SCTW 10 – Emendas de Manila "Versão Comentada".

O SINCOMAR – Sindicato de Capitães e Oficiais da Marinha Mercante, publicou o livro ‘STCW 10 Emendas de Manila – Versão Comentada’, em língua portuguesa, uma tradução não oficial da Convenção STCW, acompanhada por comentários de uma equipa de especialistas. Esta edição, disponível apenas em versão impressa, apresenta ao longo de 566 páginas a Convenção STCW, composta por 17 artigos e um anexo com 8 capítulos e também o Código STCW, dividido nas partes A (obrigatória) e B (recomendatório), incorporando já as emendas de Manila.

A Convenção STCW, cuja versão inicial data de 1978, estabelece as Normas de Formação, Certificação e Serviço de Quarto para Marítimos. Ratificada por 154 países, incluindo Portugal, é um instrumento fundamental para a promoção da segurança marítima, da preservação do meio ambiente e da salvaguarda da vida humana, navios e carga no transporte marítimo. A Convenção STCW sofreu já duas grandes revisões, a primeira em 1995, e a segunda em 2010, aprovada em Conferência realizada em Manila, Filipinas e que iniciou o seu processo de entrada em vigor em 1 de Janeiro de 2012.

1ª Boa Notícia: Esta obra não se encontra à venda mas é entregue gratuitamente aos interessados, que a deverão levantar directamente nas instalações do SINCOMAR, no Cais da Rocha Conde de Óbidos, Armazém 113, em Lisboa. 

2ª Boa Notícia: Se reside fora de Lisboa ou de Portugal, solicite o seu exemplar gratuito através do telefone +351 21 391 8180, ou e-mail sincomar.fesmar@net.vodafone.pt. Apenas terá de pagar os portes de envio.

A tiragem incluiu apenas 3.000 exemplares. 
Garanta já o seu antes que esgote!


Fonte: Álvaro Sardinha

Novos parâmetros da Formação Marítima.

 A partir do dia 1 de Julho de 2013, os novos Marítimos que iniciarem formação depois desta data deverão realizá-la de acordo com os novos padrões de formação e competências estipulados pelo STCW 2010. Até 2017, muito mais vai mudar em virtude das emendas de Manila.

Para já, convidamos a conhecer o STCW-IS. Desenvolvido pela EMSA (Agência Europeia da Segurança Marítima), o STCW-IS é um sistema de informação baseado na Web, projectado para ajudar todos aqueles que procuram informações certificadas sobre as Administrações Nacionais Marítimas de vários países e as Instituições de Ensino e Formação Marítima (MET) dos mesmos.
Através da cooperação dos países participantes (Estados-Membros da UE e também os países não membros da UE que formam Marítimos para trabalhar a bordo de navios de bandeira da UE), o sistema compila informações sobre as três seguintes áreas principais:

Países
• As Partes da Convenção STCW, que são reconhecidos por cada país;
• O número de dispensas concedidas por ano;
• A legislação através da qual a Convenção STCW foi implementada a nível nacional;
• Os planos de desenvolvimento de carreira para a Ensino Marítimo, Formação e Certificação.

Administração
• Detalhes do sistema de gestão da qualidade;
• Informações de contacto das entidades envolvidas na implementação da Convenção STCW em cada país;
• Tipo de Certificados de Competência emitidos por essas entidades.

Instituições MET (Maritime Education and Training)
• Detalhes do sistema de gestão da qualidade;
• Informações de contacto e estrutura das Instituições de Formação Marítima disponíveis em cada país;
• O Ensino Marítimo e os programas de formação;
• O número de matrículas e diplomas emitidos pelas instituições;
• O tipo de instalações e equipamentos disponibilizados para o Ensino e Formação Marítima.

Acesso livre e gratuito em https://portal.emsa.europa.eu/web/stcw/home


Fonte: Álvaro Sardinha

Surf Clube de Viana na vanguarda do Surf Europeu.


