Pranchas da Semente na Exposição – “Made In Portugal – Surf”

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A Semente Surfboards é uma das marcas nacionais de pranchas de surf que colabora na exposição “Made in Portugal – Surf” que inaugura na próxima quinta-feira, 3 de Julho, pelas 19.00h, no MUDE – Museu do Design e da Moda, em Lisboa.

No interior do edifício da Rua Augusta poderemos um dos novos modelos da Semente enquanto no exterior estão pranchas usadas que decoram a fachada e não deixam ninguém indiferente.

 

Segundo a organização da mostra, o MUDE olha para o universo do surf e volta a revestir a fachada da Rua Augusta, desta vez com mais de 100 pranchas desenhadas e produzidas em Portugal por micro e pequenas empresas nacionais. O enfoque é colocado no papel essencial que a prancha tem para a performance que tem vindo a ser notícia nas revistas e televisões. A sua forma, meticulosamente desenhada e aperfeiçoada pelo shaper, autor da alma da prancha, tem de cortar na perfeição a onda, ser resistente e leve ao mesmo tempo, ágil, mas também elegante e estilizada. As cores e os desenhos vêm dar-lhe animação, mas é na sua forma, no seu design, que o segredo reside.

 

As marcas de pranchas de várias gerações e com um posicionamento diferente entre si, partilham alguns valores como a paixão pelo mar e pelo surf; a dedicação absoluta ao seu trabalho; a procura incansável pela excelência; uma alegria e descontracção contagiantes e “um estar de bem com a vida”.

 

Para além das pranchas da fachada, usadas por profissionais e amadores, no interior do Museu apresentam-se sete exemplares característicos de cada uma das marcas. Outras sete pranchas serão pintadas por André Saraiva, passando a integrar o espólio do MUDE.

 

A exposição fica patente de 4 de Julho a 31 de Outubro.

 

Mais informações: http://www.mude.pt

 

Fonte: SurfPortugal.pt

Falta de Gelo prejudica Pesca

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A falta de gelo nas lotas do Faial e do Pico e uma avaria nos tanques de congelação estão a prejudicar a pesca nesta zona do arquipélago.
 
A situação tem obrigado alguns barcos a suspenderem temporariamente a atividade.
 
O presidente da Federação de Pescas dos Açores disse ontem que o problema é recorrente nesta época do ano porque as máquinas de gelo da Lotaçor são “velhas” e “avariam” com frequência, relata a agência Lusa.
 
José António Fernandes lembrou que há um ano o mesmo problema afetou a atividade piscatória do Faial e do Pico.
 
O dirigente associativo recordou que o governo regional se comprometeu a reforçar os investimentos nas lotas das duas ilhas mas que a promessa ainda não se concretizou.
 
Para agravar a situação 2 dos 4 tanques de salmoura do Entreposto Frigorífico da Madalena estão avariados, o que impede os armadores de descarregarem atum, obrigando-os a atracar e a aguardar por disponibilidade de espaço.
 
Para José António Fernandes “esse é que é o problema principal e que está a prejudicar gravemente os armadores da pesca de atum”.
 
O bloque Porto da Madalena publicou na segunda-feira uma fotografia cuja legenda refere a presença de 16 traineiras no porto da Madalena a aguardar oportunidade para descarregar.
 
O atum tem surgido em grandes quantidades nos últimos dias nos mares da região.
 
Fonte: Faia Digital / Souto Gonçalves

West Sea ainda só contratou 60 ex-trabalhadores dos ENVC

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Os salários oferecidos até são semelhantes aos que vigoravam nos ENVC, mas até ao momento a West Sea apenas contratou 60 ex-trabalhadores dos estaleiros de Viana do Castelo, quando havia prometido criar 400 postos de trabalho em seis meses.

 

A informação sobre as contratações foi adiantada à “Lusa” pelo coordenador da União de Sindicatos de Viana do Castelo. “Nesta altura são cerca de 60 os ex-trabalhadores dos ENVC que já integram os quadros da West Sea com perspectivas de, a curto prazo, se concretizarem mais cerca de 60 contratações. Até final do ano o número total deverá ultrapassar a centena”, afirmou Branco Viana.

 

Quando assinou o contrato de subconcessão, em Janeiro, a West Sea prometeu criar 400 postos de trabalho, num prazo de seis meses, ou até ao final do ano, recrutando preferencialmente entre os ex-trabalhadores dos estaleiros.

