Frederico Morais/Francisco Alves: Wildcards no Moche Pro Portugal presented by Rip Curl

Frederico Morais e Francisco Alves vão competir no Moche Pro Portugal presented by Rip Curl, etapa portuguesa do circuito mundial de surf da ASP. Morais e Alves serão os únicos dois portugueses em prova, isto depois de Tiago Pires, membro da elite do surf mundial, ter hoje anunciado que não vai competir no evento.

A SURFPortugal contactou a organização que confirmou a presença dos dois surfistas no evento de Peniche – Cascais. Frederico Morais, que recentemente se sagrou pela primeira vez campeão nacional de surf open, entra na prova como substituto de Tiago Pires. Já Francisco Alves, que participou neste evento como wildcard em 2011, entra na prova também por motivo de lesão de um surfista do World Tour, o havaiano Dusty Payne.
Um terceiro wildcard ainda está por atribuir ao vencedor dos Moche Trials, prova que antecede a etapa do World Tour e que vai acontecer amanhã, em Supertubos, onde são esperadas boas ondas. A competir nessa etapa vão estar Tomás Hermes (vencedor da primeira etapa das Moche Series, nos Açores), Miguel Blanco, José Ferreira, Vasco Ribeiro, Tomás Fernandes, Marlon Lipke, João Guedes, Ruben Gonzalez, Filipe Jervis (Moche Wildcards), Nicolau Von Rupp (Moche Capítulo Perfeito), Guilherme Fonseca (wildcard Península de Peniche Surf Clube – PPSC), vencedor Trials of The Trials do PPSC , P.V. Laborde, Jayce Robinson, Jacob Wilcox (wildcards Rip Curl) e outro surfista ainda por anunciar.
O período de espera do Moche Pro Portugal presented by Rip Curl começa esta quarta-feira, dia 9 de Oubro, indo até Domingo, dia 20. A prova conta com transmissão em directo no FUEL TV Portugal e em http://live.ripcurl.com/portugal-home-2013.html#popup-1.

Fonte: Surf Portugal.

Cônsul do Brasil pesca carpa com mais de 10 quilos

O cônsul do Brasil em Santarém, Joaquim Botas Castanho, viveu há poucos dias um dos seus momentos de glória enquanto pescador desportivo ao apanhar uma carpa com 10,5 quilos, o seu recorde absoluto em mais de 50 anos de actividade piscatória. Para que não restassem dúvidas, a façanha, ocorrida na Barragem dos Gagos, no concelho de Almeirim, foi registada para a posteridade.
“Trata-se de um feito pouco comum, tanto mais que a carpa foi capturada com uma cana directa, com elástico, e com fios relativamente finos (0,15 mm, no terminal)”, explicou o ex-vice-presidente da Câmara de Santarém, acrescentando: “Apesar de praticar pesca desportiva de rio há mais de cinquenta anos, nos mais variados locais, com destaque para as barragens do Maranhão e de Montargil, nunca antes capturei, ou vi capturar, em rios ou açudes, um exemplar que, em peso, se assemelhasse a este”.
Pescador por desporto, Botas Castanho fez questão de sublinhar que o exemplar, depois de pesado e fotografado, foi de imediato devolvido à água em boas condições de saúde.

Fonte: O Mirante.

Incrementar a vela e a canoagem

João Martins considera importante uma aposta em desportos como a vela e a canoagem como forma de melhorar a utilização dos portos de recreio em Portugal.
O gestor do Centro Náutico do Clube Desportivo de Paço de Arcos salienta que incrementar a prática da vela e da canoagem é uma das soluções. Acrescenta que o clube do concelho de Oeiras tenta fazer a sua parte para que estes dois desportos continuem a serem desenvolvidos no País, seja na parte desportiva, seja em lazer, mas diz ser “cada vez mais difícil” esse trabalho.

Fonte: DN

Requalificar marinas ao longo da costa portuguesa

A administradora do Porto de Recreio de Oeiras começa por salientar a necessidade de requalificar as marinas ao longo da costa portuguesa. “Todas têm de ter grande qualidade”, afirma. Acrescenta que há marinas sob a gestão do poder central, pelo que “faz sentido requalificá-las”. Depois diz ser essencial haver uma estratégia de promoção do turismo náutico no estrangeiro, liderada pelo Governo. Por fim, realça a importância de reduzir o IVA no turismo e desportos náuticos.

Fonte: DN.

