Cientistas testam robô que detecta e destrói alforrecas

Para quem só vê problemas nas alforrecas, eis aqui uma solução radical: eliminá-las com robôs marinhos que as detectam e as dilaceram.
Tal máquina existe e chama-se Jeros (Jellyfish Elimination Robotic Swarm) . Foi desenvolvida pelo Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coreia do Sul e tem sido alvo de testes que os cientistas consideram satisfatórios.
Imagens difundidas por este centro de investigação mostram como a tecnologia funciona. Os Jeros operam junto à superfície da água, com uma parte submersa. Equipado com câmaras e GPS, a robô não só detecta as medusas, como ajusta automaticamente o trajecto até dar com elas, para um encontro fatal.
Uma espécie de rede acoplada ao equipamento cerca as alforrecas, que são assim atraídas para ventoinhas que literalmente as pulverizam.Cada robô é capaz de eliminar 400 quilos de medusas numa hora. Com três a trabalharem em simultâneo, o método já supera, em eficácia, a remoção manual dos animais, com redes.
A proliferação de medusas tem causado problemas em diferentes situações, seja a banhistas, seja a equipamentos. Na semana passada, uma central nuclear na Suécia teve de encerrar um dos seus reactores, devido à entrada de grandes quantidades de alforrecas no seu sistema de refrigeração. Outras centrais nucleares enfrentaram situações semelhantes no passado. Em 2009, um barco de pesca japonês afundou, depois de lançar as redes numa zona do mar infestada por alforrecas gigantes.
Casos de proliferação de alforrecas têm sido reportados em vários pontos do mundo. Entre as causas poderá estar a sobreexploração da pesca, por eliminar os predadores naturais das medusas, e a proliferação de alimento, pelo acrescimento de nutrientes devido à poluição.Muitos cientistas sustentam, no entanto, que apesar do número crescente de casos reportados, não há dados suficientes para se concluir que se trata de um fenómeno à escala global.
Fonte: Público

Porto de Lisboa movimenta mais 11,5% em Agosto

No mês de Agosto  o porto de Lisboa registou um aumento de 11,5% na quantidade de mercadorias movimentadas quando comparado com o período homólogo de 2012. No acumulado anual, já foram alcançados os resultados homólogos do ano passado. 

“O aumento verificado teve o principal contributo dos granéis sólidos, que registaram uma subida mensal de 36,4%, ou seja, mais 117 000 toneladas face ao mesmo período de 2012”. A responsável reforça que este aumento mensal veio também “consolidar o crescimento dos valores acumulados, situando-se agora nos 8,5%”, referi a presidente da APL, Marina Ferreira.

De Janeiro a Agosto  o porto de Lisboa registou 1 884 navios entrados, a que corresponderam 30,5 milhões de toneladas de arqueação bruta (GT – Gross Tonnage) ou seja, mais 4,3% comparativamente com igual período do ano passado. Já no segmento dos navios de carga contentorizada, verificou-se um crescimento de 9,6% no GT, com 949 navios a representar cerca de metade do GT total.

Esta evolução positiva faz perspectivar um ano de 2013 com um crescimento do número de escalas de navios, e do volume de mercadorias movimentadas no porto de Lisboa.

Fonte: Cargo.

Aquário dos Bacalhaus e Ecomuseu Marinha da Troncalhada na TV holandesa

As filmagens decorreram em finais de Julho mas só agora o programa foi exibido na televisão holandesa. O protagonista é o bacalhau e o tema desenvolve-se en torno desta estranha forma de os portugueses apreciarem esse também estranho peixe seco, salgado e espalmado capturado nas águas geladas do Atlântico Norte [uma das suas grandes curiosidades quando estiveram por cá era a de perceber o que tem este peixe de especial que mais nenhum país entende e porque comemos tantos quilos de bacalhau]. 

A parte filmada em Portugal, e em Aveiro em particular, começam por volta do minuto 14, com o Porto de Aveiro e o aquário dos bacalhaus, em  Ílhavo; a marinha que ilustra a produção de sal é o Ecomuseu Marinha da Troncalhada, em Aveiro, com o João Banca e seu rebento em plena actividade marnoteira… algures no minuto 16:55.


Fonte: APP

Marinha nega pirâmide no mar dos Açores

A Marinha Portuguesa diz que a suposta pirâmide submersa a sudoeste da ilha Terceira é um monte submarino e não uma obra do homem.

Uma recolha batimétrica feita pelo velejador Diocliciano Silva apontava para a possível existência de uma pirâmidade de sessenta metros submersa entre a Terceira e São Miguel, próximo do banco D. João de Castro.
O comandante da Zona Marítima dos Açores diz que se trata de um “erro de leitura”.
O último levantamento hidrográfico,feito em 2009,no local identificou apenas uma “cordilheira montanhosa”,explica o militar.
Fonte: Telejornal, RTP/Açores

Holanda: primeiro apartamento flutuante começa a ser construído em 2014

A Citadel (cidadela, em português) foi concebida pelo arquitecto Koen Olthuis, em conjunto com a equipa da Waterstudio, e irá consistir numa série de 60 unidades distribuídas num arranjo de alta densidade por 30 unidades por acre de água. Por outras palavras, trata-se de uma flotilha de apartamentos que irá, literalmente, estar a flutuar sobre a água.
Com mais de 3500 áreas de terra-baixa – abaixo do nível do mar – na Holanda, segundo Olthuis, a construção vai implicar a inviabilização das defesas contra inundações existentes no terreno escolhido para acolher a construção do projecto. Idealmente a Citadel deverá acolher infra-estruturas leves e ligadas a terra, através de uma ponte flutuante, de forma a proporcionar condições de vida semelhantes às de um arranha-céus.
A construção irá decorrer num local seco, que só será sujeito a inundação após a conclusão do projecto. Devido à dimensão do conjunto de edifícios, os habitantes da Cidadela não deverão detectar nenhuma movimentação causada pelas águas.

