Óleo de peixe pode minimizar malefícios causados por "junk food"

O consumo de óleo de peixe pode minimizar supostos danos que a “junk food” (alimentos como hambúrgueres, batatas fritas e refrigerantes) causa ao cérebro humano. A informação foi divulgada pela Universidade de Liverpool e publicada no British Journal of Nutrition, avança o Diário Digital.

Segundo a instituição, a ingestão desses óleos, ricos em ácidos gordos ómega 3, “desempenha um papel fundamental no combate à acção maléfica exercida por açúcares refinados e gorduras saturadas no cérebro humano”.

De acordo com a universidade, tais malefícios incluiriam dificuldade na geração de novas células nervosas, ligando a obesidade advinda do consumo da “junk food” ao aparecimento de doenças degenerativas.

“A pesquisa, todavia, sugere que óleos de peixe com ómega 3 podem inverter e até prevenir esse processo”, afirma Lucy Pickavance, da universidade — apontando que dietas com alto consumo de açúcares refinados e gorduras saturadas prejudicariam os neurónios e comprometeriam outras funções executadas pelo cérebro.

O ómega 3 presente nesses óleos suprimiria a acção de gorduras como os triglicéridos, por exemplo.

“A inclusão de óleo de peixe ou de suplementos à base deles nas nossas dietas não provou ser uma aliada na perda de peso mas é um passo importante para aqueles que procuram melhorar a sua saúde em geral”, diz a investigadora.

Peixes aparecem mortos no Algarve

Várias dezenas de linguados, tainhas, sargos, enguias, douradas, pargos e robalos apareceram mortos, desde domingo, na foz da ribeira de Alcantarilha, em Armação de Pêra (Silves), devido à falta de oxigenação das águas. O problema, que se repete há cinco anos sobretudo no Verão, deixou uma vez mais, pescadores e autarcas desesperados por não existir solução à vista. A situação está a ser “avaliada” pela Administração da Região Hidrográfica (ARH), disse ao DN o seu vice-presidente, Paulo Cruz, após terem sido feitas, ontem, recolhas de água para análise. Os resultados deverão ser hoje conhecidos.
“Os prejuízos são incalculáveis. Além da mortandade de peixes, existe o factor humano. Isto é um crime público, pois não há limpeza no rio, que continua ao abandono, com águas contaminadas e até há crianças a tomar banho. Não há sinalização a alertar para os riscos”, lamentou ao DN, o pescador Orlando Mascarenhas. “Antigamente capturávamos cem a 300 quilos de espécies por ano”, lembrou. Na última década, isso desapareceu. A mulher, Tânia Oliveira, acrescentou que o problema da mortandade de peixes se verifica “três ou quatro vezes por ano” e não se tomam medidas.
O presidente da Junta de Freguesia de Armação de Pêra, Fernando Santiago, considera que a solução para a ribeira passa pelo desassoreamento, o que não acontece “há mais de 50 anos”. “No Verão são os peixes a morrer, no Inverno existe o perigo de inundações, devido a um desnível de cinco centímetros”, observou o autarca, apelando à ARH, no sentido de ser aberta uma ligação da ribeira ao mar para escoar as águas. A ARH admite a possibilidade caso a situação se agrave.

Fonte: DN

APSS devolve à população mais uma parcela do Sado

A APSS – Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, SA abriu à população a passagem junto ao rio Sado, entre o Jardim Luís da Fonseca, mais conhecido pelo Jardim da Beira-Mar e a Doca de Recreio das Fontainhas, através do terraplano do antigo Cais 3.
Para a concretização deste objectivo foram retiradas as vedações que delimitavam o Cais 3, colocados pilaretes limitadores e pintada sinalização horizontal reguladora do trânsito automóvel, bem como, instalado ao longo do cais um varandim galvanizado de protecção com 1,10 metros de altura.
Esta intervenção é mais um passo para a reaproximação entre o Porto de Setúbal, a Comunidade Setubalense e os seus visitantes, devolvendo ao usufruto livre de todos, mais uma parcela do rio Sado.
Fonte: APP
 

Porto de Setúbal levou crianças a conhecer atividades e beleza do rio Sado

A Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra aproveitou as comemorações do Dia Mundial da Criança para receber a bordo da embarcação “Évora” um grupo de cerca de cem crianças da Associação Cristã da Mocidade de Setúbal, com idades compreendidas entre os 7 e os 16 anos, para um passeio pelo rio Sado. 

Nesta iniciativa, o grupo de crianças teve oportunidade de conhecer um pouco melhor a beleza do estuário do rio Sado e da cidade, bem como algumas das actividades desenvolvidas no Porto de Setúbal.

Fonte: Cargo

Estar perto do mar é benéfico para a saúde

Estar e, sobretudo, viver perto do mar é benéfico para a saúde. A conclusão é de um estudo desenvolvido pela Universidade de Exeter, em Inglaterra, que revela que a proximidade do oceano é capaz de reduzir o stress e de potenciar a prática de exercício físico, tendo efeitos directos ao nível do bem-estar individual.
 
Os resultados da investigação foram apresentados a semana passada pela epidemiologista Lora Flaming, a coordenadora do estudo, durante uma conferência da American Geophysical Union, que sublinha que, se a noção de que estar perto do mar é benéfico para a saúde já é antiga, só recentemente os cientistas começaram a estudá-la aprofundadamente.
 
Numa das experiências realizadas durante o estudo, adianta o portal LiveScience, os participantes observaram fotografias de oceanos, campos e cidades e foram questionados acerca de quanto pagariam por um quarto de hotel com cada uma dessas vistas. Os cientistas constataram que os voluntários estavam dispostos a pagar mais caso o hotel tivesse vista para o mar.
 