Como vai ficar novo terminal de cruzeiros

Com uma área de quase 8 mil metros quadrados, o início da construção do novo Terminal de Cruzeiros de Lisboa está marcado para 2014, com um prazo máximo de conclusão da obra previsto para 24 meses. O projecto, assinado pelo arquitecto Carrilho da Graça, será composto por dois cais, um com cerca de um quilómetro de extensão e e outro com 360 metros. O consórcio que será responsável pela concessão do terminal será anunciado em breve, mas a Administração do Porto de Lisboa (APL) ainda não avançou uma data.
A nova gare, perto das estações de metro e comboio de Santa Apolónia terá capacidade para 1,8 milhões de passageiros por ano, o que corresponde a uma estimativa de, aproximadamente, 900 escalas de navios por ano, de acordo com a APL.
No primeiro semestre do ano, a actividade de cruzeiros no Porto de Lisboa cresceu 2% relativamente ao mesmo período de 2012, registando 150 escalas de cruzeiros. Com este novo terminal, a APL estima que o actual tráfego de 500 mil passageiros por ano venha a duplicar nos próximos 10 anos. O porto passará a ter uma capacidade para até 1,8 milhões de passageiros, dependendo a capacidade para embarcações do volume das mesmas e das escalas existentes.
A acompanhar o crescimento previsto, está planeada a inauguração de vários espaços comerciais, tanto no edifício como na zona envolvente. Os projectos só serão conhecidos quando for escolhido o grupo que irá tratar da concessão do espaço. No entanto, a administradora do Porto de Lisboa, Andreia Ventura, afirmou ao Dinheiro Vivo que está prevista uma área para instalação de cafetaria e de alguns espaços comerciais de acesso restrito ao tráfego do navio. Na cobertura do novo edifício, está previsto um restaurante. Já na zona envolvente, haverá  mais duas áreas comerciais, estas de acesso à população em geral, assim como espaços públicos de lazer que “facilitem a acessibilidade entre o rio e a cidade”.
Além disso, nasce um novo espaço verde. O parque ribeirinho vai estar junto ao Terminal de Cruzeiros e contará com um espelho de água e uma zona de estadia relvada, segundo o que prevê a Câmara de Lisboa. O projecto implica ainda a conservação das infraestruturas da doca existente, através da manutenção dos espaços vazios e da recuperação dos muros de pedra, na zona envolvente. Junto à doca vai ficar instalado um parque de estacionamento.
Fonte: Dinheiro Vivo.

Francisco Lufinha: «Não gosto do comum»



Com 15 dias já sabia o que era andar no mar, o seu habitat natural. E aos 30 anos bateu o recorde mundial de distância em kitesurf sem paragens, depois de percorrer mais de 310 milhas náuticas (cerca de 565 km) entre Gaia e Lagos. Francisco Lufinha não é homem de rotinas e esta Mini Kitesurf Odyssey é disso exemplo.


A ideia surgiu há 5 anos, quando o antigo campeão nacional, em 2005, percebeu as potencialidades da nossa costa. “Sempre que entrava no nosso mar pensava ‘isto tem de dar para fazer kitesurf’. No início queria fazer apenas a costa, a ideia do recorde veio depois. Pensei em algo que me pudesse dar visibilidade lá fora, para posteriormente conseguir trazer novos projetos para o país”, conta Lufinha, para quem a palavra “normal” não entra no dicionário: “Adoro risco, aventura, não gosto do comum.”


A preparação foi dura e tomou quatro meses da vida do atleta, de forma a conseguir aguentar as 29 horas que passou em cima da prancha. E durante todo esse tempo, em que se pensa? “Tentava distrair-me ao máximo. Pedia ao barco de apoio a câmara ou o telemóvel e quando havia rede fazia upload de vídeos para o Facebook. Tudo na prancha! Para mim, quanto mais coisas houver melhor. Treino no Guincho e marco reuniões ao mesmo tempo”, revela o kitesurfista, ainda a recuperar do enorme esforço físico.


Como o infante


Em frente ao Padrão dos Descobrimentos, Lufinha olha para alguém com quem agora tem uma ligação: “O infante D. Henrique nasceu no Porto e acabou por viver em Lagos, onde faleceu. Portanto fiz o mesmo percurso que o nosso impulsionador dos Descobrimentos!” E abrir novas rotas está também nos horizontes deste aventureiro. “Quero trazer praticantes de kite de todo o Mundo para Portugal”, diz o novo conquistador dos mares.

