Rapariga de 15 anos morta por tubarão na ilha de Reunião

Uma rapariga de 15 anos foi morta por um tubarão quando nadava numa praia na ilha de Reunião, no Oceano Índico.




A vítima estava a menos de cinco metros da costa na baía de Saint-Paul, no noroeste da ilha, quando foi atacada pelas 14:15 locais (10:15 em Lisboa). «Parte do corpo da menina foi levado pelo tubarão», indicou Gina Hoarau, directora da segurança pública de Saint-Paul. «As condições do ataque foram surpreendentes. Não pensaríamos que um tubarão se aproximasse tanto da praia», acrescentou. A jovem, que vivia em França com a mãe, estava de férias a visitar o pai, que trabalha num clube náutico da zona. A rapariga estava a fazer snorkelling numa área onde os banhos são proibidos devido ao elevado número de tubarões, referiram as autoridades. Um amigo que se encontrava com a jovem quando o ataque ocorreu conseguiu nadar para a praia.Este é  o segundo ataque de tubarões fatal registado este ano naquela ilha francesa. Desde 2011, os ataques de tubarões na Reunião causaram cinco mortes. No entanto, esta é a primeira vez em pelo menos três décadas que a vítima é alguém que estava a nadar e não um surfista.
Fonte: Diário Digital.

Três praias portuguesas no top de férias britânico

Três destinos de praia portugueses constam da lista dos 20 com preços mais acessíveis para os britânicos gozarem estas férias de verão, publicada pelo jornal “The Guardian”. Ilha de Santa Maria, nos Açores, Comporta e a Costa Vicentina são os três locais nacionais aconselhados para férias de praia perfeitas e baratas.
A listagem dos 20 destinos “bons e baratos” para umas merecidas férias de verão pretende dar a conhecer os locais com praia onde é possível passar uma temporada com preços muito vantajosos. Para isso, o artigo – intitulado “20 of the best bargain beach holidays for 2013” – apresenta programas de agentes turísticos com valores para viagem e hospedagem.
A listagem começa, justamente, pela ilha de Santa Maria, nos Açores. Ali, os especialistas em viagens do “The Guardian” encontraram o encanto da Praia Formosa e de um novo “hostel”, em Vila do Porto.
Já no Continente, o guia sugere a Costa Vicentina e toda a série de alojamentos rurais que constituem a associação “Casas Brancas”, destacando alguns empreendimentos na Zambujeira.
Também a Sul, destacam as praias da Comporta e alojamentos com algum luxo e arquitectura modernista, assim como a possibilidade de passeios de bicicleta ou a cavalo até à reserva natural do estuário do Sado.

Fonte: JN

Açores: Localização das praias favorece águas-vivas e caravelas

O biólogo da Universidade dos Açores João Pedro Barreiros diz que a localização da maioria das praias açorianas na costa sul das ilhas favorece a concentração de águas-vivas e caravelas-portuguesas em zonas balneares do arquipélago.
“A maior parte das zonas balneares dos Açores ficam na costa sul das ilhas, os últimos ventos fortes foram do quadrante sul e muitas águas-vivas e caravelas-portuguesas foram levadas para perto da costa nas zonas sul das ilhas e portanto ficaram em baías onde estão as zonas balneares. Como não tem havido temporais, como não tem havido ondulação que as remova, acabam por ficar e as pessoas contactam com elas”, explica o biólogo.
No entanto, João Pedro Barreiros faz questão de explicar que “este ‘boom'” de águas-vivas (alforrecas) e caravelas-portuguesas (colónias de animais com longos tentáculos que libertam toxinas e são muitas vezes confundidas com alforrecas) ocorre todos os anos e está associado ao aumento do fotoperíodo, o aumento de horas de luz a partir de Março.
“Isso faz com que aumente a fotossíntese no mar e isso acontece ao nível de pequenos organismos fotossintéticos que geram milhões de toneladas de biomassa que, por sua vez, vão criar condições favoráveis para o aparecimento de zooplâncton, ou seja, de micro animais e larvas de animal. Isso despoleta o aparecimento de predadores e as águas-vivas e caravelas são predadores de plâncton e aparecem em grande quantidade porque há muita comida disponível”, sublinhou.

