Kiribati: um país à espera de ser engolido pelo mar

Chama-se Kiribati. Na distante Micronésia, David Gray, da Agência Reuters apresenta um

documentário fotográfico sobre o dia a dia de um país que, por estar apenas alguns metros acima do nível do mar, deverá desaparecer nos próximos 30 a 60 anos. 

Esta é a convicção do presidente deste país do Pacífico, Anote Tong, face às previsões mundiais do aquecimento climático, e consequente subida do nível das águas dos mares. O ponto mais alto chega aos 81 metros, na ilha Banaba, mas o mar vai engoli-lo. 

Kiribati é o país mais ocidental do mundo. Composto por arquipélagos de ilhas de corais, ficou conhecido como a Ilha do Milénio por ter sido o primeiro lugar do mundo a entrar no terceiro milénio. Mas não chegará ao fim deste. 

As alterações climáticas traduzem-se numa ameaça de fatal e o desafio que se coloca agora é salvar o seu povo, pouco mais de cem mil habitantes, a maioria dedicada à pesca. Em cima da mesa está a possível compra de terrenos nas Fiji, mas o alerta mundial feito por Anote Tong em 2008, um pedido para que a comunidade internacional o ajude a evacuar o país antes que este desapareça, ainda não teve eco.

Fonte: TVI

Cientistas descobriram fractura tectónica em formação ao largo da costa portuguesa

Após os grandes terramotos de 1755 e 1969 em Portugal, já se suspeitava que algo estivesse a acontecer no fundo do Atlântico, próximo da Península Ibérica. Agora, cientistas portugueses, australianos e franceses afirmam ter descoberto os primeiros indícios desse fenómeno.

A descoberta de uma zona de subducção nas suas primeiríssimas fases de formação, ao largo da costa de Portugal, acaba de ser anunciada por um grupo internacional de cientistas liderados por João Duarte, geólogo português a trabalhar na Universidade de Monash, na Austrália.
A confirmar-se que o fenómeno, em que uma placa tectónica da Terra mergulha debaixo de outra, está mesmo a começar a acontecer, como concluem estes cientistas num artigo publicado online pela revista Geology, isso significa que, daqui a uns 200 milhões de anos, o Oceano Atlântico poderá vir a desaparecer e as massas continentais de Europa e América a juntar-se num novo supercontinente.
João Duarte e a sua equipa de Monash, juntamente com Filipe Rosas, Pedro Terrinha e António Ribeiro, da Universidade de Lisboa e do Instituto Português do Mar e da Atmosfera – e ainda Marc-André Gutcher, da Universidade de Brest (França) – detectaram os primeiros indícios de que a margem Sudoeste Ibérica – uma margem “passiva” do Atlântico, isto é, onde aparentemente nada acontecia –, está na realidade a tornar-se activa, explica em comunicado aquela universidade australiana. A formação da fractura foi detectada através do mapeamento pelos cientistas, ao longo de oito anos, do fundo do oceano nessa zona.
“Detectámos os primórdios da formação de uma margem activa – que é como uma zona de subducção embrionária”, diz João Duarte, citado no mesmo comunicado.
E o investigador salienta que a actividade sísmica significativa patente naquela zona, incluindo o terramoto de 1755 que devastou Lisboa, já fazia pensar que estivesse a produzir-se aí uma convergência tectónica.
A existência desta zona de subducção incipiente ao largo de Portugal poderá indiciar que a geografia dos actuais continentes irá evoluir, ao longo dos próximos 220 milhões de anos, com a Península Ibérica a ser empurrada em direcção aos Estados Unidos. Este tipo de fenómeno já terá acontecido três vezes ao longo de mais de quatro mil milhões de anos de história do nosso planeta, com o movimento das placas tectónicas a partir antigos supercontinentes (como o célebre Pangeia, que reunia todos os continentes actuais) e a abrir oceanos entre as várias massas continentais resultantes.
O processo de formação da nova zona de subducção deverá demorar cerca de 20 milhões de anos, fornecendo aos cientistas uma “oportunidade única” de observar o fenómeno de activação tectónica.
Fonte: Público.

Porto de Aveiro movimentou mais 22,2% nos primeiros cinco meses

Nos primeiros cinco meses do ano, o porto de Aveiro movimentou um total de 1,65 milhões de toneladas, valor que representa um crescimento homólogo de 22,2%, com mais 300 mil toneladas.