Fonte: Record

Surf: Moore sagra-se campeã do mundo e vence Cascais




Carissa Moore venceu o Cascais Girls Pro, a última de oito provas do circuito mundial de surf. A havaiana tinha assegurado pouco antes o título de campeã do mundo, quando se preparava para as meias-finais da prova.Moore venceu o título mundial depois de a americana Tylor Wright ter sido eliminada nos quartos de final em Cascais.


Na final, Moore, bateu a australiana Sally Fitzgibbons, na praia do Guincho.

«Foi pena não termos tidos melhores ondas para a Sally também mostrar o quão fantástica ela é, mas estou muito feliz», disse Moore, no pódio, e citada pela Lusa.

«Foi um campeonato fantástico. Estive sempre lado a lado com a Tyler. Mal posso esperar por 2014», concluiu Carissa Moore, de 21 anos, que já havia sido campeã em 2011.


Fonte: IOL

PSA substitui líder do terminal de contentores de Sines

Grupo de Singapura deverá colocar no lugar de Rui Pinto um gestor estrangeiro pela primeira vez. E continua a bater recordes.
A PSA, multinacional de Singapura que gere o terminal de contentores de Sines (terminal XXI), vai nomear um novo director-geral para a empresa, depois de o anterior director-geral, Rui Pinto, ter cessado funções e saído da empresa, apurou o Diário Económico. Quase dois anos depois de ter substituído Jorge d’Almeida na liderança da concessionária do terminal de contentores do porto alentejano, Rui Pinto terá entrado em choque com os responsáveis da administração do grupo em Singapura, num processo similar ao que ditou a saída de Jaime d’Almeida dois anos antes. O Diário Económico sabe que a cúpula do grupo em Singapura estará pela primeira vez inclinada a passar a liderança da PSA Sines para as mãos de um quadro estrangeiro da PSA Internacional.

Tudo indica que o futuro director-geral da PSA Sines venha da PSA Antuérpia, participada do grupo responsável pela gestão do terminal de contentores de Sines. O terminal XXI fechou os primeiros oito meses do ano com um movimento recorde de 608 mil TEUS (medida-padrão equivalente a contentores com 20 pés de comprimento), o que representou um crescimento de 67% face ao período homólogo de 2012. Com os TEUS movimentados entre Janeiro e Agosto, a PSA Sines superou já os dados referentes a todo o ano passado (553 mil TEUS). 

Fonte: Diário Económico.

Reparação de navios marroquinos abre caminho à internacionalização dos estaleiros do Arsenal do Alfeite

A secretária de Estado adjunta e da Defesa Nacional, Berta Cabral, considera que a reparação de dois navios da Marinha de Marrocos nos estaleiros do Arsenal do Alfeite se insere numa estratégia de internacionalização daquela empresa pública.
Esta cooperação com Marrocos é um passo muito importante no sentido da internacionalização e diversificação dos mercados, que o Arsenal do Alfeite tem procurado e que, com sucesso, também tem conseguido”, disse Berta Cabral.

Berta Cabral falava durante a cerimónia de assinatura de uma carta de intenções entre a Marinha Real de Marrocos e a empresa pública Arsenal do Alfeite, SA., depois de uma visita à fragata Hassan II, o segundo navio da Marinha Real Marroquina a ser reparado no Arsenal do Alfeite.

“A fragata Hassan II é o primeiro navio combatente da Marinha de Marrocos que está no Alfeite, mas já é o segundo navio de Marrocos, uma vez que já tivemos em reparação um navio logístico”, disse a secretária de Estado, congratulando-se com os elogios do chefe de Estado-maior e de outros responsáveis da Marinha Real de Marrocos.

“Privilegiadamente, a empresa pública Arsenal do Alfeite está orientada para a Marinha Portuguesa – e isto é muito importante porque o Alfeite é quase parte integrante da nossa Marinha -, mas tem também todas as condições para potenciar a capacidade instalada para prestar serviço a outras Marinhas e, neste caso concreto, à Marinha de Marrocos”, frisou Berta Cabral.

De acordo com o presidente do conselho de administração da empresa pública Arsenal do Alfeite SA., Jorge Camões, a estratégia de internacionalização está a ser orientada para captar o interesse de diversos países de língua oficial portuguesa. “Temos competências que fomos adquirindo em várias áreas – armamento, electrónica e outras – que queremos internacionalizar e disponibilizar a outras Marinhas, designadamente de África (países africanos de língua oficial portuguesa) e Brasil”, disse.

