Jovens do Barreiro surfaram no Mar depois de aprenderem no Tejo

004_0

 

 

A iniciativa decorreu no sábado, pelas 10:00, na Costa de Caparica

Jovens de instituições sociais e escolas básicas do Barreiro tiveram o primeiro contacto com o surf no oceano, depois de se iniciarem na modalidade no rio Tejo, nas ondas originadas pelos catamarans.

Depois de darem os primeiros passos na modalidade na conhecida onda “gasoline”, causada pela passagem dos barcos no Barreiro, que foi surfada por Garrett McNamara, os jovens experimentaram o oceano.

A associação Gasoline, do Barreiro, que ensina os jovens a surfar no rio Tejo, estabeleceu uma parceria com a Associação de Surf da Costa de Caparica para um intercâmbio.

Esta parceria permitiu proporcionar “aos jovens das instituições e escolas básicas do Barreiro a aprendizagem e o primeiro contacto com o surf no rio, sempre com o intuito de darem o salto para as ondas de mar”, disse Ricardo Carrajola, presidente da Gasoline.

Já Miguel Gomes, da Associação de Surf da Costa de Caparica, salientou a importância de serem desenvolvidas actividades que reforçam o associativismo entre os clubes e as associações de surf.

“O facto de podermos apoiar o desenvolvimento destes jovens deixa-nos orgulhosos, sendo que um dos nossos objetivos deste e do próximo ano também passa por proporcionar aulas de surf a jovens carenciados”, defendeu.

Foto: Ionline

Barquinho veio à deriva dos EUA até à Torreira e agora está a tentar voltar para casa

Resistiu a provações. Uniu muita gente dos dois lados do Atlântico. Permitiu que alunos aprendessem mais sobre os oceanos e os sítios por onde tem passado. Despertou a generosidade de quem o foi encontrando. E agora está a ser útil à ciência e até tem algo muito português a bordo. É a aventura de um minibarco não tripulado que tem viajado à deriva.

860190

 

Foi pintado pelos alunos de uma escola de Deep River, uma cidadezinha norte-americana perto da foz do rio Connecticut, com cerca de 4500 habitantes. Há dois anos, começou por ser deixado à sua sorte, a norte das ilhas Baamas. À deriva, empurrado só pelo vento e pelas correntes, regressou a terra, mas voltou a ser largado no mar, enfrentou dois furacões, atravessou o Atlântico – e, após outras aventuras, deu à costa portuguesa a 29 de Janeiro deste ano, mais exactamente à praia da vila da Torreira, no concelho da Murtosa.

Quis o acaso que esta mensagem oriunda do lado de lá do Atlântico em forma de barco, mais pequeno do que um adulto (tem 1,4 metros de comprimento), viesse cruzar-se no caminho de Vanessa Rodrigues, quando ela passeava com o namorado na praia da Torreira. “Estava quase todo enterrado na areia, tinha só um bocado do casco a ver-se”, conta Vanessa Rodrigues, de 21 anos, auxiliar numa colónia de férias naquela vila.

860194

“Foi na altura em que houve muitas tempestades. Como saem do mar muitas coisas com o mau tempo, tínhamos ido de moto-quatro ver as dunas. E vimos o barco metido lá. Estava longe da água e da área de residências. Aquela não é uma zona balnear.”

Colado no convés, trazia um pequeno texto em inglês. “Dizia que tinha vindo de uma escola, e quem o encontrasse para contactar a mesma entidade”, lembra Vanessa Rodrigues.

Trazia ainda os contactos da Escola Preparatória John Winthrop, em Deep River e do site do Educational Passages, um programa educativo sobre ciências do mar destinado às escolas nos Estados Unidos. Esta ideia partiu de Richard Baldwin, um antigo navegador solitário norte-americano de 67 anos que, quando decidiu deixar-se dessas navegações, perguntou-se o que podia fazer continuar a divertir-se: “Não levei muito tempo a perceber que podia instalar unidades GPS em pequenos barcos não tripulados e segui-los pelos oceanos no conforto e na segurança da minha sala-de-estar”, conta-nos.

860191

Lançou-se ao projecto em 2006, na garagem da sua casa: “Comecei a fazer pequenos barcos que se endireitavam e navegavam sozinhos durante meses e meses, sem ajuda de alguém.” Mas como não era fácil, pediu a arquitectos navais que desenhassem o modelo dos barcos, que hoje são construídos numa escola de ensino profissional no Maine, Estados Unidos.

