Vilamoura recebe Simpósio de Tecnologia do Surf em Setembro.

O evento contará com a presença de Tony Butt, doutorado em Oceanografia com mais de 100 artigos publicados sobre os aspectos científicos do surf.
Press release – Quer se trate de free surf ou competição, o surf está a crescer não só em número de praticantes e profissionais mas também de investimento tecnológico, tanto nos materiais (pranchas, fatos de surf, etc.) como nas diferentes plataformas multimédia de transmissão ao vivo.
Um número crescente de Universidades está a apostar numa educação de surf especializada […] e, embora a investigação sobre este desporto tenha crescido em diversas vertentes, a informação encontra-se dispersa.
Com o objetivo de reunir o know-how existente nesta área, vai realizar-se entre 20 e 22 de setembro, emVilamoura, no Algarve, a edição de 2013 do International Congress on Sports Science Research and Techonology Suport (IcSPORTS), que incluirá uma sessão especial sobre “Tecnologia no Surf”, a primeira do género a acontecer no mundo.
De que forma a tecnologia está presente no free surf? Em que medida influencia o desempenho profissional? Como é que surfistas, treinadores, juízes, shapers e engenheiros usam a tecnologia no desporto para otimizar o desempenho, a formação, a avaliação, a qualidade e evolução das pranchas e fatos, a previsão e a proteção das ondas? Estas são algumas das questões a que se procurará dar resposta no evento, que irá reunir investigadores de todo o mundo para discutir o estado atual do Desporto e Tecnologia no Surf.
Programa
09:00 Sessão de abertura + Mesa Redonda
Moderador: Francisco Rodrigues, Presidente da ANS
1ª intervenção: Artur Ferreira, Vice-Presidente da FPS, ex-Tour Rep da ASP Europe “Computer-aided judgment on Surfing”
2ª intervenção: Carlos Pinto, fotógrafo (a confirmar)
3ª intervenção: João Capucho, Especialista em Online Media “Tools for Individual Athletes: the case of Portuguese Surfers”
10:30 Coffee-Break
11:00 Apresentações Orais
Moderador: Miguel Moreira, professor na Faculdade de Motricidade Humana (FMH) da Universidade Técnica de Lisboa
1ª intervenção: Miguel Moreira “Technology support for sports (surfing) development”
3ª intervenção: Pedro Bicudo, Presidente da SOS – Salvem o Surf “Preventive strategy of enhancing Portuguese coastlines as valuable natural resources”
3ª intervenção: Tony Butt, autor dos livros Surf Science: an Introduction to Waves for Surfing e The Surfers Guide to Waves, Coasts and Climates “Improving surf forecasts with local knowledge”
Apresentações Orais
13:00 Almoço

Fonte: Surf Portugal.

Expedição científica mostra Oceano Antártico

Um grupo de 49 cientistas do Instituto Alfred Wegener (AWI), que está percorrendo o Oceano Antárctico durante o período de inverno, entre Junho e Agosto, documentou em fotos como se desenvolvem as pesquisas no continente gelado. O destino é o Mar de Wednell, totalmente coberto de gelo.
A equipe faz parte do Centro Helmholtz para Pesquisa Polar e Marinha, viajando no navio RV Polarsten, um dos poucos especializados neste tipo de cruzeiro, além de 44 tripulantes.
Nesta época do ano, enfrentam a temperatura de cerca de 30 graus abaixo de zero e apenas algumas horas de luz do dia até o anoitecer.
“A Antárctica tem papel fundamental no ecossistema da Terra”, destaca a equipe internacional liderada pelo professor Dr. Peter Lemke do Instituto Alfred Wegener (AWI).
Dr. Lemke espera obter dados básicos sobre o inverno antárctico. “É o lugar onde se formam as águas profundas, que dirigem as correntes oceânicas globais”, acrescenta o relatório.
“No meridiano de Greenwich até a costa da Antárctica, a equipe pretende investigar, por exemplo, a questão fundamental de por que o gelo do mar da Antárctida está se expandindo aos poucos, enquanto a cobertura de gelo do mar do Árctico está diminuindo constantemente”, disse ele.
A segunda investigação analisa os mecanismos que permitem ao ecossistema do Oceano Austral voltar à vida após o longo, frio e escuro inverno.
Fonte: EpochTimes.

