Paquete "Funchal" saiu da Navalrocha

O Paquete português FUNCHAL deixou a doca seca nº 1 da Navalrocha na madrugada de 13 de Agosto após uma permanência de 72 dias no estaleiro em trabalhos de reclassificação e modernização de forma a regressar aos cruzeiros internacionais ainda durante este mês de Agosto de 2013.


O FUNCHAL está atracado na Ponta da Rocha a finalizar os trabalhos de reparação e renovação dos interiores e deve sair esta semana para provas de mar ao largo da barra do Tejo. A saída para a Suécia está agora programada para 24 de Agosto de manhã.


Fonte: Ship and the Sea – Blogue de Navios e do Mar.
Texto/ Fotos: Luís Miguel Correia.

Tripulação de submarino indiano morre após explosão

Um submarino militar indiano sofreu hoje uma explosão, causando a morte de toda a tripulação.
Uma explosão foi hoje registada no submarino militar indiano INS Shindhu Rakshak ancorado em Mumbai, causando um incêndio quando 18 pessoas se encontravam a bordo, informou o Exército.
“A causa da explosão é desconhecida”, disse um porta-voz do Exército indiano Narendra Kumar Vispute.
O ministro da Defesa indiano anunciou que a explosão de um submarino militar que estava ancorado em Mumbai causou mortos e que aquele acabou por afundar.
“Sinto tristeza por pessoal da Marinha ter perdido a vida quando estava ao serviço do país”, disse o ministro indiano A.K Antony aos jornalistas em Nova Deli.

Fonte: Expresso.

Golfinhos do Sado. Uma gota de esperança num mar de desaparecidos

Nos últimos dias nasceu um novo golfinho no Estuário do Sado, trazendo esperança aos técnicos que todos os meses vêem a população diminuir. O i acompanhou a acção de monitorização anterior ao nascimento do Sapal

Uma nuvem de preocupação paira sobre a equipa que vigia os golfinhos do Sado. Passa pouco das nove da manhã na Doca do Comércio e o calor atinge os 29 graus. Raquel Gaspar e Marina Sequeira, biólogas da Reserva Natural do Estuário do Sado, entram no semi-rígido vermelho para mais uma acção de controlo da população de roazes (Tursiops truncatus). Comparam os números e concluem que desde o início do ano há seis que estão desaparecidos. “Alguns podem ter-se juntado aos que vivem na costa, outros, como o Asa e o Arpão, eram já muito velhotes?”, dizem, desvalorizando as ausências prolongadas. A população de golfinhos residentes em estuário é caso único em Portugal e raro na Europa.
Nos últimos anos o seu número estava até a aumentar. Em 2011, aliás, chegou quase às três dezenas, mas agora muitos são os que fogem. Hipóteses para explicar o mistério há algumas, mas nenhuma comprovada. Podem ter sido as análises para retirar as células dos golfinhos (biopsias) que os afugentaram? A possibilidade avançada pela empresa de observação de cetáceos Vertigem Azul é de imediato excluída pelas biólogas da reserva: “Foi de facto realizada uma biopsia ao Unicórnio, mas ele continua no grupo”, conta Marina Sequeira. Serão os barcos de recreio que aos fins-de-semana atravessam o rio? É preciso aprofundar ainda mais o estudo sobre as condições de vida destes animais para conseguir respostas, mas a inquietação da equipa acabou por ser minimizada com o nascimento de uma cria após o almoço.
Com a maré vazia e o rio esbranquiçado de alforrecas, o barco afasta-se na direcção da Lisnave, acabando por rumar ao novo cais dos ferries de Tróia. Após meia hora de viagem, duas barbatanas emergem junto à Caldeira. Quando Raquel avisa a tripulação já é tarde: “Estavam ali, pareceu-me ver dois. Estão a subir o estuário e não iam em grupo, devem andar à procura de comida.”
O barco segue na direcção indicada pela bióloga marinha, mas nem sinal dos golfinhos. Desta vez a experiência de vários anos falhou. Eles não estavam a subir o estuário, haviam ficado no sítio onde tinham sido avistados. É junto à Caldeira que, com a maré cada vez mais cheia, se começam a ver vários pares a emergir para respirar. Raquel identifica o primeiro: “Olha, lá está o Esquilo! É um macho que nasceu em 1996…” As repentinas aparições tornaram-se mais demoradas. Eram cada vez mais os golfinhos que rodeavam a embarcação. João Francisco, o vigilante que seguia ao leme com um chapéu branco da Santa Casa da Misericórdia e uns óculos de aviador, brinca: “Agora quase dá para apanhar à mão.”
A expressão fazia mais sentido no fim dos anos 80, quando a população de roazes residentes era de cerca de 40 elementos. “Agora é mais difícil avistá-los e a tendência é para serem cada vez menos. Os últimos quatro a desaparecer juntam-se ao Asa e ao Bocage, que estão fora do estuário desde o ano passado”, lamenta Pedro Narra, responsável pela Vertigem Azul, insistindo nas biopsias.
“No âmbito do plano para a salvaguarda e a monitorização da população residente de roazes do Instituto da Conservação da Natureza, estão a ser feitas biopsias para conhecer a genética e perceber o estado de saúde, mas não sabemos em que moldes isso está a ser feito”, diz Pedro Narra, adiantando que o desaparecimento dos últimos quatro coincide com “o início desta recolha de amostras”. Além da acção de biopsias, atribui as culpas ao aumento das embarcações que se deslocam para o Sado ao fim-de-semana “sem respeitar” o espaço dos roazes. Segundo este responsável, são cada vez mais as empresas não licenciadas que levam turistas a observar os golfinhos. Marina Sequeira garante que “neste momento não existem condições para uma fiscalização mais apertada” e alerta: “Se existem empresas ilegais, nós nunca as detectámos e por isso quem tiver conhecimento deve contactar–nos.”