Em 2008, o programa passou a envolver escolas, que pagam até 1500 dólares (1100 euros) por cada barco, incluindo os equipamentos e o lançamento no meio do mar: “É um óptimo programa para as escolas, pois envolve leitura de mapas, geografia, oceanografia, ciências da Terra e relações internacionais”, diz Richard Baldwin. “Até agora, já lançámos mais de 40 barcos e as travessias transatlânticas estão a tornar-se uma rotina.”

Vanessa Rodrigues e o namorado levaram o seu achado para casa. Ela foi aosite do Educational Passages. Aí, é possível ver com o Google Maps grande parte do percurso do barco, graças a um transmissor via satélite a bordo que envia, duas vezes por dia, a sua posição geográfica obtida por receptores GPS. “Dizia quando tinha saído da escola, quando o tinham posto no mar… No ´site’ até aparecia a fotografia aqui de casa a dizer que o barco estava aqui…”

860196

No mesmo dia em que o encontrou (6 de Fevereiro), refere Vanessa Rodrigues, ela enviou um email a informar a escola norte-americana que o tinha consigo. “Responderam-me uns dois dias depois.”

Nos Estados Unidos, já sabiam as coordenadas geográficas do barquinho, assim que o transmissor via satélite comunicou que tinha estacionado na praia da Torreira. Nos dias decorridos entre a chegada à praia e ter sido encontrado, os seus “padrinhos” norte-americanos tentaram encontrar alguém que o fosse procurar. E voltasse depois a pôr na água, como é o objectivo do projecto.

Surpreendentemente, o mundo pode ser pequeno e dar-se a coincidência de haver alguém que conhece alguém que conhece alguém…, como aconteceu justamente nesta história. A professora que orientou os alunos na pintura do minibarco, Barbara Nidzgorski, falou da chegada dele a Portugal a um investigador espanhol seu conhecido, Alfredo Aretxabaleta, que por sua vez divulgou isso no Facebook. E o que escreveu foi por sua vez lido por dois amigos, antigos colegas seus no curso de Ciências do Mar nas ilhas Canárias, os espanhóis Francisco Campuzano e Hilda de Pablo.

Acontece que os dois amigos de Alfredo Aretxabaleta trabalham em Lisboa, como investigadores no Centro de Ambiente e Tecnologias Marinhas (Maretec) do Instituto Superior Técnico (IST). Claro que se oferecem logo para ajudar.

Este círculo fechou-se quando Barbara Nidzgorski deu os contactos de Vanessa Rodrigues a Hilda de Pablo, para que fosse buscar o barquinho.

Fonte: Público

Acidificação dos oceanos pode azedar vida social dos peixes

size_590_peixe-dourado

 

Níveis elevados de dióxido de carbono nas águas dificultam a capacidade dos peixes de reconhecer uns aos outros e formar grupos.

Os oceanos são os principais meios para dissipar o dióxido de carbono (CO2) do planeta, ajudando a retardar as mudanças climáticas. Mas esse comportamento “heróico tem um preço, a começar pela acidificação das águas, que reserva efeitos perigosos. É o que sugere um estudo da Universidade James Cook, na Austrália, que avaliou a o efeito das altas concentrações de CO2 na vida marinha. Segundo a pesquisa, níveis elevados de dióxido de carbono, como aqueles previstos por modelos climáticos, podem dificultar a capacidade dos peixes de reconhecer uns aos outros e formar grupos com espécimes conhecidos. Os cientistas avaliaram o efeito do dióxido de carbono sobre o comportamento do “Chromis viridis”, uma espécie de peixe subtropical conhecido como donzela-verde. Normalmente, os peixes juvenis requerem três semanas para reconhecer seus companheiros, mas quando expostos a níveis mais elevados de dióxido de carbono, essa capacidade é prejudicada. Na análise laboratorial, peixes individuais foram expostos a um “teste de escolha”, colocados diante de dois cardumes, um de peixes “familiares” e outro formado por estranhos. Enquanto os peixes mantidos em condições normais, consistentemente, escolheram o cardume familiar, peixes criados em condições de alta concentração de CO2 ficaram indiferentes, sem decidir para onde ir. De acordo com os pesquisadores, níveis mais elevados do composto alteram a concentração de íões no sangue dos peixes, alterando a forma como os neuro-receptores no cérebro do animal trabalham. Isso prejudica sentidos básicos, tais como a visão e olfacto, que são vitais para o reconhecimento entre os peixes. Como seres humanos, peixes preferem grupo com indivíduos com quem estão familiarizados, ao invés de estranhos.Isso gera inúmeros benefícios, incluindo um maior crescimento e taxas de sobrevivência, maior defesa contra predadores e aprendizagem social mais rápida. Segundo os pesquisadores, estes resultados podem ter implicações graves para peixes tropicais, cujo habitat já está ameaçado pela mudança climática.

