Pescou atum de 104 quilos e o barco foi ao fundo

Um pescador norte-americano cometeu uma proeza que quase lhe custou a vida: pescou um atum com 104 quilogramas, peso excessivo para a pequena embarcação que o mantinha à tona. A Guarda Costeira no Havai entrou em acção e socorreu o homem.
Anthony Wichman, de 54 anos, não acreditava na dimensão do atum que acabara de pescar. O enorme peixe foi colocado dentro do barco e imediatamente o pescador começa a perceber que a embarcação não aguentaria tanto peso.
O homem usou a única ferramenta de socorro de que dispunha: o telemóvel. Fez uma chamada para a mulher, informando-a do sucedido, e pediu ajuda.
A Guarda Costeira foi avisada e deslocou-se ao local, num helicóptero, para a missão de resgate, encontrando Anthony em cima do barco, prestes a afundar-se.
A missão foi fotografada e divulgada pela guarda. O pescador estava a cerca de 17 quilómetros de Port Allen, na ilha de Kauai.

Fonte: PTJornal

O Valor das Ondas

Quanto vale uma onda? Foi a pergunta que levou a um estudo académico da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (UNL). O projeto “Vow – Value of Waves and Ocean Culture” , a que se juntaram mais 2 faculdades da UNL, promove a preservação das ondas como recurso natural e avalia o impacto que têm a nível económico, social e ambiental.


Fonte: SIC Noticias. 

Corais foram encontrados em mares do Norte

Uma descoberta inesperada foi feita por cientistas russos. Durante uma expedição no navio de pesquisa cientifica Akademik Lavrentyev eles se depararam com comunidades únicas de corais de profundidade no fundo do mar de Okhotsk. Pensava-se que em suas águas não há nada parecido com isso. Um forte fluxo de metano se tornou fonte de vida, dizem os especialistas.

Estes oásis de vida se encontram na parte norte do mar de Okhotsk, perto da ilha de Paramushir. A uma profundidade de cerca de 780 m, de uma falha na crosta jorra coluna de bolhas de metano de cerca de 650 metros de altura. Este gás cria à sua volta uma comunidade de organismos marinhos, disse à Voz da Rússia o biólogo da Academia russa de Ciências Viktor Ivin:
“O mar de Okhotsk é conhecido por seus campos de petróleo e gás. Na sequência de processos geológicos, surgem lá fugas de gás de metano. Nesses lugares que os cientistas chamam de seeps (do Inglês gotejar), existem as comunidades que nós examinamos em nossa expedição.”
Segundo o cientista, até recentemente, acreditava-se que a vida na Terra está ligada exclusivamente à energia do Sol. No entanto, nos anos 70 do século passado foram encontrados organismos marinhos que não dependem da luz solar e que recebem energia desde compostos químicos – metano e sulfeto de hidrogênio. Viktor Ivin descreve esse processo:
“Em torno dos seeps se desenvolvem colónias de bactérias. Elas se alimentam de metano formando uma grande biomassa, ou seja, substância orgânica. E em torno destes assentamentos de bactérias depois se formam comunidades de organismos que consomem essa orgânica, que foi formada pelas bactérias metanotróficas.”
E mesmo assim, foi uma surpresa para os pesquisadores que no fundo do mar de Okhotsk cresceram colónias de corais usando energia do gás. Normalmente, estas criaturas vivem em mares quentes: em partes tropicais dos oceanos Pacífico, Índico e Atlântico.
Oceanologistas do Extremo Oriente russo, usando um robô submarino com câmaras fotográficas e de vídeo, equipado com manipuladores especiais, conseguiram fotografar e colectar não apenas corais, mas também outros organismos marinhos únicos. Muitos deles foram observados em seu habitat natural pela primeira vez, dizem especialistas. Junto da fonte subaquática de metano, na superfície do solo também foram encontrados hidratos de gás – gás cristalizado, que muitos chamam de combustível do futuro, disse Viktor Ivin:
“É bem sabido que as reservas de petróleo no nosso planeta não são ilimitadas. Cálculos mostram que dentro de 50-60 anos as reservas de petróleo conhecidas irão acabar. Então surgirá a questão de onde obter energia para a indústria e os meios de subsistência. Por isso, nos próximos 10 anos vai será resolvida a questão de extracção de hidratos de gás.” 
Segundo o cientista, a expedição do navio Akademik Lavrentyev é de grande importância para a ciência. A única vez que uma pesquisa foi efectuada nessa área ocorreu há 27 anos, quando não havia tecnologia tão sofisticada, que hoje permitiu aos cientistas fazerem descobertas sensacionais.
Fonte: Elena Kovachick

Lago verde atraí mergulhadores



O Grüner See é um lago verde localizado na Áustria. Famoso por sua coloração e beleza que atrai milhares de mergulhadores, possui essa forma somente na primavera. A “mágica” acontece quando água que derrete das montanhas cheias de neve escoem formando um lago com águas transparentes e de cor esmeralda. Quando o lago esta cheio, mergulhadores podem desfrutar do parque subaquático que faz parte do local quando o lago seca. O lago fica na região de Styria, sudeste da Áustria.

