O primeiro ferryboat elétrico do país já navega na ria de Aveiro

 

O “Salicórnia”, o primeiro ferryboat totalmente elétrico a
operar em Portugal, entrou ontem em funcionamento, na ria de Aveiro. E naquele
local que irá fazer as travessias diárias entre São Jacinto e o Forte da Barra.
Com um design inovador, sem produzir quase nenhum ruído e com capacidade para
260 passageiros e 19 viaturas, a embarcação construída por empresas nacionais
foi encomendada pela Câmara de Aveiro e teve um custo de nove milhões de euros,
valor que incluiu os sistemas de carregamento, que foram instalados em ambas as
margens.

Ribau Esteves, presidente da Câmara, afirmou: “Foi uma
aposta na inovação, um risco pela dimensão ambiental e uma aposta de marketing
territorial, assim como um contributo para as políticas de descarbonização.
Cuidar bem do planeta é cuidar também do mais importante, que é o Homem”, salientando
que a construção do ferryboat implicou “quatro anos de trabalhos e de luta
jurídica”.

O antigo “Cale de Aveiro” – que tem cerca de 70 anos e
propulsão a combustíveis fósseis – fez a sua última viagem, entre o Forte da
Barra e a freguesia aveirense, às 10.20 horas. Pelo menos, oficialmente, visto
que poderá ser utilizado, pontualmente, nos primeiros tempos de operação do
ferryboat elétrico, quando existir algum tipo de necessidade.

Já perto das 12 horas, o “Salicórnia” saiu do cais de
embarque situado na Avenida Marginal, em São Jacinto, para uma primeira volta
inaugural, depois de ter sido benzido por D. António Moiteiro, bispo de Aveiro,
e levando a bordo representantes de várias entidades, assim como munícipes que
quiseram testemunhar o momento. Entre as 11 as 16 horas, a travessia entre as
duas margens foi assegurada, no horário habitual, pela lancha de transporte de
passageiros.

CMA CGM encomenda a sua 1ª conversão de metanol.

O armador francês CMA CGM juntou-se crescente lista de armadores que estão testando a conversão de navios em serviço para operar com metanol. 


A China State Shipbuilding Corporation reportou a assinatura de um contrato na China para o primeiro projecto de conversão da empresa de navegação francesa que até agora investiu principalmente em navios movidos a GNL. Poucos detalhes foram divulgados sobre as especificidades do projecto, mas parece que a CMA CGM testará a conversão com um ou dois navios de 9.300 TEU construídos há quase uma década. 

Relatos da comunicação social chinesa sobre a assinatura do contrato dizem que a primeira conversão do navio ocorrerá em meados de 2025, exigindo aproximadamente três meses. Se forem bem sucedidos, os relatórios apontam para uma classe inteira de seis a 10 navios que poderão ser convertidos. A CMA CGM segue o caminho de outros grandes armadores que também procuram a conversão para a propulsão movida a metanol. 

A CMA CGM tem investido pesadamente em GNL, lançando os primeiros grandes navios porta-contentores movidos a GNL. A empresa continua a encomendar navios adicionais de GNL com duplo combustível, destacando um investimento de cerca de 15 mil milhões de dólares na descarbonização da sua frota. 

O armador informou recentemente que possui 35 navios porta-contentores movidos a GNL e terá quase 120 navios capazes de serem movidos por combustíveis descarbonizados até 2028.

Hapag-Lloyd revela ‘redução significativa nos lucros’ em 2023

O armador alemão Hapag-Lloyd demonstrou a pressão económica que as companhias marítimas sentiram no ano passado nos seus números preliminares de negócios para 2023.

Apesar de a transportadora alemã ter registado um aumento nos volumes de transporte de 0,5%, para aproximadamente 11,9 milhões de TEU, relatou que a receita total baixou 15,73 mil milhões de dólares ao longo do ano, para 16,61 mil milhões de euros, uma queda de 46,7% em relação aos 33,68 mil milhões de euros de 2022.