Fonte: Exame

 

Filho “percorre” o oceano a nado para fazer surpresa à mãe

Um irlandês decidiu surpreender a mãe fazendo-a acreditar que este tinha percorrido o oceano a nado para conseguir chegar a tempo para um casamento da família.

Afirmando que não conseguiria chegar a tempo de uma cerimónia familiar, Stephen criou um vídeo para a mãe onde lhe diz que só percorrendo o oceano a nado, conseguiria chegar a tempo do casamento.

O homem contou com a ajuda da irmã que levou a mãe até à praia e aí lhe mostrou o vídeo. Quando este chega ao fim, a rapariga pede à mãe para olhar para o mar, onde no meio das ondas, surge Stephen, que alegadamente terá acabado de percorrer mais de 17 mil quilómetros.

Obviamente tudo não passou de uma partida, mas a felicidade da mãe ao ver o filho é comovente.

Plástico tem duas vezes a superfície da França

Imagem

Pequenos pedaços de plástico em quantidades tais que “podiam ser recolhidas à mão” e uma superfície de poluição com até “duas vezes a dimensão da França” foram as descobertas da expedição científica francesa ao ‘continente de plástico’ no Atlântico Norte.

“Estivemos em zonas com fortes concentrações de micropartículas de plástico”, afirmou à AFP o promotor do projeto, Patrick Deixonne, depois do regresso da missão.

Este já tinha dirigido uma expedição similar em 2013 ao Pacífico.

Desta vez, a missão de três semanas no Atlântico Norte, começada no início de maio, a partir da ilha francesa Martinica, num ‘catamaran’ de 18 metros, beneficiou dos contributos do centro francês de análises e previsões oceânicas Mercator Océan.

“Isto permitiu-nos irmos dirigidos de forma muito precisa às zonas com fortes concentrações de plástico, impressionantes pela quantidade de micro plástico que encontrámos no local”, disse Patrick Deixonne.

“Há dois tipos de resíduos”, disse, desde logo os volumosos, como garrafas e bidões, que flutuam. “Se tivéssemos tempo de os recolher, enchíamos o barco num dia”, acrescentou.

E, depois, há “a parte imersa do icebergue”, as micropartículas, cuja dimensão pode ir da de uma unha à de nano-partículas apenas visíveis no microscópio. Por norma, são recolhidas com a ajuda de uma rede especial para medir a sua concentração na água.

“Apanhei amostras de plástico, de água do mar, de algas, que vou analisar agora”, disse, por seu lado, Alexandra Ter Halle, química no Centro Nacional de Investigação Científica (CNRS, na sigla em Francês), que integrou a equipa de nove pessoas a bordo do catamaran.

Milhões de toneladas de resíduos provenientes das costas e dos rios flutuam em todos os oceanos, nos cinco principais giros (sistema de rotação de correntes oceânicas), a força centrípeta que aspira, de forma lenta, os detritos para o centro.

Para realçar a sua importância, mesmo que estas zonas se assemelhem mais a uma ‘sopa’ que a uma superfície tangível, têm sido designadas como o ‘7.º continente’.

Fonte: DN

Buscas no mar para encontrar avião da Malaysia Airlines deslocam-se para Sul

Imagem

As buscas para encontrar o avião MH370 da Malaysia Airlines que em Março desapareceu com 239 pessoas a bordo, sem deixar rasto, vão deslocar-se para uma área a sul da zona do Oceano Índico onde anteriormente incidiram. O cenário considerado mais provável é que a tripulação estivesse inconsciente, e o avião estaria em piloto automático.

Os esforços para localizar o MH370 no fundo do mar vão concentrar-se numa área de 60 mil metros quadrados, a 1800 km da costa oeste da Austrália.

A decisão, anunciada nesta quinta-feira por Warren Truss, vice-primeiro-ministro da Austrália, o país que coordena as buscas, foi tomada após uma reanálise de dados de satélite e radar.

