O presidente do Conselho de Administração da ‘K’Line Portugal e CEO da ‘K’Line Europa, Kiyoshi Terashima, garantiu que “vai continuar a haver investimento japonês em Portugal, pois um dos objectivos passa por estarmos atentos a novos mercados e expandir o negócio”.
As declarações do responsável da ‘K’Line surgiram no evento realizado para a comemoração dos 20 anos do serviço IBESCO e da presença da companhia no nosso país, onde Kiyoshi Terashima referiu ainda que a empresa quer consolidar a liderança no mercado “short sea” e estuda novos destinos em África, no Mediterrâneo e outros portos no norte da Europa.
Entre as ideias deixadas por Kiyoshi Terashima para o nosso país estiveram ainda pontos como a cooperação, a confiança, aproveitar o mar como entrada na Europa, reforçar a aposta no mercado “short sea” ou ajudar Portugal a servir as empresas exportadoras e importadoras. Tudo isto para continuar no trilho do sucesso por muitas mais décadas.
A “K”Line Portugal prevê, até final do ano, chegar a uma facturação de 25 milhões de euros, sendo que o SERVIÇO IBESCO representa 70% desta actividade Comparando com o movimento global nos portos de Lisboa e Leixões, a “K”Line representa 3% da sua totalidade. No entanto, ao considerar o movimento Europeu – ainda que com cargas de transbordo – a quota aumenta para cerca de 10%.
A empresa tem um leque variado de clientes, quer nacionais, quer estrangeiros. Os maiores produtores nacionais de papel, pasta de tomate e cerâmicas são clientes directos da “K”Line Portugal, embora as cargas sejam as mais variadas: produtos alimentares, arame, sisal, cortiça, têxteis e pedra (granito), pneus e casca de pinheiro.
As declarações do responsável da ‘K’Line surgiram no evento realizado para a comemoração dos 20 anos do serviço IBESCO e da presença da companhia no nosso país, onde Kiyoshi Terashima referiu ainda que a empresa quer consolidar a liderança no mercado “short sea” e estuda novos destinos em África, no Mediterrâneo e outros portos no norte da Europa.
Entre as ideias deixadas por Kiyoshi Terashima para o nosso país estiveram ainda pontos como a cooperação, a confiança, aproveitar o mar como entrada na Europa, reforçar a aposta no mercado “short sea” ou ajudar Portugal a servir as empresas exportadoras e importadoras. Tudo isto para continuar no trilho do sucesso por muitas mais décadas.
A “K”Line Portugal prevê, até final do ano, chegar a uma facturação de 25 milhões de euros, sendo que o SERVIÇO IBESCO representa 70% desta actividade Comparando com o movimento global nos portos de Lisboa e Leixões, a “K”Line representa 3% da sua totalidade. No entanto, ao considerar o movimento Europeu – ainda que com cargas de transbordo – a quota aumenta para cerca de 10%.
A empresa tem um leque variado de clientes, quer nacionais, quer estrangeiros. Os maiores produtores nacionais de papel, pasta de tomate e cerâmicas são clientes directos da “K”Line Portugal, embora as cargas sejam as mais variadas: produtos alimentares, arame, sisal, cortiça, têxteis e pedra (granito), pneus e casca de pinheiro.
Fonte: Cargo