Fonte: DN

João Franco não vê capacidade em Portugal para dois portos de águas profundas

O novo presidente da Administração do Porto de Sines (APS), João Franco, manifestou no Parlamento, a opinião de que Portugal “não tem mercador” para dois portos de águas profundas (no caso Sines e a hipótese Trafaria), apesar de defender que caso o projecto da Trafaria avance, este não competirá com Sines.

Questionado pela deputada do PSD, Carina Oliveira, sobre o projecto do megaterminal na margem sul, João Franco referiu que “em Portugal, muito claramente, não vejo” que haja mercado para dois portos de águas profundas, acrescentando que “Sines tem um grande potencial de crescimento e que com pequenos investimentos ainda é possível aumentar mais a sua capacidade”.

“Não seria inédito que houvesse portos de grande capacidade, como em Espanha e França. Não é necessário que Portugal só tenha um. Lisboa terá sempre um porto muito significativo”, salientou ainda o presidente da APS, admitindo que, com a crescente dimensão dos navios, um grande porto em Lisboa na margem norte “não é hipótese”.

Sobre a possibilidade da Trafaria fazer concorrência a Sines, foi claro: “Nós fazemos concorrência a Valência. Quando o porto da Trafaria estiver concluído, estamos a falar daqui a muitos anos, e nesse momento Sines já estará muito longe, é outra liga. É uma vaidade institucional. Lisboa não será concorrente de Sines”.

“Temos um potencial de crescimento muito grande, segundo dados de ontem [segunda-feira], o crescimento homólogo foi de 62% nos contentores no final de Junho , acrescentou. E, recorde-se, está já em fase de concurso o alargamento do cais para 940 metros, o que permitirá chegar à capacidade de 1,3 milhões de TEUS, sendo que a PSA Sines já requereu a extensão para 1.230 metros, alcançando os dois milhões de TEUS.

Fonte: APP

O Porto de Setúbal: Capacidade ShortSea Disponível

Os portos de média dimensão possuem um papel fulcral para as economias europeias, em especial nas ligações ao Atlântico e em segmentos específicos no mercado global.

O porto de Setúbal, como porto de shortsea por excelência, reúne quatro características comerciais fundamentais que raramente são observáveis juntas noutro porto e que, por isso, o distinguem e diferenciam no sistema portuário nacional:

a) localização na Região de Lisboa

É um porto localizado no coração do principal grande centro industrial, populacional e de consumo do País, 40km a Sul da cidade de Lisboa, 20 km a sul do Tejo, estando bem posicionado para servir diariamente as necessidades logísticas de carga e descarga de mercadorias perecíveis e de outros fluxos rápidos da Região de Lisboa e Vale do Tejo e do Sul de Portugal, até Madrid, sem grandes custos adicionais de distância (custo de transporte de 40km = 2 euros por cada 2000 euros de mercadoria). Está a 11 km da plataforma do Poceirão;

b) Vastas áreas para expansão da Plataforma Logístico/Portuária de Setúbal

É um porto sem congestionamentos, com vastas áreas disponíveis para novos cais e terraplenos no porto e zonas logísticas e industriais adjacentes na Mitrena e Setúbal/Palmela, com excelentes acessibilidades rodoviárias e ferroviárias de ligação às redes nacionais e internacionais.
São 11 km de frente portuária profunda e industrial/logística, em grande parte por explorar e são infraestruturas logísticas como o SodiaPark e a Sapec Bay;

c) Acessibilidades marítimas profundas para Cargueiros de média dimensão

É garantida ainda a entrada de navios com calados até 12 metros todos os dias do ano, condicionados à maré. Garante-se atualmente ainda a entrada de navios no porto de Setúbal com calados até 10,5 metros, em qualquer condição de maré (11m em 90% do dia). 
E prevê-se a dragagem de mais 2 a 3 metros em breve para acompanhar o aumento dos calados dos navios de média dimensão, a realizar por valores que podem ser considerados “low cost” neste setor;

