

“Além Mar – Brasil”, Encontro de Aquacultura, no dia 17 de Outubro, que irá contar com a presença de Sua Excelência a Senhora Ministra Dra. Assunção Cristas e Sua Excelência o Senhor Ministro. Dr. Marcelo Crivella , Ministro Brasileiro da Pesca e Aquicultura, na Universidade de Aveiro.

Às 19:30, Concerto Musical com a Cantora Baiana Anacris Gil, cujo tema será:

“O Mar”

“Além – Mar Brasil”.

Mónica Sofia: "Bacalhau tem um sabor muito português"

Para Mónica Sofia são vários os peixes que poderia eleger como imagem de marca de Portugal, no entanto, escolhe o bacalhau.
Apesar de não ser um peixe existente na nossa costa, o bacalhau é muito português: “Temos mais de mil receitas com bacalhau”, além disso, “quando vamos para fora, não só os portugueses mas também os estrangeiros pedem que levemos bacalhau”.
A empresária e também modelo, Mónica Sofia, sublinha que o bacalhau é um peixe com “um sabor muito português”. Ou melhor, “é um peixe cujos pratos têm um sabor muito português e são reconhecidos internacionalmente”, afirma, justificando a sua opção.

Fonte: DN