 

À “Lusa”, o dirigente da União de Sindicatos admitiu que nesta fase de arranque da empresa subconcessionária dos terrenos e infra-estruturas dos ENVC a contratação dos antigos trabalhadores da empresa pública iria ser “muito reduzida” mas sublinhou que “os que já assinaram contrato estão com salários idênticos aos que tinham aquando da saída dos estaleiros”.

 

O processo de subconcessão dos ENVC implicou o despedimento dos cerca de 600 trabalhadores, com um custo de cerca de 30 milhões de euros.

 

Fonte: T e N e Lusa

Na Piscina das Marés, o Verão é monumental

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A Piscina das Marés, Monumento Nacional em Leça da Palmeira, voltou para mais uma temporada. Até ao fim do Verão, está aberta a mergulhos esta obra com dedo de Siza Vieira.

São duas piscinas (uma exclusiva para crianças) de água salgada e constituem uma das atracções maiores do concelho de Matosinhos. O complexo Piscina das Marés, localizado na praia de Leça da Palmeira, foi construído em 1966, tendo sido projectado pelo arquitecto Álvaro Siza Vieira. A naturalidade com que o desenho de parte da obra se conjuga com a rocha e a Natureza contribuiu para que fosse declarada Monumento Nacional em 2006.

No início de cada Verão, a Matosinhos Sport, que gere o espaço, reabre a Piscina das Marés ao lazer e ao mergulho. Este ano, a abertura ocorreu a 19 de Junho e o local deverá estar acessível até meados de Setembro. A funcionar das 9h às 19h, tem preços diferenciados, conforme dias ou idades. Durante a semana, meio-dia custa 4 euros para adultos e um dia custa 6 (ao fim-de-semana, os preços sobem para 5 e 8 euros) – as crianças pagam menos entre 1,5 e 4 euros, conforme os períodos). Há ainda descontos para quem tiver o cartão Matosinhos Sport ou para cartões de 10 entradas.

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Dentro e fora de água, há diversas actividades e o programa de Verão inclui diversas propostas de lazer. Além das duas piscinas, vestiários e balneários, está também disponível um bar/lounge (que funciona das 9h às 24h durante a semana e das 9h às 2h ao fim-de-semana).

Além de outras obras de Siza Vieira – como, até, outra piscina com o seu dedo, a da Quinta da Conceição, recuperada após alguns anos sem utilização -, refira-se ainda que a vizinha Casa de Chá da Boa Nova, após uma quase ruína, foi recuperada e prepara-se para acolher um restaurante chefiado por Rui Paula.

Outras informações e tarifários na página oficial da piscina.

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Fonte: Público

Associações apelam ao uso de dados científicos nas quotas de pesca

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ssociações internacionais de defesa dos oceanos voltaram a apelar às autoridades europeias para definirem os limites de pesca com base nos pareceres científicos, caminho que Portugal também deve seguir na gestão nacional de alguns stocks, como na sardinha.
 

“O que temos vindo a pedir é que sejam respeitados os pareceres científicos sobre os vários stocks e alguns dos mais importantes para Portugal acabam por não ser geridos pela União Europeia” e sim pelo país, disse Gonçalo Carvalho Sciaena (Associação de Ciências Marinhas e Cooperação).

Para o representante em Portugal de organizações internacionais nesta área como a norte-americana Pew, “é importante que não aconteça o que tem acontecido em anos anteriores, em que os pareceres científicos não têm sido respeitados”.

E será ainda mais importante nesta fase, em que há novas medidas – nomeadamente relacionadas com a proibição das rejeições -, ter maior atenção ao aconselhamento científico, salientou.

A Comissão Europeia publicou hoje as possibilidades de pesca para 2015, documento em que é avaliado o estado dos stocks na Europa, informação que serve de base para a decisão das capturas permitidas.

Gonçalo Carvalho realçou que, nesta fase, “o que faz sentido é ter em atenção também para Portugal o princípio básico de tomar as decisões sobre a gestão das pescas com base no melhor conhecimento científico possível”.

Em Portugal, são várias as espécies com planos de recuperação, como o carapau, o lagostim, a pescada ou o tamboril, e, segundo Gonçalo Carvalho, algumas “têm registado melhorias”.

A sardinha é gerida a nível nacional e tem vindo a verificar um decréscimo na abundância, o que, para o representante da Sciaena, “é preocupante, embora seja uma espécie muito propensa a flutuações grandes devido a fatores ambientais”, no entanto, não deixa de referir o “bom trabalho” do Instituto Português do Mar e Atmosfera (IPMA).