O SCV prepara-se para ter uma época de verão ao mais alto nível, em termos organizativos e competitivos. Em grande destaque está a organização da 1.a etapa do European Tour of Surfing, nos dias 9, 10 e 11 de Agosto, que a Federação Europeia de Surf acredita irá registar uma grande adesão de atletas. Do seu calendário também consta a organização das provas de Surf dos XIX Jogos Náuticos do Atlântico, durante este mês de Julho, e os Circuitos Nacionais de Bodyboard Esperanças e de Surf Esperanças, ambos em Agosto.
O SCV volta a fazer história ao nível europeu ao ser o anfitrião da 1.a etapa do European Tour of Surfing.
“O Surf Clube de Viana, como organizador, surge de forma natural e na sequência da candidatura que havia feito ao Eurosurf”, refere Rui Félix, director técnico da Federação Europeia de Surf.
Esta entidade federativa acredita que a primeira prova deste circuito, a realizar-se em águas vianenses, nos dias 9, 10 e 11 de agosto próximo, e partindo das manifestações de interesse de participação já recebidas, irá registar uma grande adesão, sobretudo por parte de atletas ingleses, espanhóis e franceses.
Segundo Rui Félix, implementar um circuito europeu desta envergadura já fazia parte dos planos da Federação Europeia de Surf desde há dois anos.
O SCV espera que esta prova, com um prize money na categoria open no montante de quatro mil euros, seja também uma excelente oportunidade para os atletas aprofundarem as suas experiências em ondas e terras vianenses e desfrutar das valências do Centro de Alto Rendimento de Surf de Viana do Castelo.
Este clube, nos XIX Jogos Náuticos do Atlântico, que acontecem em Viana do Castelo entre os próximos dias 15 e 19 de Julho, também terá a seu cargo a organização das provas de Surf (surf, bodyboard, longboard e stand up paddle).
Estas competições, que registam já o maior número de inscritos, contam, ao nível organizativo, com o apoio técnico da Federação Portuguesa de Surf, fazendo também parte do seu calendário oficial.
Nestes Jogos, o SCV vai apresentar em competição uma equipa composta por 14 elementos, 12 atletas e dois treinadores, cujo objectivo é lutar pelas medalhas.
Destaque para Filipa Fernandes, campeã de bodyboard nas provas que decorreram o ano passado em Quiberon, na Bretanha, que, em casa, vai lutar pela revalidação do título.
Ainda durante o mês de Agosto, o SCV vai organizar, na praia da Arda, a 3a Etapa do Circuito Nacional de Bodyboard Esperanças, dias 3 e 4, e a 4a Etapa do Circuito Nacional de Surf Esperanças, nos dias 6, 7 e 8.
Os Campeonatos Nacionais de Esperanças significam uma aposta forte deste clube por permitir trazer à competição em águas vianenses os futuros campeões da modalidade e por possibilitar aos seus atletas, que estão a disputar este circuito, alcançarem bons resultados em casa.
A organização avança que esta prova será um êxito e que irá registar a maior participação de sempre. “Cerca de 200 atletas oriundos de todo o território nacional, incluindo das Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores”.
Estes eventos sob a égide do Surf Clube de Viana são parte integrante da promoção do “Centro de Mar”, financiado pelo QREN, do Programa Operacional Regional do Norte 2007/2013 (ON.2 – O Novo Norte).

Fonte: Surf Portugal.

Aquecimento global pode fazer subir nível do mar em 2,3 metros por cada grau centígrado

Cientistas acreditam que esta é a primeira “estimativa robusta” do impacto que pode ter o aumento da temperatura do planeta nos oceanos. É preciso adaptar as zonas costeiras, alertam.