No entanto, afirmou que a “diminuição significativa nos lucros” era esperada e atribuiu a perda às taxas de frete mais baixas – a sua taxa média de frete caiu 48% ano após ano. As taxas foram em média de 1.388€ por TEU, em comparação com 2.649€ em 2022. A Hapag-Lloyd afirmou que a “normalização das cadeias de abastecimento globais”, na sequência da pandemia de Covid-19, foi em grande parte responsável pelas más condições do mercado.

Com base em números preliminares e não auditados, os lucros antes de impostos e juros (EBITDA) do grupo Hapag-Lloyd caíram 14,53 mil milhões de euros, em termos anuais, para 2,50 mil milhões de euros. A empresa anunciou recentemente a formação de uma colaboração de longo prazo com a transportadora dinamarquesa Maersk, a “Gemini Cooperation”, que será lançada em fevereiro de 2025. 

Concorrente de Sines aumenta movimentação em 2023.

Aquele que é um hub de transhipment de excelência e maior concorrente do segmento transhipment do Porto de Sines, o porto marroquino de Tanger Med reafirmou a sua liderança em alta rotação no Mediterrâneo em 2023. 

O terminal tem conseguido aumentos anuais em todo o seu tráfego, ao contrário do que aconteceu em portos concorrentes. No total, administrou 122 milhões de toneladas, ou seha até 13,6% mais do que movimentou em 2022, o que marcou como “o maior tráfego global” de todas as zonas do Mediterrâneo e do Estreito de Gibraltar, salientou a autoridade portuária do Magreb. 

Desta forma, o Tanger Med continua a ser o número um da região do Mediterrâneo em contentores, com um tráfego de 8,6 milhões de teus que cresceu 13,4% em relação ao ano anterior.

A Tanger Med relatou “níveis recordes de produtividade” nos seus terminais de contentores, já que durante o ano foram ultrapassados ​​“os picos mensais de 800 mil TEUs” operados. A autoridade portuária destaca ainda “o bom desempenho” de todos os seus terminais, que incluem duas instalações geridas pela APM Terminals (Maersk) e uma gerida por um consórcio que inclui o operador portuário marroquino Marsa Maroc, Eurogate e Hapag-Lloyd. 

O total de contentores que o cais movimentou em 2023 equivale a 95% da sua capacidade e “foi alcançado com quatro anos de antecedência relativamente aos objectivos” de ultrapassar os oito milhões de teus que os gestores do cais tinham definido para eles próprios. 

O facto da “máquina” de Tanger Med estar bem oleada, ameaça a competitividade de outros portos que aspiram a evoluir na sua capacidade tanto de espaço e de resposta, entre os quais Sines, que pode começar a perder com estes indicadores relevantes, devido ao facto de ambos serem “hubs de transhipment”. 

Estudo da FCUP sobre energia das ondas em destaque na "Advance Energy Materials"

Há muito tempo que se aproveita o potencial da energia do mar para gerar energia elétrica. Mas e se pudéssemos tirar partido da altura e frequência das ondas para optimizar este processo? Esse foi o propósito de um estudo publicado por investigadores do Departamento de Física e Astronomia da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP), na edição de janeiro da prestigiada revista Advanced Energy Materials. 

O artigo em questão refere a criação de uma prova de conceito com os nanogeradores triboelétricos (TENGs), dispositivos que, através do movimento das ondas, conseguem gerar energia elétrica. “A influência das características das ondas na potência destes dispositivos tem sido até agora negligenciada”, contextualizam.

Por isso, neste trabalho, exploraram, experimentalmente e através de simulações numéricas, como maximizar a energia gerada, ao adaptar o mecanismo de geração de energia ao estado do mar (altura e frequência das ondas). 

