Fernave promove Curso de Gestão Logística

 Fernave vai realizar, entre os próximos dias 30 de Setembro e 4 de Outubro  um curso de Gestão Logística, que visa dotar os Gestores, Quadro Superiores e Médios de Empresas nacionais e internacionais, de uma visão integrada global, estratégica e operacional, das actividades logísticas e da cadeia de abastecimento onde se inserem. 
O curso terá uma duração total de 35 horas e vai decorrer em horário laboral na sede da Fernave, em Lisboa (Rua Castilho, nº3).
 
Entre os conteúdos programáticos estarão a evolução dos conceitos de Logística e Cadeia de Abastecimento, tipologia e caracterização das Actividades Logísticas, monitorização e controlo das Operações Logísticas, Estratégia Logística e da Cadeia de Abastecimento.
Para mais informações sobre este Curso, consulte o site da Fernave (fernave.pt) ou envie email para geral@fernave.pt

Fonte: Cargo

Oceano Atlântico pode estar a desaparecer a partir da costa portuguesa

Uma equipa de cientistas liderada por um português diz ter descoberto a razão do terramoto de 1755 em Lisboa, que também poderá vir a causar o desaparecimento do Oceano Atlântico.

João Duarte, um geólogo português pertencente à Universidade de Monash, na Austrália, e a sua equipa detectaram aquilo que denominam como uma “zona de subducção” ao largo da costa portuguesa, ou seja, uma espécie de fractura em que uma placa tectónica da Terra desliza para debaixo de outra.

Num relatório fruto de oito anos de mapeamento do fundo do “oceano português”, denominado “Are subduction zones invading the Atlantic?” Evidence from the southwest Iberia margin”, publicado pela revista especializada Geology, os cientistas explicam que a fractura detectada ainda está nos seus primórdios de formação.

Refere-se também que esta zona de subducção embrionária pode ter estado na origem do terramoto de 1755 que devastou Lisboa, e que pode vir a causar o desaparecimento do Oceano Atlântico.

O risco de criação de um novo super-continente em resultado da junção entre a Europa e a América existe, mas a longo prazo. De acordo com as conclusões do trabalho de doutoramento de João Duarte, a zona de subducção só deverá ficar activa daqui a 20 milhões de anos, e o Oceano Atlântico demorará pelo menos 10 vezes mais a “escoar”. 


Fonte: TeK

Desportos náuticos são mais-valia

O ex-presidente da Confederação Nacional de Pais (Confap) considera que até nas baías é possível “fazer provas de carácter internacional” que seriam uma mais-valia para o País.
Além dos desportos de mar convencionais, diz ainda ser importante apostar noutros mais recentes que atraem os jovens. A juntar à já famosa Nazaré, Vítor Sarmento diz que há que investir em zonas como o Seixal, a Costa de Caparica, a Malveira ou Torres Vedras.
Fonte: DN

Balança comercial com excedente pela primeira vez

A balança comercial portuguesa registou pela primeira vez um excedente comercial no primeiro quadrimestre deste ano, com as exportações de bens e serviços a superarem em 431 milhões de euros as importações de bens e serviços, segundo dados da AICEP citados pela Lusa. 

De acordo com os dados da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, que se baseia nos números do Instituto Nacional de Estatística e do Banco de Portugal, Portugal passou de um saldo negativo de 1.069 milhões de euros nos primeiros quatro meses do ano passado, para um saldo positivo de 431,3 milhões de euros de Janeiro a Abril deste ano.

Apesar de este ser o primeiro quadrimestre em que Portugal regista um saldo favorável entre as exportações e as importações de bens e serviços, já no total de 2012 o valor foi positivo: «em termos anuais, 2012 fechou já com um excedente comercial de 111 milhões de euros, o que não acontecia desde 1943, estava Portugal em plena II Guerra Mundial», sublinha à Lusa uma fonte oficial da AICEP.

As exportações portuguesas passaram de 20,6 mil milhões de euros, de janeiro a abril de 2012, para 21,4 mil milhões, nos primeiros quatro meses deste ano, o que representa uma subida de 4,1%.

Quanto às importações, passaram de 21,6 mil milhões para 21 mil milhões de euros, tendo em conta a mesma referência temporal, o que revela uma descida de 3%.

O saldo do primeiro quadrimestre tem vindo a melhorar nos últimos anos, de acordo com um documento da AICEP a que a Lusa teve acesso. Assim, em 2009, o saldo tinha sido negativo em 4,3 mil milhões de euros, no ano seguinte melhorou para 4,2 mil milhões, e em 2011 quebrou a barreira dos 4 mil milhões, descendo para 3,8 mil milhões negativos.

