Escola de surf aproveita ondas dos catamarãs do Tejo para dar aulas solidárias

A praia do Bico do Mexilhoeiro, no Barreiro, é o local onde quebram as ondas provocadas pela passagem dos catamarãs que circulam no Tejo. A especificidade desta onda até lhe valeu um nome: Gasoline.
Foi, precisamente, a Gasoline – Associação Cultural e Desportiva que assinou um protocolo com a Câmara Municipal do Barreiro que lhe permite instalar uma escola de surf num moinho da zona histórica de Alburrica.
O primeiro workshop de surf dado no local contou com a participação de 20 jovens carenciados, sinalizados pela Associação Rumo/CLDS. O primeiro passo foi aprenderem a manobra essencial deste desporto, o take-off, que permite porem-se de pé na prancha.
A ideia do projecto é fazer chegar o surf a jovens que, de outra forma, nunca teriam acesso a praticá-lo. Quer pelo custo elevado das aulas ou do material.
Além destas acções de inclusão social, a associação Gasoline também procura apoios e patrocínios para que qualquer pessoa possa ter a experiência de surfar uma onda no rio Tejo. 
Fonte: Visão.

Cruzeiros. Número de passageiros nos portos aumenta 14,8%



No ano passado, passaram pelos portos portugueses mais de dois milhões de passageiros, o que representa um aumento de 307 mil pessoas em relação a 2011, noticia o i. O número faz parte do Relatório de Imigração, Fronteiras e Asilo (RIFA) do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), que também aponta para um aumento do número de estrangeiros que em 2012 passaram pelos aeroportos portugueses: mais 30 mil que no ano anterior. No caso dos portos, o maior aumento diz respeito às escalas de navios-cruzeiros, que totalizaram 93,8% dos passageiros. Um fenómeno que tem a ver, segundo explicou ao i uma fonte do SEF, com os “conflitos que têm vindo a acontecer em vários países do Mediterrâneo e à insegurança sentida na Grécia”. Factores que estarão a levar as empresas de cruzeiros a apostar em novas rotas comerciais, que passam por Portugal.

Fonte: Ambitur Online.

Um plano coerente para os portos

O projecto de fusão dos portos nacionais e de criação de uma ‘holding’ portuária já correu vários governos. Em todos eles, a mesma justificação: reorganizar o sector, concentrar decisões, reduzir custos.
O projecto de fusão dos portos nacionais e de criação de uma ‘holding’ portuária já correu vários governos.

Em todos eles, a mesma justificação: reorganizar o sector, concentrar decisões, reduzir custos. Em todos eles, a mesma contestação: fusão implicaria perda de autonomia dos portos, ‘holding’ concentraria em demasia as decisões
de gestão em mais um organismo público, como têm acusado algumas entidades do sector e associações empresariais.

De todas as vezes, o projecto ficou na gaveta. Agora, o ministério da Economia prepara-se para avançar com um modelo de gestão conjunta, mas sem fusões ou ‘holdings’.

A ideia é criar um organismo que coordene todos os investimentos e apostas do sector, porto a porto, mas de forma transversal. Num país em que o ‘cluster’ do mar deveria ser uma prioridade do investimento nacional, e em que os portos são pontos-chave óbvios desse plano, uma medida como esta é um passo no sentido certo. Enquanto porta de entrada e saída de bens e mercadorias do mundo inteiro, os portos são vitais para a economia – aliás, as recentes paralisações provaram essa importância.

E não apenas para o País: a localização privilegiada de portos como Leixões, Lisboa ou Sines face a mercados como o africano ou o americano deveria ser encarada como uma vantagem competitiva dentro da própria Europa. Porque é por eles (também) que o mercado europeu exporta e se abastece. Razões de sobra para que a gestão portuária não dependa apenas do que cada porto pretende fazer, mas de uma estratégia coordenada e concertada que, sem lhes retirar autonomia, potencie o melhor que os portos podem dar à economia nacional.

Fonte: Diário Económico.