Neste período, as exportações a partir de Aveiro cresceram 42,3%, face a um crescimento mais moderado das cargas de importação (6%).
Entre os segmentos de carga, o destaque vai para a carga geral, que chegou às 712,8 mil toneladas até maio, mais 210 mil que até maio de 2012. Os granéis sólidos subiram 12,3%, para as 518,9 mil toneladas, enquanto que os granéis líquidos cresceram 8,3%, para as 420,5 mil toneladas.

No período em questão, o porto de Aveiro foi escalado por 426 navios (mais 82), com a arqueação bruta a aumentar 30%.
Quanto ao mês de maio, foram movimentadas 329 mil toneladas em Aveiro, resultado perto do recorde mensal deste porto.

Fonte: Cargo

O papel do "surf" no socorro a banhistas

Os 31 anos como nadador-salvador na Praia da Areia Branca (Lourinhã) permitem a Paulo Marques afirmar que, hoje em dia, o surf e o kitesurf são os desportos náuticos mais importantes nesta região do oeste.

Entre as modalidades, garante que o surf tem o papel principal, pois é a que “atrai os turistas a virem experimentar”.
Paulo Marques, que aos 14 anos seguiu as pisadas do avô e do pai, ambos nadadores-salvadores, sublinha a extrema importância dos surfistas “no socorro aos banhistas”.
Por tudo isso, lamenta que a modalidade não tenha mais apoio do poder local e central.

Fonte: DN

O papel do "surf" no socorro a banhistas

Os 31 anos como nadador-salvador na Praia da Areia Branca (Lourinhã) permitem a Paulo Marques afirmar que, hoje em dia, o surf e o kitesurf são os desportos náuticos mais importantes nesta região do oeste.

Entre as modalidades, garante que o surf tem o papel principal, pois é a que “atrai os turistas a virem experimentar”.
Paulo Marques, que aos 14 anos seguiu as pisadas do avô e do pai, ambos nadadores-salvadores, sublinha a extrema importância dos surfistas “no socorro aos banhistas”.
Por tudo isso, lamenta que a modalidade não tenha mais apoio do poder local e central.

Fonte: DN

Mariana Lobato campeã do Mundo

A velejadora lusa foi convidada pela campeã olímpica Tamara Echegoyen para fazer parte da tripulação.

A velejadora portuguesa Mariana Lobato sagrou-se campeã do Mundo de Match Racing na última semana durante o Mundial da classe.
Mariana Lobato foi convidada pela campeã olímpica, a espanhola Tamara Echegoyen, para fazer parte da tripulação, juntamente com a também campeã olímpica Sofia Toro, Eva Gonzalez e Lara Cacabelos.
«A Tamara ganhou os Jogos Olímpicos e ao convidar-me para integrar a sua equipa para disputar o mundial é claro que senti uma grande responsabilidade. Foi um desafio para mim, confesso que tive medo de não estar à altura mas, a comunicação a bordo correu bem e a equipa estava coordenada. O bom trabalho fez-se notar e conquistámos a medalha de ouro e o título de campeãs do mundo», afirmou Mariana citada pela assessoria.
Tamara Echegoeyn teceu elogios à velejadora do Clube Naval de Cascais.
«Gostei muito de navegar com a Mariana, é uma velejadora muito completa e tem muita iniciativa. Certamente que iremos fazer mais campeonatos juntas, não vamos ficar por aqui».
Fonte: Sapo

Cenário de Sonho na Despedida de Lisboa

Sol, céu azul e vento, o cenário perfeito para a despedida de Lisboa, da frota de MOD70 e do Maxi 80, Prince de Bretagne. Às 14 horas em ponto, os cinco barcos largaram para um pequeno percurso no Tejo, entre a Praça do Comércio e a ponte 25 de Abril, seguindo depois rumo à Irlanda, onde deverão chegar na próxima quarta-feira.