“Queremos demonstrar que somos capazes. Para nós isto é uma atitude de marketing. A nossa estratégia não passa por facturar muito, mas por facturar bem e prestar um serviço de qualidade”, acrescentou, lembrando que os responsáveis da Marinha Real de Marrocos se mostraram particularmente satisfeitos com a qualidade dos trabalhos realizados nos estaleiros do Arsenal do Alfeite.

Jorge Camões escusou-se a revelar o montante envolvido na reparação da fragata Hassan II, alegando que o orçamento é confidencial, mas admitiu que o montante envolvido é “inferior a um milhão de euros”.

Fonte: Público.

Oceanos estão mais quentes, mais ácidos e com menos oxigénio

Os oceanos estão cada vez mais quentes, mais ácidos e com menos oxigénio. Este “trio mortífero”, segundo classifica um painel de cientistas internacionais, está a ter “efeitos dramáticos” sobre a fauna e flora marinha, além de exacerbar outras ameaças, como a poluição.
Esta é uma das mensagens da mais recente avaliação do Programa Internacional sobre o Estado dos Oceanos, uma iniciativa criada por investigadores da Universidade de Oxford, com o apoio da União Internacional para a Conservação da Natureza. Outras mensagens: a sobrepesca está a ameaçar a capacidade dos oceanos em resistirem a outras ameaças; os recifes de coral não são capazes de se adaptar às rápidas mudanças climáticas em curso; o futuro dos oceanos estará seriamente comprometido se não se limitar o aumento da temperatura global a 2,0 graus Celsius até ao final do século.
A temperatura superficial dos oceanos aumentou 0,6 graus Celsius nos últimos 100 anos e continuará a subir ao longo deste século, com consequências significativas: redução do gelo, com desaparecimento da calota polar no Árctico até 2037, redução da concentração de oxigénio, libertação de metano do fundo do mar.
Com oceanos mais quentes, refere o painel de cientistas, as espécies marinhas tenderão a migrar na direcção dos pólos e para águas mais profundas, a diversidade de peixes e invertebrados hoje explorados pode diminuir 60% e os recifes de coral tropicais sofrerão uma redução colossal até 2050.
Acificação da água e sobrepesca

“Como foi tornado claro pelo IPCC [Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas], os oceanos estão a suportar o fardo do aquecimento do sistema climático, com consequências físicas e biogeoquímicas directas e bem documentadas”, diz o Programa para o Estado dos Oceanos, na síntese da sua avaliação.
Um destes efeitos é a acidificação da água do mar, devido à absorção do excesso dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, devido às actividades humanas.
Outro problema é o da redução dos níveis de oxigénio. “As previsões para a quantidade de oxigénio nos oceanos sugerem uma redução de 1% a 7% até 2100”, sintetiza o painel científico. As causas são o aquecimento global e a poluição.
Os cientistas alertam também para a sobrepesca, com 70% da população de peixes a ser explorada de modo insustentável, segundo dados da agência das Nações Unidas para a alimentação e agricultura (FAO, na sigla em inglês).
“A saúde dos oceanos está a piorar mais rapidamente do que se pensava”, alerta o investigador Alex Rogers, do Somerville College, da Universidade de Oxford, e um dos criadores do Programa Internacional para o Estado dos Oceanos. “Esta situação deveria ser motivo de grave preocupação para todos, dado que todos serão afectados pelas alterações na capacidade dos oceanos em suportar a vida na Terra”, completa, num comunicado.
Reiterando uma meta internacionalmente reconhecida, os cientistas afirmam que é preciso reduzir as emissões de CO2 de modo a que a concentração deste gás na atmosfera fique abaixo de 450 partes por milhão (ppm), limitando a probabilidade da temperatura média global subir mais de 2,0 graus acima dos níveis pré-industriais. “Se os actuais níveis de libertação de CO2 se mantiverem, podemos esperar consequências extremamente sérias para a vida nos oceanos, e para a protecção alimentar e costeira”, alertam.
Esta avaliação surge dias depois do IPCC ter divulgado o seu mais recente relatório sobre as alterações climáticas, que reitera o seu carácter “inequívoco” e reforça que a maior parte do problema deve-se às actividades humanas.
Fonte: Público.