Mar 'engole' costa australiana

A erosão nas praias de Gold Coast, em Queensland na Austrália, preocupa os habitantes locais que temem que o turismo, uma das suas fontes de rendimento, seja afectado.
Conhecida pelas boas ondas para o surf, a Gold Coast tem sofrido, nos últimos anos, uma erosão que já levou ao encerramento de algumas praias.
Alguns operadoras registam uma quebra significativa nas reservas feitas paras as férias, de acordo com o jornal “Herald Sun”.
A Assembleia Municipal garante que está a ser feito um esforço de conservação da zona e que o local ainda é uma atracção
Fonte: Expresso

Mar ‘engole’ costa australiana

A erosão nas praias de Gold Coast, em Queensland na Austrália, preocupa os habitantes locais que temem que o turismo, uma das suas fontes de rendimento, seja afectado.
Conhecida pelas boas ondas para o surf, a Gold Coast tem sofrido, nos últimos anos, uma erosão que já levou ao encerramento de algumas praias.
Alguns operadoras registam uma quebra significativa nas reservas feitas paras as férias, de acordo com o jornal “Herald Sun”.
A Assembleia Municipal garante que está a ser feito um esforço de conservação da zona e que o local ainda é uma atracção
Fonte: Expresso

Tartaruga "salva" acabou por morrer no mar

Mel, uma tartaruga salva pelo Oceanário de Valência, Espanha, e depois acolhida pelo Oceanário de Lisboa, em 2011, foi encontrada morta no passado dia 21 perto de Alicante, Espanha.
A tartaruga marinha da espécie Caretta Caretta tinha sido reintroduzida no seu habitat natural no passado dia 12, com um transmissor colocado pelo Oceanário de Lisboa.
Segundo Núria Baylina, Curadora do Oceanário, “a necropsia realizada foi inconclusiva, no entanto foi possível observar que a tartaruga tinha vindo a alimentar-se normalmente. Também, através da análise dos dados do transmissor de satélite, conseguimos saber em que dia e a que hora ocorreu o último mergulho “normal” e, com estes dados, concluímos que a causa de morte terá sido um provável embate com uma embarcação ou enredamento numa arte de pesca”.
Mel foi capturada acidentalmente a 4 de Fevereiro de 2011 por um barco de pesca ao largo de Valência, Espanha. Foi recebida na área de recuperação animal do Oceanário de Valência, onde foi tratada pelos veterinários.
Viajou depois para o Oceanário de Lisboa, onde estava desde Junho de 2011 a adaptar-se ao meio marinho. Chegou mesmo a ser integrada na exposição temporária “Tartarugas marinhas: A viagem”.

Fonte: DN

Tartaruga "salva" acabou por morrer no mar

Mel, uma tartaruga salva pelo Oceanário de Valência, Espanha, e depois acolhida pelo Oceanário de Lisboa, em 2011, foi encontrada morta no passado dia 21 perto de Alicante, Espanha.
A tartaruga marinha da espécie Caretta Caretta tinha sido reintroduzida no seu habitat natural no passado dia 12, com um transmissor colocado pelo Oceanário de Lisboa.
Segundo Núria Baylina, Curadora do Oceanário, “a necropsia realizada foi inconclusiva, no entanto foi possível observar que a tartaruga tinha vindo a alimentar-se normalmente. Também, através da análise dos dados do transmissor de satélite, conseguimos saber em que dia e a que hora ocorreu o último mergulho “normal” e, com estes dados, concluímos que a causa de morte terá sido um provável embate com uma embarcação ou enredamento numa arte de pesca”.
Mel foi capturada acidentalmente a 4 de Fevereiro de 2011 por um barco de pesca ao largo de Valência, Espanha. Foi recebida na área de recuperação animal do Oceanário de Valência, onde foi tratada pelos veterinários.
Viajou depois para o Oceanário de Lisboa, onde estava desde Junho de 2011 a adaptar-se ao meio marinho. Chegou mesmo a ser integrada na exposição temporária “Tartarugas marinhas: A viagem”.