Com duas passagens pontuáveis, a primeira ao largo de Cascais na bóia C1 e outra no Fastnet, a frota de MOD70 prepara-se para enfrentar condições muito difíceis de mar e vento. Em especial, junto ao Cabo Finisterra. Uma frente espera os velejadores, podendo o vento chegar a soprar acima dos 35 nós.
A boa notícia é que a manter-se o quadrante Sul das previsões meteorológicas, os barcos podem não sofrer muitos danos: “Ainda vamos ver como abordar a baixa pressão que sente em Finisterra. A boa notícia é que vamos à popa e, portanto, vai ser uma etapa rápida. Esperamos conseguir andar na luta com os MOD70, como fizemos entre Valência e Lisboa. Vai ser a minha estreia em Dublin”, afirma Lionel Lemonchois, skipper do Maxi 80 Prince de Bretagne.
Classificação 2ª etapa após bóia de Cascais
1º Spindrift
2º Edmond de Rothschild
3º Oman Air – Musandam
4º Virbac-Paprec 70
Classificação geral provisória MOD70
1. Oman Air-Musandam (Sidney Gavignet) 54 pts 
2. Edmond de Rothschild, 52 pts 
3. Spindrift (Yann Guichard) 8 pts
4. Virbac-Paprec 70 (Jean-Pierre Dick), 38 pts
Os Multi50 preparam o embate
As primeiras rajadas já se sentem. O sol e céu azul de Lisboa, desapareceu e a frota de Multi50 está no meio do cinzento. O mar escurece e o vento de sudoeste empurra o líder, o Actual, de Yves Le Blevec , para o meio da depressão centrada no Cabo Finisterra.
Após a largada de Lisboa, os Multi50 depararam-se com vento instável de direcção e intensidade. A primeira noite ainda foi tranquila e permitiu carregar baterias porque não vêm momentos fáceis.
Esta manhã, o Actual e o FenêtréA-Cardinal estavam como numa regata de match racing, separados por uma milha. A dez milhas de distância seguia o Arkéma – Région Aquitaine e a cerca quarenta, o Rennes Métropole – Saint-Malo Agglomération. Por agora, o vento ainda é fraco mas as próximas horas prometem ser duras.
Classificação Multi 50 às 16 horas
1º Actual (Yves le Blevec) a 791,78 milhas da chegada
2º FenêtreA-Cardinal (Erwan Le Roux) a 15,13 milhas
3º Arkéma – Région Aquitaine (Lalou Roucayrol) a 37,54 milhas
4º Rennes Métropole – Saint-Malo Agglomération (Gilles Lamiré) a 109,87 milhas
Citações
Pascal Bidégorry (Spindrift)
“Antes de rumarmos ao largo, tivemos de cumprir um pequeno percurso, muito simpático, no Rio Tejo que nos vai obrigar a trabalhar bastante. É muito importante sair bem do rio porque há uma passagem pontuável em Cascais. Depois, vamos tentar contornar, por Este, uma baixa pressão e chegaremos ao Cabo Finisterra, com ventos com uma intensidade média de 25 nós. Será forte mas não violento. O final da etapa será difícil porque a previsão aponta para que o vento caia entre o Fastnet e Dublin. É um percurso muito interessante ao nível da estratégia e com muita coisa a passar-se até ao Sul da Irlanda.”
Sidney Gavignet (Oman Air-Musandam) : “ Il va y avoir des choses à faire”
O que nos espera nesta etapa? Uma baixa pressão ao largo do Cabo Finisterra. Vai ser interessante porque vamos ter de fazer uma opção táctica para passarmos próximos mas não cairmos no centro. Julgo que Finisterra não será chave na decisão da etapa. Será muito mais a subida da costa portuguesa.
O nosso estado espírito é igual ao que tivemos nas inshore de Lisboa. Há bom ambiente a bordo, ganhámos a primeira etapa e a tripulação está consistente. Estamos tranquilos, esse é um factor que pode fazer a diferença e evita que cometamos erros. Estamos confiantes e satisfeitos de estarmos na luta.”
Sébastien Josse (Edmond de Rothschild) :
“Vamos encontrar condições muito diferentes. Largamos com sol mas, ao final da tarde, o céu vai ficar coberto por causa de uma baixa de pressão situada no Golfo da Gasconha. Vamos contorná-la a Leste e tentar gerir da melhor forma a aproximação do Fastnet. O final da etapa vai ser muito aleatório. Vai haver chuva e muito trabalho a bordo. De qualquer das formas, nesta etapa estamos de volta a locais que conhecemos muito bem. Penso que vai ser uma etapa muito rápida e estaremos em Dublin em menos de três dias.”
Jean-Pierre Dick (Virbac-Parec 70)
“Temos de ser prudentes nas trajectórias e nas opções tácticas. Vai ser uma etapa com condições muito “musculadas”, perto do Cabo Finisterra, com muito mar e uma depressão para evitar por Leste.
Vamos ter fases muito activas nesta regata e em que serão necessários todos os braços a bordo.”
Martin Keruzoré (Fenêtré A-Cardinal)
“Estamos a fazer 18 nós com o Gennaker e começamos a ter mar alteroso. O Actual está com o mesmo vento que nós e já não vimos o Arkema, que está atrás de nós. Estamos a ver a frente a chegar. Tudo está bem a bordo.”

