Maersk Line, MSC e CMA CGM formam aliança para optimizar operações

A Maersk Line, a MSC e a CMA CGM estão a formar uma nova aliança, denominada rede P3, que deverá entrar em funcionamento no segundo trimestre de 2014 e que visa uma colaboração operacional a longo prazo nas rotas comerciais entre o Ocidente e o Oriente, tendo como objectivo melhorar e optimizar as operações e as ofertas de serviços das companhias, reduzindo também os problemas relacionados com o cancelamento de travessias.

A nova rede P3 tem como pano de fundo as ligações Ásia-Europa, transpacíficas e transatlânticas, e faz com que cada linha ofereça mais frequências semanais na rede combinado do que individualmente, assim como faz com que sejam escalados mais portos. Os navios serão operados de forma separada por um centro de operações conjunto, sendo que os restantes serviços continuarão na mão de cada armador. A Maersk Line vai fornecer 42% do total da capacidade da rede, a MSC 34% e a CMA CGM os restantes 24%. 

Os três gigantes armadores querem ainda chegar a um acordo definitivo no último trimestre deste ano, de forma a que a rede P3 entre em funcionamento no segundo trimestre de 2014. Para tal necessitarão ainda da autorização das autoridades competentes.

Fonte: Cargo

Luta pela compreensão na pesca submarina

Aos 14 anos, o tio de José de Sousa desafiou-o a experimentar a pesca submarina. Com o fato do tio (que lhe ficava grande) e a espingarda, mergulhou e mal sabia que as duas sarguetas que apanhou no porto de abrigo de Sesimbra lhe formatariam a vida.

“Dei uma volta ao mundo debaixo de água, cacei do cabo da Roca a Timor, mergulhei com golfinhos, baleias, jamantas, tubarões e até dugongos, apanhei peixes extraordinários”, conta ao DN.
Aos 57 anos continua a pescar, “muitas vezes com o mesmo entusiasmo de menino”, mas actualmente  e como presidente da Associação Portuguesa de Pesca Submarina e Apneia, tenta mostrar à sociedade e ao poder político que os constrangimentos legais a que a modalidade está sujeita são injustos, querendo evidenciar que a pesca desportiva não é poluente e que são estes praticantes quem menos pescam durante o ano.
“Nós não abandonamos no fundo anzóis, chumbadas, linhas ou redes. Ainda apanhamos todo este lixo quando o vemos. Terei de frisar que é a única [pesca] seletiva: só nós temos a possibilidade de ver o peixe antes de disparar. Ora, se estamos na presença de um juvenil ou de uma espécie protegida deixamo-los em paz. Com efeito, todas as outras formas de pesca são aleatórias”, explica.
José de Sousa salienta que as limitações legais (como por exemplo a diminuição de locais onde se pode pescar) têm contribuído para um decréscimo de números de praticantes (atualmente há cerca de 12 atletas licenciados e alguns de grande qualidade internacional). “Só uma extraordinária paixão pela modalidade sustenta a sua prática regular.” E Portugal é um país com excelentes condições, com destaque para a costa sul algarvia.

Fonte: DN

Kiribati: um país à espera de ser engolido pelo mar

Chama-se Kiribati. Na distante Micronésia, David Gray, da Agência Reuters apresenta um

documentário fotográfico sobre o dia a dia de um país que, por estar apenas alguns metros acima do nível do mar, deverá desaparecer nos próximos 30 a 60 anos. 

Esta é a convicção do presidente deste país do Pacífico, Anote Tong, face às previsões mundiais do aquecimento climático, e consequente subida do nível das águas dos mares. O ponto mais alto chega aos 81 metros, na ilha Banaba, mas o mar vai engoli-lo. 

Kiribati é o país mais ocidental do mundo. Composto por arquipélagos de ilhas de corais, ficou conhecido como a Ilha do Milénio por ter sido o primeiro lugar do mundo a entrar no terceiro milénio. Mas não chegará ao fim deste. 

As alterações climáticas traduzem-se numa ameaça de fatal e o desafio que se coloca agora é salvar o seu povo, pouco mais de cem mil habitantes, a maioria dedicada à pesca. Em cima da mesa está a possível compra de terrenos nas Fiji, mas o alerta mundial feito por Anote Tong em 2008, um pedido para que a comunidade internacional o ajude a evacuar o país antes que este desapareça, ainda não teve eco.

Fonte: TVI

Cientistas descobriram fractura tectónica em formação ao largo da costa portuguesa

Após os grandes terramotos de 1755 e 1969 em Portugal, já se suspeitava que algo estivesse a acontecer no fundo do Atlântico, próximo da Península Ibérica. Agora, cientistas portugueses, australianos e franceses afirmam ter descoberto os primeiros indícios desse fenómeno.