Truss disse que o Boeing 777 voava “muito provavelmente” em piloto automático quando caiu no mar, por falta de combustível. A tripulação deveria estar inconsciente devido a falta de oxigénio ou outro factor desconhecido, disse o ministro. “Podemos dizer, penso, que é muito provável que o aparelho estivesse em piloto automático. Caso contrário, não teria seguido a trajectória muito regular que foi identificada graças aos dados de satélite”, afirmou.

Se houver uma despressurização da cabine do avião, os pilotos devem colocar as máscaras de oxigénio imediatamente, o que lhes dará para cerca de uma hora – mais tempo do que para os passageiros, que apenas têm oxigénio de emergência para alguns minutos, salienta o New York Times. O avião que deixou Kuala Lumpur a 8 de Março com 239 pessoas a bordo virou para Sul, bastante fora da sua rota, que devia leva-lo para Pequim, cerca de uma hora depois de estar no ar.

A próxima fase das buscas deve começar em Agosto. Dois navios, um chinês e um holandês estão actualmente a fazer a identificação do fundo do mar da zona a pesquisar. Nalgumas áreas ultrapassa os 5000 metros de profundidade. A pesquisa dos 60 mil quilómetros quadrados de oceano delimitados poderá prolongar-se por um ano.

O MH370 desapareceu a 8 de Março, pouco depois de levantar de Kuala Lumpur com destino a Pequim. Até agora, apesar de intensas buscas, não foi encontrado qualquer vestígio do aparelho.

Os escassos indícios levam os investigadores a admitirem que o avião tenha sido deliberadamente desviado da rota prevista antes de se despenhar no oceano.

Fonte: Público

Festa do Mar e da Sardinha arranca em Vila Praia de Âncora

Imagem

Até domingo, são muitas as razões para visitar o certame: mostra de produtos do mar, gastronomia, animação e exposições. A abertura conta com a participação do Quarteto de Sopros da academia de Música Fernandes Fão, segue-se a prova de Loureiro e encerra com a Mostra de Danças, Cantares e Trajes do Portinho, apresentado pelo Grupo Etnográfico de Vila Praia de Âncora.

De cariz popular, a Festa do Mar e da Sardinha é o primeiro certame do “verão 5 estrelas”. O objetivo é valorizar o potencial turístico do património marítimo, com destaque para as atividades, serviços e produtos ligados ao mar. 

Este evento relacionado com o Mar aposta em 4 áreas: gastronomia, mostra dos produtos do mar e da sardinha, exposições e animação. 

A gastronomia, considerada a grande atração do certame, vai exibir os mais variados pratos confecionados com produtos do mar, com destaque para a Sardinha e para as conservas. Para além do bom peixe, também não faltarão provas de vinho loureiro, showcookings e demonstrações gastronómicas a cargo de pescadores locais e da Chef Margarida Bessa Rego. É ainda de realçar que a animação ao almoço e ao jantar também está garantida. O Grupo de Danças e Cantares Genuínos da Serra d’Arga, a Academia de Música Fernandes fão e as concertinas farão a diferença nas horas das refeições.

A mostra dos produtos do mar e da sardinha é outro dos pontos a salientar. Apresentação gastronómica dos produtos do mar e da sardinha, venda de produtos e serviços relacionados com o mar e artesanato do mar compõem a mostra. Nos serviços destaca-se a escola de surf e nos produtos as conservas e a doçaria. A m ostra de artesanato vai exibir o artesanato do concelho de Caminha e do concelho de A Guarda, com destaque para as miniaturas de barco, caraterísticas do concelho de Caminha e as redeiras de A Guarda. 

As exposições são outras das apostas do certame. Na zona envolvente ao Portinho estarão patentes várias exposições: na sede da Associação de Pescadores, no Campo do Castelo, poderá ser visitada a mostra “As raízes da comunidade piscatória de Vila Praia de Âncora”, no Forte da Lagarteira a exposição “Embarcações Tradicionais e instrumentos de pesca” e no espaço do evento a exposição “As Artes de Mar”.

Para além dos serviços e produtos ligados ao mar, a Festa do Mar e da Sardinha vai contar com uma Feira do Livro, onde o visitante pode adquirir as mais variadas publicações relacionadas com o mar e outras temáticas.