“Como prova de conceito, utilizámos um elemento móvel e verificámos como a otimização da velocidade deste elemento aumenta a energia produzida quando as camadas triboelétricas entram em contacto, conforme o tipo de movimento a que o nanogerador está sujeito”, conta João Ventura, investigador no Instituto de Física dos Materiais Avançados, Nanotecnologia e Fotónica da Universidade do Porto (IFIMUP).

Para esta prova, os cientistas utilizaram um gerador composto por duas unidades de camadas triboelétricas colocadas nas extremidades de uma pista e um elemento móvel (esfera) que colide com estas, gerando assim corrente elétrica. 

Desta forma, verificaram que este elemento móvel pode fazer com que a geração de energia seja ajustada de forma eficiente, de acordo com o movimento. 

Estes resultados podem ser aplicados em qualquer dispositivo (baseado na geração triboelétrica ou outros mecanismos de captura de energia mecânica) composto por elementos móveis que interferem no princípio de geração de energia.

Os próximos passos serão agora integrar este nanogerador triboelétrico optimizado numa boia e validar o estudo através da realização de testes com modelos à escala em tanque de ondas. Nesta fase, os investigadores irão simular diferentes condições oceânicas, representativas dos ambientes costeiros portugueses.

Para além de João Ventura, assinam ainda o estudo Cátia Rodrigues, também membro da spin-off criada na FCUP inanoEnergy, e Isabel Gonçalves, mestre em Engenharia Física pela FCUP. 

Os TENGs são uma tecnologia altamente versátil e de baixo custo de fabrico e com muito potencial para gerar energia elétrica de forma sustentável. De acordo com os investigadores, a energia das ondas consegue alcançar uma densidade energética até dez vezes a da solar, submetida a ciclos de dia/noite, e quatro a cinco vezes a da eólica.

Estudo: Aquecimento dos oceanos atingiu níveis sem precedentes.

As temperaturas dos oceanos bateram recorde no ano passado. Foi mais um reflexo das mudanças climáticas. Mas segundo um novo estudo, o super aquecimento sem precedentes das águas também pode elevar as temperaturas em todo o planeta.

A análise das projecções dos modelos climáticos demonstrou que as condições extremas registradas em 2023 foram semelhantes ao que os cientistas esperam que seja a média se o aquecimento global atingir 3°C de aquecimento. 

O estudo indicou que o desequilíbrio energético da Terra é provavelmente um dos principais impulsionadores das temperaturas extremas dos oceanos, já que o planeta está actualmente absorvendo mais de 1,9 watts por metro quadrado a mais de energia solar do que irradia de volta para o espaço como calor.

Esse desequilíbrio tem crescido rapidamente nas últimas décadas, principalmente devido aos gases que retêm o calor da actividade humana. O crescente excedente de energia está impulsionando o aquecimento dos oceanos, com mais de 90% do excesso de energia acumulado pelo planeta sendo canalizado para os oceanos.

Desde 2016, o Oceano Atlântico aqueceu mais rápido do que outras bacias oceânicas. Esse aumento pode estar ligado a baixos níveis recordes de gelo marinho no Oceano Antártico, sugerem os investigadores.

O rápido aquecimento do Atlântico coincidiu com um declínio acentuado na cobertura de gelo marinho ao redor da Antártica. Em 2023, a extensão do gelo marinho no inverno antártico atingiu de longe os níveis mais baixos desde que o monitorização por satélite inicou no final da década de 1970.

Os imvestigadores realçam a necessidade de quantificar o quanto o rápido aquecimento do Atlântico está impactando a cobertura de gelo marinho. A atribuição confiável dos extremos de gelo oceânico e marinho garantirá que os modelos climáticos possam prever com precisão os extremos futuros, o que informará as políticas de mitigação e medidas de resiliência em todo o mundo.

Espécie estranha das profundezas do mar caça na escuridão há 300 milhões de anos

Uma nova espécie de isópode gigante das profundezas do mar foi encontrada e posteriormente identificada nas Bahamas. De acordo com o IFL Science, são  “primos” dos insectos terrestres, que desempenham um papel ecológico semelhante no ciclo dos nutrientes — o que os torna uma parte vital do ecossistema.