DOS HOLOFOTES AO DESAPARECIMENTO

Há 14 anos, o Asa protagonizou um dos mais impressionantes momentos televisivos até hoje ao sobrevoar em directo o estuário do Sado içado por um helicóptero da Força Aérea Portuguesa. Hoje – com alguma idade e sem dentes – ninguém sabe dele há mais de um ano. Raquel Gaspar, a bióloga que na altura interrompeu o descanso de uma gravidez de risco para ajudar o golfinho que estava preso num esteiro, admite agora que pode ter chegado a sua vez: “Não nos podemos esquecer de que também morrem…”
“Olha o Escuro ali. Ele é que pode saber onde está o Asa, eram grandes amigos, andavam sempre juntos”, brinca, aligeirando aquilo que o responsável da Vertigem Azul diz ser uma anormalidade. “É normal haver casos de golfinhos que saem, vão ter com os costeiros e aparecem um ou dois anos depois, mas não me recordo de alguma vez terem desaparecido tantos em tão pouco tempo”, remata.
Às onze horas, o barco continua parado e as biólogas já identificaram outras 14 barbatanas. Variando no formato e nas marcas, são elas que permitem distinguir Ligeiro, Mr. Hook, Raiz, Cavalito, Serrote, Topo Cortado, Azul, Vitória, Batalha, Pirata, Moisés, Ácala, Tripé e Bisnau. É nesta altura que João Francisco se lembra de transmitir um recado às biólogas: “Disseram-me que têm andado três golfinhos perto da praia do Meco, será que…” Raquel aproveita a deixa para repetir que o desaparecimento de golfinhos não é nada tão negativo como diz o responsável da empresa Vertigem Azul.
Enquanto Raquel vai registando mais presenças, Marina Sequeira confirma que existem cada vez mais barcos de recreio no estuário aos fins-de-semana: “Da última vez que cá estive fiquei aflita só de pensar como é que os golfinhos poderiam vir à superfície respirar… Não havia espaço.” Para estes casos defende que tem de se apostar na sensibilização, algo que a reserva tem feito. “As pessoas acham piada, por exemplo, quando os golfinhos batem com a cauda na água porque estão habituadas a vê-los fazer isso nos delfinários, mas é um sinal de que querem ficar sozinhos”, diz, esclarecendo que “as pessoas devem respeitar isso e afastar-se”.
ESPERANÇA NO SADO Pouco antes da hora de almoço, os golfinhos reúnem-se todos e começam a saltar fora de água. “Há duas explicações: ou é uma brincadeira ou estão a chamar os outros por algum motivo”, explica Raquel Gaspar, que já os conhece desde 1994. A julgar pelas suas palavras, a resposta para esta felicidade pode muito bem ter sido a nova cria, que se apresentou aos turistas logo após o almoço – o Sapal. O golfinho representa a esperança para um estuário com cada vez menos residentes.
Quando o barco regressou à Doca do Comércio, cerca das 12h30, não se avistava qualquer sinal de golfinhos, o costume. “Às vezes até brincamos entre nós, dizemos que eles também têm hora de almoço”, diz Raquel.

Ao certo não se sabe há quantos anos vivem roazes no Sado, mas o registo mais antigo data de 1863 e dá conta de dois golfinhos. Na época foi o naturalista José Vicente Barboza du Bocage que presenciou o momento. Mais tarde, em 1890, foi capturado um roaz adulto no estuário, cujo esqueleto se encontra no Museu Zoológico da Universidade de Coimbra.” As razões que actualmente estão a conduzir à diminuição do número de roazes no Sado poderão vir a ser conhecidas quando, no âmbito do plano de acção do Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, forem feitas análises à água e um estudo mais aprofundado sobre a evolução das condições de vida no Estuário. Até que isso aconteça esperam-se notícias do Asa, da Esperança – e da sua cria Nortada -, do Guilhas, do Arpão e do Bocage.

