Por esta altura, os progressos nas intenções da Autoeuropa para mudar para Sines, já deveriam ter avançado mais. Por todas as razões e mais algumas. Sines tem todas as vantagens em relação a Setúbal. Para além de ter todas as condições naturais enquanto Porto de águas profundas, o facto de ter ligação a (quase) todos os cantos do mundo, para além de mão-de-obra com provas dadas, ajuda igualmente a ter um peso extra do que seria uma “aquisição” extraordinária para o Concelho de Sines.
Com a Europa ainda a recuperar, e o mercado extra-comunitário onde se inclui a China e a América do Norte, destinos no qual Sines tem ligações marítimas, é bastante atractivo para a aposta do Grupo VW por cá. Não só deve ser vista a parte de exportação de veículos, mas igualmente a importação de peças que na sua grande maioria não são produzidas em Portugal, o que iria proporcionar movimentação de extra no que seria uma boa notícia para o Porto de Sines. O Porto de Setúbal já efectua exportações desde 2011, mas o facto de Sines ser um Porto de águas profundas e de possibilitar a passagem de navios de maiores dimensões que em Setúbal, faça com haja muito mais vantagens.
Outra das vantagens desta mudança de estratégia do gigante alemão, para além de maximizar as viagens e o número de veículos e peças é o facto de que mais tarde ou mais cedo, Sines ser o ponto fulcral na rota do Canal do Panamá, o que fará com que o investimento tenha um forte retorno.Para termos uma ideia do peso da exportação dentro da Autoeuropa, o ano passado, dos 101467 automóveis construídos entre Janeiro e Outubro, 100895 foram directos para a exportação. Tendo em conta tudo o que envolve no ramo automóvel e a projecção desta iniciativa empresarial para Sines, o aumento da criação de riqueza nacional e a criação de emprego local é uma certeza que faria falta por terras de Vasco da Gama.
Com a Europa ainda a recuperar, e o mercado extra-comunitário onde se inclui a China e a América do Norte, destinos no qual Sines tem ligações marítimas, é bastante atractivo para a aposta do Grupo VW por cá. Não só deve ser vista a parte de exportação de veículos, mas igualmente a importação de peças que na sua grande maioria não são produzidas em Portugal, o que iria proporcionar movimentação de extra no que seria uma boa notícia para o Porto de Sines. O Porto de Setúbal já efectua exportações desde 2011, mas o facto de Sines ser um Porto de águas profundas e de possibilitar a passagem de navios de maiores dimensões que em Setúbal, faça com haja muito mais vantagens.
Outra das vantagens desta mudança de estratégia do gigante alemão, para além de maximizar as viagens e o número de veículos e peças é o facto de que mais tarde ou mais cedo, Sines ser o ponto fulcral na rota do Canal do Panamá, o que fará com que o investimento tenha um forte retorno.Para termos uma ideia do peso da exportação dentro da Autoeuropa, o ano passado, dos 101467 automóveis construídos entre Janeiro e Outubro, 100895 foram directos para a exportação. Tendo em conta tudo o que envolve no ramo automóvel e a projecção desta iniciativa empresarial para Sines, o aumento da criação de riqueza nacional e a criação de emprego local é uma certeza que faria falta por terras de Vasco da Gama.
Autor: Paulo Freitas
