Surf quer participar na Estratégia Nacional do Mar 2013-2020


A FPS e a S.O.S responderam com uma proposta que tem como estandarte, devidamente suportado em dados concretos e em estudos nacionais e internacionais, a retirada do Surf da família da Náutica de Recreio, pela sua intrínseca diferenciação de actividades que, pela tipologia, infra-estruturas e condições nada têm a ver com o surfing, conceito que, como explicita o documento redigido em conjunto pela FPS e S.O.S, “está bem definido e independente” da Náutica de Recreio.
A FPS e a S.O.S propõem a inclusão do Surf na Estratégia Nacional para o mar, recordando que este pode trazer “receitas turísticas de cerca de três mil milhões/ano para a economia portuguesa”.
É proposta ainda a inclusão do surf nos Estudos de Impacto Ambiental, tendo em conta que a “destruição de uma onda de qualidade mundial virá a lesar a nossa economia em cerca de 100 milhões de euros por ano”, entre outras medidas.
Estas duas entidades disponibilizam-se para trabalhar num Plano de Acção do Surf e no Plano Nacional Estratégico do Turismo “num espírito de parceria estratégica, em prol da prática do surf e do bem comum dos portugueses!”.

Fonte: Federação Portuguesa de Surf

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