Atlânticoline transportou 470.924 passageiros e 27.842 viaturas entre Jan/Set 2023

Entre 1 de janeiro e 30 de setembro de 2023, a Atlânticoline, S.A. transportou 470.924 passageiros, o que representa um aumento de mais de 52 mil passageiros em relação a 2022. No que diz respeito às viaturas, nos primeiros 9 meses do ano foram transportadas 27.842, mais 1.196 que no ano anterior.

Na conferência de imprensa conduzida pelo administrador Francisco Bettencourt, este destacou os desafios que a forte sazonalidade da operação continua a trazer. Recorde-se que a Atlânticoline opera durante todo o ano a Linha Azul (ligações Horta/Madalena/Horta), a Linha Verde (ligações no Triângulo) e a Linha Rosa (ligações Corvo/Flores/Corvo). Durante a época alta, entre junho e setembro, a empresa reforça a operação aumentando a frequência de viagens nas linhas regulares, e operando três linhas sazonais: a Linha Branca (que liga todas as ilhas do Grupo Central), a Linha Lilás (ligação do Triângulo à Terceira) e a Linha Laranja, esta última inaugurada em 2022, para ligar o porto das Velas ao porto de São Roque. 

O Presidente do Conselho de Administração da empresa destacou o crescimento verificado nesta linha, manifestando-se convicto de que ela tem grande margem de consolidação, especialmente se tivermos em conta o facto de que poderá vir a ser uma rota reforçada pelos navios eléctricos que a empresa pretende adquirir.  

Maersk Halifax irá ser convertido ao metanol.

Mais do que novas construções, a Maersk também anda a apostar na conversão de navios no activo. 

A sua estratégia de transição da sua frota para metanol continua vincada com o anúncio de que um de seus navios da Classe H, o Maersk Halifax, será convertido para combustível verde no próximo ano. O Estaleiro Zhoushan Xinya em Ningbo-Zhoushan foi contratado para realizar o trabalho de conversão de três meses no Maersk Halifax de 15.282 TEU em meados do próximo ano. 

De acordo com a Alphaliner, os 11 compactos da classe H têm 353,00m de comprimento e 53,50m (21 linhas) de largura. A Hyundai entregou os navios de 2017 a 2019 estão actualmente alocadas ao serviço 2M AE12 operado pela Maersk.

Além da conversão ao metanol, a Maersk também está dando aos seus navios Classe H uma actualização de capacidade, adicionando outro nível. “Assumindo que isto permitiria aos navios transportar um nível adicional de contentores nas baías de popa, a conversão deveria aumentar a capacidade total de transporte dos navios em cerca de 600 TEU, de 15.282 TEU para cerca de 15.800 TEU”, estimou a Alphaliner. 

No entanto, isso apenas compensará o sacrifício de carga feito pela adição de tanques de combustível extras para a conversão do metanol, o que significa que a capacidade real permanecerá praticamente a mesma.

Fórum Oceano e Câmara Luso-Chinesa assinam memorando para desenvolver economia azul

 

Foi assinado um memorando de entendimento entre a Fórum
Oceano e a Câmara de Comércio Luso-Chinesa com o proposito de “reforçar a
experiência e o conhecimento” da Câmara de Comércio sobre a economia azul e em
contrapartida permitir ao Fórum Oceano o acesso ao mercado da China.

Áreas como o turismo e a tecnologia, foram marcadas como as áreas em que há mais ponto em comum e que pode ter mais energia de cooperação entre ambas as partes, no que concerne à economia azul.

Irão existir sessões de matchmaking  entre ambas as partes que envolvam empresas
portuguesas e chinesas de modo a criar sinergias, mas igualmente oportunidades de negócio em Portugal e
na China, com possibilidades em Macau,
Guangdong e Hong Kong.

