Fato torna surfistas "invisíveis" aos tubarões

Investigadores australianos desenvolveram um fato que permite aos surfistas passarem despercebidos aos olhos dos tubarões. Os resultados são positivos e o objectivo é reduzir o número de ataques na costa australiana. Veja o vídeo.

Diminuir o número de vítimas naquela que é, graças ao número de ataques por parte de tubarões, considerada a costa mais mortal do mundo, é o principal objectivo do fato criado por investigadores da Universidade da Austrália Ocidental, em parceria com a empresa Sistemas de Mitigação de Ataques de Tubarões (SAMS, na sigla em inglês).
No processo de desenvolvimento e design, os cientistas basearam-se em pesquisas sobre a natureza do animal, nomeadamente, o facto de serem insensíveis à cor e de apenas verem a preto-e-branco.
“Ainda que os tubarões usem um conjunto de sentidos para localizar a presa, a visão surge como o principal no momento do ataque”, refere um comunicado sobre a pesquisa. “Ao distorcer a percepção, o ataque pode ser desviado por completo ou, pelo menos, adiado pelo tempo que permita a saída da água”.
Foram criados dois modelos específicos. O “Elude”, com um efeito de camuflagem, foi pensado para mergulhadores e permite que o utilizador se confunda com o oceano. O “Diverter”, dirigido aos surfistas, apresenta riscas azuis e brancas para simular os sinais naturais que repelem os tubarões.
Shaun Colin, um dos cientistas responsáveis pelo desenvolvimento do fato, afirma que “muitos animais são repelidos por outros que emitem sinais que, de alguma forma, significam ‘não me comas’ e que, por exemplo, podem ser traduzidos em padrões listados”.
Estes novos fatos foram já testados na costa ocidental-norte da Austrália com os temidos tubarões tigre e serão postos à prova, durante este verão, com o tubarão branco no sul da Austrália e na África do Sul.
Os fatos estão disponíveis online pelo valor de 429 dólares australianos (cerca de 300 euros), de acordo com o “The Times“. Hamish Jolly, da empresa de investigação SAMS, justifica a venda imediata com os bons resultados obtidos. “Agora sabemos o que estes grandes predadores conseguem ver e o que temos feito é converter a ciência em tecnologia comercial”, defende.
Os dois anos de investigação foram apoiados pelo governo australiano, na sequência do aumento de ataques fatais de tubarões. Nos 12 meses precedentes a Junho de 2012 ocorreram cinco mortes. Especialistas explicam este cenário com o aumento da população local e dos adeptos de desportos aquáticos.

Fonte: JN

Fato torna surfistas "invisíveis" aos tubarões

Investigadores australianos desenvolveram um fato que permite aos surfistas passarem despercebidos aos olhos dos tubarões. Os resultados são positivos e o objectivo é reduzir o número de ataques na costa australiana. Veja o vídeo.

Diminuir o número de vítimas naquela que é, graças ao número de ataques por parte de tubarões, considerada a costa mais mortal do mundo, é o principal objectivo do fato criado por investigadores da Universidade da Austrália Ocidental, em parceria com a empresa Sistemas de Mitigação de Ataques de Tubarões (SAMS, na sigla em inglês).
No processo de desenvolvimento e design, os cientistas basearam-se em pesquisas sobre a natureza do animal, nomeadamente, o facto de serem insensíveis à cor e de apenas verem a preto-e-branco.
“Ainda que os tubarões usem um conjunto de sentidos para localizar a presa, a visão surge como o principal no momento do ataque”, refere um comunicado sobre a pesquisa. “Ao distorcer a percepção, o ataque pode ser desviado por completo ou, pelo menos, adiado pelo tempo que permita a saída da água”.
Foram criados dois modelos específicos. O “Elude”, com um efeito de camuflagem, foi pensado para mergulhadores e permite que o utilizador se confunda com o oceano. O “Diverter”, dirigido aos surfistas, apresenta riscas azuis e brancas para simular os sinais naturais que repelem os tubarões.
Shaun Colin, um dos cientistas responsáveis pelo desenvolvimento do fato, afirma que “muitos animais são repelidos por outros que emitem sinais que, de alguma forma, significam ‘não me comas’ e que, por exemplo, podem ser traduzidos em padrões listados”.
Estes novos fatos foram já testados na costa ocidental-norte da Austrália com os temidos tubarões tigre e serão postos à prova, durante este verão, com o tubarão branco no sul da Austrália e na África do Sul.
Os fatos estão disponíveis online pelo valor de 429 dólares australianos (cerca de 300 euros), de acordo com o “The Times“. Hamish Jolly, da empresa de investigação SAMS, justifica a venda imediata com os bons resultados obtidos. “Agora sabemos o que estes grandes predadores conseguem ver e o que temos feito é converter a ciência em tecnologia comercial”, defende.
Os dois anos de investigação foram apoiados pelo governo australiano, na sequência do aumento de ataques fatais de tubarões. Nos 12 meses precedentes a Junho de 2012 ocorreram cinco mortes. Especialistas explicam este cenário com o aumento da população local e dos adeptos de desportos aquáticos.