Fonte: Routedesprinces.fr

Deco: “apagamento público” da ASAE “encoraja” fraudes como a do peixe-caracol

Diário de Notícias revelou caso de peixe-caracol vendido em Portugal rotulado como bacalhau. Especialistas acreditam não há risco para a saúde pública. A ASAE está a “analisar” possível fraude.

O Grupo Auchan, que gere as cadeias Jumbo e Pão de Açúcar, tinha nas suas prateleiras um produto que não apresentava “qualquer vestígio” do bacalhau anunciado no rótulo. No lugar do bacalhau estava uma espécie de comercialização não autorizada em Portugal, o peixe-caracol. A refeição pré-cozinhada era da marca Polegar, do mesmo grupo.
A notícia é avançada neste domingo pelo Diário de Notícias, que enviou para análise no laboratório Biopremier nove amostras de diferentes produtos. Entre elas, três refeições pré-cozinhadas de bacalhau com natas das marcas Continente, Pingo Doce e Polegar. Nesta última, não foi detectada “qualquer percentagem” de bacalhau. O que encontrou foi uma espécie de nome científico Liparis, vulgarmente conhecida como peixe-caracol.
O bacalhau com natas sem bacalhau foi adquirido no Jumbo de Alfragide, por jornalistas do DN. Confrontado pelo mesmo diário antes de publicada a notícia, o Grupo Auchan disse ter retirado “cautelarmente” o produto de venda e anunciou estar “a proceder a averiguações junto do fornecedor para averiguar o que terá originado esta possível irregularidade”.
O secretário-geral da Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, Jorge Morgado, disse ao PÚBLICO que se trata de um caso “preocupante”, que “cria dúvida e insegurança dos consumidores em relação ao controlo de qualidade das empresas”.
Apesar de os especialistas ouvidos pelo DN acreditarem que o peixe-caracol pode ser consumido por humanos sem perigo, Jorge Morgado entende que “é preciso ter a certeza de que esta aparente falsificação não coloca em risco a saúde pública”. E considera que, em qualquer dos casos, o Ministério Público deve intervir.
O peixe-caracol tem um valor inferior ao do bacalhau, o que torna este tipo de práticas lucrativas para as empresas que o fazem. No entanto, a troca de produtos comerciais constitui uma fraude de mercadorias, que pode ser punível com pena de prisão. De resto, o peixe-caracol não consta da lista de espécies cuja comercialização é permitida em Portugal.
“O nosso interesse é também na prevenção deste tipo de situações”, sublinha Jorge Morgado. “A crise e a queda dos lucros podem levar algumas empresas menos criteriosas a enveredar por este tipo de processos”, diz o secretário-geral da DECO, que aponta, no entanto, a actual acção da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) como causa do problema.
“A repetição deste tipo de notícias fragiliza a imagem da própria ASAE. A redução da actividade e o apagamento público da ASAE – que tem sido prática no período de vigência deste Governo – encoraja práticas ilegais, leva a que pessoas sem escrúpulos pensem que o crime compensa.” Morgado defende que “é a visibilidade da ASAE”, que “desmotiva” estas fraudes. “Dá a ideia de que a ASAE se limita agora aos seus compromissos internacionais.”
ASAE está “no terreno”
À Lusa, o presidente da ASAE disse que “os serviços estão a actuar no terreno, a recolher e a analisar informação, para avaliar a situação que foi denunciada”. “Estamos a verificar o que aconteceu e tomaremos as medidas necessárias face às circunstâncias.” Quanto às críticas da Deco, Francisco Lopes diz que a ASAE mantém níveis de operação “suficientes” para garantir a segurança alimentar dos consumidores. “Fazemos análises aos produtos, temos planos de controlo no terreno e sempre que são detectadas estas situações actuamos rapidamente.”
“Estas situações são cíclicas, mas estamos atentos”, afirmou ainda Francisco Lopes. “Se colocarmos em todos os estabelecimentos um inspector a fazer análise, podem continuar a acontecer inconformidades. Isso não significa que a ASAE tenha diminuído a atenção [a estes casos]. Estamos cá para prevenir e para antecipar, mas não podemos ter um técnico em cada sítio, é impossível.”
A embalagem com peixe-caracol estava assinalada com a certificação de produto português, mas Jorge Morgado diz que este pré-cozinhado pode não ter sido preparado em Portugal. “O símbolo de produto português tem lacunas. Quando muito, diz que a empresa é portuguesa – e pouco mais. Resta saber se, por exemplo, não é apenas uma empresa importadora. Foi por isso que a Deco não aderiu à campanha, porque sentimos a fragilidade do processo.”
Fonte: DN