“Portugal, Mainland China e Macau podem trabalhar em
conjunto nas áreas como a Tecnologia, Turismo, Portos e Navegação, tendo em
vista o desenvolvimento da Economia Azul. Embora esta última seja geralmente
entendida como atividades económicas relacionadas com o ambiente marinho,
possui uma interdisciplinaridade que envolve áreas de Energia, Transportes,
Transporte Marítimo, Biotecnologia, Saúde, soluções para Clima e Portos,
Turismo e Defesa, entre outras”, disse o secretário-geral do Fórum Oceano,
Ruben Eiras.

O secretário-geral afirmou ainda que as empresas chinesas “são muito
fortes” na área digital, incluindo as recentes evoluções em segmentos na inteligência
artificial e do blockchain.

“Portugal também tem um ecossistema vital em tecnologia. Os
Portos e o Transporte Marítimo, bem como a Biotecnologia, são outros campos
potenciais para cooperação a curto e longo prazo. A China tem muito a ensinar a
Portugal na área da biotecnologia”, salientou o secretário-geral.

BIMCO: Os navios porta-contentores atingiram a idade média mais alta.

 

Os navios porta contentores atingiram agora a idade média mais elevada até à data, situando-se nos 14,2 anos. Coloca como os navios mais antigos entre os três principais sectores marítimos. Em contraste, os navios graneleiros têm uma idade média de 11,9 anos, enquanto os petroleiros, em média, têm 12,8 anos, disse a BIMCO ( A maior organização mundial de adesão direta para armadores, afretadores, corretores de navios e agentes.) no seu último relatório de mercado.

“A idade média da frota de contentores aumentou 4,3 anos durante os últimos 13 anos, tendo a idade média atingido um mínimo recente de 9,9 anos em Agosto de 2010. Os 2.516 navios entregues, e os 1.384 navios reciclados desde então, não foram suficientes para manter a frota de contentores. a idade média caiu”, disse Niels Rasmussen, analista-chefe de transporte da BIMCO.

Conforme informado, 21% dos navios da frota de contentores têm agora mais de 20 anos e, portanto, são os principais candidatos à reciclagem nos próximos anos.

Dos navios com mais de 20 anos, os segmentos de tamanho 0-2.999 TEU e 3.000-5.999 TEU contribuem com 76% e 16% respectivamente, destacando que a renovação da frota nos últimos anos tem sido concentrada nos segmentos pós-Panamax. Mais importante ainda, quase 70% de todos os navios porta-contentores têm mais de 10 anos.

Todos os navios construídos até agora de acordo com os princípios de navegação lenta foram entregues nos últimos 10 anos, permitindo um menor consumo de energia por contentor transportado, disse Rasmussen.

Além disso, a actual carteira de encomendas ainda se concentra nos navios de maiores dimensões, e o número de navios encomendados nos segmentos de dimensão inferior a 6.000 TEU é significativamente inferior ao número de navios com mais de 20 anos nos mesmos segmentos.

No segmento 0-2.999 TEU estão encomendados 317 navios, mas 994 navios têm mais de 20 anos. Da mesma forma, o segmento de tamanho 3.000-5.999 TEU tem 210 navios com mais de 20 anos, mas apenas 100 navios encomendados, demonstram os dados da BIMCO.

“Apesar da queda significativa registada nas taxas de frete de contentores durante os últimos 15 meses, a reciclagem de navios durante 2023 permaneceu baixa em comparação com os últimos 10 anos. Nos primeiros nove meses, 57 navios foram reciclados, em comparação com a média de 81 durante os 10 anos anteriores”, observou Rasmussen.

“A carteira de encomendas contém 750 navios a serem entregues antes do final de 2025. Dependendo do número de navios reciclados, isso deverá permitir que a idade média diminua e a eficiência energética média dos navios em todos os segmentos de tamanho aumente. Além disso, a percentagem de navios capazes de utilizar combustíveis alternativos com baixo teor de carbono irá aumentar.”