Por grandes zonas geoeconómicas, constata-se que a maioria das exportações portuguesas continua a ser feita para a Europa, representando quase 70% do total, e registou-se um crescimento de 2,8% nas vendas nesta área.

Espanha (20,3%), França (12,1%), Alemanha (11,2%) e Reino Unido (7,6%) representam cerca de 50% das exportações portuguesas de bens e serviços, numa lista que inclui também Angola no sexto lugar, com 6,3% do total, e os EUA, com 4,8%.

O Governo quer que as exportações portuguesas representem em 2020 um total de 50% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, por comparação com os 29% apontados pelo Executivo no período ente 2000 e 2010, segundo um documento divulgado pelo Governo no final de um Conselho de Ministros extraordinário dedicado ao crescimento económico e ao emprego em Portugal num prazo até 2020, realizado no dia 23 de Abril deste ano.

Fonte: TVI24.

Porto de Sines e Porto de Miami tornam-se portos irmãos

O Porto de Sines e o Porto de Miami tornaram-se portos irmãos através da celebração de um acordo celebrado no passado dia 1 de Julho. Para o efeito, uma delegação do Porto de Miami liderada por Bill Johnson, responsável da infraestrutura, acompanhada por elementos da embaixada dos Estados Unidos da América em Portugal e da AICEP, estiveram em Sines com o objectivo de celebrar o referido acordo entre as duas entidades.

O acordo de portos irmãos resultou de contactos e trabalhos anteriores, sob o patrocínio da AICEP e da embaixada dos Estados Unidos, tendo sido preparados os termos necessários com vista ao fomento e partilha de informações e experiências e realização de acções comerciais entre as entidades responsáveis pelo desenvolvimento dos dois portos, visando o aumento do tráfego nas duas infraestruturas.

Os dois segmentos de mercado importantes a desenvolver são a carga contentorizada e os cruzeiros. No primeiro existe um grande potencial de crescimento na medida em que o mercado dos Estados Unidos é estratégico para o Porto de Sines, sendo um importante destino das exportações portuguesas. Já no campo dos cruzeiros trata-se de uma nova valência para Sines com a junção dos portos do Algarve, e a relação com um porto de referencia nos cruzeiros, como é o caso de Miami, é um aspecto da maior importância para ajudar à dinamização deste segmento de mercado.

Em contentores o Porto de Miami movimenta actualmente cerca de 1 milhão de TEU por ano e nos cruzeiros movimentou mais de 4 milhões de passageiros.


Fonte: Rostos.

Spots Portugueses entre os 50 melhores Spots de Surf do Mundo para a CNN.

Portugal está novamente nas bocas do Mundo graças ao surf e à qualidade das suas ondas, desta vez numa lista elaborada pela estação televisiva norte-americana CNN.

Numa lista recentemente publicada, a estação noticiosa escolheu os 50 melhores spots do Mundo para fazer surf e optou por duas ondas portuguesas que, habitualmente, não constam deste tipo de lista, que por si só são bastantes subjectivas. Ainda assim surge no 34º lugar a Pedra Branca na Ericeira e, em 31º lugar, a Carrapateira, no litoral alentejano.
Sobre a Pedra Branca, a CNN escreve que é, talvez, “uma das melhores ondas europeias”, numa vila que deixou de se dedicar à pesca “e se tornou numa vila de surf”. Já sobre a Carrapateira, diz a cadeia norte-americana que é uma onda que “pode chegar aos três metros durante a maré cheia”, sendo uma esquerda que, habitualmente, está deserta.
A liderar a lista aparece, como é hábito, Pipeline, no Havaí, seguida de Jeffrey’s Bay, na África do Sul, em segundo lugar e Teahupoo, no Tahiti, a fechar o pódio em terceiro lugar.
A lista da CNN é bastante ecléctica, contendo spots de ondas pequenas (Malibu) e grandes (Mavericks), artificiais (a piscina de ondas do Dubai) e, até, de rio (Eisenbach, Munique).
Fonte: SurF Portugal
Foto: Ricardo Bravo

Óleo de peixe pode minimizar malefícios causados por "junk food"

O consumo de óleo de peixe pode minimizar supostos danos que a “junk food” (alimentos como hambúrgueres, batatas fritas e refrigerantes) causa ao cérebro humano. A informação foi divulgada pela Universidade de Liverpool e publicada no British Journal of Nutrition, avança o Diário Digital.

