Divulgação: Seminário «Sustentabilidade para a Competitividade»

A APDL – Administração dos Portos do Douro e Leixões, promove no dia 16 o Seminário “Sustentabilidade para a Competitividade”, no Centro de Formação do Porto de Leixões, em Leça da Palmeira.

A iniciativa tem como objectivo promover a reflexão sobre as temáticas do desenvolvimento sustentável, da responsabilidade social corporativa e das oportunidades criadas pela incorporação de preocupações ambientais nas actividades das empresas. 

A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição para os seguintes contactos:

APDL – Administração dos Portos do Douro e Leixões, SA – Centro de Formação – Avenida da Liberdade, Leça da Palmeira
Tel. 229 990 700 – e- mail: teresa.choupina@apdl.pt
ou filipa.silva@apdl.pt

Fonte: APP

Chef Chakall: A sardinha comunitária

O chef argentino Chakall considera que o peixe que é imagem de marca de Portugal é a sardinha e não o bacalhau “como muita gente pensa”.
Justificou com o conhecimento que tem das comunidades portuguesas no estrangeiro. Os portugueses “quando festejam é com sardinhas na rua”. Recorda, por isso, os tempos em que vivia na Argentina: quando era pequeno, a 20 quilómetros de onde morava, havia uma grande comunidade portuguesa que cultivava flores e nos meses de fevereiro e março – época de verão na Argentina – faziam grandes sardinhadas. “Quando cheirava a sardinha dizíamos: aqui há portugueses.”

Fonte: DN,

João Franco: Os portos como apoio à economia

“Todos os portos portugueses são rendíveis”, diz o presidente do Conselho de Administração do Porto de Sines, João Franco, sublinhando que o seu contributo para a economia nacional é de 5,5%.
Para os rendibilizar mais, temos de melhorar a “relação entre a produtividade do serviço prestado e o preço que é cobrado”. João Franco explica que “para o agente económico não interessa uma altíssima produtividade a um preço exorbitante, como não interessa uma baixa produtividade a um preço muito reduzido”. Há que encontrar um equilíbrio para os portos apoiarem ainda mais a economia.

Fonte: DN

Oceanário de Lisboa estreia «Fado Miudinho»




O Oceanário de Lisboa apresenta um espectáculo inédito, destinado a crianças até aos quatro anos, que traz o Fado para a envolvência do aquário.

De forma simples e intimista, o «Fado Miudinho» vem apresentar as sonoridades e a cultura próprias do Fado, envolvendo pais e filhos num momento de grandes emoções. Os bordões típicos e os excertos de Fados tradicionais são nesta experiência musical, acompanhados por letras inspiradas em temas do mar e da vida marinha.

O espectáculo vive de nove temas que criam uma viagem pelo vasto património desta música que veio do mar e da essência do que é ser português. Os temas são inéditos ou adaptados de Fados populares com letras originais, numa produção exclusiva para o Oceanário de Lisboa.

Para Patrícia Filipe, directora de Comunicação e Educação do Oceanário de Lisboa, «acreditamos que esta nossa nova experiência musical é uma forma original de introduzir, desde tenra idade, a sonoridade única do Fado, cultivando esta expressão tão original e rica da cultura portuguesa e sensibilizando também para a conservação dos oceanos».
 

Fado Miudinho
Destinatários: até aos 4 anos
Data e horário: Domingos (1º e 3º de cada mês), às 9:00
Preço: 25 euros/criança e dois adultos (inclui visita livre ao Oceanário)
Fonte: Diário Digital.

Sonho náutico leva velejadores espanhóis a viajarem pelo mundo por 4 anos.