Fundada a Associação Internacional dos Portos das Ilhas da Macaronésia

 

As autoridades portuárias da Madeira, Las Palmas, Tenerife e
Cabo Verde formalizaram, esta manhã, no Funchal, a constituição formal da
Associação Internacional dos Portos das Ilhas da Macaronésia. A constituição de
uma entidade com personalidade jurídica, registada nas Canárias, vem aprofundar
uma cooperação para a promoção dos cruzeiros iniciada há quase três décadas. O
presidente do Governo, Miguel Albuquerque, que assistiu à cerimónia, referiu
que este passo é importante para enfrentar a “concorrência forte” no sector e
continuar a atrair as escalas de paquetes.

“Lisboa, neste momento, é um concorrente da Madeira. É um
‘hub’. Consequentemente, nós temos que nos associar no sentido de garantir que
os nossos percursos são cada vez mais conhecidos e mais atractivos. Esta
Associação é muito importante. Ainda bem que está constituída e penso que temos
muito trabalho pela frente, no sentido de garantir que os nossos cruzeiros e os
nossos portos turísticos são cada vez mais atractivos, eficientes do ponto de
vista energético e ambiental e cada vez mais interactivos. Temos que estar em
comunicação permanente no sentido de garantir uma melhor promoção”, declarou o
governante.

 Albuquerque referiu que as ilhas europeias e Cabo Verde têm
“um grande desafio” pela frente, que é a necessidade de se associarem para
“fazer ‘lobbing’ no sentido positivo”, no contexto da União Europei, já que a
tendência tem sido de deslocamento do poder para o centro e leste. “Isso faz
com que a UE esteja a perder o foco nas políticas atlânticas. É preciso dizer
que o que dá uma grande dimensão à UE do ponto de vista geopolítico é
indiscutivelmente as ilhas e sobretudo as regiões ultraperiféricas, porque
estas são uma presença física da UE no Atlântico, nas Caraíbas, na América do
Sul e no Índico”, defendeu o mesmo governtante.

A presidente dos Portos da Madeira (APRAM), Paula Cabaço,
afirmou que a constituição da nova Associação vem reforçar o posicionamento
geoestratégico dos portos das ilhas no corredor do Atlântico, o que permite
alcançar novos mercados. Nesse sentido, a parceria que já existia revelou-se como
“um exemplo de sucesso”. É que se no ano 2000 circulavam no itinerário das
ilhas atlânticas cerca de meio milhão de passageiros de cruzeiros, hoje são
mais de 3 milhões de passageiros.

Porto de Aveiro realizou exercício de simulacro anual no Terminal de Granéis Líquidos

Realizou-se na passada quarta-feira, com início às 10:00 e final às 11:30, um exercício de acidente simulado no âmbito do Plano de Emergência Interno da APA S.A.

O simulacro teve como cenário a ocorrência de um foco de incêndio durante a operação de descarga de VCM no braço articulado de ligação da ponte cais ao navio operada pela empresa Cires, no Terminal de Granéis Líquidos do Porto de Aveiro (TGL).

O principal objectivo do simulacro foi testar a operacionalidade dos meios existentes e toda a logística envolvida para o cenário simulado, bem como a capacidade dos vários intervenientes na condução do processo de evacuação das pessoas afectas às várias empresas instaladas no Terminal de Granéis Líquidos, Terminal de Granéis Sólidos (TGS) e Zona de Actividades Logísticas e Industriais (ZALI).

A partir do Centro de Coordenação de Operações(CCO), localizado na sede da APA S.A., foi realizada a gestão do acidente simulado através dos canais de comunicação estabelecidos com as várias equipas de intervenção no local, nomeadamente com a equipa de brigadistas da CiRES e Bondalti, as corporações de Bombeiros de Voluntários de Ílhavo e Aveiro, a empresa de Rebocadores Tinita, GNR, Autoridade Marítima, Serviço Municipal de Proteção Civil da Câmara Municipal de Ílhavo, Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil – Comando Sub-Regional da Região de Aveiro, responsáveis de Segurança das empresas instaladas no TGL, TGS e ZALI, bem como as equipas dos núcleos de intervenção da APA, S.A.

