Cruzeiros. Número de passageiros nos portos aumenta 14,8%
No ano passado, passaram pelos portos portugueses mais de dois milhões de passageiros, o que representa um aumento de 307 mil pessoas em relação a 2011, noticia o i. O número faz parte do Relatório de Imigração, Fronteiras e Asilo (RIFA) do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), que também aponta para um aumento do número de estrangeiros que em 2012 passaram pelos aeroportos portugueses: mais 30 mil que no ano anterior. No caso dos portos, o maior aumento diz respeito às escalas de navios-cruzeiros, que totalizaram 93,8% dos passageiros. Um fenómeno que tem a ver, segundo explicou ao i uma fonte do SEF, com os “conflitos que têm vindo a acontecer em vários países do Mediterrâneo e à insegurança sentida na Grécia”. Factores que estarão a levar as empresas de cruzeiros a apostar em novas rotas comerciais, que passam por Portugal.
Fonte: Ambitur Online.
Um plano coerente para os portos
Em todos eles, a mesma justificação: reorganizar o sector, concentrar decisões, reduzir custos. Em todos eles, a mesma contestação: fusão implicaria perda de autonomia dos portos, ‘holding’ concentraria em demasia as decisões
de gestão em mais um organismo público, como têm acusado algumas entidades do sector e associações empresariais.
De todas as vezes, o projecto ficou na gaveta. Agora, o ministério da Economia prepara-se para avançar com um modelo de gestão conjunta, mas sem fusões ou ‘holdings’.
A ideia é criar um organismo que coordene todos os investimentos e apostas do sector, porto a porto, mas de forma transversal. Num país em que o ‘cluster’ do mar deveria ser uma prioridade do investimento nacional, e em que os portos são pontos-chave óbvios desse plano, uma medida como esta é um passo no sentido certo. Enquanto porta de entrada e saída de bens e mercadorias do mundo inteiro, os portos são vitais para a economia – aliás, as recentes paralisações provaram essa importância.
E não apenas para o País: a localização privilegiada de portos como Leixões, Lisboa ou Sines face a mercados como o africano ou o americano deveria ser encarada como uma vantagem competitiva dentro da própria Europa. Porque é por eles (também) que o mercado europeu exporta e se abastece. Razões de sobra para que a gestão portuária não dependa apenas do que cada porto pretende fazer, mas de uma estratégia coordenada e concertada que, sem lhes retirar autonomia, potencie o melhor que os portos podem dar à economia nacional.
Fonte: Diário Económico.
Mar 'engole' costa australiana
Mar ‘engole’ costa australiana
Tartaruga "salva" acabou por morrer no mar
Tartaruga "salva" acabou por morrer no mar
Aventura Creoula: 20 dias no mar
Fonte: Visão
Há que aproveitar mais o mar
Porto de Sines vai passar a gerir negócio de cruzeiros
A nova Administração do Porto de Sines (APS), liderada por João Franco – que assumiu o novo cargo ao longo da semana passada – já reflecte a necessidade de obter ‘know-how’ numa área em que o porto de Sines não desenvolveu qualquer competência até ao momento. João Franco fez-se acompanhar à frente da administração do porto por João Pedro Soares, que transita precisamente da gestão do porto de Portimão. O outro vogal da APS será Eduardo Bandeira, que já era funcionário da APS.