A descoberta de uma zona de subducção nas suas primeiríssimas fases de formação, ao largo da costa de Portugal, acaba de ser anunciada por um grupo internacional de cientistas liderados por João Duarte, geólogo português a trabalhar na Universidade de Monash, na Austrália.
A confirmar-se que o fenómeno, em que uma placa tectónica da Terra mergulha debaixo de outra, está mesmo a começar a acontecer, como concluem estes cientistas num artigo publicado online pela revista Geology, isso significa que, daqui a uns 200 milhões de anos, o Oceano Atlântico poderá vir a desaparecer e as massas continentais de Europa e América a juntar-se num novo supercontinente.
João Duarte e a sua equipa de Monash, juntamente com Filipe Rosas, Pedro Terrinha e António Ribeiro, da Universidade de Lisboa e do Instituto Português do Mar e da Atmosfera – e ainda Marc-André Gutcher, da Universidade de Brest (França) – detectaram os primeiros indícios de que a margem Sudoeste Ibérica – uma margem “passiva” do Atlântico, isto é, onde aparentemente nada acontecia –, está na realidade a tornar-se activa, explica em comunicado aquela universidade australiana. A formação da fractura foi detectada através do mapeamento pelos cientistas, ao longo de oito anos, do fundo do oceano nessa zona.
“Detectámos os primórdios da formação de uma margem activa – que é como uma zona de subducção embrionária”, diz João Duarte, citado no mesmo comunicado.
E o investigador salienta que a actividade sísmica significativa patente naquela zona, incluindo o terramoto de 1755 que devastou Lisboa, já fazia pensar que estivesse a produzir-se aí uma convergência tectónica.
A existência desta zona de subducção incipiente ao largo de Portugal poderá indiciar que a geografia dos actuais continentes irá evoluir, ao longo dos próximos 220 milhões de anos, com a Península Ibérica a ser empurrada em direcção aos Estados Unidos. Este tipo de fenómeno já terá acontecido três vezes ao longo de mais de quatro mil milhões de anos de história do nosso planeta, com o movimento das placas tectónicas a partir antigos supercontinentes (como o célebre Pangeia, que reunia todos os continentes actuais) e a abrir oceanos entre as várias massas continentais resultantes.
O processo de formação da nova zona de subducção deverá demorar cerca de 20 milhões de anos, fornecendo aos cientistas uma “oportunidade única” de observar o fenómeno de activação tectónica.
Fonte: Público.

Porto de Aveiro movimentou mais 22,2% nos primeiros cinco meses

Nos primeiros cinco meses do ano, o porto de Aveiro movimentou um total de 1,65 milhões de toneladas, valor que representa um crescimento homólogo de 22,2%, com mais 300 mil toneladas.

Neste período, as exportações a partir de Aveiro cresceram 42,3%, face a um crescimento mais moderado das cargas de importação (6%).
Entre os segmentos de carga, o destaque vai para a carga geral, que chegou às 712,8 mil toneladas até maio, mais 210 mil que até maio de 2012. Os granéis sólidos subiram 12,3%, para as 518,9 mil toneladas, enquanto que os granéis líquidos cresceram 8,3%, para as 420,5 mil toneladas.

No período em questão, o porto de Aveiro foi escalado por 426 navios (mais 82), com a arqueação bruta a aumentar 30%.
Quanto ao mês de maio, foram movimentadas 329 mil toneladas em Aveiro, resultado perto do recorde mensal deste porto.

Fonte: Cargo

O papel do "surf" no socorro a banhistas

Os 31 anos como nadador-salvador na Praia da Areia Branca (Lourinhã) permitem a Paulo Marques afirmar que, hoje em dia, o surf e o kitesurf são os desportos náuticos mais importantes nesta região do oeste.

Entre as modalidades, garante que o surf tem o papel principal, pois é a que “atrai os turistas a virem experimentar”.
Paulo Marques, que aos 14 anos seguiu as pisadas do avô e do pai, ambos nadadores-salvadores, sublinha a extrema importância dos surfistas “no socorro aos banhistas”.
Por tudo isso, lamenta que a modalidade não tenha mais apoio do poder local e central.

Fonte: DN

O papel do "surf" no socorro a banhistas

Os 31 anos como nadador-salvador na Praia da Areia Branca (Lourinhã) permitem a Paulo Marques afirmar que, hoje em dia, o surf e o kitesurf são os desportos náuticos mais importantes nesta região do oeste.

Entre as modalidades, garante que o surf tem o papel principal, pois é a que “atrai os turistas a virem experimentar”.
Paulo Marques, que aos 14 anos seguiu as pisadas do avô e do pai, ambos nadadores-salvadores, sublinha a extrema importância dos surfistas “no socorro aos banhistas”.
Por tudo isso, lamenta que a modalidade não tenha mais apoio do poder local e central.

Fonte: DN

Mariana Lobato campeã do Mundo

A velejadora lusa foi convidada pela campeã olímpica Tamara Echegoyen para fazer parte da tripulação.

A velejadora portuguesa Mariana Lobato sagrou-se campeã do Mundo de Match Racing na última semana durante o Mundial da classe.
Mariana Lobato foi convidada pela campeã olímpica, a espanhola Tamara Echegoyen, para fazer parte da tripulação, juntamente com a também campeã olímpica Sofia Toro, Eva Gonzalez e Lara Cacabelos.
«A Tamara ganhou os Jogos Olímpicos e ao convidar-me para integrar a sua equipa para disputar o mundial é claro que senti uma grande responsabilidade. Foi um desafio para mim, confesso que tive medo de não estar à altura mas, a comunicação a bordo correu bem e a equipa estava coordenada. O bom trabalho fez-se notar e conquistámos a medalha de ouro e o título de campeãs do mundo», afirmou Mariana citada pela assessoria.
Tamara Echegoeyn teceu elogios à velejadora do Clube Naval de Cascais.
«Gostei muito de navegar com a Mariana, é uma velejadora muito completa e tem muita iniciativa. Certamente que iremos fazer mais campeonatos juntas, não vamos ficar por aqui».
Fonte: Sapo