Fonte: Revista Mergulho.

Caças norte-americanos lançam bombas desarmadas na Grande Barreira de Recifes

Bombardear a Grande Barreira de recifes de coral da Austrália – um dos ecossistemas com maior biodiversidade no mundo – é algo que não passa pela cabeça de ninguém. Mas foi quase isso o que aconteceu na semana passada, quando dois caças norte-americanos enfrentaram uma situação de emergência e tiveram de largar quatro bombas para o mar ali mesmo.
As duas aeronaves AV-8B Harrier tinham partido do partido do porta-aviões USS Bonhomme Richard, para participar de um exercício militar conjunto com as forças armadas australianas.
O seu objectivo era lançar as bombas num campo de tiro numa ilha. Mas a missão foi abortada e os pilotos tiveram de largar peso, pois os aviões não tinham combustível suficiente para aterrar com toda a sua carga bélica.
Duas das bombas eram inertes. As outras duas foram desactivadas antes de serem lançadas ao mar. As quatro, juntas, pesavam cerca de 1800 quilos.  Nenhuma explodiu, segundo um comunicado da Marinha norte-americana, citado pela Associated Press.
Os pilotos evitaram atirá-las directamente sobre os recifes de coral, mas ainda assim as bombas foram para o fundo do mar dentro do Parque Marinho da Grande Barreira de Recifes, a uma profundidade de 50 metros.
“Ficaram completamente loucos?”, insurgiu-se a senadora australiana Larissa Waters, dos Verdes.
A Grande Barreira estende-se ao largo da Austrália, ocupando cerca de 348.000 quilómetros quadrados. É composta por 2500 recifes de coral e 900 ilhas, que formam um “hotspot” de biodiversidade marinha, com 1500 espécies de peixes e 4000 de moluscos. Está classificada desde 1981 como Património Mundial.
Fonte: Público.

Direcção-Geral da Autoridade Marítima lança Capitania On-line

Foi lançado, pela Direcção Geral da Autoridade Marítima, o portal Capitania On-line numa aproximação dos serviços das Repartições Marítimas à comunidade marítima reduzindo a necessidade de deslocação dos utentes aos locais de atendimento
.No âmbito do cumprimento dos objectivos de modernização e racionalização da Administração Central, melhoria da qualidade dos serviços prestados e aproximação da Administração Central ao cidadão, preconizados pelo Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado (PRACE), criado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 124/2005, e no sentido de flexibilizar, desburocratizar e aumentar a comunicação horizontal através do recurso a tecnologias de informação e comunicação, a Direcção Geral da Autoridade Marítima disponibiliza ao público, a partir de hoje a aplicação CAPITANIA ON-LINE que estará acessível através do portal da Autoridade Marítima e da página da Internet da Marinha.

Esta ferramenta constitui uma mais-valia na aproximação dos serviços das Repartições Marítimas reduzindo a necessidade de deslocação dos utentes aos locais de atendimento. Inicialmente, esta nova funcionalidade permite efectuar a inscrição e alteração do rol de tripulação estando previsto, posteriormente, outras funcionalidades, designadamente pedidos de marcação de vistorias, pagamento de taxas através de transferência bancária, entre outras.

Porto de Faro regista quinto semestre consecutivo a crescer

O porto de Faro continua a bater os seus recordes de movimentação de carga, tendo no primeiro semestre do ano crescido 25% em comparação com o período homólogo do ano anterior, movimentando 195.067 toneladas de carga.

Os principais produtos movimentados foram os Cimentos e o Ferro e Aço, exportados para o norte de África e Cabo Verde, bem como o Atum, proveniente das armações offshore existentes ao largo do Algarve e transportado para o Extremo Oriente, nomeadamente para o Japão.

O crescimento registado mantém-se em consonância com as previsões que os Portos do Algarve tinham para 2013 relativamente ao porto de Faro, e que decorrem de um trabalho regular de proximidade que tem vindo a ser realizado com os operadores portuários e empresas de exportação.

Fonte: Cargo.