Praias fluviais dão novo fôlego turístico e económico a concelhos “deprimidos”

As praias fluviais localizadas em praias de concelhos desertificados do distrito de Leiria estão a ter uma capacidade crescente de atracção e a assumirem-se como uma mais-valia turística e económica, garantem os autarcas à Lusa.
Em alguns casos a uma distância superior a cem quilómetros do mar, as praias fluviais contribuem no Verão para a criação de emprego sazonal, para a dinamização do comércio local e como parceiro essencial do turismo cultural em alguns territórios envelhecidos, que perdem população todos os anos e estão economicamente “deprimidos”.
Em Castanheira de Pêra, que tem pouco mais do que 3000 habitantes, só a procura da Praia das Rocas deverá ultrapassar os 80 mil visitantes este ano, adiantou à Lusa o presidente da Câmara, Fernando Lopes, admitindo igualmente algum crescimento na praia fluvial do Poço da Corga.
Em Junho foram registadas mais 2100 entradas na principal praia fluvial. Em Julho do ano passado visitaram aquele complexo 18.000 pessoas, mas este ano, a cerca de duas semanas do fim do mês, a Praia das Rocas já acolheu mais de 14.000 veraneantes.
Em Figueiró dos Vinhos, a aposta em equipamentos culturais casa com a oferta das praias fluviais das Fragas de São Simão e de Aldeia de Ana de Aviz. Um dos museus recém-inaugurado conseguiu atrair meio milhar de visitantes a cada duas semanas e as praias atraem 300 pessoas em média por fim de semana, avança o vereador do turismo da autarquia.
“Conseguimos enviar pessoas que vêm pela cultura para as praias e aquelas que chegam a Figueiró [dos Vinhos] por causa das praias direcioná-las para os museus”, sublinha José Fidalgo, autarca num concelho cuja população ronda os 6000 habitantes.
À falta de números, o presidente da Câmara de Pedrógão Grande ilustra “o evidente aumento de visitantes” com a recolha do lixo e o consumo de água na área de influência das praias fluviais do Mosteiro e de Cabril.
“Precisamos de recorrer a outro camião para recolher o lixo e o consumo de água triplica na zona junto às praias fluviais”, salienta João Marques, acrescentando que “mais gente nos restaurantes resulta na criação de emprego sazonal”, algo “positivo” num município no qual vivem cerca perto de 4000 pessoas.
Em Castanheira de Pera, frisa Fernando Lopes, “o impacto no comércio é notório e a afluência também se verifica na estada de pessoas” num concelho que disponibiliza perto da Praia das Rocas bungalows mas também veleiros nos quais é possível pernoitar numa ribeira transformada numa espécie de marina.
Em Figueiró dos Vinhos, o vereador do turismo sublinha a importância do município integrar a rede das praias fluviais das aldeias do xisto, “que têm uma promoção muito forte” e lembra que desde o início deste ano o concelho passou a estar preparado para acolher os amantes do autocaravanismo.
Os autocaravanistas podem agora pernoitar gratuitamente numa zona de estacionamento, junto ao pavilhão gimnodesportivo e usufruir de uma área de serviço, na Mata Municipal do Cabeço do Peão.
“Em concelhos do interior, como é o caso de Figueiró dos Vinhos, as praias por si só não podem ter um papel determinante na atracção de pessoas e, por isso, a nossa aposta para o investimento e promoção na oferta cultural e no turismo de natureza”, conclui José Fidalgo.
Fonte: Público.

Pescadores de Aveiro capturam acidentalmente grupo de golfinhos

Ainda no mar, não hesitaram em rasgar a rede na tentativa de libertar os mamíferos, mas 11 morreram.
Meia centena de golfinhos comuns foram capturados acidentalmente na praia do Torreira, Murtosa, pela xávega, a rede de cerco usada na pesca de arrasto costeiro. 

Ainda no mar, os pescadores não hesitaram em cortar a rede de arrasto que prendeu os golfinhos. Um esforço inglório, já que 11, incluindo crias, morreram asfixiados no areal. 

O que mais surpreendeu foi o facto de ser um grupo numeroso, o que dificultou a sua salvação, como disse à Renascença José Vingada, técnico do Centro de Reabilitação de Animais Marinhos (CRAM) de Quiaios. 

Especialistas da União Europeia preparam um manual de boas práticas, para ajudar os pescadores prevenir capturas acidentais de cetáceos nas redes de pesca.

Fonte: RR

Luta pela compreensão na pesca submarina

Aos 14 anos, o tio de José de Sousa desafiou-o a experimentar a pesca submarina. Com o fato do tio (que lhe ficava grande) e a espingarda, mergulhou e mal sabia que as duas sarguetas que apanhou no porto de abrigo de Sesimbra lhe formatariam a vida.

