Primeiro-ministro do Japão come polvo de Fukushima

O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, visitou o porto na cidade de Soma reconstruído após o terramoto e tsunami ocorridos em Março de 2011 na prefeitura de Fukushima, e provou um polvo pescado por pescadores locais.

A pesca na região foi renovada no final de setembro, após a realização de um monitorização detalhada do nível de contaminação da água do mar em conexão com os vazamentos contínuos na Central nuclear japonesa Fukushima 1.
“Eu gostaria que todos no país soubessem que os produtos da pesca provenientes de Fukushima são saborosos e seguros”, disse Shinzo Abe, após a degustação.
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/news/2013_10_19/Primeiro-ministro-do-Japao-come-polvo-de-Fukushima-8650/

Svitzer participa em exercício de combate à poluição

A Svitzer foi a empresa de rebocadores convidada para participar no exercício “Guardex 2013”, um simulacro de incidente relacionado com poluição marítima que decorreu ao largo de Cascais. O exercício implicou a participação de diversas entidades como a Marinha Portuguesa, a Força Aérea, o Instituto Hidrográfico, a Câmara Municipal de Cascais, Polícia Marítima entre outros.
O “Guardex” teve por objectivo “accionar diversas áreas de actuação das autoridades e entidades envolvidas, simulando o encalhe de um navio que transportava cidadãos ilegais, alguns com problemas de saúde e que, na sequência do encalhe, derramava uma quantidade significativa de combustível que era necessário conter e recolher, evitando a poluição da costa marítima nacional”, refere a Svitzer em comunicado. A companhia, que presta serviços de reboque a navios nos portos de Lisboa e Sines, alocou uma das suas embarcações a esta operação, tendo rebocado uma barreira de contenção oceânica em conjunto com um navio francês especializado neste tipo de operações. 
 
Fonte: TER

Pirataria marítima em queda

Segundo dados do International Maritime Bureau (IMB), os ataques de piratas no mundo inteiro atingiram este ano os níveis mais baixos desde 2006. Ainda assim, o IMB alerta para a ameaça dos contínuos ataques violentos nas costas Oriental e Ocidental africanas.

Até dia 22 de Outubro  foram reportados 206 casos de pirataria em todo o mundo, incluindo 11 sequestros. Segundo o IMB, de entre os mais de 200 incidentes, registam-se 11 casos relacionados com piratas somalis (incluindo dois sequestros) e 30 relacionados com piratas nigerianos (incluindo, também, dois sequestros).

A 17 de Outubro  o IMB publicava o “Piracy Report”, onde dava conta de 188 incidentes de pirataria nos primeiros nove meses deste ano. No mesmo período de 2012, registaram-se 233 casos. 

O diretor do IMB, Pottengal Mukundan, reconhece a queda dos números, mas alerta para os riscos ainda existentes: “ainda que o número de ataques tenha diminuído, na sua generalidade, a ameaça destes ataques continua, particularmente nas águas ao largo da Somália e do Golfo da Guiné. É essencial que os capitães das embarcações continuem alerta quando navegam por estas águas”.

Quanto à Somália, apenas 11 incidentes dos 70 registados nos primeiros nove meses do ano passado. O IMB atribui estas melhorias à actuação das forças navais encarregadas das operações anti-pirataria, às equipas de segurança a bordo das embarcações, aos navios que cumprem as recomendações de boas práticas de gestão e à estabilização política da Somália.

Fonte: Cargo

Optimizar a Participação Privada.

José Luís Cacho garante que “as políticas públicas que foram seguidas nos últimos 15 anos de transformar os portos em modelos empresariais estão a dar os seus frutos”.
A verdade, diz, é que os portos “têm vindo a crescer acima do crescimento da economia”. O presidente da Associação dos Portos de Portugal crê que a alteração da legislação portuária contribuiu para que esse crescimento seja consolidado nos próximos anos.
Por agora, considera que o desafio é “optimizar a operação portuária que depende das entidades privadas”, para ajudar a criar condições mais competitivas às empresas.