d) Um dos maiores Terminais de Contentores do País


O porto de Setúbal possui actualmente um dos maiores terminais de contentores e multiusos de Portugal, que no conjunto das Zonas 1 e 2, perfazem cerca de 30 hectares de terrapleno e 1,6 quilómetros de cais em contínuo (fundos de 10 a 15m), com ligação ferroviária no interior dos terminais e ligação dedicada rodoviária à A2/A12, Lisboa- Espanha-Algarve. Incluem-se 725 metros do cais fundados a -15 metros, preparados para o futuro. É um terminal gigantesco com 30 ha no conjunto, JÁ CONSTRUÍDO, com muita da sua capacidade ainda disponível e que deve ser aproveitada.

São muitas vantagens, que caracterizam o porto de Setúbal e fazem dele um porto com potencial de futuro, a curta distância dos grandes centros portugueses e espanhóis.

Mas o porto de Setúbal possui ainda outras vantagens comparativas, que não são menos importantes que as enunciadas:

a) custos globais competitivos;
b) enfoque da administração portuária e das empresas da comunidade portuária na competitividade e desenvolvimento do porto;
c) flexibilidade na adaptação às necessidades do cliente mais exigente;
d) forte agressividade comercial das empresas da comunidade portuária;
e) dois terminais de serviço público para granéis líquidos e sólidos, com vantagens de localização junto ao parque da industrial e logístico da Sapec Bay;
f ) forte impacto social, numa região conhecida pela sua vasta mão-de-obra altamente especializada e por grandes indústrias com terminais privativos;
g) é uma das mais belas baías do mundo.

Setúbal é um porto em crescimento, com um elevado potencial por explorar, preparado para servir o País e a região, durante muitas décadas.

Os principais objetivos comerciais passam por uma Estratégia 3+2:

1) Ser um grande centro shortsea da região de Lisboa, no serviço ao Mediterrâneo, Europa e costa Ocidental de África;
2) Desenvolver um HUB roro de transhipment, trânsito para Espanha e serviços de valor, em conjunto com a VW;
3) Melhorar ainda mais os acessos marítimos (+2/3 metros) e ferroviários (ligação aos terminais da Mitrena, que podem aumentar em 10% a 20% a carga ferroviária nacional).

+

1) Desenvolver a vertente náutica, turística e de lazer com os municípios;
2) Desenvolver a pesca em Setúbal e Sesimbra e a aquicultura.