Lora Fleming, Matthew White e os colegas analisaram, também, dados de censos realizados em Inglaterra para compreender de que forma a proximidade da costa afecta a saúde das pessoas e concluíram que aqueles que viviam mais perto do mar relataram uma melhor saúde e qualidade de vida.
 
Embora seja possível supor que estes benefícios se devem ao facto de quem tem casas junto à praia ter, por norma, mais posses e, consequentemente, melhor acesso à saúde, os cientistas garantem que não é esse o caso, porque os efeitos positivos mostraram ser maiores entre as comunidades com menor poder socioeconómico.
 
A equipa avaliou ainda os efeitos de uma mudança para uma casa perto da costa, concluindo que a mesma “melhora significativamente [em cerca de 1/10] o bem-estar dos indivíduos”, uma melhoria equivalente à causada por encontrar um novo emprego, revelou White durante a conferência. De acordo com a equipa, a melhoria pode estar associada à redução do stress e ao incentivo ao exercício físico proporcionado pela paisagem.

Exposição ao mar poderá ser forma de terapia
 

Os investigadores estão agora a efectuar testes em laboratório para estudar os efeitos fisiológicos da vida costeira. Um dos testes consiste, por exemplo, em fazer com que pessoas em situações de stress (como uma cirurgia dentária) olhem para uma praia virtual ou, em alternativa, para o verdadeiro local onde estão.
 
Os ensaios clínicos estão a decorrer mas os resultados preliminares sugerem que os indivíduos relatam menos dor quando estão ‘mergulhados’ numa paisagem balnear. Segundo Fleming, estas conclusões indicam que a exposição ao mar poderá vir a ser usada como uma forma de terapia.
 
Falta ainda compreender, no entanto, se os benefícios da proximidade do mar são idênticos em todas as faixas etárias, qual é a “dose” ideal de exposição ao oceano e por quanto tempo os benefícios na saúde se prolongam.
 
Além disso, é importante considerar a forma como o crescimento das comunidades circundantes pode afectar o ambiente, já que “não seria muito bom se todos começassem a mudar-se para a praia”, conclui o co-autor do estudo.

Antepassado de estrelas e ouriços do mar encontrado em Marrocos

A “Helicocystis moroccoensis” viveu há 520 milhões de anos.


O fóssil de uma criatura com 520 milhões de anos aparentada com as estrelas e os ouriços do mar foi encontrada em Marrocos por uma equipa de paleontólogos. Com uma forma que lembra um charuto e com quatro centímetros de comprimento, a criatura foi baptizada comoHelicocystis moroccoensis.
Pertence à ordem dos animais marinhos conhecidos como equinodermos, os únicos na Terra que têm um plano corporal pentarradial, sendo mesmo o mais antigo exemplar deste grupo até agora encontrado. Os estudo está publicado no«Proceedings of the Royal Society B».

Foi em 2012, quando os paleontólogos do Museu de História Natural de Londres escavavam um sítio na cordilheira do Atlas, em Marrocos, que o fóssil apareceu. O esqueleto tinha já desaparecido completamente, mas a sua forma estava bem definida nos sedimentos.
Há 520 milhões de anos, na chamada “explosão câmbrica”, o super-continente Pangeia já tinha dado origem a dois: a sul o Gondwana e a norte o Laurásia. Neste período surgiram todas as variedades de seres vivos que, milhões de anos mais tarde, dariam a diversidade biológica actual.
O corpo em espiral da Helicocystis moroccoensi, aparentemente muito distinto das modernas estrelas do mar pode fornecer muitas informações sobre a evolução dos equinodermos. Esta criatura era capaz de expandir e contrair a sua forma de charuto de tal maneira que às vezes parecia mais larga e baixa outras mas alta de delgada.

Fonte: Ciência Hoje.

Frederico Morais e Teresa Bonvalot vencem Montepio Peniche Surf Pro.

Frederico “Kikas” Morais e Teresa Bonvalot sagraram-se campeões do Montepio Peniche Pro by Rip Curl, a quarta etapa da Liga MOCHE 2013, que terminou ontem, no Pico da Mota, em Peniche.
O Montepio Peniche Pro by Rip Curl contou com um prize-money de 10.500 Euros, entregue aos vencedores por Fernando Amaro, Director de Marketing do Montepio, valor que ultrapassa o dobro do montante oferecido no ano passado, num total de 55 mil Euros para as cinco etapas da Liga MOCHE.
Foram três dias com ondas excelentes e muito calor, em que o bom surf proporcionou um grande espectáculo a todos quantos assistiram à prova.
A Liga Moche vai agora fazer uma pausa de quase três meses para compromissos internacionais dos nossos melhores surfistas, regressando no final de Setembro de 2013 com a última etapa, a realizar em Cascais.

Fonte: Montepio.

Boas condições para desporto náutico

Com “um bom clima, um mar fabuloso, costa linda e praias fantásticas”, Mário Cordeiro não tem dúvidas de que podemos oferecer a portugueses e estrangeiros tudo para fazer variadíssimos desportos náuticos com prazer e “assim promover o nosso mar e o nosso país”.

O pediatra sublinha a enorme potencialidade de Portugal para a prática de actividades aquáticas como o surf, a vela, a natação, ou o remo. Tudo desportos vantajosos que obrigam a “um rigor, exercício, controlo do corpo e prazer”. Mário Cordeiro gostaria que estas actividades fossem feitas não só no mar mas também nas barragens e albufeiras.

Fonte: DN Mar.