Fonte: APP

Douro Azul investe 26 milhões em dois novos barcos-hotel

A Douro Azul investiu 26 milhões de euros em dois novos barcos-hotel, que estão já em construção através da Martifer e que estarão prontos no próximo ano. Segundo Mário Ferreira, presidente da Douro Azul, trata-se de um “investimento sem risco”, já que a empresa “tem um contrato assinado que é superior em seis meses à amortização do navio”, disse o responsável, um dos oradores da grande conferência “Empresas na Caixa”, organizada pelo Caixa Geral de Depósitos/Dinheiro Vivo/Diário de Notícias/Jornal de Notícias/TSF, que decorre esta terça-feira na Casa da Música, no Porto.
O presidente da Douro Azul sublinhou a importância dos fundos do QREN para estes investimento, já que possibilitam “que a amortização dos investimentos seja menor” e permite à empresa “crescer mais rapidamente”.
Neste momento, a empresa de cruzeiros do Douro exporta 95% dos seus serviços, sendo que tem “clientela para cinco novas embarcações”. “Tenho de analisar o novo quadro dos fundos do QREN para perceber como os podemos planear, pois não quero sobrecarregar os capitais próprios” da empresa, explica Mário Ferreira. Para 2014, as estimativas de facturação são de 40 milhões de euros, o dobro do registado em 2012.
Fonte: Dinheiro Vivo.

ONG's pedem que verbas da UE para pesca sejam aplicadas em inovação e formação


Organizações não governamentais portuguesas defenderam hoje que os financiamentos europeus no sector da pesca devem ser aplicados em inovação e formação e não em novas embarcações que aumentem a actividade em espécies já sobre-exploradas.

As regras do Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e da Pesca, o instrumento financeiro para apoiar a Política Comum de Pescas (PCP) e a gestão do meio marinho nos próximos sete anos vão ser votadas, na quarta-feira, no Parlamento Europeu.
Para as ONG, está em causa um fundo que aplique o regulamento base da PCP para o qual houve uma votação “muito positiva” em Fevereiro e para o qual houve um acordo “muito positivo” em Junho.
“Estamos a pedir aos eurodeputados que não voltem atrás aprovando financiamento para a construção de novas embarcações, [o que é] uma má aplicação dos fundos públicos, é possível inovar, dar formação, incentivar novos pescadores a entrar na profissão sem investir directamente em tecnologia”, disse à agência Lusa o porta-voz das associações.
Aquele investimento “muito provavelmente vai resultar em aumento de capacidade, um esforço adicional sobre os recursos que já são diminutos e que se traduzirão em apoios a abates a essas próprias embarcações, dentro de alguns anos”, explicou Gonçalo Carvalho.
“Estamos a pedir que os fundos públicos sejam aplicados em bens e serviços públicos, nomeadamente na investigação, no controlo e na fiscalização”, resumiu.
A justificação para esta opção relaciona-se com a dificuldade de garantir que os financiamentos aprovados no Parlamento Europeu para novas embarcações e para renovação de frotas não sejam aplicados na construção de barcos que “vão aumentar o esforço de pesca em stocks já sobre explorados”.
“É muito difícil garantir que cada Estado membro não canaliza esses fundos para construção de embarcações para stocks [pesqueiros] já muito explorados e para frotas que não têm sustentabilidade financeira”, salientou o porta-voz das ONG, como a GEOTA, Liga para a Protecção da Natureza (LPN), Quercus ou WWF Portugal.
Em Portugal, Gonçalo Carvalho referiu que “haveria muita coisa a fazer” que, acredita, “não tem de passar por financiar novas embarcações”.
As ONG realizaram uma campanha para informar os cidadãos e sensibilizar os eurodeputados europeus a votar em medidas que acabem com a sobre pesca e apostem na sustentabilidade.
A campanha inclui cartas aos eurodeputados, o vídeo “Acabem com os gastos às cegas”, cartoons, o site “Investir em Peixes” e uma página na Internet associada ao blogue da Plataforma de ONG Portuguesas sobre a Pesca (PONG-Pesca).
O Parlamento Europeu vai analisar um pacote de 6,570 mil milhões de euros de apoios para a pesca para o período 2014-2020.
As ONG referem dados da Comissão Europeia para salientar que há partes da frota pesqueira da UE com capacidade para pescar duas ou três vezes acima dos níveis sustentáveis e que 39% dos stocks avaliados do Atlântico e 88% no Mediterrâneo são alvo de sobre pesca que custa mais de três mil milhões de euros por ano em receitas perdidas e os stocks de peixe recuperados poderiam sustentar mais de 100 mil empregos.
Fonte: RTP

ONG’s pedem que verbas da UE para pesca sejam aplicadas em inovação e formação

Organizações não governamentais portuguesas defenderam hoje que os financiamentos europeus no sector da pesca devem ser aplicados em inovação e formação e não em novas embarcações que aumentem a actividade em espécies já sobre-exploradas.