“Se gosta de velejar e de viajar, fazer a volta ao mundo é o máximo que pode fazer. Como gente que gosta do mar, era um sonho que tínhamos há muitos anos”, contou em Maputo à agência Lusa Enrique Fenollosa, engenheiro de telecomunicações.
Em novembro de 2009, os dois velejadores soltaram as amarras da “jangada de pedra” que os tem levado à volta do mundo – um veleiro de 47 pés, reconvertido de um barco regata -, mas os preparativos da viagem começaram quatro anos antes.
“Não é uma coisa que se faça de um dia para o outro. Nós já tínhamos experiência como velejadores. Não é só a questão do financiamento, mas também as questões técnicas do barco, planificação (percursos, ventos, marés, ciclones) e tudo isso”, sublinha o músico Jose Carlos Corral.
“Representou muito trabalho. Tivemos de fazer mais de 60 reuniões para conseguir os oito patrocinadores que temos”, acrescenta Fenollosa, destacando as dificuldades de acesso a financiamento, aumentadas devido à crise económica espanhola.
Das águas mediterrânicas às do Caribe, cruzando o Cabo de Hornos, “o local mais difícil de navegar do planeta”, para depois escalar a costa leste da América do Sul e seguir viagem rumo ao exotismo de destinos como as Ilhas Fiji, Filipinas ou Indonésia, o percurso da “Aventura Oceânica” encontra-se, neste momento, ante a dobragem do Cabo da Boa Esperança, na África do Sul.
No entretanto, a certeza da passagem por 42 países, a impossibilidade de nomear um destino de eleição, por serem tão diversos, quanto interessantes, e, alguns sustos, como na Venezuela, onde enfrentaram piratas.
“Se temos que lutar contra o mar, é uma coisa inevitável, mas é mais duro quando se encontra conflitos com pessoas: sejam piratas ou autoridades de alguns lugares corruptos, que querem tirar proveito de nós. Isso é a parte mais negativa da viagem”, lamenta Corral.
Quase na reta final da aventura – tencionam chegar a Espanha em dezembro -,os dois espanhóis não querem, “até cruzar o estreito de Gibraltar”, pensar no regresso ao que se pode chamar de “as suas vidas antigas”.
Levam, no entanto, a certeza de que um sonho pode ser cumprido, desde que se tomem decisões nesse sentido, e de que “a bondade” do ser humano “é uma questão internacional”.
“O mais importante é que se tome uma decisão: toda a gente tem sonhos, mas não fazem nada para cumpri-lo. Para mim, o mais importante é que se façam coisas, que se trabalhe para o sonho. As decisões não são fáceis, mas se se quer fazer, tem que se tomá-las”, concluiu Fenollosa
Fontes: EMYP // PJA e Lusa/fim

Frederico Morais/Francisco Alves: Wildcards no Moche Pro Portugal presented by Rip Curl

Frederico Morais e Francisco Alves vão competir no Moche Pro Portugal presented by Rip Curl, etapa portuguesa do circuito mundial de surf da ASP. Morais e Alves serão os únicos dois portugueses em prova, isto depois de Tiago Pires, membro da elite do surf mundial, ter hoje anunciado que não vai competir no evento.

A SURFPortugal contactou a organização que confirmou a presença dos dois surfistas no evento de Peniche – Cascais. Frederico Morais, que recentemente se sagrou pela primeira vez campeão nacional de surf open, entra na prova como substituto de Tiago Pires. Já Francisco Alves, que participou neste evento como wildcard em 2011, entra na prova também por motivo de lesão de um surfista do World Tour, o havaiano Dusty Payne.
Um terceiro wildcard ainda está por atribuir ao vencedor dos Moche Trials, prova que antecede a etapa do World Tour e que vai acontecer amanhã, em Supertubos, onde são esperadas boas ondas. A competir nessa etapa vão estar Tomás Hermes (vencedor da primeira etapa das Moche Series, nos Açores), Miguel Blanco, José Ferreira, Vasco Ribeiro, Tomás Fernandes, Marlon Lipke, João Guedes, Ruben Gonzalez, Filipe Jervis (Moche Wildcards), Nicolau Von Rupp (Moche Capítulo Perfeito), Guilherme Fonseca (wildcard Península de Peniche Surf Clube – PPSC), vencedor Trials of The Trials do PPSC , P.V. Laborde, Jayce Robinson, Jacob Wilcox (wildcards Rip Curl) e outro surfista ainda por anunciar.
O período de espera do Moche Pro Portugal presented by Rip Curl começa esta quarta-feira, dia 9 de Oubro, indo até Domingo, dia 20. A prova conta com transmissão em directo no FUEL TV Portugal e em http://live.ripcurl.com/portugal-home-2013.html#popup-1.

Fonte: Surf Portugal.