Estas criaturas com aspecto “extraterreste” têm corpos transparentes e grandes olhos de insecto que as ajudam a procurar presas nas profundezas sombrias. A espécie alimenta-se de pepinos-do-mar, esponjas e nemátodo principalmente.

Foram descobertas durante uma investigação, em 2019, liderada pela OceanX e pelo Instituto Cape Eleuthera, que instalou armadilhas para enguias como isco e armadilhas luminosas no Exuma Sound a profundidades entre 540 e 656 metros.

Os tamanhos variam entre os 4 e os 6 centímetros, e estas criaturas são descritas como grandes, comparativamente com outras espécies do seu género — a maioria das quais tem menos de 3 centímetros. O estudo foi finalmente publicado no Zootaxa, em janeiro, e a espécie foi baptizada de Booralana nickorum, em homenagem a dois membros da família de Edward Brooks, autor sénior do estudo.

Esta nova espécie junta-se a duas outras espécies de Cirolanidae marinhos descobertas na região das Caraíbas, desde 2010: Bathynomus maxeyorum e Bathynomus yucatanensis.

O seu corpo segmentado é protegido por um exoesqueleto endurecido, que é branco, à primeira vista, mas quase translúcido. Não há necessidade de uma coloração vistosa quando se vive num habitat quase totalmente desprovido de luz.

“Podemos ver as suas entranhas e outras coisas”, disse Nicholas Higgs, coautor do estudo. De acordo com Higgs, que também é director de investigação e inovação no Instituto Cape Eleuthera, ficou claro para a equipa que a nova espécie era “definitivamente diferente de tudo o que já tínhamos visto antes“, quando a observaram pela primeira vez a bordo do navio de investigação.

A descoberta do isópode surge no âmbito de uma missão que se centrou na identificação de espécies de águas profundas e médias, no teste de modelos 3D de organismos pouco conhecidos, na investigação da expansão e do estado de alimentação de algas marinhas no fundo do oceano e na marcação por satélite de tubarões de seis barbatanas em profundidade.

Os 4 navios oceânicos feitos em Viana do Castelo na Antártida.

Os quatro navios fabricados na WestSea em Viana do Castelo, nomeadamente o Explorer, Voyager, Navigator e Traveller encontram-se na Antártida. 
São navios de expedição oceânica construídos ao longo dos últimos 4 anos nos estaleiros navais de Viana do Castelo e encontram-se estacionados no porto mais perto da Antártida, plenamente ocupados com turistas que desejam visitar aquela região remota do nosso planeta.

Esta temporada é a estreia para o Traveller, o mais recente dos navios construídos pela WestSea.

O anúncio foi feito por Mário Ferreira, proprietário dos navios. Estão localizados no porto de Ushuaia, na Terra do Fogo (sul da Argentina), lugar também conhecido como “fim do mundo” por ser o último antes da chegada à humanamente desabitada Antártida (pólo sul), e como destino, o porto de Portal Point, já na Antártida

“Um dia fresquinho, mas lindo na Antártida, os nossos quatro navios de expedição construídos em PORTUGAL, World Explorer, Voyager, Navigator e Traveller, estão a concretizar os sonhos de centenas de passageiros que sonhavam em visitar este continente”, escreveu o também accionista da TVI e proprietário da empresa de cruzeiros Douro Azul.

Evergreen e X-Press Feeders com a 1ª rede europeia de navios verdes a metanol

A X-Press Feeders está planeando operar essas embarcações com metanol verde na Europa. Com este acordo, a Evergreen, como uma das maiores empresas de transporte de contentores do mundo e um cliente importante da X-Press Feeders, expressa o seu compromisso com um futuro verde sustentável. 