Se a gastronomia promete, a animação não fica atrás. Durante os cinco dias, a animação é constante. Pelo palco da Festa do Mar e da Sardinha vão passar os Sons do Minho, os Metacarpus, os Alpaca, o projeto “Fuga”, o Grupo de Danças e Cantares Genuínos da Serra d’Arga, a Academia de Música Fernandes Fão, a Associação Vira a Bombar, o Grupo de Bombos S. Gonçalo de Dem, o Grupo de Bombos de Gondar, o Grupo de Bombos de Vila Praia de Âncora, o Orfeão de Vila Praia de Âncora, o Grupo Etnográfico de Vila Praia de Âncora, Cantares Tradicionais da SIRA, Grupo Juvenil de Dem e Cantares Tradicionais de Orbacém. Além da música, o visitante ainda pode experimentar gratuitamente o batismo em Kayak no Rio Âncora, a cargo da Minhaventura.

Fonte: C.M. de Caminha 

Musica, mar e sol na Ericeira já esta semana

Imagem

O sol, a praia e as boas vibes aguardam os festivaleiros que se vão deslocar até à Ericeira para três dias de diversão, convívio e claro, grandes concertos, no Sumol Summer Fest.

 

Dado que o festival irá acolher muitos festivaleiros a organização aconselha a que se chegue cedo de forma a facilitar o check-in no festival.

Pela Ericeira passarão grandes nomes, a começar logo por dia 26 de Junho, com a Welcome Party, apenas para portadores de passes de dois dias, onde estarão Forward Sound, Nubai Soundsystem, Tekilla e a grande atracção da noite Jahcoustix.

Para o dia seguinte estão programados nomes como Supa Squad, John Butler Trio, Protoje ou Ky-Mani Marley que irão incendiar o palco do Sumol Summer Fest.

Para o último dia estarão em palco três dos grandes nomes do reggae actual para uma actuação conjunta: Anthony B, Lutan Fyah e Perfect Giddimani.

No mesmo dia, subirão ao palco Dengaz, Angus Julia Stone, Popcaan, entre outros. Durante os dois dias os festivaleiros poderão também usufruir de mais dois espaços, o Skatepark que contará com alguns dos melhores Skaters nacionais e este ano com uma competição BEST TRICK BEST RUN em que os 16 skaters convidados competirão entre si até ser encontrado o vencedor, e a DUB Zone. 
Esta última, é outra das grandes novidades deste ano com uma zona reservada ao Dub Soundsystem, constituída por uma geometria de três pirâmides, com 30.000 watts de potência sonante e que contará com a curadoria dos Blackboard Jungle Soundsystem.

CARTAZ COMPLETO

Dia 26
Palco Sumol
Jahcoustix |
NuBai Soundsystem |
Tekilla |
Forward Sound

Dia 27
Palco Sumol
Ky-Mani Marley |
Protoje | 
John Butler Trio 
| Bomba Estéreo 
| Supa Squad |
Soul Rise 
Dillaz

DUB Zone
Blackboard Jungle Sound System, 
Delmighty Sounds, 
Jah Tubbys feat Macky Banton

Skatepark
Dogz United, Nitronious, 
Suprhyme, 
Taseh
Skaters: 
Rúben Rodrigues, 
Francisco Lopez, 
Ruben Gamito,
Bruno Senra,
Pedro Roseiro,
Tiago Lopes

Dia 28
Palco Sumol
Anthony B + Lutan Fyah + Perfect Giddimani |
Angus Julia Stone | 
Popcaan |
Dengaz | 
D8 |
D-Ro 
SlimCutz

DUB Zone
Blackboard Jungle Sound System, 
Jah Version
Sentinel Sound

Skatepark
Keso(DJ Set), 
Virtus(DJ Set), 
Computer Says No!, 
Dubout
Skaters:
Rúben Rodrigues,
Francisco Lopez,
Ruben Gamito,
Bruno Senra,
Pedro Roseiro, 
Tiago Lopes

 

Fonte: Hardmusica

Mar das Berlengas em Travessias este Fim-de-Semana.

Imagem

A “Capital da Onda”, Peniche, recebe nos próximos dias 21 e 22 de Junho a derradeira etapa do Peniche Paddle Series powered by Montepio.

 

Dia 21 de Junho rumaremos até à ilha da Berlenga, Reserva Natural de beleza inquestionável, tendo sido considerada Reserva Mundial da Biosfera da Unesco no ano de 2011, para um desafio só para os mais resistentes, física e psicologicamente, para o Berlenga Ocean Challenge.