Autor: Prof. Vítor Caldeirinha – Presidente da APSS

Ondas destemidas

O site da revista National Geographic publicou recentemente uma matéria com alguns dos big riders mais bem sucedidos da actualidade. O texto traz opiniões de atletas consagrados , como o norte-americano Greg Long e o havaiano Garrett McNamara, sobre a mais temida onda já surfada pelo homem. 
As poderosas ondas de Mavericks, Jaws, Dungeons, Agiti, Shipstern Bluff, Cape Fear e Nazaré estão entre os nomes citados pelos entrevistados.  
O surfista havaiano Mark Healey, por exemplo, elege a onda de Peahi, também conhecida como Jaws, Hawaii, como a mais poderosa do planeta.  
“De todas as ondas grandes do mundo, eu acho que Jaws tem mais velocidade. As situações de resgate com os jet skis também são muito difíceis. A avalanche líquida termina num penhasco de 300 metros de altura”, diz Healey.
Já o sul-africano Grant Baker escolhe as de Dungeons, Cidade do Cabo, África do Sul, por causa do número de tubarões brancos que cercam a baía de Hout Bay.
“Além do tamanho e potência da onda que a torna tão intimidativo,  o local é rodeado por enormes falésias, que costumam ser a casa de alguns dos maiores tubarões que eu já vi. Isso, certamente, torna o pico absolutamente aterrorizante”, diz Baker. 
Asier Muniain, local do País Basco, Espanha, também puxa a sardinha para perto de casa e nomeia a praia de Agiti, Baía de Biscay, como a mais sinistra da Terra. Local de tenebrosos naufrágios e rochas afiadas, o big rider conhece bem a área.
“É preciso é um swell grande para começar a quebrar e, quando isso acontece, é extremamente perto das rochas. A onda quebra em uma pequena baía e, eventualmente  chocar contra pedras gigantes. Se cair, não há lugar para escapar  e nem mesmo o jet ski pode ir buscá-lo”, explica Asier. 
Por sua vez, o australiano Marti Paradisis elege a onda de Shipstern Bluff, Tasmânia, como a mais potente do mundo.  A onda localizada no Sudoeste do país também é conhecida como o Ponto do Diabo. 
“A onda não quebra, ela se dobra e tenta destruir tudo no seu caminho. Surfar aqui exige uma mentalidade como se você estivesse indo para a batalha, completamente imprevisível. É um desafio e uma experiência de humildade”, diz Marti. 
O australiano Mark Mathews escolhe o pico de Cape Fear como um dos mais pesados do planeta. A onda, que em português quer dizer Cabo do Medo, fica localizada na Costa Leste australiana.
“Este lugar é pau a pau com qualquer onda do mundo. A proximidade do outside com o rosto do penhasco torna as ondas ferozes. Esta é uma boa receita para o desastre ou a viagem mais emocionante e recheada de adrenalina da sua vida. Mesmo em torno dos 4,5 metros, com o mesmo tamanho, não há lugar no mundo em que eu tenha surfado tão pesado”, revela Mark. 
O norte-americano Greg Long, actual campeão do Big Wave World Tour da temporada 2012 / 2013, indica a ondulação de Cortes Bank, localizada no Oceano Pacífico, cerca de 100 quilómetros da costa Sul da Califórnia. Para Greg, é “a onda que mais assombra”. 
“O line-up abrange uma área de cerca de 1,6 quilómetros de largura, mas é um ambiente sujo, com vários naufrágios, pontas da estrada de ferro submersas a poucos metros abaixo da superfície. Isso sem contar com os tubarões que frequentam o outside”, diz Greg.
“Os maiores swells no oceano Pacífico Norte se levantam a uma distância de mais de mil metros da terra e convergem para o canto Sudoeste do banco, criando ondas montanhosas, movendo-se mais rápidas e mais fortes do que qualquer coisa que eu já tenha experimentado em qualquer outro lugar do mundo”, ressalta. 
Por sua vez, Garrett McNamara apontou na entrevista à National Geographic que a onda da pequena vila de pescadores, Nazaré, Portugal, é a mais misteriosa e mágica do planeta. 
“A onda nunca quebra no mesmo lugar duas vezes e cada onda é totalmente diferente. É como provar um bom chocolate. Alguns são incríveis e você nunca mais vai conseguir provar de novo”.
No início do ano, McNamara pegou uma das maiores ondas do mundo na praia do Norte. Embora os entendidos ainda discutam o feito, se foi ou não recorde mundial, o certo é que não há dúvida sobre o tamanho da onda. 
O norte-americano Grant Washburn diz que a famosa onda de Mavericks, Califórnia (EUA), traz uma experiência espectacular para ganhar seguidores, apesar do já comprovado número de mortes por afogamentos no local.  
“Quando o swell é de 30 metros ou mais, Maverick oferece um dos desafios mais temidos no desporto”, comentou. 

Comunicado da AMONT.



ANOMT – ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE OPERADORES MARÍTIMO TURÍSTICOS: Objectivo servir a actividades marítimo turística, assegurando a defesa dos seus associados, celebrar contractos, acordos, promover o desenvolvimento empresarial e tecnológico.