O nível do mar pode subir 2,3 metros por cada grau centígrado que aumentar a temperatura do planeta, e manter-se assim durante séculos. Esta é a conclusão de um estudo elaborado por um reputado instituto de investigação alemão, que analisa o impacto do aquecimento global no degelo dos glaciares e icebergues.
Anders Levermann, coordenador do trabalho elaborado no Instituto para a Investigação sobre o Impacto do Clima, em Potsdam, diz que esta é a primeira análise feita com base na história da evolução do clima, combinada com simulações em computador dos três factores que podem contribuir para a subida do nível do mar a longo prazo: a expansão termal (aumento de temperatura) dos oceanos, o recuo dos glaciares de montanha e o degelo das calotes glaciares da Gronelândia e da Antárctida.
“No passado, havia alguma incerteza e não se sabia quanto poderia ser [o aumento]”, afirmou Levermann à Reuters. “O que estamos a dizer agora é que, tendo em conta tudo o que sabemos, temos uma estimativa robusta de 2,3 metros de subida do nível do mar por cada grau de aquecimento”, explicou.
Nos últimos cem anos, o nível do mar subiu 17 centímetros, a uma média de três milímetros por ano, segundo o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, da ONU). Um terço deste aumento resulta do degelo na Antárctida e na Gronelândia.
Segundo o mesmo organismo, a temperatura média da superfície do planeta subiu cerca de 0,8 graus centígrados desde a Revolução Industrial (meados do século XVIII) e deverá aumentar entre 0,4 a 1 grau entre 2016 e 2035, em comparação com as temperaturas registadas no período de 1985 a 2005.
Não há consenso na comunidade científica sobre o que causa o aquecimento global. Por um lado, o IPCC admite que este é resultado da emissão de gases com efeito de estufa, provenientes da queima de combustíveis fósseis. Outros cientistas consideram que o aumento da temperatura global resulta das flutuações naturais do clima no planeta, não resultando por isso da acção humana.
Seja como for, cerca de 200 países concordaram em tomar medidas para limitar o aumento da temperatura para menos de dois graus centígrados acima da era pré-industrial. “A subida do nível do mar é algo que não podemos evitar, a menos que as temperaturas globais desçam novamente”, observou Anders Levermann, citado pela Reuters.
“Os nossos resultados indicam que é preciso uma maior adaptação das zonas costeiras. É provável que algumas regiões actualmente muito povoadas não possam ser protegidas no longo prazo”, admitiu.
Alguns estudos já tinham estimado a elevação do nível do mar para cerca de 2 metros até 2100, o que provocaria o alagamento de algumas regiões – é o caso do Bangladesh e do estado americano da Flórida, por exemplo.
“Acreditamos que a nossa estimativa é robusta por causa da combinação das leis da física com os dados que usamos”, sublinhou o coordenador do estudo. “Penso que estabelecemos um modelo de referência sobre quanto vai subir o nível do mar com os aumentos da temperatura”, rematou.
Fonte: Público

Japão disposto a mudar programa de caça à baleia se tribunal da ONU o ordenar

O Japão poderá fazer modificações no seu programa de caça à baleia se o Tribunal Internacional de Justiça deliberar contra Tóquio, na análise que inicia esta terça-feira a analisar da queixa apresentada pela Austrália contra a caça nipónica destes cetáceos na Antárctida.
“O Japão está disposto a modificar o programa se for necessário”, disse o representante de Tóquio perante o Tribunal, Koji Tsuruoka, nas alegações que concluíram três semanas de audiências sobre este conflito no órgão máximo judicial da ONU.
Apesar de ter declarado que o Japão acatará a decisão final do Tribunal da ONU, o representante japonês continuou a defender que o seu país caça baleias apenas com fins científicos, de acordo com a agência noticiosa espanhola EFE.
Tsuruoka agradeceu a oportunidade criada pela Austrália de “poder dizer a todo o mundo a verdade sobre os objectivos científicos do programa japonês” de caça de cetáceos. Na opinião de Camberra, o programa nipónico encobre uma prática comercial que viola tratados internacionais.
O representante japonês reiterou o pedido de Tóquio para que o TIJ se declare incompetente para julgar este caso.
Tsuruoka sublinhou ainda que a Austrália “baixou o tom, ao longo das audiências, e fez derivar o caso para a questão de se as práticas japonesas põem, ou não, em perigo as populações de baleias”, o que não acontece, de acordo com Tóquio.
Em 2010, a Austrália denunciou o Japão, junto do TIJ, por duvidar dos objectivos científicos do programa ao abrigo do qual Tóquio caça todos os anos baleias na Antárctida. Para Camberra – e para vários outros países, cientistas e organizações ecologistas – o Japão está a violar as resoluções legais internacionais. Alegam que os motivos da caça à baleia são unicamente comerciais, ainda que a procura de carne de baleia tenha caído muito no Japão. Tóquio argumenta com motivos culturais e históricos.

