Velejadora Mariana Lobato ganha mais um título no Mundial de Match Racing

Depois de ter alcançado o ano passado, com a equipa «Tacking to London» na classe Match Racing, os Jogos Olímpicos de Londres, Mariana Lobato prepara-se agora para novos desafios.

A velejadora, que juntamente com Maria João Westwood, formou a Lobato Sailing Team (na classe 49er FX), pretende alcançar os Jogos Olímpicos 2016 no Rio de Janeiro.

Mariana Lobato foi ainda convidada por Tamara Echegoyen (espanhola que ganhou a medalha de ouro no Jogos Olímpicos 2012) para fazer parte da equipa que vai disputar o Mundial de Match Racing, que decorreu a semana passada na Coreia.

Tamara Echegoyen, Sofia Toro (também campeã olímpica), Eva Gonzalez, Lara Cacabelos e Mariana Lobato ganharam todas as regatas e sagraram-se campeãs do mundo de Match Racing.

«A Tamara ganhou os Jogos Olímpicos e ao convidar-me para integrar a sua equipa para disputar o mundial é claro que senti uma grande responsabilidade. Foi um desafio para mim, confesso que tive medo de não estar à altura mas, a comunicação a bordo correu bem e a equipa estava coordenada. O bom trabalho fez-se notar e conquistámos a medalha de ouro e o título de campeãs do mundo», afirmou Mariana.

Quanto ao desempenho de Mariana, Tamara Echegoyen confessou: «Gostei muito de navegar com a Mariana, é uma velejadora muito completa e tem muita iniciativa. Certamente que iremos fazer mais campeonatos juntas, não vamos ficar por aqui».

Mariana Lobato está novamente concentrada no seu projecto com Maria João Westwood, na classe 49er FX, e contam já com uma parceria de peso, a MTV.

Fonte: Lux

'K'Line promete continuar a investir em Portugal

O presidente do Conselho de Administração da ‘K’Line Portugal e CEO da ‘K’Line Europa, Kiyoshi Terashima, garantiu que “vai continuar a haver investimento japonês em Portugal, pois um dos objectivos passa por estarmos atentos a novos mercados e expandir o negócio”.

As declarações do responsável da ‘K’Line surgiram no evento realizado para a comemoração dos 20 anos do serviço IBESCO e da presença da companhia no nosso país, onde Kiyoshi Terashima referiu ainda que a empresa quer consolidar a liderança no mercado “short sea” e estuda novos destinos em África, no Mediterrâneo e outros portos no norte da Europa.

Entre as ideias deixadas por Kiyoshi Terashima para o nosso país estiveram ainda pontos como a cooperação, a confiança, aproveitar o mar como entrada na Europa, reforçar a aposta no mercado “short sea” ou ajudar Portugal a servir as empresas exportadoras e importadoras. Tudo isto para continuar no trilho do sucesso por muitas mais décadas. 

A “K”Line Portugal prevê, até final do ano, chegar a uma facturação de 25 milhões de euros, sendo que o SERVIÇO IBESCO representa 70% desta actividade  Comparando com o movimento global nos portos de Lisboa e Leixões, a “K”Line representa 3% da sua totalidade. No entanto, ao considerar o movimento Europeu – ainda que com cargas de transbordo – a quota aumenta para cerca de 10%. 

A empresa tem um leque variado de clientes, quer nacionais, quer estrangeiros. Os maiores produtores nacionais de papel, pasta de tomate e cerâmicas são clientes directos da “K”Line Portugal, embora as cargas sejam as mais variadas: produtos alimentares, arame, sisal, cortiça, têxteis e pedra (granito), pneus e casca de pinheiro.



Fonte: Cargo

‘K’Line promete continuar a investir em Portugal

O presidente do Conselho de Administração da ‘K’Line Portugal e CEO da ‘K’Line Europa, Kiyoshi Terashima, garantiu que “vai continuar a haver investimento japonês em Portugal, pois um dos objectivos passa por estarmos atentos a novos mercados e expandir o negócio”.

As declarações do responsável da ‘K’Line surgiram no evento realizado para a comemoração dos 20 anos do serviço IBESCO e da presença da companhia no nosso país, onde Kiyoshi Terashima referiu ainda que a empresa quer consolidar a liderança no mercado “short sea” e estuda novos destinos em África, no Mediterrâneo e outros portos no norte da Europa.