Efectuou-se hoje ( dia 17 Julho ) pelas 9.30h a reunião no ministério da economia com o Sr. Secretario de Estado do Turismo, Dr. Adolfo Mesquita Nunes.
O QUE PRETENDE A ANOMT
Legislação adequada que permita utilizar a capacidade de transporte de passageiros das embarcações MT, (Marítimo Turísticas) de acordo com os certificados de conformidade, considerando como urgente a alteração ao Decreto-Lei n.º 269/2003 de 28 de Outubro, nos seus artigos 20º e 21º.
Processos de registo muito complicados, através do IPTM/ DGPM, a legislação utlizada datada dos anos 60 o que configura desadequação face às exigências da actualidade.
Não são reconhecidos os certificados de conformidade consequentemente não é respeitada a legislação comunitária, nem as sociedades classificadoras.
Controle eficaz dos licenciamentos de empresas e embarcações estrangeiras para o exercício da actividade MT em Portugal. O pagamento de uma taxa anual para exercício de actividade, à semelhança de alguns países europeus.
Reduzir os elevados custos das vistorias de manutenção anuais, praticados pelo IPTM/ DGPM e Capitanias, configurando algumas dessas vistorias meras questão burocráticas. Ex.: A emissão das licenças de estação radio e a caducidade dos certificados operadores radio telefonistas com prazos de validade de 5 anos, não sendo renovados automaticamente como as cartas de navegadores de recreio.
Desenvolvimento urgente de Infraestruturas logísticas adequada à operação MT na área geográfica dos portos de Lisboa e Cascais, propondo a ANOMT a colocação de um pontão de embarque e desembarque em Cascais.
Possibilidade de uso pelos operadores MT das instalações portuárias ao abandono, nomeadamente no Porto de Lisboa, a custos controlados.
Criar condições de fornecimento e abastecimento de gasóleo colorido/verde para as embarcações MT nos mesmos moldes de funcionamento para a agricultura.
Definição clara das taxas relativas ao pagamento de imposto de selo e do iva a aplicar às embarcações registadas para a actividade MT. Ex.: se for venda ao bilhete o IVA é de 6%, se for passeios organizados o IVA é de 23%.
Consideramos que o IVA não deve em qualquer das circunstâncias ultrapassar os 8%.
Critérios de atribuição de apoios previstos no QREN ao desenvolvimento de empresas Marítimo Turísticas não estão de acordo com a realidade socio económica das regiões, ex.: Candidaturas aos projectos QREN para área de Lisboa / Cascais e Setúbal, comparticipação cerca de 21%, por se considerar ser zona de elevados rendimentos e oportunidades.
Maior dinamização das entidades tutelares do Turismo Náutico em feiras nacionais e internacionais, envolvimento das associações representativas da actividade MT e do Turismo de Portugal através de delegados ou representantes internacionais.
Adequar a formação náutica à actividade Marítimo Turística, podendo utilizar para isso as infraestrutura do FOR-MAR – Centro de Formação Profissional das Pescas e do Mar.
Empenho das entidades tutelares do Turismo Náutico no combate e repressão da actividade Marítimo Turística ilegal que prolifera na costa de Lisboa e Cascais. De forma a salvaguardar os interesses do Estado, dos Contribuintes, dos Operadores MT, bem como da actividade MT e do Turismo Náutico em geral.
Que o PENT “Plano Estratégico Nacional do Turismo” Horizonte 2013-2015, não se fique por um simples plano de intenções mas seja uma mais-valia para o desenvolvimento do Turismo Náutico em Portugal.
A Direcção da ANOMT considera como boa a receptividade do Sr. Secretario de Estado, Adolfo Mesquita Nunes, á propostas da ANOMT.
Presidente da Direcção   Direcção Financeira  Presidente da Assembleia Geral
     António Lemos            Domingos Carvalho               Joaquim Guedes


Fonte: ANOMT

Fernando Barriga: “Há muito trabalho a fazer ainda na ciência do mar”

O especialista é um dos autores do livro “O Mar na História, na Estratégia e na Ciência”

Foi lançado no El Corte Inglês, em Lisboa, o livro “O Mar na História, na Estratégia e na Ciência”. A obra reúne intervenções proferidas por ocasião do III Fórum Açoriano Franklin D. Roosevelt, realizado na ilha do Faial, em Abril de 2012.


O Ciência Hoje falou com um dos autores, Fernando Barriga, responsável pelo capítulo intitulado “Ciência e recursos naturais debaixo de um mar profundo”. O investigador do Creminer – Centro de Recursos Minerais, Minerologia e Cristalografia sublinha que “para a maioria das pessoas que tratam dos assuntos do mar é claro que o futuro de Portugal está do lado do mar porque o país tem uma enorme área de jurisdição económica do fundo do Atlântico Norte. São quase quatro milhões de quilómetros quadrados”.