Fonte: IOnline

Estudo sobre emissão de gases com efeito de estufa.

Estudo recente, realizado na região do Saint Lawrence Seaway, que liga o oceano atlântico aos Grandes Lagos (conjunto de cinco lagos situados na América do Norte, entre o Canadá e os Estados Unidos) refere que, para a mesma distância percorrida e carga transportada, considerando a emissão de gases com efeito de estufa, a via férrea é responsável por mais 19% de emissões e o transporte por estrada mais 533%, que o transporte equivalente em navios.
http://goo.gl/UmAqAz

Fonte: Álvaro Sardinha.

Recife de coral de grandes dimensões descoberto a sul do Faial






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Um recife de coral de cerca de 1.000 metros quadrados foi descoberto a sul da ilha do Faial, nos Açores, quando um grupo de investigadores estava a bordo do submarino “Lula 1000”, construído e operado pela Fundação Rebikoff-Niggeler, com sede na Horta.
“Os tripulantes do submarino Lula 1000, Joachim Jakobsen, Kirsten Jakobsen e Ana Jakobsen, de apenas 13 anos, foram surpreendidos com uma vasta extensão de corais amarelos no topo de uma colina submarina que estavam a explorar à saída do canal Faial-Pico”, referiu à agência Lusa a relações-públicas da fundação, Aurora Ribeiro.

Aurora Ribeiro disse que, além da beleza, era “impressionante” a vastidão da área ocupada por estes organismos, que se estendia muito para lá da zona iluminada pelos holofotes do submarino. O mergulho, a 5 de Agosto e revelado esta terça-feira, foi “amplamente documentado” através de fotografia e vídeo de alta definição.

Segundo a relações-públicas, “até à data nunca tinham sido documentados” recifes de coral a tão baixa profundidade no mar dos Açores e “muito menos se conhecia” a existência deste, em particular, a uma curta distância do Faial.

Os investigadores Filipe Porteiro, Marina Carreiro Silva e Fernando Tempera, da Universidade dos Açores, tiveram acesso às imagens captadas e confirmaram “tratar-se efectivamente” de um recife formado pelo coral Dendrophyllia e situado a profundidades entre os 280 e os 300 metros.

Para Aurora Ribeiro, a descoberta desta estrutura natural “evidencia o pouco que ainda se conhece” sobre o mar profundo que rodeia as ilhas dos Açores e o “papel fundamental e pioneiro” que a Fundação Rebikoff-Niggeler e o submarino Lula 1000 desempenham para o aumento desse conhecimento.

A Fundação Rebikoff-Niggeler tem como principal objectivo proceder à documentação do mar profundo, tendo construído dois submarinos, o mais recente, o Lula 1000, constitui um dos dez submersíveis científicos do mundo que descem à profundidade de 1.000 metros. O submarino está disponível para trabalhos de investigação e documentação desenvolvidos por instituições portuguesas e internacionais no mar dos Açores.

Fonte: Público

Insólito: Tubarão com outro menor na boca

Investigadores da Universidade do Delaware (EUA) estavam tentando recapturar tubarões que tinham sido marcados para pesquisa científica na costa do estado, quando fisgaram um tubarão enorme com outro menor dentro de sua boca.
Segundo os investigadores, o tubarão menor havia engolido a isca que eles usaram para capturar espécimes maiores, mas ele acabou virando isca de um predador maior.
A universidade originalmente marcou os tubarões para obter informações sobre os níveis populacionais na costa de Delaware.
Foto: University of Delaware

Suecos e dinamarqueses alertados para peixe que morde testículos



Os banhistas suecos e dinamarqueses estão a ser alertados pelas autoridades para terem cuidado, depois de ter sido detectado nas águas do estreito entre os dois países um “primo” da piranha, conhecido por atacar os genitais masculinos

Foi na semana passada que um pescador encontrou um peixe Pacu – típico da América do Sul – com 21 centímetros na região de Oresund, no estreito entre a Dinamarca e a Suécia.
Segundo a imprensa dos dois países, os especialistas alertaram imediatamente os homens para o perigo do peixe de água doce que foi encontrado na área, uma vez que é conhecido por atacar os órgãos genitais masculinos.
Esta espécie – que se pode desenvolver até 90 centímetros e pesar 25 quilos – é geralmente encontrada na maioria dos rios da Amazónia e do Orinoco, na América do Sul. No entanto, também foram avistados em Papua Nova-Giné e, em 2006, em vários estados americanos.
Segundo o britânico The Telegraph, há relatos de que nas áreas onde proliferam estes peixes já morreram pescadores na sequência de extensas hemorragias depois de terem os testículos arrancados pelo Pacu.