Foram testados com sucesso todos os equipamentos de combate a incêndio, nomeadamente a rede de incêndios da Cires, da Bondalti e da APA, das três corporações de bombeiros, bem como a projecção de água dos dois rebocadores da empresa Tinita, que participaram no simulacro.

O processo de evacuação no TGL, TGS e ZALI decorreu de forma satisfatória, tendo sido evacuadas para os respectivos pontos de concentração definidos pelo CCO um total de 447 pessoas.

Porto de Lisboa recebe ABTO Bulk Terminals 2023

As Conferências Anuais ABTO Bulk Terminals 2023 tiveram início ontem no Porto de Lisboa, com conclusão hoje, integrando as actividades do programa de comemoração dos seus 136 anos. Este evento é organizado pela ABTO – Association of Bulk Terminals Operators e reúne em Portugal vários representantes envolvidos no transporte, armazenamento e comércio de granéis sólidos.

O primeiro dia de conferências contou com a presença do Ministro das Infraestruturas, João Galamba, e do Presidente do Conselho de Administração do Porto de Lisboa, Carlos Correia, no painel da Sessão de Abertura.

A edição deste ano pretende desenhar o cenário dos mercados de granéis sólidos, com um programa centrado nas soluções práticas para que os operadores de terminais possam melhorar a segurança, agilizar as operações e garantir a proteção ambiental, procurando dar resposta a algumas das maiores preocupações do setor.

O Porto de Lisboa oferece excelentes condições para a movimentação de todo o tipo de granéis sólidos. Do setor agroalimentar, um segmento importante, que dispõe de uma capacidade de armazenamento superior a 420 mil toneladas, servindo os mercados de oleaginosas, óleos alimentares e biodiesel, ao comércio de clínquer e cimento, servido através de um terminal dedicado com bons acessos fluviais, rodoviários e ferroviários; à capacidade de movimentação de cargas que atendem à indústria siderúrgica que é superior a sete milhões de toneladas por ano.

Para o Presidente do Conselho de Administração do Porto de Lisboa, Carlos Correia, “A excelente localização do Porto de Lisboa e o facto de integrar as principais rotas marítimas mundiais, que ligam o Mediterrâneo ao Norte e Centro da Europa e que permitem o comércio com a América, Extremo Oriente e África, capacitam-no de condições excecionais para receber um evento da dimensão das conferencias anuais ABTO Bulk Terminals 2023 e garantir que estas sejam um sucesso”

AGEPOR apreensiva com a greve anunciada dos Pilotos.

 

A Associação dos Agentes de Navegação de Portugal (Agepor) manifesta, em comunicado, a sua “enorme apreensão” ao tomar conhecimento do aviso prévio de greve abrangendo os dias 6 e 7, 14 e 15, 22 e 23 e 29 e 30 de Novembro, apresentado pelos Sindicatos “OFICIAISMAR” e “SINCOMAR”, em cumprimento da decisão dos Pilotos de Barra e Portos de todo o País.

A AGEPOR no seu comunicado salienta que “estas greves, de dois dias consecutivos, em quase todas as semanas de Novembro, arealizarem-se, prejudicarão a imagem dos portos portugueses e pior deixarão marcas e prejuízos avultados à economia nacional. Haverá navios que deixarão de escalar, haverá carga que, estando pronta, não embarcará, haverá carga que não desembarcará e haverá navios de cruzeiro com turistas que pura e simplesmente “saltarão” a escala nos portos portugueses. Em resumo teremos receitas perdidas e custos acrescidos para todo o Sector que, posteriormente, recairão, ainda que indiretamente, em todos os portugueses”.

Afirmam ainda que: “Porque não se vivem tempos fáceis, porque a economia global sofre as consequências negativas dos conflitos na Ucrânia e Médio Oriente, e porque a redução de tonelagem de carga movimentada e de escalas de navios nos portos portugueses é já hoje uma realidade, a AGEPOR vem pedir às partes um esforço de entendimento que afaste eu ultrapasse os dias de greve agora convocados.”