Fonte: DN

Aventura Creoula: 20 dias no mar

O foto-jornalista Paulo Maria conta-nos a sua experiência numa expedição científica nos mares do Algarve
Embarquei no Navio de Treino de Mar ‘Creoula’ integrando a Campanha EMEPC/M@rBis/Algarve2013, organizada pela Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental.
Pensei que seria a forma ideal de passar uns dias de férias nos mares do Algarve e de desfrutar de um dos meus principais hobbies: o mergulho. Mas rapidamente percebi que não seria o caso.
O desafio é simples: acompanhar o grupo de cientistas e biólogos que vão explorar os vários locais representativos da biodiversidade marinha na costa sul de Portugal e que se dedicam a temas de estudo tão distintos como: amostragem do zoo e fitoplancton; identificação e mapeamento de habitats marinhos (projecto MESH Atlântico ); identificação de habitats de corais; recolha de dados sobre lixo e microplásticos nos fundos marinhos da costa algarvia (projeto POIZON), entre muitos outros.
Mal pude acreditar que iria desempenhar várias tarefas a bordo destinadas à guarnição, condição fundamental para todos os que integram esta campanha a bordo do ‘Creoula’. Mesmo com mar chão e um pôr-do-sol que nos amarra ao bordo do convés, o tempo aqui passa a correr, sempre preenchido com actividades “lúdicas”: descascar batatas na cozinha, lavar pratos na copa ou fazer parte da equipa das limpezas gerais.
Sou fotojornalista e vocaciono o meu trabalho para a indústria e desporto automóvel. Toda esta missão e comunidade ligada à ciência é nova para os meus sentidos. Deixei o pó dos troços de ralis, o ambiente dos circuitos de competição e, durante vinte dias, partilharei o espaço de convés e cobertas com 88 civis e a guarnição da marinha, que me vão assegurar um conhecimento científico mais rico sobre a biodiversidade marinha nacional.
Quero absorver toda a informação possível sobre o mar, a sua biodiversidade e recursos, bem como tentar decifrar os nomes científicos das amostras que os biólogos recolhem em cada mergulho. Para mim ainda são peixes, corais, búzios e estrelas-do-mar, mas estou convicto que, no final da Campanha, já conseguirei vociferar os nomes das principais espécies assim como da família a que pertencem, ou pelo menos das mais fotogénicas que passarem pela minha objetiva.
As minhas missões e projetos a bordo do Creoula passam por filmar os mergulhos e fotografar as espécies recolhidas em micro e macro fotografia para catalogação da biodiversidade marinha nacional.
Maravilhoso e surpreendente mundo novo!
Transformei um espaço do convés num estúdio fotográfico improvisado. Diante de mim, vão desfilando diariamente pequenos e minúsculos exemplares recolhidos pelos biólogos marinhos para catalogação e estudo a bordo. Procuro transformar a ciência em estética fotográfica ainda que sempre com o devido apoio e explicações dos biólogos sobre as características específicas de cada amostra.


Fonte: Visão

Há que aproveitar mais o mar

No que toca à pesca desportiva, Jorge Almeirim afirma que o mar português tem excelentes qualidades e muito potencial para a prática da modalidade.

“Enquanto Federação desportiva temos feito o nosso trabalho. Temos trazido para Portugal muitos campeonatos internacionais, quer do Mundo quer da Europa”, salienta o Presidente da Federação Portuguesa de Pesca Desportiva. É no turismo que Jorge Almeirim identifica algumas lacunas no que toca ao aproveitamento do mar e da própria pesca desportiva. Este responsável fala ainda da pouca aposta por parte de algumas autarquias nesta modalidade.

Fonte: DN

Porto de Sines vai passar a gerir negócio de cruzeiros

A nova gestão do porto de Sines vai passar a gerir as cargas dos portos de Portimão e Faro.
O porto de Sines vai passar a gerir uma nova área de actividade, o segmento de navios de cruzeiros, após a integração na sua área de competências das actividades de cargas do porto de Portimão, prevista para ocorrer nas próximas semanas.

A nova Administração do Porto de Sines (APS), liderada por João Franco – que assumiu o novo cargo ao longo da semana passada – já reflecte a necessidade de obter ‘know-how’ numa área em que o porto de Sines não desenvolveu qualquer competência até ao momento. João Franco fez-se acompanhar à frente da administração do porto por João Pedro Soares, que transita precisamente da gestão do porto de Portimão. O outro vogal da APS será Eduardo Bandeira, que já era funcionário da APS.
Fonte: Diário Económico.