As duas empresas trabalharão juntas para lançar uma rede de navios, que será a primeira na Europa a ser alimentada por metanol verde. Estes navios bicombustíveis ficarão inicialmente centrados no porto de Roterdão e cobrirão portos no Mar Báltico e na Escandinávia. Numa última análise, os 14 navios bicombustíveis que a X-Press Feeders tem encomendados para entrega no 2° trimestre de 2024 até meados de 2026 serão operados na Europa e no Mediterrâneo.

A empresa já assinou um contrato firme com o fornecedor holandês de combustíveis OCI Global para o fornecimento de metanol verde, certificado pelo ISCC-EU. Também conhecido como biometanol, o combustível é uma fonte de energia renovável produzida a partir da decomposição de matéria orgânica, como resíduos e resíduos. 

A decisão de adicionar navios com duplo combustível movidos a metanol verde é um elemento-chave do compromisso da X-Press Feeders de reduzir as suas emissões de gases com efeito de estufa (CO2e) em 20% até 2035, 50% até 2040 e ser zero líquido até 2050. 

“Somos pioneiros na utilização de navios com duplo combustível e decidimos receber os nossos navios mais cedo ou mais tarde, porque sabemos que precisamos de tomar medidas significativas hoje para cumprir as metas de redução das emissões de GEE”, comentou Francis Goh, Diretor de Operações da X-Press Feeders. 

“As nossas empresas estão a encorajar os operadores portuários, fornecedores de combustível, empresas de logística, transitários e proprietários beneficiários de carga, a juntarem-se a nós no caminho para um transporte marítimo mais sustentável. Trabalhando juntos, passo a passo, podemos conseguir muito mais”, acrescentou.

UE ambiciona aumentar produção de energia offshore até 2030

A União Europeia ambiciona aumentar a dimensão dos projectos de produção de energia marinha de modo a atingir uma escala industrial até 2030. A Euronews esteve na costa da Gran Canaria, em Espanha, para conhecer um novo sistema para aproveitar a energia das ondas do mar.

O protótipo concebido por uma empresa dinamarquesa foi desenvolvido com o apoio da União Europeia. 

“Há muita energia nas ondas, mas, a nível mundial, ainda não foi possível ser competitivo em relação às outras fontes renováveis. O offshore é difícil. Por isso, a prioridade tem sido dada às energias renováveis em terra. Agora estamos a avançar para o offshore, para a energia eólica offshore flutuante e para a energia das ondas”, afirmou Michael Henriksen, Diretor Executivo e Fundador, Wavepiston.

Trata-se de um método, simples mas eficaz que reduz as dispendiosas reparações em alto mar.

“Gostaríamos de ter os primeiros locais relativamente perto da costa, porque assim poderíamos ir directamente à costa para a conversão de energia. A maior parte do dispositivo está debaixo de água, não estraga a vista, é um sistema muito discreto”, frisou o responsável. Os testes são realizados pela Plataforma Oceânica das Ilhas Canárias.

Graças à plataforma, empresas inovadoras podem experimentar protótipos em condições reais num local com acesso a eletricidade, instrumentos e sensores.

“Estamos a ter cada vez mais projectos, não só para experimentar diferentes tecnologias que aproveitam ao máximo as ondas, as correntes ou outros tipos de geração de energia, mas também a estudar, por exemplo, a corrosão que afecta as turbinas, as tempestades de areia que são bastante frequentes aqui e que podem afectar a eficiência do equipamento”, afirmou Tania Martínez, gestora da Plataforma Oceânica das Ilhas Canárias.

O equipamento foi concebido para aguentar grandes tempestades sem se avariar. 

“Quando as ondas se tornam demasiado fortes, como em situações de tempestade, a estrutura dobra-se completamente. A água passa. É uma espécie de sistema passivo que toma conta de si próprio e pode dobrar-se quando necessário”, explicou Michael Henriksen, Director Executivo e Fundador da Wavepiston.