“Dei uma volta ao mundo debaixo de água, cacei do cabo da Roca a Timor, mergulhei com golfinhos, baleias, jamantas, tubarões e até dugongos, apanhei peixes extraordinários”, conta ao DN.
Aos 57 anos continua a pescar, “muitas vezes com o mesmo entusiasmo de menino”, mas actualmente, e como presidente da Associação Portuguesa de Pesca Submarina e Apneia, tenta mostrar à sociedade e ao poder político que os constrangimentos legais a que a modalidade está sujeita são injustos, querendo evidenciar que a pesca desportiva não é poluente e que são estes praticantes quem menos pescam durante o ano.
“Nós não abandonamos no fundo anzóis, chumbadas, linhas ou redes. Ainda apanhamos todo este lixo quando o vemos. Terei de frisar que é a única [pesca] seletiva: só nós temos a possibilidade de ver o peixe antes de disparar. Ora, se estamos na presença de um juvenil ou de uma espécie protegida deixamo-los em paz. Com efeito, todas as outras formas de pesca são aleatórias”, explica.
José de Sousa salienta que as limitações legais (como por exemplo a diminuição de locais onde se pode pescar) têm contribuído para um decréscimo de números de praticantes (actualmente há cerca de 12000 atletas licenciados e alguns de grande qualidade internacional). “Só uma extraordinária paixão pela modalidade sustenta a sua prática regular.” E Portugal é um país com excelentes condições, com destaque para a costa sul algarvia.

Fonte: DN

Fato torna surfistas "invisíveis" aos tubarões

Investigadores australianos desenvolveram um fato que permite aos surfistas passarem despercebidos aos olhos dos tubarões. Os resultados são positivos e o objectivo é reduzir o número de ataques na costa australiana. Veja o vídeo.

Diminuir o número de vítimas naquela que é, graças ao número de ataques por parte de tubarões, considerada a costa mais mortal do mundo, é o principal objectivo do fato criado por investigadores da Universidade da Austrália Ocidental, em parceria com a empresa Sistemas de Mitigação de Ataques de Tubarões (SAMS, na sigla em inglês).
No processo de desenvolvimento e design, os cientistas basearam-se em pesquisas sobre a natureza do animal, nomeadamente, o facto de serem insensíveis à cor e de apenas verem a preto-e-branco.
“Ainda que os tubarões usem um conjunto de sentidos para localizar a presa, a visão surge como o principal no momento do ataque”, refere um comunicado sobre a pesquisa. “Ao distorcer a percepção, o ataque pode ser desviado por completo ou, pelo menos, adiado pelo tempo que permita a saída da água”.
Foram criados dois modelos específicos. O “Elude”, com um efeito de camuflagem, foi pensado para mergulhadores e permite que o utilizador se confunda com o oceano. O “Diverter”, dirigido aos surfistas, apresenta riscas azuis e brancas para simular os sinais naturais que repelem os tubarões.
Shaun Colin, um dos cientistas responsáveis pelo desenvolvimento do fato, afirma que “muitos animais são repelidos por outros que emitem sinais que, de alguma forma, significam ‘não me comas’ e que, por exemplo, podem ser traduzidos em padrões listados”.
Estes novos fatos foram já testados na costa ocidental-norte da Austrália com os temidos tubarões tigre e serão postos à prova, durante este verão, com o tubarão branco no sul da Austrália e na África do Sul.
Os fatos estão disponíveis online pelo valor de 429 dólares australianos (cerca de 300 euros), de acordo com o “The Times“. Hamish Jolly, da empresa de investigação SAMS, justifica a venda imediata com os bons resultados obtidos. “Agora sabemos o que estes grandes predadores conseguem ver e o que temos feito é converter a ciência em tecnologia comercial”, defende.
Os dois anos de investigação foram apoiados pelo governo australiano, na sequência do aumento de ataques fatais de tubarões. Nos 12 meses precedentes a Junho de 2012 ocorreram cinco mortes. Especialistas explicam este cenário com o aumento da população local e dos adeptos de desportos aquáticos.

Fonte: JN

Fato torna surfistas "invisíveis" aos tubarões

Investigadores australianos desenvolveram um fato que permite aos surfistas passarem despercebidos aos olhos dos tubarões. Os resultados são positivos e o objectivo é reduzir o número de ataques na costa australiana. Veja o vídeo.