As regras do Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e da Pesca, o instrumento financeiro para apoiar a Política Comum de Pescas (PCP) e a gestão do meio marinho nos próximos sete anos vão ser votadas, na quarta-feira, no Parlamento Europeu.
Para as ONG, está em causa um fundo que aplique o regulamento base da PCP para o qual houve uma votação “muito positiva” em Fevereiro e para o qual houve um acordo “muito positivo” em Junho.
“Estamos a pedir aos eurodeputados que não voltem atrás aprovando financiamento para a construção de novas embarcações, [o que é] uma má aplicação dos fundos públicos, é possível inovar, dar formação, incentivar novos pescadores a entrar na profissão sem investir directamente em tecnologia”, disse à agência Lusa o porta-voz das associações.
Aquele investimento “muito provavelmente vai resultar em aumento de capacidade, um esforço adicional sobre os recursos que já são diminutos e que se traduzirão em apoios a abates a essas próprias embarcações, dentro de alguns anos”, explicou Gonçalo Carvalho.
“Estamos a pedir que os fundos públicos sejam aplicados em bens e serviços públicos, nomeadamente na investigação, no controlo e na fiscalização”, resumiu.
A justificação para esta opção relaciona-se com a dificuldade de garantir que os financiamentos aprovados no Parlamento Europeu para novas embarcações e para renovação de frotas não sejam aplicados na construção de barcos que “vão aumentar o esforço de pesca em stocks já sobre explorados”.
“É muito difícil garantir que cada Estado membro não canaliza esses fundos para construção de embarcações para stocks [pesqueiros] já muito explorados e para frotas que não têm sustentabilidade financeira”, salientou o porta-voz das ONG, como a GEOTA, Liga para a Protecção da Natureza (LPN), Quercus ou WWF Portugal.
Em Portugal, Gonçalo Carvalho referiu que “haveria muita coisa a fazer” que, acredita, “não tem de passar por financiar novas embarcações”.
As ONG realizaram uma campanha para informar os cidadãos e sensibilizar os eurodeputados europeus a votar em medidas que acabem com a sobre pesca e apostem na sustentabilidade.
A campanha inclui cartas aos eurodeputados, o vídeo “Acabem com os gastos às cegas”, cartoons, o site “Investir em Peixes” e uma página na Internet associada ao blogue da Plataforma de ONG Portuguesas sobre a Pesca (PONG-Pesca).
O Parlamento Europeu vai analisar um pacote de 6,570 mil milhões de euros de apoios para a pesca para o período 2014-2020.
As ONG referem dados da Comissão Europeia para salientar que há partes da frota pesqueira da UE com capacidade para pescar duas ou três vezes acima dos níveis sustentáveis e que 39% dos stocks avaliados do Atlântico e 88% no Mediterrâneo são alvo de sobre pesca que custa mais de três mil milhões de euros por ano em receitas perdidas e os stocks de peixe recuperados poderiam sustentar mais de 100 mil empregos.
Fonte: RTP

Corais produzem substância protectora do calor que influencia clima

Com a redução do número de corais, os cientistas advertem que pode registar-se uma grande diminuição na produção de DMSP, o que por sua vez, terá consequências na formação das nuvens