JARPA II sob críticas
Em 1986, após ter assinado uma moratória internacional, o Japão abandonou a caça à baleia, mas retomou-a um ano depois, ao abrigo de uma excepção do tratado que permite a caça para fins científicos. Este programa tem continuado, apesar do cepticismo e das críticas abertas de muitas organizações e países que fazem parte da Comissão Baleeira Internacional (CBI).
Dados da CBI, a qual pertencem a Austrália e o Japão, indicam que cerca de 1600 baleias são capturadas anualmente por baleeiros japoneses, que já caçaram um total de 33.000 cetáceos desde que entrou em vigor a moratória internacional.
A Austrália acusa Tóquio de violar a Convenção internacional para a regulamentação da caça da baleia (ICRW, na sigla em inglês), assinada em 1946 para promover a manutenção da espécie e desenvolver a indústria baleeira de forma sustentável. Para Camberra, o Japão não cumpre especificamente a obrigação de respeitar a moratória total da caça para fins comerciais, que entrou em vigor em 1986.
Tóquio afirma que o programa de caça, denominado JARPA II baseia-se no artigo oitavo da convenção de 1947, que permite a caça da baleia para fins científicos. O jurista francês Allan Pellet, que defende caso a posição nipónica perante o TIJ, assegurou que a actividade baleeira do Japão “não põe em perigo as populações de baleias”, espécie ameaçada de extinção.
A decisão do tribunal, além de resolver o conflito entre as partes, vai criar um precedente que servirá como marco jurídico para a interpretação da ICRW.
Outros países que também caçam baleias ou golfinhos são a Noruega, Islândia, Ilhas Feroe e Gronelândia.

Fonte: Público.

ONU prevê aumento de 150% na acidez dos oceanos até 2050

A Assembleia Geral das Nações Unidas começa nesta segunda-feira (17) sua análise sobre os impactos do aumento da acidificação dos oceanos sobre o ambiente marinho e sobre as pessoas em todo o mundo. A ONU prevê que, até 2050, a acidez dos oceanos poderá aumentar 150%, taxa cem vezes mais rápida que qualquer mudança na acidez do meio marinho ao longo dos últimos 20 milhões de anos.
O Processo Consultivo Informal sobre Oceanos e Direito do Mar, que acontece até 20 de Junho, vai proporcionar um fórum para que os países discutam os desafios colocados pela crescente acidez dos oceanos por causa do aumento das emissões de carbono de actividades humanas. O evento acontece na sede da ONU em Nova Iorque, Estados Unidos.
Ao absorver maiores quantidades de dióxido de carbono gerado por actividades humanas, os oceanos estão 30% mais ácidos do que no início da Revolução Industrial, há 250 anos, de acordo com dados de um relatório do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, para a Assembleia Geral.
O processo consultivo será copresidido pelo embaixador das Ilhas Maurícias Milan Jaya Nyamrajsing Meetarbhan e o embaixador da Nova Zelândia Don MacKay. O processo, fundado em 1999, tem como objectivo identificar as áreas onde a coordenação e cooperação internacional em questões sobre os oceanos devem ser reforçadas.
Não há actualmente nenhum instrumento internacional mundial dedicado especificamente a abordar a acidificação dos oceanos. No entanto, os elementos do quadro jurídico e político existente são relevantes, incluindo principalmente a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (UNCLOS), que celebrou o seu 30º aniversário em 2012 e exige que os Estados-Membros protejam e preservem o meio marinho.
Fonte: ONU.

Visão: Emprego no Transporte Marítimo

Quando se fala de emprego, o Transporte Marítimo enfrenta também dificuldades, em particular para os que pretendem aceder a este mercado de trabalho e para os que apresentam menos anos de mar. Por outro lado, a concorrência extrema que se regista no sector, leva os gestores a procurar a redução de custos por todos os meios, recorrendo a contratação de tripulações pouco qualificadas mas, aparentemente, ao menor preço. Não podemos esquecer que a tripulação representa cerca de 20% dos custos do transporte marítimo.
Porém, menor preço não significa menor custo. Os empregadores não podem esquecer que o que poupam na “compra” inicial de um profissional, se pode converter em enormes custos de exploração dos navios e sistemas. Há que negociar, Empregador e Marítimo, sem descurar a regulamentação, a segurança e a protecção ambiental.