Comunidade Portuária de Setúbal agradada com progressos registados na JUP

Em comunicado, a Comunidade Portuária de Setúbal (CPS) mostra-se agradada com o facto de, desde a criação do FSP – Fórum para a Simplificação de Procedimentos no porto de Setúbal (constituído em Fevereiro de 2012 por representantes de quinze entidades e agentes económicos intervenientes nos processos relativos ao movimento de navios e cargas no porto de Setúbal) se tenha registado uma cada vez melhor resolução da maioria dos problemas anteriormente identificados.

“Durante o ano de 2012, foram resolvidos 23 procedimentos e fluxos de informação, por migração do suporte papel para a plataforma Electrónica JUP, que se traduziram em marcados benefícios para todos os intervenientes, designadamente na redução de práticas burocráticas anquilosadas e permitiram evidentes melhorias na qualidade e eficácia dos serviços prestados, com os consequentes ganhos de racionalidade e competitividade do próprio porto”, pode ler-se no comunicado da CPS.

A Comunidade Portuária de Setúbal destaca ainda o aumento das operações efectuadas por meios electrónicos – mais 17 procedimentos são actualmente efectuados através da JUP e mais 2 por email, a redução de 20 procedimentos antes realizadas com recurso a papel (existiam inicialmente 29 operações) e a redução de 28 procedimentos do total de 99 que existiam inicialmente.
Dá ainda nota à melhoria dos níveis e frequência de situações de contingência, decorrentes de incidentes funcionais e os progressos na resolução de anomalias ou disfunções mediante suporte do Helpdesk.

Relativamente ao ano corrente, o FSP tem prevista a realização de outros melhoramentos, tais como, a inclusão das empresas de reboque e amarração na JUP, a possibilidade de acesso à JUP a partir das portarias dos terminais, a criação de um módulo para envio de SMS relacionados com as mensagens automáticas da JUP e, um outro, para gestão de autorizações das Autoridades.


Fonte: Cargo

Dia Internacional do Surf. Há festa na Ericeira

Na data em que se assinala o Dia Internacional do Surf, o Ericeira Surf & Skate Fest está de volta para mais um evento que celebra a cultura da modalidade. Depois do sucesso da última edição, no próximo dia 22 de Junho, a Foz do Lizandro, na Ericeira, será palco de surf e arte.
“Trazer de volta a interacção criada e fazer convergir uma vez mais o surf, a arte (nas formas da música, da fotografia e da escultura / instalação) e o ambiente num mesmo cenário”, são os objectivos da organização revelados em comunicado de imprensa.
À semelhança da última edição, este ano o público poderá contar também com o Tag Team Challenge – uma prova de surf num formato informal – que põe à prova o espírito de equipa dos participantes convidados. A par desta competição, irá decorrer também o Moche Aerial Invitational, que vai trazer os maiores especialistas em aéreos do surf nacional para um desafio aceso com espectáculo garantido.
Em terra podemos contar com a apresentação da Skeleton Sea – um colectivo de artistas que trabalha em prol da preservação dos oceanos – que, a partir de lixo recolhido nas praias, irá expor no espaço do evento as suas esculturas e organizar uma recolha de lixo na praia com a colaboração de todas as pessoas presentes.
Numa exposição fotográfica, Carlos Pinto irá mostrar uma parte do trabalho que tem vindo a desenvolver nos últimos anos. O dia termina com a Sunset Party com actuação de Herculano by Vans.
Fonte: IOnline / Beatriz Silva.