Fonte: JN

Lula gigante em Sesimbra

Tem 6,5 metros e pesa 50 quilos. Molusco foi apanhado a 500 metros da costa.
Quando ontem ( Dia 19 Julho ), Eduardo Pinto, de 50 anos, mais conhecido em Sesimbra por ‘mestre Xixa’, lançou as redes ao mar, por volta das 04h00 madrugada para apanhar pescadas e sargos, não imaginava que viesse também à rede uma lula gigante de 6,5 metros de comprimento: a maior que já se viu em Sesimbra, garantem. Para colocar a lula no barco (de 5 metros), ‘mestre Xixa’ teve primeiro de cortar-lhe a cabeça, porque não cabia inteira na embarcação. O molusco foi apanhado a 15 m de profundidade e a 500 m de distância da costa.
“Quando puxei a rede, era um peso enorme. Até pensei que fosse um bicho estranho. Nunca se viu nada assim em Sesimbra. É inacreditável. É raro apanhar-se uma lula gigante a pouca profundidade e tão perto da costa”, disse ao Correio da Manhã o pescador, que já deu destino à lula: o almoço de hoje. “Não tive propostas de compra. Uma lula sem cabeça é desvalorizada. Na lota era vendida a um euro o quilo, o que dava uns 50 euros. Cortei-a aos bocados e distribui pelos amigos. Fiquei com cerca de 12 quilos. Amanhã [ Dia 20 ] vamos fazer um almoço no porto de abrigo para comemorar a pesca. A lula é boa para cozinhar, pode ser guisada com feijão, ou frita, por exemplo”, explicou o ‘mestre Xixa’.
A lula gigante atraiu muitos curiosos ao porto de abrigo de Sesimbra, que não quiseram perder a oportunidade de registar o acontecimento, através de vídeo e fotografia. O molusco esteve em exposição no cais do porto de abrigo até ao final da manhã para que todos pudessem ver a lula gigante com os próprios olhos. Apesar de “muito contente” com a pesca, o ‘mestre Xixa’ não deixa de lamentar o prejuízo que teve com o rompimento da rede de pesca. “Não consegui apanhar a lula só com uma rede e precisei de uma de um colega. A rede acabou por rasgar-se e vou ter de comprar uma nova, custa cerca de 200 euros”, referiu Eduardo.
As lulas “são animais de profundidades de mais de mil metros. O canhão de Setúbal, que está perto da costa, pode explicar o aparecimento destes animais. Não é um acontecimento novo, mas é raro. As lulas podem estar doentes ou feridas, devido às redes de pesca, e andarem à deriva para mais próximo da costa”, explicou ao CM o biólogo marinho Emanuel Gonçalves, acrescentando que a maior lula gigante deve medir cerca de 14 metros.
Fonte: CM.

E hoje já ouviu o som do Oceano?



«Acoustic Robot 2013 – explorando o som do oceano» é uma ação desenvolvida e coordenada pela Universidade do Algarve (UAlg), com a participação do Centro de Investigação Naval da Marinha Portuguesa (CINAV), pelo Centro de Investigação Tecnológico do Algarve (CINTAL), pela Faculdade de Engenharia da universidade do Porto (FEUP), pelo Instituto de Engenharias de Sistemas e Computadores do Porto (INESC TEC), pela Marinha Portuguesa e pela Marsensing Lda., em maio de 2013.

Rapariga de 15 anos morta por tubarão na ilha de Reunião

Uma rapariga de 15 anos foi morta por um tubarão quando nadava numa praia na ilha de Reunião, no Oceano Índico.




A vítima estava a menos de cinco metros da costa na baía de Saint-Paul, no noroeste da ilha, quando foi atacada pelas 14:15 locais (10:15 em Lisboa). «Parte do corpo da menina foi levado pelo tubarão», indicou Gina Hoarau, directora da segurança pública de Saint-Paul. «As condições do ataque foram surpreendentes. Não pensaríamos que um tubarão se aproximasse tanto da praia», acrescentou. A jovem, que vivia em França com a mãe, estava de férias a visitar o pai, que trabalha num clube náutico da zona. A rapariga estava a fazer snorkelling numa área onde os banhos são proibidos devido ao elevado número de tubarões, referiram as autoridades. Um amigo que se encontrava com a jovem quando o ataque ocorreu conseguiu nadar para a praia.Este é  o segundo ataque de tubarões fatal registado este ano naquela ilha francesa. Desde 2011, os ataques de tubarões na Reunião causaram cinco mortes. No entanto, esta é a primeira vez em pelo menos três décadas que a vítima é alguém que estava a nadar e não um surfista.
Fonte: Diário Digital.