De acordo com a Pew, a Comissão Europeia refere um aumento de 39 para 41% na sobrepesca no Atlântico nordeste, enquanto em 2013 foram sobre-exploradas 16 de 41 unidades populacionais avaliadas, em 2014 foram 19 em 46 unidades.

Em 2012, os ministros das pescas determinaram limites de pesca em média 11% acima dos pareceres científicos e, em 2014, as quotas médias “foram significativamente superiores”, situando-se 35% acima das recomendações científicas, acrescenta a Pew.

A organização internacional apelou hoje à UE para que defina os limites de pesca a partir dos pareceres científicos e defendeu a definição de medidas para acabar com a sobrepesca até 2015.

 

 

Fonte: Acoreano Oriental

Filho “percorre” o oceano a nado para fazer surpresa à mãe

Um irlandês decidiu surpreender a mãe fazendo-a acreditar que este tinha percorrido o oceano a nado para conseguir chegar a tempo para um casamento da família.

Afirmando que não conseguiria chegar a tempo de uma cerimónia familiar, Stephen criou um vídeo para a mãe onde lhe diz que só percorrendo o oceano a nado, conseguiria chegar a tempo do casamento.

O homem contou com a ajuda da irmã que levou a mãe até à praia e aí lhe mostrou o vídeo. Quando este chega ao fim, a rapariga pede à mãe para olhar para o mar, onde no meio das ondas, surge Stephen, que alegadamente terá acabado de percorrer mais de 17 mil quilómetros.

Obviamente tudo não passou de uma partida, mas a felicidade da mãe ao ver o filho é comovente.

PETI 3+: Dez projectos do Plano em execução

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Dez dos 59 projectos prioritários incluídos no Plano Estratégico de Transportes e Infraestruturas 3+, apresentado pelo Governo em Abril, estão em execução, segundo dados do Ministério da Economia.

No plano marítimo, estão também em execução os terminais de Cruzeiros de Leixões e de Lisboa, a expansão Terminal XXI Sines e o terminal RoRo (‘roll-on/roll-off’) de Setúbal.

O Plano Estratégico de Transportes e Infraestruturas 3+ contém os 59 investimentos prioritários a concretizar nos próximos oito anos, a maioria dos quais nos sectores marítimo-portuário e ferroviário, num investimento global de 6.067 milhões de euros (47% com fundos comunitários, 31% com financiamento de privados e 22% através da contrapartida pública nacional).

No Plano Estratégico de Transportes e Infraestruturas 3+, o Governo definiu metas que deverão ser atingidas com a concretização dos 59 projectos previstos, entre os quais um aumento de 25% do número de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais e um crescimento de 50% do número de turistas de cruzeiros que façam escala nos portos nacionais.

O executivo apontou também como meta um crescimento de 40% do número de toneladas/quilómetro transportadas na ferrovia e a duplicação das mercadorias movimentadas nos principais portos portugueses.

Fonte: Cargo

Plástico tem duas vezes a superfície da França

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Pequenos pedaços de plástico em quantidades tais que “podiam ser recolhidas à mão” e uma superfície de poluição com até “duas vezes a dimensão da França” foram as descobertas da expedição científica francesa ao ‘continente de plástico’ no Atlântico Norte.

“Estivemos em zonas com fortes concentrações de micropartículas de plástico”, afirmou à AFP o promotor do projeto, Patrick Deixonne, depois do regresso da missão.

Este já tinha dirigido uma expedição similar em 2013 ao Pacífico.

Desta vez, a missão de três semanas no Atlântico Norte, começada no início de maio, a partir da ilha francesa Martinica, num ‘catamaran’ de 18 metros, beneficiou dos contributos do centro francês de análises e previsões oceânicas Mercator Océan.

“Isto permitiu-nos irmos dirigidos de forma muito precisa às zonas com fortes concentrações de plástico, impressionantes pela quantidade de micro plástico que encontrámos no local”, disse Patrick Deixonne.

“Há dois tipos de resíduos”, disse, desde logo os volumosos, como garrafas e bidões, que flutuam. “Se tivéssemos tempo de os recolher, enchíamos o barco num dia”, acrescentou.

E, depois, há “a parte imersa do icebergue”, as micropartículas, cuja dimensão pode ir da de uma unha à de nano-partículas apenas visíveis no microscópio. Por norma, são recolhidas com a ajuda de uma rede especial para medir a sua concentração na água.