Entre as ideias deixadas por Kiyoshi Terashima para o nosso país estiveram ainda pontos como a cooperação, a confiança, aproveitar o mar como entrada na Europa, reforçar a aposta no mercado “short sea” ou ajudar Portugal a servir as empresas exportadoras e importadoras. Tudo isto para continuar no trilho do sucesso por muitas mais décadas. 

A “K”Line Portugal prevê, até final do ano, chegar a uma facturação de 25 milhões de euros, sendo que o SERVIÇO IBESCO representa 70% desta actividade  Comparando com o movimento global nos portos de Lisboa e Leixões, a “K”Line representa 3% da sua totalidade. No entanto, ao considerar o movimento Europeu – ainda que com cargas de transbordo – a quota aumenta para cerca de 10%. 

A empresa tem um leque variado de clientes, quer nacionais, quer estrangeiros. Os maiores produtores nacionais de papel, pasta de tomate e cerâmicas são clientes directos da “K”Line Portugal, embora as cargas sejam as mais variadas: produtos alimentares, arame, sisal, cortiça, têxteis e pedra (granito), pneus e casca de pinheiro.


Fonte: Cargo

Madeira quer afundar navios em fim de vida para criar recifes artificiais

O secretário do Ambiente e dos Recursos Naturais da Madeira anunciou hoje que a região tem solicitado ao Ministério da Defesa navios “em fim de vida” para afundar “como recifes artificiais”, mas os custos têm adiado a medida.

À margem de uma palestra no “Underwater Nature Festival”, promovido no Funchal pelo Grupo Galo Resorts Hotels, que teve como tema a Reserva Natural Parcial do Garajau, Manuel António Correia disse que o Governo Regional pretende “alargar as áreas protegidas para fomentar a natureza e as actividades de mergulho” através da utilização de recifes artificiais.
Manuel António Correia revelou que tem estabelecido contactos com o Ministério da Defesa para que sejam cedidos à Madeira “navios que, estando em fim de vida, possam ser depositados como recifes artificiais” por ser do interesse do “Governo, do interesse do tecido económico, do interesse das pessoas, nomeadamente, das que fazem mergulho e gostam da valorização da natureza”.
O governante confirmou que o Ministério da Defesa já deu autorização, mas “na condição de não ter custos para o Estado”, ou seja, que os mesmos sejam suportados pela Madeira.
“Ainda não sei quais são os custos, não sei ainda se vamos aceitar, vamos primeiro definir”, referiu.
Revelou ainda que formalizou hoje um “pedido” ao Ministério da Defesa no sentido de “saber primeiro quais são os navios e, depois, apurar os custos de deslocação para a Região e de preparação para o afundamento porque são materiais que, do ponto de vista ambiental, obrigam a muitos cuidados”.

Fonte: Noticias ao Minuto. 

Nova política das pescas da UE permite deitar fora 5% das capturas

Os pescadores da União Europeia vão poder deitar fora 5% de algumas espécies capturadas, abrindo excepções à proibição total existente, de acordo com a nova Política Comum das Pescas aprovada em Bruxelas.
Mas a pesca artesanal e costeira, mais amiga do ambiente que a industrial, passará a ter um tratamento mais favorável. A pesca artesanal constitui 90% da actividade em Portugal, sétimo Estado-membro mais importante no sector.
A nova política, que entra em vigor em 2014, prevê ainda a
delimitação de áreas marinhas protegidas, para melhor preservar os recursos.
A reforma ficará completa quando for adoptado o novo Fundo Europeu para os Assuntos Marítimos e as Pescas.

Fonte: PDP

Peniche no caminho das energias limpas

Peniche está definitivamente no caminho das energias limpas. Após algum tempo “em terra” para revisões e algumas alterações, o WaveRoller voltou a submergir junto à Praia da Almagreira. Não propriamente no mesmo local, nem propriamente igual ao anterior, mas já com algumas alterações técnicas que os estudos realizados e fornecidos pelo equipamento assim o aconselhavam. Esta, é uma experiência evolutiva, que permite ao seu mentor, aproveitando as informações constantes que lhes são transmitidas do interior do WaveRoller, conceber novas alterações para assim poderem retirar o máximo da sua capacidade de produção de energia. Nos dois primeiros dias já deu para perceber que só com essas pequenas alterações, aumentou em 40% a sua produtividade. Assim, é previsível que, brevemente, outras alterações possam acontecer o que muito irá contribuir para um resultado final avassalador. 