Os corais produzem uma substância química que os protege do aumento da temperatura dos oceanos e desempenha um papel crucial na regulação do clima local, revela um estudo publicado hoje na revista Nature.
Uma equipa de cientistas do Instituto Australiano de Ciências Marinhas (AIMS, na sigla em inglês) descobriu que os corais produzem uma molécula à base de enxofre, o dimetilsulfoniopropionato (DMSP), substância responsável pelo odor característico do mar, que até agora se pensava existir apenas nas algas.
“Anteriormente pensava-se que as grandes concentrações de DMSP que emanavam dos recifes de corais eram provenientes das algas simbióticas”, disse o responsável pela investigação, Jean-Baptiste Raina, do AIMS e da Universidade James Cook.
A investigação concluiu que os corais aumentam a produção desta substância quando a temperatura do oceano aumenta.
A substância e os seus derivados funcionam como antioxidantes e protegem os tecidos dos corais do stress ambiental causado pelas altas radiações solares.
As moléculas à base de enxofre também servem como núcleos para a formação de gotículas de água na atmosfera, ajudando a criar nuvens.
Com a redução do número de corais, os cientistas advertem que pode registar-se uma grande diminuição na produção de DMSP, o que por sua vez, terá consequências na formação das nuvens.
“A produção de nuvens, especialmente nos trópicos, é um importante regulador do clima – porque as nuvens reflectem muito do calor do sol para o espaço. Se forem produzidas menos nuvens, menos calor será reflectido  o que levará ao aumento das temperaturas na superfície do mar”, explicou Jean-Baptiste Raina.
A Grande Barreira de Coral da Austrália, que concentra 400 tipos diferentes de coral, 1.500 espécies de peixes e 4.00 variedades de moluscos, começou a deteriorar-se na década de 1990 pelo duplo impacto do aquecimento da água do mar e pelo aumento da sua acidez devido a uma maior concentração de dióxido de carbono na atmosfera.


Fonte: Lusa

Aquário do Pantanal, o maior aquário de água doce do mundo


As obras do Aquário do Pantanal, previsto para ser inaugurado no ano que vem, entram na fase de instalação das estruturas metálicas. O maior aquário doce do mundo terá cobertura complexa para albergar 18 tanques que representarão os Rios Miranda, Piquiri e Paraguai. O projecto é do arquitecto Ruy Ohtake.
 
O espaço irá abrigar um centro de conferências, laboratórios e biblioteca para livros e teses sobre o Pantanal, instalações que foram desenhadas lado a lado com os 24 tanques de peixes, jacarés, entre outras espécies.
 
Além do ambiente interno, que inclui um túnel de 180 graus, o aquário terá cinco tanques externos, que poderão ser percorridos a pé ou em um trajecto aquaviário em barco com fundo de vidro. A construção do maior Aquário de água doce do mundo teve início em 14 de maio de 2011.
 
Mais sobre o maior Aquário 
 
São 6,6 milhões de litros de água doce e 263 espécies de animais nativos acompanhados da flora pantaneira, com os lindos Ipês do cerrado, ipê roxo, Ipê amarelo, Ipê rosa, que serão replantados no local. 

Fonte: Horizonte MS

Maurícias acolhem 10ª reunião do Sistema de Observação do Oceano Índico

 As Ilhas Maurícias albergarão a  10ª  reunião do Sistema de Observação  Global do Oceano Índico (IOGOOS)  em Port-Louis.
O encontro agrupará cerca  de 20 oceanógrafos provenientes de vários países dos  quais a Austrália, a Tailândia, a Índia, o Sri Lanka, o Blangladesh, os Estados Unidos, o Quénia, a Indonésia, o Japão e a África do sul.
O responsável da Unidade dos Assuntos Oceânicos do Governo Maurício, Rezah Badal, indicou sábado que o objetivo desta reunião anual é passar em revista os progressos realizados em relação aos diversos projectos executados pelos países-membros tais como a observação satélite, o estabelecimento dos centros regionais de alerta e a instalação de tsunâmetros.
“As discussões versarão sobre o avanço da pesquisa na observação do Oceano Índico sobre vários temas incluindo a biogeoquímica oceânica, o ecossistema marinho, a variabilidade a nível do mar, a pesca no sudoeste do Oceano Índico e a modelização e as previsões oceânicas”, declarou.
Criado em 2002, o OGOOS é uma colaboração formal entre 19 organizações de vários países da região que trabalham conjuntamente para a instalação do sistema de observação no Oceano Índico.
Desde 2002, o IOGOOS elaborou várias iniciativas que contribuíram para realçar a capacidade regional com vista a uma melhor compreensão do fenómeno do oceano.

As actividades do IOGOOS estão orientadas para a melhoria do sistema de observação do oceano, a troca, a gestão e comunicação de dados, os serviços do oceano, o reforço das capacidades, a  pesquisa e a cooperação com outros organismos.
Fonte: Africa21