Diminuir o número de vítimas naquela que é, graças ao número de ataques por parte de tubarões, considerada a costa mais mortal do mundo, é o principal objectivo do fato criado por investigadores da Universidade da Austrália Ocidental, em parceria com a empresa Sistemas de Mitigação de Ataques de Tubarões (SAMS, na sigla em inglês).
No processo de desenvolvimento e design, os cientistas basearam-se em pesquisas sobre a natureza do animal, nomeadamente, o facto de serem insensíveis à cor e de apenas verem a preto-e-branco.
“Ainda que os tubarões usem um conjunto de sentidos para localizar a presa, a visão surge como o principal no momento do ataque”, refere um comunicado sobre a pesquisa. “Ao distorcer a percepção, o ataque pode ser desviado por completo ou, pelo menos, adiado pelo tempo que permita a saída da água”.
Foram criados dois modelos específicos. O “Elude”, com um efeito de camuflagem, foi pensado para mergulhadores e permite que o utilizador se confunda com o oceano. O “Diverter”, dirigido aos surfistas, apresenta riscas azuis e brancas para simular os sinais naturais que repelem os tubarões.
Shaun Colin, um dos cientistas responsáveis pelo desenvolvimento do fato, afirma que “muitos animais são repelidos por outros que emitem sinais que, de alguma forma, significam ‘não me comas’ e que, por exemplo, podem ser traduzidos em padrões listados”.
Estes novos fatos foram já testados na costa ocidental-norte da Austrália com os temidos tubarões tigre e serão postos à prova, durante este verão, com o tubarão branco no sul da Austrália e na África do Sul.
Os fatos estão disponíveis online pelo valor de 429 dólares australianos (cerca de 300 euros), de acordo com o “The Times“. Hamish Jolly, da empresa de investigação SAMS, justifica a venda imediata com os bons resultados obtidos. “Agora sabemos o que estes grandes predadores conseguem ver e o que temos feito é converter a ciência em tecnologia comercial”, defende.
Os dois anos de investigação foram apoiados pelo governo australiano, na sequência do aumento de ataques fatais de tubarões. Nos 12 meses precedentes a Junho de 2012 ocorreram cinco mortes. Especialistas explicam este cenário com o aumento da população local e dos adeptos de desportos aquáticos.

Fonte: JN

Lula gigante em Sesimbra

Tem 6,5 metros e pesa 50 quilos. Molusco foi apanhado a 500 metros da costa.
Quando ontem ( Dia 19 Julho ), Eduardo Pinto, de 50 anos, mais conhecido em Sesimbra por ‘mestre Xixa’, lançou as redes ao mar, por volta das 04h00 madrugada para apanhar pescadas e sargos, não imaginava que viesse também à rede uma lula gigante de 6,5 metros de comprimento: a maior que já se viu em Sesimbra, garantem. Para colocar a lula no barco (de 5 metros), ‘mestre Xixa’ teve primeiro de cortar-lhe a cabeça, porque não cabia inteira na embarcação. O molusco foi apanhado a 15 m de profundidade e a 500 m de distância da costa.
“Quando puxei a rede, era um peso enorme. Até pensei que fosse um bicho estranho. Nunca se viu nada assim em Sesimbra. É inacreditável. É raro apanhar-se uma lula gigante a pouca profundidade e tão perto da costa”, disse ao Correio da Manhã o pescador, que já deu destino à lula: o almoço de hoje. “Não tive propostas de compra. Uma lula sem cabeça é desvalorizada. Na lota era vendida a um euro o quilo, o que dava uns 50 euros. Cortei-a aos bocados e distribui pelos amigos. Fiquei com cerca de 12 quilos. Amanhã [ Dia 20 ] vamos fazer um almoço no porto de abrigo para comemorar a pesca. A lula é boa para cozinhar, pode ser guisada com feijão, ou frita, por exemplo”, explicou o ‘mestre Xixa’.
A lula gigante atraiu muitos curiosos ao porto de abrigo de Sesimbra, que não quiseram perder a oportunidade de registar o acontecimento, através de vídeo e fotografia. O molusco esteve em exposição no cais do porto de abrigo até ao final da manhã para que todos pudessem ver a lula gigante com os próprios olhos. Apesar de “muito contente” com a pesca, o ‘mestre Xixa’ não deixa de lamentar o prejuízo que teve com o rompimento da rede de pesca. “Não consegui apanhar a lula só com uma rede e precisei de uma de um colega. A rede acabou por rasgar-se e vou ter de comprar uma nova, custa cerca de 200 euros”, referiu Eduardo.
As lulas “são animais de profundidades de mais de mil metros. O canhão de Setúbal, que está perto da costa, pode explicar o aparecimento destes animais. Não é um acontecimento novo, mas é raro. As lulas podem estar doentes ou feridas, devido às redes de pesca, e andarem à deriva para mais próximo da costa”, explicou ao CM o biólogo marinho Emanuel Gonçalves, acrescentando que a maior lula gigante deve medir cerca de 14 metros.
Fonte: CM.

E hoje já ouviu o som do Oceano?



«Acoustic Robot 2013 – explorando o som do oceano» é uma ação desenvolvida e coordenada pela Universidade do Algarve (UAlg), com a participação do Centro de Investigação Naval da Marinha Portuguesa (CINAV), pelo Centro de Investigação Tecnológico do Algarve (CINTAL), pela Faculdade de Engenharia da universidade do Porto (FEUP), pelo Instituto de Engenharias de Sistemas e Computadores do Porto (INESC TEC), pela Marinha Portuguesa e pela Marsensing Lda., em maio de 2013.