Turismo de Cruzeiros nos Açores.
Submarino Barracuda em Almada.
Submarino «Barracuda» em doca dentro de um mês para ser musealizado em Almada O antigo submarino militar “Barracuda” deverá entrar em Julho numa doca de Cacilhas, Almada, para ser musealizado, disse à agência Lusa fonte oficial da Marinha. Segundo a fonte, no âmbito do acordo de cedência, o planeamento actual prevê a entrada do navio na doca n.º1 do antigo estaleiro Parry & Son, em Cacilhas, a 23 de Julho. Contudo, admitiu ainda, “podem surgir imprevistos relacionados com o sistema de fecho da doca, que esteve muitos anos inactiva”.
Fonte: APP
O que torna o Canal de Suez tão importante? : Por Álvaro Sardinha.
O Canal de Suez permite aos navios poupar pelo menos uma semana, no tempo de navegação entre os portos do leste da Ásia e os portos da Europa, e claro, muito combustível. Por exemplo, são necessários cerca de 26 dias para navegar a partir de Mumbai para a Europa através do Canal de Suez, mas serão 44 dias se o navio navegar contornando o Cabo da Boa Esperança.
Cerca de 8% do comércio marítimo mundial atravessou o Canal de Suez em 2009. O número de navios que transitam pelo Canal por ano varia de acordo com a economia mundial. Em 2011 alcançou o número de 18.000 navios (50 navios por dia). A navegação de Port Said a Suez demora cerca de 15 horas. O Canal tem 210 metros de largura na maior parte da sua extensão, o que é demasiado estreito para navios de grande porte poderem passar uns pelos outros, de forma fácil e segura, pelo que os navios navegam em comboio.
Características do Canal de Suez
Comprimento do Canal: 193,30 Km
Profundidade do Canal: 24 metros
Calado Máximo de Navios: 20,12 metros
Porte Bruto Máximo de Navios: 240.000 toneladas
Simulação da navegação em comboio: http://www.suezcanal.gov.eg/simulation.aspx
Informação adicional: http://www.suezcanal.gov.eg/
Viajando pelo Canal do Suez: Vídeo
Por: Álvaro Sardinha.
EPIRBs & SARTs – Vale a pena relembrar : Por Álvaro Sardinha.
Falar de EPIRBs e de SARTs não é tarefa fácil.
– Primeiro, porque são equipamentos estratégicos para a segurança de pessoas e bens, constituindo na prática, a diferença entre vida e morte em caso de sinistros;
– Segundo, porque são componentes de um sistema alargado de segurança, da qual são parte integrante, mas totalmente dependentes do conjunto, o que obriga ao conhecimento detalhado do mesmo;
– Terceiro, porque exige um conhecimento histórico dos contextos que justificaram o seu desenvolvimento e a identificação das organizações responsáveis pela evolução, legislação e manutenção dos sistemas.
O documento EPIRB & SART explora, ao longo de 39 páginas, os 3 vectores identificados, incluindo organizações e contextos, a visão alargada de sistemas e a análise de equipamentos específicos.
Falar de EPIRBs e de SARTs não é tarefa fácil.
O mar é mesmo assim, grandes desafios!
Documento disponível em https://www.facebook.com/groups/TransporteMaritimo/files
Por: Álvaro Sardinha
EPIRBs & SARTs – Vale a pena relembrar : Por Álvaro Sardinha.
Falar de EPIRBs e de SARTs não é tarefa fácil.
– Primeiro, porque são equipamentos estratégicos para a segurança de pessoas e bens, constituindo na prática, a diferença entre vida e morte em caso de sinistros;
– Segundo, porque são componentes de um sistema alargado de segurança, da qual são parte integrante, mas totalmente dependentes do conjunto, o que obriga ao conhecimento detalhado do mesmo;
– Terceiro, porque exige um conhecimento histórico dos contextos que justificaram o seu desenvolvimento e a identificação das organizações responsáveis pela evolução, legislação e manutenção dos sistemas.
O documento EPIRB & SART explora, ao longo de 39 páginas, os 3 vectores identificados, incluindo organizações e contextos, a visão alargada de sistemas e a análise de equipamentos específicos.
Falar de EPIRBs e de SARTs não é tarefa fácil.
O mar é mesmo assim, grandes desafios!
Documento disponível em https://www.facebook.com/groups/TransporteMaritimo/files
Por: Álvaro Sardinha
Divulgação: "Um Clipper no fundo do Mar da Palha"
Divulgação: "Um Clipper no fundo do Mar da Palha"
Maersk Line, MSC e CMA CGM formam aliança para optimizar operações
A nova rede P3 tem como pano de fundo as ligações Ásia-Europa, transpacíficas e transatlânticas, e faz com que cada linha ofereça mais frequências semanais na rede combinado do que individualmente, assim como faz com que sejam escalados mais portos. Os navios serão operados de forma separada por um centro de operações conjunto, sendo que os restantes serviços continuarão na mão de cada armador. A Maersk Line vai fornecer 42% do total da capacidade da rede, a MSC 34% e a CMA CGM os restantes 24%.
Os três gigantes armadores querem ainda chegar a um acordo definitivo no último trimestre deste ano, de forma a que a rede P3 entre em funcionamento no segundo trimestre de 2014. Para tal necessitarão ainda da autorização das autoridades competentes.