No livro aborda esta importância e questões como a exploração dos recursos naturais da crosta oceânica. Uma área onde “há ainda por fazer, já que estamos no princípio do conhecimento. Há muito trabalho a fazer ainda na ciência do mar”, afirma o entrevistado.

Os resultados neste sector deverão aparecer mas para até lá é necessário “dedicar mais esforço às ciências e tecnologias do mar”. Para Fernando Barriga “não basta dizer que o mar é importante, é preciso fazer alguma coisa. E o que se está a fazer é escasso”.

O autor defende assim uma “maior prioridade” relativamente aos assuntos relacionados com o mar.

Um dos recursos que poderá ser explorado consiste nos elementos chamados de terras-raras, um grupo de elementos químicos de grande importância em indústrias de alta tecnologia. Actualmente, grande parte destes elementos chega da China, mas descobertas recentes indicam que os fundos marinhos são ricos em terras-raras. Elementos como manganês, cobalto, níquel, cobre, zinco, ouro e prata são também candidatos a extracção num futuro próximo.

Fernando Barriga sublinha assim que pode haver aqui uma oportunidade económica para Portugal mas para tal é necessário ter em conta que entre “haver rochas ou sedimentos ricos em terras-raras, até haver uma quantidade explorável com benefício económico vai uma grande distância. Temos de fazer muitos estudos de exploração dos recursos marinhos”.

O investigador avança que o Creminer, associado a outras instituições europeias, vai participar num projecto designado Blue Mining que vai procurar esclarecer questões e demonstrar a viabilidade económica de determinadas explorações minerais,“parte delas em mares sob jurisdição portuguesa”.

Além da estratégia científica, o livro “O Mar na História, na Estratégia e na Ciência”, lançado pela Fundação Luso-Americana (FLAD), e coordenado por Mário Mesquita e Paula Vicente, aborda ainda a história a estratégia turística.

“Em foco estão um conjunto de perspectivas complementares sobre a importância do mar para o crescimento económico português e para o reposicionamento do país face à sua imensa plataforma marítima, nomeadamente através da cooperação internacional”, esclarece a FLAD.

Fonte: CIência Hoje

SCTW 10 – Emendas de Manila "Versão Comentada".

O SINCOMAR – Sindicato de Capitães e Oficiais da Marinha Mercante, publicou o livro ‘STCW 10 Emendas de Manila – Versão Comentada’, em língua portuguesa, uma tradução não oficial da Convenção STCW, acompanhada por comentários de uma equipa de especialistas. Esta edição, disponível apenas em versão impressa, apresenta ao longo de 566 páginas a Convenção STCW, composta por 17 artigos e um anexo com 8 capítulos e também o Código STCW, dividido nas partes A (obrigatória) e B (recomendatório), incorporando já as emendas de Manila.

A Convenção STCW, cuja versão inicial data de 1978, estabelece as Normas de Formação, Certificação e Serviço de Quarto para Marítimos. Ratificada por 154 países, incluindo Portugal, é um instrumento fundamental para a promoção da segurança marítima, da preservação do meio ambiente e da salvaguarda da vida humana, navios e carga no transporte marítimo. A Convenção STCW sofreu já duas grandes revisões, a primeira em 1995, e a segunda em 2010, aprovada em Conferência realizada em Manila, Filipinas e que iniciou o seu processo de entrada em vigor em 1 de Janeiro de 2012.

1ª Boa Notícia: Esta obra não se encontra à venda mas é entregue gratuitamente aos interessados, que a deverão levantar directamente nas instalações do SINCOMAR, no Cais da Rocha Conde de Óbidos, Armazém 113, em Lisboa. 

2ª Boa Notícia: Se reside fora de Lisboa ou de Portugal, solicite o seu exemplar gratuito através do telefone +351 21 391 8180, ou e-mail sincomar.fesmar@net.vodafone.pt. Apenas terá de pagar os portes de envio.

A tiragem incluiu apenas 3.000 exemplares. 
Garanta já o seu antes que esgote!


Fonte: Álvaro Sardinha