“Apanhei amostras de plástico, de água do mar, de algas, que vou analisar agora”, disse, por seu lado, Alexandra Ter Halle, química no Centro Nacional de Investigação Científica (CNRS, na sigla em Francês), que integrou a equipa de nove pessoas a bordo do catamaran.

Milhões de toneladas de resíduos provenientes das costas e dos rios flutuam em todos os oceanos, nos cinco principais giros (sistema de rotação de correntes oceânicas), a força centrípeta que aspira, de forma lenta, os detritos para o centro.

Para realçar a sua importância, mesmo que estas zonas se assemelhem mais a uma ‘sopa’ que a uma superfície tangível, têm sido designadas como o ‘7.º continente’.

Fonte: DN

El Hierro será a primeira ilha 100% renovável

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Há uma ilha, no arquipélago das Canárias, Espanhas, que deu o primeiro passo para se tornar independente dos combustíveis fósseis. Em poucos anos, El Hierro será a primeira ilha 100% renovável.

Quando a central ‘arrancar’, cinco grandes turbinas eólicas fornecerão eletricidade para as casas e empresas na mais pequena e mais ocidental ilha do arquipélago das Canárias, em Espanha. O objetivo final do projeto é que o consumo da ilha seja inteiramente coberto por energia proveniente de fontes renováveis.

O sistema é constituído por dois tanques de água, um parque eólico, uma central hidroelétrica, uma estação de bombeamento e uma central de motores ‘diesel’. O parque eólico é capaz de fornecer energia diretamente à rede e ao mesmo tempo alimentar um grupo de bombeamento de água num reservatório superior como sistema de armazenamento de energia. A central hidroelétrica, por sua vez, usa a energia potencial armazenada, garantindo o fornecimento de energia e a estabilidade da rede, conforme é explicado no site do projeto.

Inicialmente, prevê-se que a energia proveniente da central cobrirá 10% das necessidades, mas o objetivo é que até ao final do ano se atinjam os 70/80%. A Central Hidroeólica de El Hierro, uma vez totalmente operacional, salvará El Hierro do impacto de um consumo anual de 6.000 toneladas de diesel, ou seja, o equivalente entre 40 e 43 mil barris de petróleo por ano. As emissões de dióxido de carbono serão também reduzidas em cerca de 18.700 toneladas por ano. A ilha tem uma área de 268 mil metros quadrados e onze mil habitantes.

No entanto, e porque é este um projeto pioneiro (por isso, ainda pouco testado), para garantir o abastecimento em caso de qualquer eventualidade, sejam avarias da nova central ou situações em que o vento e a água não são suficientes para transmitir a energia necessária, a hipótese da utilização de petróleo continuará a existir. O uso de energia renovável tem grandes benefícios económicos, sociais e ambientais, mas tem a desvantagem de afetar a estabilidade do sistema elétrico, especialmente quando existem dificuldades em obter energia necessária.

A construção do complexo teve início em 2009 e envolveu cerca de 200 pessoas, incluindo biólogos e engenheiros. Na inauguração estarão presentes o Subsecretário da Indústria e Energia, Enrique Hernandez Bento, o Presidente das Canárias, Paulino Rivero, entre outros.

Fonte: DN

Sea Life lança petição contra caça à baleia

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O Sea Life do Porto aliou-se à “Whale and Dolphin Conservation” e lançou uma campanha mundial para recolher um milhão de assinaturas para impedir tráfico de carne e produtos derivados de baleia nos portos Europeus.

“Esta petição visa pressionar o Parlamento Europeu a ilegalizar a passagem de barcos de transporte e comercialização destes produtos de baleia nos portos da União Europeia”, refere o aquário do Porto em comunicado. Apesar de na UE já ser ilegal a utilização de carne de baleia, esta campanha põe em evidência as ameaças a que estes animais ainda estão sujeitos.

Atualmente várias espécies encontram-se em vias de extinção, como é o caso particular da baleia azul, que ainda é possível encontrar nas águas dos Açores. Apesar de o consumo humano de carne de baleia ter diminuído significativamente, países como o Japão, a Noruega e a Islândia continuam a ameaçar seriamente a sobrevivência destes animais.

Caçadores e traficantes de carne de baleia expandiram o seu mercado para a cosmética, entre outras áreas, aproveitando-se deste comércio não ser considerado ilegal na UE, refere o Sea Life. A campanha inclui uma acção nas redes sociais para que partilhem vídeos “selfies” com a reprodução do “choro das baleias”.

Fonte: DN