Invasão de algas pintou de verde o mar Amarelo na China
Açores: Raias gigantes atraem turistas
Paulo Reis destaca que há “cada vez mais gente” para mergulhar com estes “animais fantásticos” e que, em 2013, pela primeira vez, o número de estrangeiros “vai ultrapassar” o número de portugueses, com destaque para os espanhóis, alemães e austríacos.
Segundo as estimativas, com viagem de avião, estadia na ilha, mergulho, alimentação e algum consumo no comércio local, cada adepto que vai aos Açores, pelo período de oito a 10 dias, tem um impacto entre 1.500 e 2.000 euros na economia local.
Portos espanhóis perdem nove milhões de toneladas até Maio
Grécia tenta acelerar privatização do porto do Pireu
Pescador captura peixe de 200 anos
Ricardo Faustino, um dos mais arrojados "Wave Riders".
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Fernave promove Curso de Gestão Logística
Oceano Atlântico pode estar a desaparecer a partir da costa portuguesa
Uma equipa de cientistas liderada por um português diz ter descoberto a razão do terramoto de 1755 em Lisboa, que também poderá vir a causar o desaparecimento do Oceano Atlântico.
Num relatório fruto de oito anos de mapeamento do fundo do “oceano português”, denominado “Are subduction zones invading the Atlantic?” Evidence from the southwest Iberia margin”, publicado pela revista especializada Geology, os cientistas explicam que a fractura detectada ainda está nos seus primórdios de formação.
Refere-se também que esta zona de subducção embrionária pode ter estado na origem do terramoto de 1755 que devastou Lisboa, e que pode vir a causar o desaparecimento do Oceano Atlântico.
O risco de criação de um novo super-continente em resultado da junção entre a Europa e a América existe, mas a longo prazo. De acordo com as conclusões do trabalho de doutoramento de João Duarte, a zona de subducção só deverá ficar activa daqui a 20 milhões de anos, e o Oceano Atlântico demorará pelo menos 10 vezes mais a “escoar”.