Fonte: Expresso.

Cruzeiros. Um turismo que passa ao largo da crise


A crise tem causado “alguma contracção no consumo”, mas o facto de os preços dos cruzeiros serem hoje mais baixos criou “um ajuste”, explicou Francisco Teixeira
A crise económica não está a afectar os cruzeiros, um tipo de turismo que se democratizou nos últimos anos e que ainda tem “muito para crescer”, disseram à Lusa fontes do sector.
“A crise não está a afectar o sector nem na Europa nem em termos internacionais”, afirmou à Lusa a responsável da Administração do Porto de Lisboa (APL) Andreia Ventura, que salientou que os cruzeiros ainda representam apenas dois por cento do turismo global: “Há imenso para crescer”, acrescentou.
Nos últimos anos, tem-se assistido a uma democratização deste tipo de turismo, sustentou. Se antes os cruzeiros se destinavam a um segmento de luxo, “hoje qualquer pessoa da classe média” tem capacidade para optar por esta solução de férias.
Actualmente, os cruzeiros atraem a nível mundial 20 milhões de passageiros, dos quais mais de metade (12,6 milhões) oriundos do mercado norte-americano. Da Europa, são cerca de 5,6 milhões de turistas, segundo dados da APL.
“A indústria mais desenvolvida é a dos Estados Unidos. O despertar da Europa, da América do Sul e da Ásia leva ao crescimento sustentado desta indústria, que ainda tem muito para dar”, disse.
Uma realidade confirmada pelos operadores do sector.
Francisco Teixeira, director geral da Royal Caribbean, referiu que nos últimos 20 anos, o setor alterou-se totalmente.
Antes, havia menos navios, predominavam nas Caraíbas e as voltas ao Mundo, os cruzeiros eram mais pequenos e com custos mais elevados. “Hoje os navios são maiores, são mais estandardizados em termos de alojamento e a dinâmica de preços é mais oscilante: na mesma viagem podemos ter um preço de 500 euros e na semana seguinte de 700 ou 800 euros”, explicou.
“Os turistas encontram refeições incluídas, actividades e entretenimento a bordo, aliado ao facto de numa semana se visitar cinco cidades diferentes. As pessoas têm mais consciência disso e procuram mais o cruzeiro como alternativa. Isso faz com que haja a tal democratização do produto cruzeiros”, lembrou.
A crise tem causado “alguma contracção no consumo”, mas o facto de os preços dos cruzeiros serem hoje mais baixos criou “um ajuste”, explicou Francisco Teixeira, para quem 2013 está a ser um “ano positivo”.
O responsável da MSC Cruzeiros, Eduardo Cabrita, garante que, apesar da crise, “os portugueses continuam a fazer férias e a procurar as melhores alternativas do mercado”, mas agora “analisam mais e procuram opções mais económicas e que tragam vantagens para toda a família”.
Na sua opinião, os cruzeiros têm vindo a crescer “exactamente por isso, pois a relação preço/qualidade é superior em relação a muitos outros tipos de viagens”.
Actualmente, com um valor médio de 500 euros, é possível realizar um cruzeiro, “que numa só viagem permite conhecer vários destinos de forma bastante cómoda e ter acesso a gastronomia e entretenimento de qualidade”, afirmou o director geral da MSC.
Para Ana Bento, responsável em Portugal da Um Mundo de Cruzeiros, que representa cerca de 30 companhias, “apesar da crise, a procura dos cruzeiros mantém-se”.


O que mudou, disse, “foi essencialmente o mercado que opta pelo cruzeiro, passando agora também pela classe média/alta e abrangendo os cruzeiros de gama alta e luxo”.

Fonte: Ionline/ Agência Lusa

DouroAzul investe 1ME em embarcações tipo Rabelo para 'riversightseeing' no Douro

A DouroAzul investiu um milhão de euros em duas novas embarcações inspiradas nos tradicionais barcos rabelo que, desde hoje, efectuam cruzeiros de ‘riversightseeing’ no rio Douro, na zona histórica do Porto e Gaia, no designado Circuito das Pontes.
Segundo adiantou à agência Lusa fonte da empresa de cruzeiros fluviais, a “Carlota do Douro” e a “Catarina do Douro” são as primeiras embarcações da Blueboats, a nova empresa de ‘riversightseeing’ do grupo.
Apesar de inspiradas nos tradicionais barcos rabelos, as novas embarcações reclamam “um ‘design’ mais arrojado e contemporâneo, com cores mais vivas”, e apostam na diferenciação através de algumas novidades, nomeadamente tecnológicas, face à restante oferta do segmento

Fonte: Expresso