Cônsul do Brasil pesca carpa com mais de 10 quilos

O cônsul do Brasil em Santarém, Joaquim Botas Castanho, viveu há poucos dias um dos seus momentos de glória enquanto pescador desportivo ao apanhar uma carpa com 10,5 quilos, o seu recorde absoluto em mais de 50 anos de actividade piscatória. Para que não restassem dúvidas, a façanha, ocorrida na Barragem dos Gagos, no concelho de Almeirim, foi registada para a posteridade.
“Trata-se de um feito pouco comum, tanto mais que a carpa foi capturada com uma cana directa, com elástico, e com fios relativamente finos (0,15 mm, no terminal)”, explicou o ex-vice-presidente da Câmara de Santarém, acrescentando: “Apesar de praticar pesca desportiva de rio há mais de cinquenta anos, nos mais variados locais, com destaque para as barragens do Maranhão e de Montargil, nunca antes capturei, ou vi capturar, em rios ou açudes, um exemplar que, em peso, se assemelhasse a este”.
Pescador por desporto, Botas Castanho fez questão de sublinhar que o exemplar, depois de pesado e fotografado, foi de imediato devolvido à água em boas condições de saúde.

Fonte: O Mirante.

Incrementar a vela e a canoagem

João Martins considera importante uma aposta em desportos como a vela e a canoagem como forma de melhorar a utilização dos portos de recreio em Portugal.
O gestor do Centro Náutico do Clube Desportivo de Paço de Arcos salienta que incrementar a prática da vela e da canoagem é uma das soluções. Acrescenta que o clube do concelho de Oeiras tenta fazer a sua parte para que estes dois desportos continuem a serem desenvolvidos no País, seja na parte desportiva, seja em lazer, mas diz ser “cada vez mais difícil” esse trabalho.

Fonte: DN

Requalificar marinas ao longo da costa portuguesa

A administradora do Porto de Recreio de Oeiras começa por salientar a necessidade de requalificar as marinas ao longo da costa portuguesa. “Todas têm de ter grande qualidade”, afirma. Acrescenta que há marinas sob a gestão do poder central, pelo que “faz sentido requalificá-las”. Depois diz ser essencial haver uma estratégia de promoção do turismo náutico no estrangeiro, liderada pelo Governo. Por fim, realça a importância de reduzir o IVA no turismo e desportos náuticos.

Fonte: DN.

Como vai ficar novo terminal de cruzeiros

Com uma área de quase 8 mil metros quadrados, o início da construção do novo Terminal de Cruzeiros de Lisboa está marcado para 2014, com um prazo máximo de conclusão da obra previsto para 24 meses. O projecto, assinado pelo arquitecto Carrilho da Graça, será composto por dois cais, um com cerca de um quilómetro de extensão e e outro com 360 metros. O consórcio que será responsável pela concessão do terminal será anunciado em breve, mas a Administração do Porto de Lisboa (APL) ainda não avançou uma data.
A nova gare, perto das estações de metro e comboio de Santa Apolónia terá capacidade para 1,8 milhões de passageiros por ano, o que corresponde a uma estimativa de, aproximadamente, 900 escalas de navios por ano, de acordo com a APL.
No primeiro semestre do ano, a actividade de cruzeiros no Porto de Lisboa cresceu 2% relativamente ao mesmo período de 2012, registando 150 escalas de cruzeiros. Com este novo terminal, a APL estima que o actual tráfego de 500 mil passageiros por ano venha a duplicar nos próximos 10 anos. O porto passará a ter uma capacidade para até 1,8 milhões de passageiros, dependendo a capacidade para embarcações do volume das mesmas e das escalas existentes.
A acompanhar o crescimento previsto, está planeada a inauguração de vários espaços comerciais, tanto no edifício como na zona envolvente. Os projectos só serão conhecidos quando for escolhido o grupo que irá tratar da concessão do espaço. No entanto, a administradora do Porto de Lisboa, Andreia Ventura, afirmou ao Dinheiro Vivo que está prevista uma área para instalação de cafetaria e de alguns espaços comerciais de acesso restrito ao tráfego do navio. Na cobertura do novo edifício, está previsto um restaurante. Já na zona envolvente, haverá  mais duas áreas comerciais, estas de acesso à população em geral, assim como espaços públicos de lazer que “facilitem a acessibilidade entre o rio e a cidade”.
Além disso, nasce um novo espaço verde. O parque ribeirinho vai estar junto ao Terminal de Cruzeiros e contará com um espelho de água e uma zona de estadia relvada, segundo o que prevê a Câmara de Lisboa. O projecto implica ainda a conservação das infraestruturas da doca existente, através da manutenção dos espaços vazios e da recuperação dos muros de pedra, na zona envolvente. Junto à doca vai ficar instalado um parque de estacionamento.
Fonte: Dinheiro Vivo.