Apresentação publica e baptismo do novo Ferryboat Eléctrico de Aveiro.

A Cerimónia de Apresentação Pública e Baptismo do novo
Ferryboat Eléctrico de Aveiro, “Salicórnia”, decorre esta quinta-feira, dia 26
de outubro, pelas 11h00, nos Estaleiros da Navaltagus, no Seixal.

O evento contará com a presença do Presidente da Câmara
Municipal de Aveiro, Ribau Esteves, do Presidente do Conselho de Administração
do Grupo ETE, Luís Nagy, e do Accionista e Administrador do Grupo ETE, Luís
Figueiredo.

O navio será utilizado tanto por viaturas como por
passageiros e será 100% português. Trata-se do primeiro Ferryboat 100% Elétrico
que está a ser desenvolvido em Portugal, por marcas nacionais. No documento
lê-se que “o novo Ferryboat com zero emissões de CO2 permitirá a redução
da emissão das mais de 300 toneladas de CO2 libertadas pelo atual modelo,
reduzindo igualmente em cerca de 30 por cento o consumo energético. Aos baixos
níveis de ruído e ao conforto para os passageiros introduzidos por esta
embarcação alia-se ainda a capacidade reforçada para o transporte de viaturas
(+ 30%) e de passageiros (+ 90%)”.

A embarcação, que integrará a operação Aveirobus, foi
construída pelo Grupo ETE para a Câmara Municipal de Aveiro (CMA) num
investimento da Autarquia de 7.326.490,13€.

Novo recorde da MSC: Maior porta-contentores do mundo, ‘MSC China’, entregue em Xangai


Um novo recorde de maior navio porta-contentores do mundo, pertencente à Mediterranean Shipping Company, neste caso, o MSC China, foi entregue segunda-feira ao seu proprietário em Xangai, na China, com os recordes incidirem em termos de capacidade e novas tecnologias aplicadas. 

Com capacidade de 24.116 unidades equivalentes a vinte pés (TEUs), uma medida de volume em unidades de contentores de vinte pés de comprimento, o MSC China ultrapassou o Ever Alot, cuja capacidade é de 24.004 TEUS,  como o maior navio porta-contentores entregue. 

O navio foi desenvolvido pelo Estaleiro Hudong Zhonghua (HZS) sob o maior construtor naval da China, a China State Shipbuilding Corporation (CSSC), e foi registrado na Det Norske Veritas (DNV), informou o China Media Group. De acordo com Gu Lijun, engenheiro director da HZS, a maior série de navios porta-contentores do mundo consiste em quatro navios, e o MSC China foi o último a ser entregue. O primeiro, MSC Tessa, foi entregue em março. Com comprimento total de 399,99 metros, o MSC China tem uma largura de 61,5 metros e uma profundidade de 33,2 metros, com um deck do tamanho de aproximadamente quatro campos de futebol padrão. O número máximo de contentores empilhados pode chegar a 25, o que equivale à altura de um prédio de 22 andares. A embarcação pode transportar mais de 240 mil toneladas de carga.

Equipado com uma torre de dessulfurização híbrida, o navio também possui uma proa pequena e bulbosa exclusiva, hélices de grande diâmetro e dutos que economizam energia. Além disso, o navio apresenta pela primeira vez um sistema de redução de arrasto de bolhas e um sistema de motor gerador de eixo, que permite transportar mais mercadorias enquanto consome menos combustível e emite menos dióxido de carbono. Com consumo de combustível optimizado e índice de design de eficiência energética do navio, o navio pode reduzir emissões de cerca de 6.000 toneladas por ano. Até agora, o Estaleiro Jiangnan e a HZS, ambos afiliados à CSSC, desenvolveram e entregaram treze dos maiores navios porta-contentores ultragrandes do mundo, transformando Xangai no centro mundial de pesquisa e desenvolvimento, bem como num centro de construção para navios porta-contentores ultragrandes.