Marinha resgata americana de navio ao largo da Madeira
Navio naufragado em 1787 descoberto ao largo de Sines
Os destroços encontrados pela Ecoalga pertencem a um navio de origem francesa e, de acordo com o responsável pelo achado, encontra-se assente num banco de areia.
Segundo Joaquim Parrinha, trata-se de um “navio de 400 toneladas” que naufragou junto à costa de Santo André, proveniente do sudoeste asiático.
A descoberta já foi comunicada às entidades competentes.
O espólio deste navio ainda não é conhecido adiantou Joaquim Parrinha que “mergulhou” na literatura e acredita tratar-se de um navio pertencente ao ministro das finanças do governo de Luís XVI.
Joaquim Parrinha que, em conjunto com o mergulhador João Goucha, são os responsáveis pela descoberta, gostariam de “resgatar o navio ao mar” e “construir um museu em Santiago do Cacém” que permitisse estudar a história destas embarcações.
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Mergulhador suíço arrisca a vida para fotografar anaconda de oito metros
Surfista testa jetsurf e acredita que prancha será o futuro das ondas grandes
O surfista brasileiro Everaldo Pato está a testar uma prancha que pode elevar para outro patamar a busca por ondas grandes. O jetsurf é um equipamento que possui motor acoplado e que consegue projectar o atleta na onda sem que exista a necessidade dele ser puxado por um jet ski. Em testes no Havaí, entre uma gravação e outra de um programa TV, Pato ficou encantado com o equipamento e confessou que muitos surfistas locais vieram ver de perto a novidade tecnológica. Nesta entrevista exclusiva, ele explica como funciona o jetsurf e o que isso pode mudar na busca pela onda perfeita.
PATO – Sempre gostei muito de experimentar coisas novas, estou sempre em busca de motivação e nada melhor para me motivar do que novas ideias, novos brinquedos e sensações novas. Um amigo falou-me sobre essa prancha, pesquisei por informações e achei super interessante.. E coincidência, as pessoas que representam a prancha no Brasil eram amigos de amigos e me procuraram para me mostrar o equipamento. Como estava embarcando para o Havaí não tive tempo de testá-la. Então surgiu a ideia de levarem a prancha ao Havaí para que eu pudesse testá-la.
PATO – A ideia inicial era apenas usá-la em ondas pequenas, porém o equipamento respondeu muito melhor do que todos imaginavam. Numa semana surfamos ondas de até 6 metros, foi incrível. É quase um sonho, pois durante toda minha vida de atleta profissional de ondas gigantes sempre pensei como seria entrar em uma onda gigante sem precisar de um parceiro no jet ski. É como ter sua própria prancha com motor e entrar na onda a hora que quiser, onde quiser, na velocidade que quiser, e isso foi muito bom. Eles conseguiram juntar tudo no mesmo lugar, uma prancha rápida, super tecnológica, e com isso basicamente não preciso mais de um jet ski. Agora estamos trabalhando na evolução da prancha acho que muito breve teremos óptimos retornos.
PATO – Foi um verdadeiro sonho entrar numa onda gigante com sua própria prancha a motor, é uma evolução e tanta, e estamos só no começo. Temos muito o que evoluir, porém com certeza em um futuro próximo estarei pegando ondas bem acima do limite que conhecemos. Tudo que é novo tem um certo preconceito no início, principalmente dentro da comunidade do surf, mas no geral foi um sucesso, pois todo mundo vinha perguntar sobre a prancha. Fiz uma sessão num Outer Reef (onda que quebra no meio do Oceano) num final de tarde que foi demais. Quando saí tinha um fila de havaianos na praia me esperando para ver o que eu estava usando. Eles ficaram impressionados com o equipamento.
PATO – Ela criada em 2008 pelo Martin Sula, um grande engenheiro mecânico da República Checa que trabalhou na Fórmula 1. Ele aplicou um motor a um windsurf, e a partir daí foram alguns anos até a prancha que estou usando no momento. Ela pesa 14 kg, mede 1 metro e é toda em fibra de carbono, inclusive a maior parte do motor. Usa 2 litros de gasolina que proporciona uma hora de surfe. A bateria de lítio é recarregada pelo motor, dura quatro horas, e em uma lagoa, por exemplo, você pode chegar a 50 km/h, dependendo do modelo da prancha. Se juntando a velocidade da onda no mar, pode chegar a 60 km/h.
PATO – As que foram utilizadas no Havaí eram todas protótipos e estão em desenvolvimento. Estamos trabalhado em vários aspectos, desde o filtro de ar até o próprio design da prancha. Tem bastante coisa para evoluirmos sempre, principalmente se tratando de um equipamento tão tecnológico. Mas a prancha que tenho no momento já tem trazido muita alegria para mim. Tenho feito sessões memoráveis.
PATO – Sem dúvida. Estamos trabalhando para isso e acho que em um futuro bem próximo teremos muitas surpresas.
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Biólogos marítimos russos farão expedição à volta do Mundo.
“Aquatilis” é a primeira expedição à volta do mundo organizada por cientistas russos destinada à pesquisa dos seres vivos no oceano.
Martifer confirmada como vencedora do concurso para a subconcessão dos ENVC
A escolha de adjudicar a subconcessão dos ENVC, até 2031, à Martifer, que detém os estaleiros navais Navalria, em Aveiro, resulta do relatório final elaborado pelo júri deste concurso, presidido pelo procurador-geral adjunto João Cabral Tavares.
A proposta do grupo português foi a única analisada pelo júri, após exclusão de um investidor russo, por incumprimento dos requisitos do concurso.
A administração dos ENVC garantiu ainda, de acordo com o mesmo relatório, o “cumprimento de todos os requisitos constantes do caderno de encargos” deste procedimento por parte do agrupamento Martifer – Energy Systems, SGPS, S.A. e Navalria – Docas, Construções e Reparações Navais, S.A.
A administração da empresa pública admite que estão “garantidas as condições” para a “continuidade da actividade industrial” nos terrenos dos ENVC, iniciando-se agora a negociação com o grupo Martifer sobre os termos do contrato de subconcessão. Os estaleiros empregam actualmente cerca de 620 trabalhadores.
Este concurso envolve a subconcessão dos terrenos e infra-estruturas da empresa até 31 de Março de 2031 e o programa de procedimento definia que a escolha do vencedor seria feita apenas de acordo com dois critérios de avaliação e respectivos coeficientes de ponderação, ambos de cariz financeiro.
É o caso da renda anual proposta pelos terrenos e infra-estruturas, com um peso de 70% na avaliação do júri. O segundo item prevê o pagamento de uma caução, nunca inferior a 5% da soma das rendas anuais propostas durante todo o período da subconcessão, equivalente a 209 meses, representando 30% do peso da avaliação.
II Congresso Âncora do FEEM marcado para 14 de novembro
Já foi divulgado o programa do evento, que contará com várias personagens ilustres do sector como de resto aconteceu na passada edição. Entre os temas para discussão estarão os portos e o transporte marítimo.