Para o Marítimo perante tal adversidade, é fundamental investir algum tempo e recursos na imagem que projecta. Pouco interessa a imagem que tem de si – importa que quem emprega a entenda, que a consiga diferenciar no meio de tantas outras e, fundamentalmente, identifique o valor que pode adicionar à sua empresa.
O princípio é simples, o empregador não procura um Oficial de Pilotagem, procura quem leve o navio e respectiva carga de um porto para outro, em segurança e cumprindo prazos. O empregador não procura um Oficial de Máquinas, procura segurança, ausência de avarias e de imprevistos, custos controlados de manutenção. Afinal, todos nós, compramos um berbequim ou o furo (perfeito) que ele faz?

Por onde começar? Pelo CV, claro. O Currículo é a tua comunicação pessoal, o teu anúncio publicitário, a promoção do serviço/produto que tu és. Juntamente com a carta de apresentação, constitui uma oportunidade única de mostrar e diferenciar o valor que ofereces a um potencial empregador ou ao seu consultor de recrutamento.
A Spinnaker, empresa especializada no recrutamento de Marítimos e profissionais relacionados com o Transporte Marítimo, elaborou um excelente documento dedicado a este tema, que podes ler emhttp://www.shippingjobs.com/js-advice-cv

Visita também www.shippingjobs.com e conhece as oportunidades disponíveis.


Fonte: Álvaro Sardinha.

Costa da Caparica: Pescador deitou ao mar milhares de peixes mortos



Os peixes mortos que deram à costa perto da Caparica foram deitados ao mar por um pescador.

Milhares de peixes mortos apareceram hoje no areal da praia da Rivieira, entre a Fonte da Telha e Costa da Caparica.
A capitania de Lisboa garante que esta ocorrência isolada nada tem a ver com a qualidade da água na zona .
Os peixes mortos terão sido lançados à água por uma embarcação de pesca.
O comandante Cruz Gomes sublinhou que os banhistas podem estar descansados. O pescador responsável pela situação já foi identificado e notificado para retirar os peixes do areal.

Fonte: TSF.

A Poluição nos Transportes Marítimos.

A poluição atmosférica provocada pelo transporte marítimo, manifesta-se através da emissão pelos navios, de gases de efeito de estufa como o dióxido de carbono e pela emissão de poluentes, incluindo os óxidos de azoto, óxidos de enxofre e material em partículas.

Em 2008, a Organização Marítima Internacional (IMO) reviu as normas sobre o teor de enxofre dos combustíveis marítimos (contido no Anexo VI da MARPOL). Em Outubro de 2012, as normas foram transpostas oficialmente na Europa.
Nos termos da legislação da UE em vigor:
– A partir de 2015, os navios que naveguem nas zonas de controlo de emissões de SOx não podem usar combustível com mais de 0,1% de enxofre;
– Globalmente, os navios terão que reduzir o teor de enxofre do seu combustível para um máximo de 3,5% em 2012 e para 0,5% em 2020.

Segundo o Carbon War Room, a indústria marítima tem a oportunidade de economizar 70 biliões de Dólares por ano em combustível e reduzir o carbono e outros poluentes em 30%. Através de medidas de eficiência, estima-se que o transporte marítimo pode reduzir o consumo de combustível entre 30 e 60 por cento.

As boas notícias:


A poluição pode, deve e irá ser combatida, através do incremento da eficiência energética e da sensibilização dos operadores, aspectos que irão estimular o mercado de investigação, desenvolvimento, produção, implementação e manutenção de novas tecnologias, gerando dinâmica na economia e no mercado de trabalho.

Pode ser obtida mais  informação sobre este tema, acedendo ao estudo ‘Poluição e o Transporte Marítimo’ – 34 páginas de actualidade, para uma eficaz acção na construção de um melhor futuro.


Fonte: Álvaro Sardinha.

Duas orcas avistadas a uma milha do farol de S. Vicente, em Sagres

Duas orcas foram avistadas a uma milha do farol de S. Vicente, em Sagres, por diversas embarcações turísticas de observação de cetáceos. Mãe e a cria estarão de passagem, a caminho do mediterrâneo, mas deixaram-se fotografar e filmar enquanto estavam a alimentar-se. Apesar da alcunha de baleias assassinas, as orcas são o maior exemplar da família dos golfinhos e alimentam-se essencialmente de peixe.


Fonte: SIC Notícias.