Fonte: PDP

Garmin será patrocinadora oficial do Clipper Round the World Yacht Race até 2014

Lisboa e Madeira vão receber a primeira manga deste evento náutico que terá início em julho deste ano e término em maio de 2014, e que terá passagem pelos cinco continentes.
A Garmin anuncia que vai ser a patrocinadora oficial do Clipper Round the World Yacht Race, um evento náutico único que reúne um conjunto de 12 iates, cada um patrocinado por uma cidade, país ou região. A Garmin será a patrocinadora oficial deste evento até 2014 e colocará à disposição o seu portfólio de soluções náuticas em cada região pela qual o Clipper Round the World Yacht Race passar. O embaixador e recordista Dean Barker vai usar o Quatix num teste que começará em julho e terminará em maio de 2014.


Enquanto patrocinadora oficial, a Garmin vai percorrer o Mundo com o Clipper Round the World Yacht Race, passando pela Europa, Américas do Norte, Central e Sul, África do Sul, Ásia e Austrália  Durante 10 meses, com início em julho deste ano e término em maio de 2014, este evento náutico, único na sua espécie, arrancará com a primeira manga no Reino Unido e virá rumo a Portugal.
O recordista do Clipper Round the World Yacht Race e embaixador deste evento, Dean Barker, vai correr com o Quatix, o primeiro relógio da Garmin para o sector náutico. O Quatix foi construído para suportar as mais duras condições, combinando materiais de alta resistência com uma lente de vidro mineral mais resistente aos riscos. Ultra leve, possui um ecrã LCD com iluminação LED e uma pulseira em poliuretano para maior flexibilidade e durabilidade. O novo relógio da Garmin que vai ser usado pelo recordista é à prova de água até uma profundidade de 50 metros e possui uma longa bateria – até 6 semanas em modo relógio e 16 horas em modo GPS. As funções básicas do relógio incluem alarmes, vários alertas vibratórios, cronómetro, e as horas em vários cantos do Mundo. 
O Quatix já está disponível no mercado a um Preço de Venda ao Público (PVP) recomendado de 449 euros. Para informação adicional sobre o Quatix, visite http://www.garmin.com/quatix.
O Clipper Round the World Yacht Race é um evento único no setor náutico. Qualquer pessoa com uma boa resistência física, mesmo que nunca tenha experimentado estar a bordo de um barco, pode aventurar-se nesta maratona náutica de 10 meses. Este é o único evento em todo o Mundo em que os organizadores fornecem 12 iates de corrida de 21 metros cada para tripulações que terão ao seu dispor um skipper por embarcação altamente qualificado para gerir de forma segura os elementos das várias equipas concorrentes durante a aventura Clipper Round the World Yacht Race. Para informações sobre o evento aceda ahttp://www.clipperroundtheworld.com/
“A Garmin enquanto fornecedora líder de sistemas GPS para o sector náutico, orgulha-se de patrocinar um evento único da sua espécie que reúne verdadeiros apaixonados da náutica. Ao comunicar as nossas soluções pretendemos fornecer as melhores condições para a prática desta modalidade desportiva, mostrando a importância de termos equipamentos de qualidade para uma viagem segura, mas também para usufruir de todo o prazer que é navegar, seja em lazer ou em competição”, adianta Natália Cabrera, directora de marketing da Garmin Ibéria.
O segmento náutico de negócio da Garmin é líder na oferta de equipamento náutico e de comunicação para retalho e OEM. O portefólio da Garmin inclui a mais sofisticada matriz do mercado de chartplotters e displays touchscreen multifuncionais, sondas, radares de alta definição, múltiplas ofertas de pilotos automáticos e outros produtos e serviços que são conhecidos pela inovação, confiança e facilidade de utilização. 

II Feira Náutica do Tejo foi um sucesso

A II Feira Náutica do Tejo decorreu em dois fins-de-semana consecutivos, em Maio, no Centro Náutico de Algés. Foram seis dias de intensa programação de actividades para toda a família, em especial para os amantes do meio náutico, que animaram o passeio marítimo de Algés entre 17 e 19 e 24 e 26 de Maio.