Segundo a instituição, a ingestão desses óleos, ricos em ácidos gordos ómega 3, “desempenha um papel fundamental no combate à acção maléfica exercida por açúcares refinados e gorduras saturadas no cérebro humano”.

De acordo com a universidade, tais malefícios incluiriam dificuldade na geração de novas células nervosas, ligando a obesidade advinda do consumo da “junk food” ao aparecimento de doenças degenerativas.

“A pesquisa, todavia, sugere que óleos de peixe com ómega 3 podem inverter e até prevenir esse processo”, afirma Lucy Pickavance, da universidade — apontando que dietas com alto consumo de açúcares refinados e gorduras saturadas prejudicariam os neurónios e comprometeriam outras funções executadas pelo cérebro.

O ómega 3 presente nesses óleos suprimiria a acção de gorduras como os triglicéridos, por exemplo.

“A inclusão de óleo de peixe ou de suplementos à base deles nas nossas dietas não provou ser uma aliada na perda de peso mas é um passo importante para aqueles que procuram melhorar a sua saúde em geral”, diz a investigadora.

Óleo de peixe pode minimizar malefícios causados por "junk food"

O consumo de óleo de peixe pode minimizar supostos danos que a “junk food” (alimentos como hambúrgueres, batatas fritas e refrigerantes) causa ao cérebro humano. A informação foi divulgada pela Universidade de Liverpool e publicada no British Journal of Nutrition, avança o Diário Digital.

Segundo a instituição, a ingestão desses óleos, ricos em ácidos gordos ómega 3, “desempenha um papel fundamental no combate à acção maléfica exercida por açúcares refinados e gorduras saturadas no cérebro humano”.

De acordo com a universidade, tais malefícios incluiriam dificuldade na geração de novas células nervosas, ligando a obesidade advinda do consumo da “junk food” ao aparecimento de doenças degenerativas.

“A pesquisa, todavia, sugere que óleos de peixe com ómega 3 podem inverter e até prevenir esse processo”, afirma Lucy Pickavance, da universidade — apontando que dietas com alto consumo de açúcares refinados e gorduras saturadas prejudicariam os neurónios e comprometeriam outras funções executadas pelo cérebro.

O ómega 3 presente nesses óleos suprimiria a acção de gorduras como os triglicéridos, por exemplo.

“A inclusão de óleo de peixe ou de suplementos à base deles nas nossas dietas não provou ser uma aliada na perda de peso mas é um passo importante para aqueles que procuram melhorar a sua saúde em geral”, diz a investigadora.

Peixes aparecem mortos no Algarve

Várias dezenas de linguados, tainhas, sargos, enguias, douradas, pargos e robalos apareceram mortos, desde domingo, na foz da ribeira de Alcantarilha, em Armação de Pêra (Silves), devido à falta de oxigenação das águas. O problema, que se repete há cinco anos sobretudo no Verão, deixou uma vez mais, pescadores e autarcas desesperados por não existir solução à vista. A situação está a ser “avaliada” pela Administração da Região Hidrográfica (ARH), disse ao DN o seu vice-presidente, Paulo Cruz, após terem sido feitas, ontem, recolhas de água para análise. Os resultados deverão ser hoje conhecidos.
“Os prejuízos são incalculáveis. Além da mortandade de peixes, existe o factor humano. Isto é um crime público, pois não há limpeza no rio, que continua ao abandono, com águas contaminadas e até há crianças a tomar banho. Não há sinalização a alertar para os riscos”, lamentou ao DN, o pescador Orlando Mascarenhas. “Antigamente capturávamos cem a 300 quilos de espécies por ano”, lembrou. Na última década, isso desapareceu. A mulher, Tânia Oliveira, acrescentou que o problema da mortandade de peixes se verifica “três ou quatro vezes por ano” e não se tomam medidas.
O presidente da Junta de Freguesia de Armação de Pêra, Fernando Santiago, considera que a solução para a ribeira passa pelo desassoreamento, o que não acontece “há mais de 50 anos”. “No Verão são os peixes a morrer, no Inverno existe o perigo de inundações, devido a um desnível de cinco centímetros”, observou o autarca, apelando à ARH, no sentido de ser aberta uma ligação da ribeira ao mar para escoar as águas. A ARH admite a possibilidade caso a situação se agrave.

Fonte: DN