Oceano Atlântico pode estar a desaparecer a partir da costa portuguesa
Uma equipa de cientistas liderada por um português diz ter descoberto a razão do terramoto de 1755 em Lisboa, que também poderá vir a causar o desaparecimento do Oceano Atlântico.
Num relatório fruto de oito anos de mapeamento do fundo do “oceano português”, denominado “Are subduction zones invading the Atlantic?” Evidence from the southwest Iberia margin”, publicado pela revista especializada Geology, os cientistas explicam que a fractura detectada ainda está nos seus primórdios de formação.
Refere-se também que esta zona de subducção embrionária pode ter estado na origem do terramoto de 1755 que devastou Lisboa, e que pode vir a causar o desaparecimento do Oceano Atlântico.
O risco de criação de um novo super-continente em resultado da junção entre a Europa e a América existe, mas a longo prazo. De acordo com as conclusões do trabalho de doutoramento de João Duarte, a zona de subducção só deverá ficar activa daqui a 20 milhões de anos, e o Oceano Atlântico demorará pelo menos 10 vezes mais a “escoar”.
Desportos náuticos são mais-valia
Balança comercial com excedente pela primeira vez
De acordo com os dados da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, que se baseia nos números do Instituto Nacional de Estatística e do Banco de Portugal, Portugal passou de um saldo negativo de 1.069 milhões de euros nos primeiros quatro meses do ano passado, para um saldo positivo de 431,3 milhões de euros de Janeiro a Abril deste ano.
Apesar de este ser o primeiro quadrimestre em que Portugal regista um saldo favorável entre as exportações e as importações de bens e serviços, já no total de 2012 o valor foi positivo: «em termos anuais, 2012 fechou já com um excedente comercial de 111 milhões de euros, o que não acontecia desde 1943, estava Portugal em plena II Guerra Mundial», sublinha à Lusa uma fonte oficial da AICEP.
As exportações portuguesas passaram de 20,6 mil milhões de euros, de janeiro a abril de 2012, para 21,4 mil milhões, nos primeiros quatro meses deste ano, o que representa uma subida de 4,1%.
Quanto às importações, passaram de 21,6 mil milhões para 21 mil milhões de euros, tendo em conta a mesma referência temporal, o que revela uma descida de 3%.
O saldo do primeiro quadrimestre tem vindo a melhorar nos últimos anos, de acordo com um documento da AICEP a que a Lusa teve acesso. Assim, em 2009, o saldo tinha sido negativo em 4,3 mil milhões de euros, no ano seguinte melhorou para 4,2 mil milhões, e em 2011 quebrou a barreira dos 4 mil milhões, descendo para 3,8 mil milhões negativos.
Por grandes zonas geoeconómicas, constata-se que a maioria das exportações portuguesas continua a ser feita para a Europa, representando quase 70% do total, e registou-se um crescimento de 2,8% nas vendas nesta área.
Espanha (20,3%), França (12,1%), Alemanha (11,2%) e Reino Unido (7,6%) representam cerca de 50% das exportações portuguesas de bens e serviços, numa lista que inclui também Angola no sexto lugar, com 6,3% do total, e os EUA, com 4,8%.
O Governo quer que as exportações portuguesas representem em 2020 um total de 50% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, por comparação com os 29% apontados pelo Executivo no período ente 2000 e 2010, segundo um documento divulgado pelo Governo no final de um Conselho de Ministros extraordinário dedicado ao crescimento económico e ao emprego em Portugal num prazo até 2020, realizado no dia 23 de Abril deste ano.
Porto de Sines e Porto de Miami tornam-se portos irmãos
O Porto de Sines e o Porto de Miami tornaram-se portos irmãos através da celebração de um acordo celebrado no passado dia 1 de Julho. Para o efeito, uma delegação do Porto de Miami liderada por Bill Johnson, responsável da infraestrutura, acompanhada por elementos da embaixada dos Estados Unidos da América em Portugal e da AICEP, estiveram em Sines com o objectivo de celebrar o referido acordo entre as duas entidades.
Os dois segmentos de mercado importantes a desenvolver são a carga contentorizada e os cruzeiros. No primeiro existe um grande potencial de crescimento na medida em que o mercado dos Estados Unidos é estratégico para o Porto de Sines, sendo um importante destino das exportações portuguesas. Já no campo dos cruzeiros trata-se de uma nova valência para Sines com a junção dos portos do Algarve, e a relação com um porto de referencia nos cruzeiros, como é o caso de Miami, é um aspecto da maior importância para ajudar à dinamização deste segmento de mercado.
Em contentores o Porto de Miami movimenta actualmente cerca de 1 milhão de TEU por ano e nos cruzeiros movimentou mais de 4 milhões de passageiros.
Spots Portugueses entre os 50 melhores Spots de Surf do Mundo para a CNN.
Óleo de peixe pode minimizar malefícios causados por "junk food"
Segundo a instituição, a ingestão desses óleos, ricos em ácidos gordos ómega 3, “desempenha um papel fundamental no combate à acção maléfica exercida por açúcares refinados e gorduras saturadas no cérebro humano”.
De acordo com a universidade, tais malefícios incluiriam dificuldade na geração de novas células nervosas, ligando a obesidade advinda do consumo da “junk food” ao aparecimento de doenças degenerativas.
“A pesquisa, todavia, sugere que óleos de peixe com ómega 3 podem inverter e até prevenir esse processo”, afirma Lucy Pickavance, da universidade — apontando que dietas com alto consumo de açúcares refinados e gorduras saturadas prejudicariam os neurónios e comprometeriam outras funções executadas pelo cérebro.
O ómega 3 presente nesses óleos suprimiria a acção de gorduras como os triglicéridos, por exemplo.
“A inclusão de óleo de peixe ou de suplementos à base deles nas nossas dietas não provou ser uma aliada na perda de peso mas é um passo importante para aqueles que procuram melhorar a sua saúde em geral”, diz a investigadora.
Óleo de peixe pode minimizar malefícios causados por "junk food"
Segundo a instituição, a ingestão desses óleos, ricos em ácidos gordos ómega 3, “desempenha um papel fundamental no combate à acção maléfica exercida por açúcares refinados e gorduras saturadas no cérebro humano”.
De acordo com a universidade, tais malefícios incluiriam dificuldade na geração de novas células nervosas, ligando a obesidade advinda do consumo da “junk food” ao aparecimento de doenças degenerativas.
“A pesquisa, todavia, sugere que óleos de peixe com ómega 3 podem inverter e até prevenir esse processo”, afirma Lucy Pickavance, da universidade — apontando que dietas com alto consumo de açúcares refinados e gorduras saturadas prejudicariam os neurónios e comprometeriam outras funções executadas pelo cérebro.
O ómega 3 presente nesses óleos suprimiria a acção de gorduras como os triglicéridos, por exemplo.
“A inclusão de óleo de peixe ou de suplementos à base deles nas nossas dietas não provou ser uma aliada na perda de peso mas é um passo importante para aqueles que procuram melhorar a sua saúde em geral”, diz a investigadora.
Divulgação: Tour de Portugal à Vela.
O Clube Naval de Cascais, a Douro Marina, a troiamarina e Marina de Lagos constituídos como entidade organizadora e com o apoio de Marina da Figueira da Foz, da Marina de Cascais e da ANC, anunciam a realização Tour de Portugal à Vela 2013, destinado a barcos das classes de Cruzeiro.