Fonte: Ionline

Medusas pararam central nuclear na Suécia

Uma praga de medusas obrigou à paragem de uma das maiores centrais nucleares do mundo — na Suécia. Os operadores da central nuclear de Oskarshamn, no Sudeste do país, tiveram de parar o reactor número três no último domingo depois de toneladas de medusas-da-lua (Aurelia aurita) terem entupido os tubos que transportam água fria até às turbinas da central, para arrefecer os reactores.
Nesta terça-feira, os tubos ficaram desentupidos e o reactor prepara-se agora para voltar a funcionar, segundo o site da Fox News. Este não é caso inédito, lembra o site desta estação televisiva: em 2012, uma central nuclear na Califórnia também foi forçada a parar devido à invasão dos tubos por um organismo igualmente gelatinoso como as medusas.

Embora pareça haver mais casos de aparecimento excessivo de medusas, os cientistas ainda não afirmam taxativamente que há cada vez mais medusas, uma vez que não há dados históricos, para estabelecer comparações. Mas, com a degradação das condições ambientais, os biólogos alertam que o problema agora ocorrido na central sueca pode tornar-se frequente. E a medusa-da-lua é uma espécie que consegue prosperar em zonas com condições extremas, onde se pescou em excesso ou que tenham más condições ambientais.

“A medusa-da-lua gosta deste tipo de águas”, explicou à Fox News Lene Møller, do Instituto Sueco para o Ambiente Marinho. “Não se importam com a proliferação de algas, com baixas concentrações de oxigénio ou que os peixes se tenham ido embora. Os peixes vão-se embora e as medusas-da-lua podem apoderar-se do ambiente.”

Fonte: Público

Califórnia reúne cães surfistas



Dezenas de cães participaram, este fim-de-semana passado, em mais uma competição de surf canino. A iniciativa realizou-se numa praia californiana, nos Estados Unidos, e a angariação de fundos reverteu para organizações animais. 

Cães de todos os tamanhos e feitios, dentro de água em cima de uma prancha. Foi este o mote da mais recente competição de surf canino, realizada na Califórnia, nos Estados Unidos.
Os organizadores do evento dividiram os cães participantes em quatro grupos, consoante peso. Os animais foram avaliados no que toca ao tempo que aguentavam em cima da prancha mas também pela sua atitude dentro de água.

Fonte: Noticias ao Minuto.



Sesimbra: nadar com tubarões para preservar o mar português

A maior parte dos portugueses desconhece este facto, mas é possível nadar com tubarões, na costa nacional, e ajudar a promover a biodiversidade e preservar o mar português. A iniciativa é liderada pela empresa Neptuno, fundada  por entusiastas da vida marítima e que dá aos clientes a possibilidade de passear
“Portugal é um paraíso para quem gosta de tubarões. Temos dezenas de espécies, incluindo os anequins, as tintureiras, os martelos, tubarões-frade, tubarões-baleia e, ocasionalmente, tubarões-brancos”, explicou ao Economia Verde o fundador da Neptuno, João Correia.
Num dia normal, podem atrair-se três ou quatro tubarões ao largo de Sesimbra, de acordo com os responsáveis da Neptuno. Segundo Walter Canelas, skipper e campeão de pesca de fundo, os tubarões da costa portuguesa “não são muito agressivos”.
A uma hora de distância da costa, o mergulho à superfície permite ficar a menos de uma braçada de um tubarão. Mas o importante vem depois: o tubarão é marcado na barbatana, sendo feito o registo do tamanho e características, local e condições em que foi devolvido ao mar. Depois, estes dados são enviados para uma rede de pesquisa global.
“É muito mais rentável trabalhar com tubarões vivos do que estar a matá-los para vender a carne por alguns cêntimos”, conclui João Correia.
Fonte: Greensavers

Primeiro barco solar da Europa navega em Alvor, no Algarve

Lembra-se da greve dos camionistas de 2008, em Portugal, e de como muitos dos bens essenciais, com o combustível, estiveram indisponíveis durante vários dias? Este foi um dos motivos que levou Luís Lourenço e a esposa a mandarem construir o primeiro barco solar da Europa. No Alvor, Algarve.
“Mandámos construir esta embarcação porque queríamos algo diferente, mais económica. Na altura houve a greve dos camionistas, não havia combustível, e pensámos logo em algo diferente, para não estarmos dependentes [de ninguém]”, explicou ao Economia Verde Luís Lourenço.
Chamado apropriadamente de Alvor Flor-do-Sol, este é o primeiro barco eléctrico e movido a energia solar construído na Europa. A embarcação tem 15 painéis solares e 12 baterias, sendo energeticamente autossuficiente. O barco não polui e as baterias originais só serão mudadas dentro de alguns anos.
O Flor-do-Sol aproveita todos os raios de Sol, inclusive em dias onde ele não aparece. “É uma embarcação como todas as outras, mas movida a energia solar. As baterias têm energia suficiente para trabalharem o dia inteiro”, explica Luís Lourenço.
O barco tem capacidade para 14 pessoas e não utiliza combustíveis normais. O percurso é silencioso, permitindo aos clientes de Luís aproveitarem ao máximo os recursos naturais algarvios.
Fonte: Greensavers.