O Presidente do Conselho de Administração do CNAlgés, Martinho Fortunato, considerou que “o evento foi um sucesso, reforçado pelo feed back dado pela maioria dos expositores”. Ainda segundo o mesmo responsável, “o Centro Náutico de Algés continua a assumir o compromisso de prestar um serviço de elevada qualidade na assistência e reparação náutica no estuário do Tejo”.
A zona de exposição, com mais de 50 expositores, entre os quais as mais significativas entidades do sector, foi amplamente visitada, ficando o público a conhecer as novidades dos fabricantes de embarcações, velas e seus motores ou equipamentos náuticos. Emoldurada por dezenas de embarcações e pela Exposição de Fotografia – Oásis by Nuno Sá, a mostra permitiu trocas de impressões e negócios entre os expositores e clientes.
Entre as actividades de animação, foram muito concorridas as Aulas de Fitness e as sessões de Sea & Cooking com os chefs Augusto Gemelli e Justa Nobre, da Everything About Sushi e da Escola Superior de Hotelaria e Turismo de Lisboa. Também os Batismos de Vela, as Driving X-perience by Yamaha (experiências em barcos a motor para crianças e adultos) e a experiência em Canoagem foram um sucesso, com muita participação do público.
Desportivamente, destaque para a apresentação da ROFF Cascais Sailing Team, equipa que vai representar Portugal na final do Red Bull Youth America’s Cup., a 1ª Prova de Aquatlo do Sport Algés e Dafundo, uma prova do Campeonato Regional de Canoagem de Mar, uma Regata de Modelismo à Vela e a muito participada 1ª regata da Feira Náutica do Tejo, com mais de 50 embarcações da Classe ANC a disputarem uma prova nas águas do rio.
Decorreram também no âmbito da Feira o seminário técnico da Associação Portuguesa de Marinas e Portos de Recreio e uma demonstração de meios de salvamento, bem como a Conferência “Da nau da India às corvetas da Marinha: o património cultural subaquático como vector de desenvolvimento e identidade nacional”, pelo Instituto de Arqueologia e Paleociências da Universidade Nova de Lisboa e pela Ocean Revival. Foi também apresentada a peça de teatro “243”: inspirada na história real de Donald Crowhurst, destemido aventureiro que se propôs a concretizar uma volta ao mundo em solitário sem paragens.
Na Feira estiveram também disponível o Passeio no autocarro híbrido Hippotrip, Passeios de Barco no Rio Tejo, aluguer de bicicletas, Segways e insufláveis, bem como uma zona de restauração. 
A segunda edição da Feira Náutica do Tejo teve o apoio das Câmaras Municipais de Oeiras e Lisboa e da APL.

Fonte: Náutica Press

Surf quer participar na Estratégia Nacional do Mar 2013-2020


A FPS e a S.O.S responderam com uma proposta que tem como estandarte, devidamente suportado em dados concretos e em estudos nacionais e internacionais, a retirada do Surf da família da Náutica de Recreio, pela sua intrínseca diferenciação de actividades que, pela tipologia, infra-estruturas e condições nada têm a ver com o surfing, conceito que, como explicita o documento redigido em conjunto pela FPS e S.O.S, “está bem definido e independente” da Náutica de Recreio.
A FPS e a S.O.S propõem a inclusão do Surf na Estratégia Nacional para o mar, recordando que este pode trazer “receitas turísticas de cerca de três mil milhões/ano para a economia portuguesa”.
É proposta ainda a inclusão do surf nos Estudos de Impacto Ambiental, tendo em conta que a “destruição de uma onda de qualidade mundial virá a lesar a nossa economia em cerca de 100 milhões de euros por ano”, entre outras medidas.
Estas duas entidades disponibilizam-se para trabalhar num Plano de Acção do Surf e no Plano Nacional Estratégico do Turismo “num espírito de parceria estratégica, em prol da prática do surf e do bem comum dos portugueses!”.

Fonte: Federação Portuguesa de Surf

Portos crescem com o comércio internacional

Em 2012 o tráfego internacional de mercadorias nos portos nacionais cresceu 2,1%. O tráfego nacional diminuiu 7%.
O tráfego internacional de mercadorias nos portos portugueses aumentou 2,1%, em relação ao ano anterior, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) sobre a actividade dos transportes em 2012, hoje divulgados hoje. Já o movimento nacional diminuiu 7%, quando comparado com 2011.
O crescimento no tráfego internacional foi conseguido principalmente pelos portos de Sines (11,7%), Figueira da Foz (5,9%) e Leixões (1,3%). No total, o tráfego internacional correspondeu a 56,3 milhões de toneladas de mercadorias movimentadas (83,0% do movimento portuário total).
Já o transporte rodoviário de mercadorias realizado por veículos nacionais, voltou a diminuir tanto na tonelagem de mercadorias transportadas, menos 21,6%, como no volume de transporte onde se registou uma redução de 5,8%.
Fonte: Expresso