Três praias portuguesas no top de férias britânico

Três destinos de praia portugueses constam da lista dos 20 com preços mais acessíveis para os britânicos gozarem estas férias de verão, publicada pelo jornal “The Guardian”. Ilha de Santa Maria, nos Açores, Comporta e a Costa Vicentina são os três locais nacionais aconselhados para férias de praia perfeitas e baratas.
A listagem dos 20 destinos “bons e baratos” para umas merecidas férias de verão pretende dar a conhecer os locais com praia onde é possível passar uma temporada com preços muito vantajosos. Para isso, o artigo – intitulado “20 of the best bargain beach holidays for 2013” – apresenta programas de agentes turísticos com valores para viagem e hospedagem.
A listagem começa, justamente, pela ilha de Santa Maria, nos Açores. Ali, os especialistas em viagens do “The Guardian” encontraram o encanto da Praia Formosa e de um novo “hostel”, em Vila do Porto.
Já no Continente, o guia sugere a Costa Vicentina e toda a série de alojamentos rurais que constituem a associação “Casas Brancas”, destacando alguns empreendimentos na Zambujeira.
Também a Sul, destacam as praias da Comporta e alojamentos com algum luxo e arquitectura modernista, assim como a possibilidade de passeios de bicicleta ou a cavalo até à reserva natural do estuário do Sado.

Fonte: JN

Açores: Localização das praias favorece águas-vivas e caravelas

O biólogo da Universidade dos Açores João Pedro Barreiros diz que a localização da maioria das praias açorianas na costa sul das ilhas favorece a concentração de águas-vivas e caravelas-portuguesas em zonas balneares do arquipélago.
“A maior parte das zonas balneares dos Açores ficam na costa sul das ilhas, os últimos ventos fortes foram do quadrante sul e muitas águas-vivas e caravelas-portuguesas foram levadas para perto da costa nas zonas sul das ilhas e portanto ficaram em baías onde estão as zonas balneares. Como não tem havido temporais, como não tem havido ondulação que as remova, acabam por ficar e as pessoas contactam com elas”, explica o biólogo.
No entanto, João Pedro Barreiros faz questão de explicar que “este ‘boom'” de águas-vivas (alforrecas) e caravelas-portuguesas (colónias de animais com longos tentáculos que libertam toxinas e são muitas vezes confundidas com alforrecas) ocorre todos os anos e está associado ao aumento do fotoperíodo, o aumento de horas de luz a partir de Março.
“Isso faz com que aumente a fotossíntese no mar e isso acontece ao nível de pequenos organismos fotossintéticos que geram milhões de toneladas de biomassa que, por sua vez, vão criar condições favoráveis para o aparecimento de zooplâncton, ou seja, de micro animais e larvas de animal. Isso despoleta o aparecimento de predadores e as águas-vivas e caravelas são predadores de plâncton e aparecem em grande quantidade porque há muita comida disponível”, sublinhou.

Fonte: DN

João Franco não vê capacidade em Portugal para dois portos de águas profundas

O novo presidente da Administração do Porto de Sines (APS), João Franco, manifestou no Parlamento, a opinião de que Portugal “não tem mercador” para dois portos de águas profundas (no caso Sines e a hipótese Trafaria), apesar de defender que caso o projecto da Trafaria avance, este não competirá com Sines.

Questionado pela deputada do PSD, Carina Oliveira, sobre o projecto do megaterminal na margem sul, João Franco referiu que “em Portugal, muito claramente, não vejo” que haja mercado para dois portos de águas profundas, acrescentando que “Sines tem um grande potencial de crescimento e que com pequenos investimentos ainda é possível aumentar mais a sua capacidade”.

“Não seria inédito que houvesse portos de grande capacidade, como em Espanha e França. Não é necessário que Portugal só tenha um. Lisboa terá sempre um porto muito significativo”, salientou ainda o presidente da APS, admitindo que, com a crescente dimensão dos navios, um grande porto em Lisboa na margem norte “não é hipótese”.

Sobre a possibilidade da Trafaria fazer concorrência a Sines, foi claro: “Nós fazemos concorrência a Valência. Quando o porto da Trafaria estiver concluído, estamos a falar daqui a muitos anos, e nesse momento Sines já estará muito longe, é outra liga. É uma vaidade institucional. Lisboa não será concorrente de Sines”.

“Temos um potencial de crescimento muito grande, segundo dados de ontem [segunda-feira], o crescimento homólogo foi de 62% nos contentores no final de Junho , acrescentou. E, recorde-se, está já em fase de concurso o alargamento do cais para 940 metros, o que permitirá chegar à capacidade de 1,3 milhões de TEUS, sendo que a PSA Sines já requereu a extensão para 1.230 metros, alcançando os dois milhões de TEUS.

Fonte: APP