Oceano e a Câmara de Comércio Luso-Chinesa com o proposito de “reforçar a
experiência e o conhecimento” da Câmara de Comércio sobre a economia azul e em
contrapartida permitir ao Fórum Oceano o acesso ao mercado da China.
Áreas como o turismo e a tecnologia, foram marcadas como as áreas em que há mais ponto em comum e que pode ter mais energia de cooperação entre ambas as partes, no que concerne à economia azul.
Irão existir sessões de matchmaking entre ambas as partes que envolvam empresas
portuguesas e chinesas de modo a criar sinergias, mas igualmente oportunidades de negócio em Portugal e
na China, com possibilidades em Macau,
Guangdong e Hong Kong.
“Portugal, Mainland China e Macau podem trabalhar em
conjunto nas áreas como a Tecnologia, Turismo, Portos e Navegação, tendo em
vista o desenvolvimento da Economia Azul. Embora esta última seja geralmente
entendida como atividades económicas relacionadas com o ambiente marinho,
possui uma interdisciplinaridade que envolve áreas de Energia, Transportes,
Transporte Marítimo, Biotecnologia, Saúde, soluções para Clima e Portos,
Turismo e Defesa, entre outras”, disse o secretário-geral do Fórum Oceano,
Ruben Eiras.
O secretário-geral afirmou ainda que as empresas chinesas “são muito
fortes” na área digital, incluindo as recentes evoluções em segmentos na inteligência
artificial e do blockchain.
“Portugal também tem um ecossistema vital em tecnologia. Os
Portos e o Transporte Marítimo, bem como a Biotecnologia, são outros campos
potenciais para cooperação a curto e longo prazo. A China tem muito a ensinar a
Portugal na área da biotecnologia”, salientou o secretário-geral.