 

Simultaneamente decorrerá a 3ª Etapa do Circuito Nacional de SUP Race da Federação Portuguesa de Surf (FPS) e a 5ª Etapa do Campeonato Nacional de Canoagem de Mar da Federação Portuguesa de Canoagem (FPC).

A Federação Portuguesa de Remo junta-se à travessia e realizará pela primeira vez em Portugal uma demonstração de Remo de Mar, com a presença de quatro embarcações.

 

Trata-se de uma prova com um elevado grau de espetacularidade onde se esperam cerca de cento e sessenta atletas, provenientes de vários países, que realizarão um exigente percurso de mais de 16 km.

 

Coragem, Determinação, Persistência e Superação são as principais características daqueles que procuram participar neste exigente desafio.

 

A organização tem percursos alternativos planeados, caso a travessia não se possa realizar por condições adversas.

 

Para finalizar o Peniche Paddle Series powered by Montepio, edição de 2014, 22 de Junho será o dia do Battle Of Peniche, uma prova de race técnico que terá lugar na zona de rebentação nas praias do Baleal, à imagem de uma das mais míticas provas do mundo do SUP, o Battle of the Paddle realizada na Califórnia e ainda uma prova de Sprint.

 

No Battle Of Peniche os atletas competirão ao longo de uma distância aproximada de 5.460m utilizando pranchas que chegam ao 4,5m, tendo de contornar diversas boias, sendo que uma delas está posicionada na areia, obrigando os atletas a correr no areal e a regressar ao mar, por mais de uma vez, em formato de circuito.

 

O Peniche Paddle Series powered by Montepio assume-se cada vez mais como um evento de referência.

 

Nesta edição foram introduzidas melhorias técnicas e de segurança, numa aposta forte da organização, reforçando o caracter pioneiro deste evento.

 

A travessia será acompanhada por 14 embarcações motorizadas para garantir a segurança dos atletas.

 

O Peniche Paddle Series powered by Montepio é uma coorganização do Peniche Surfing Clube e da Câmara Municipal de Peniche, com o apoio do Montepio, Federação Portuguesa de Surf, IPTM, Reserva Natural das Berlengas, Bombeiros Voluntários de Peniche, Centro de Canoagem do Oeste,Clube Naval de Peniche, Rip Curl, Ideias Aventura, SET – Waiting For It, Águas do Vimeiro, Herbalife, OEST, Histoconta, Lokahi Portugal, Starboard e Hoff Portugal.

 

O Berlenga Ocean Race conta ainda com a coorganização da Federação Portuguesa de Canoagem, da Federação Portuguesa de Remo e do Viking Kayakclube.

 

Fonte: SurfPortugal

Micróbios ajudam a reduzir lixo no Mar

Imagem

Micróbios podem estar contribuindo para reduzir a quantidade de lixo no mar, “comendo” o plástico que contamina as águas do planeta, informou uma equipa de cientistas australianos.

Essas criaturas microscópicas parecem estar biodegradando toneladas de rejeitos que flutuam no mar, segundo um estudo de oceanógrafos da University of Western Australia, publicado no periódico científico Plos One.

Os investigadores analisaram mais de mil imagens de dejectos em frente ao litoral australiano e documentaram pela primeira vez as comunidades biológicas que vivem nestas pequenas partículas de lixo, conhecidas como microplásticos.

“Parece que a degradação do plástico está acontecendo no mar”, explicou à AFP Julia Reisser, uma das coordenadoras do estudo. “Estou entusiasmada porque os micróbios que comem plástico poderiam ser uma solução para melhorar os sistemas de tratamento de lixo no continente”, assegurou.

Embora já tenha sido observada a existência de micróbios que comem plástico em depósitos de lixo, o estudo destaca que os seus equivalentes no mar poderiam ser igualmente eficazes.

“Os micróbios terrestres precisam de água para crescer e o processo é muito caro. Mas os micróbios marinhos crescem na água salgada e poderiam ser uma forma mais barata” de reduzir o volume de lixo, afirmou Reisser.

A acção destes micróbios também poderia explicar porque o aumento de detritos plásticos nos oceanos não é tão importante quanto previam os cientistas, segundo a pesquisadora.

Os cientistas têm advertido reiteradamente para a ameaça dos microplásticos – partículas de plástico com menos de cinco milímetros – para os oceanos e em 2012 o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) estimou em cerca de 13.000 os pedaços de microplásticos por quilômetro quadrado de mar, um fenômeno que se intensifica no Pacífico Norte.