Porto de Sines investe no terminal de cruzeiros de Portimão


Administração quer integração do porto de Portimão, bem como o de Faro, na alçada da APS.

O terminal de cruzeiros do porto de Portimão vai receber investimentos «significativos» após ser integrado na Administração do Porto de Sines (APS), o que poderá acontecer a partir de Outubro  potenciando o desenvolvimento do turismo na região.


Em entrevista hoje à agência Lusa, o presidente da APS, João Franco, afirmou que «o Algarve tem, obviamente, potencial e o porto mais adequado é Portimão».

João Franco, que lidera o porto alentejano há pouco mais de um mês, após suceder a Lídia Sequeira, considerou que uma das marcas da sua gestão passará pela integração do porto de Portimão, bem como o de Faro, na alçada da APS. «Estamos a tratar de preparar a legislação a ser submetida ao Governo para tomarmos conta, por assim dizer, desses dois portos. Penso que em Outubro teremos isso perfeitamente concluído», avançou.

Assumir a responsabilidade pelos dois portos algarvios, que estão ainda integrados no Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM), implica para a APS «alguns anos de algum investimento, com algum significado».

O segmento dos navios de cruzeiro é uma novidade para o porto de Sines, ao contrário da actividade do cais comercial de Faro, embora a uma escala mais reduzida.

«Estamos a falar de 500 mil toneladas, qualquer coisa assim parecida. À nossa escala, é muito pouco. Mas, para a economia local é importante. E para o país», por se tratar de exportações, explicou João Franco.

No porto da capital algarvia, de onde sai, entre outros produtos, o cimento produzido na fábrica da Cimpor em Loulé, estão previstos investimentos no sentido de «melhorar as condições de movimentação de mercadorias».

O investimento no cais de cruzeiros de Portimão é encarado pelo responsável como uma «obrigação» da APS, enquanto empresa pública, uma vez que pode «contribuir muito» para a dinamização do turismo, uma actividade «absolutamente essencial» no Algarve.

«Para nós, pode não ser um grande negócio. E não é certamente», assumiu.

O desenvolvimento deste cais tem sido uma reivindicação do município de Portimão, que, em Abril  estimava um movimento de cerca de 35 mil passageiros no porto até ao final do ano, nas 55 escalas de navios de cruzeiros agendadas.

Questionado sobre se poderá haver turismo de cruzeiros em Sines, João Franco revelou que «há uma tentativa programada para 2014», de um «navio pequeno», mas que não deverá ser um negócio com «muito significado».

Estudo para viabilizar obras quase pronto

O responsável adiantou ainda à Lusa que o estudo que poderá viabilizar a aprovação, pelo Governo, do alargamento do cais de contentores de Sines para 1.230 metros fica pronto este mês,.

Actualmente, está a decorrer o concurso para o alargamento do cais de 720 para 940 metros, o que permitirá atingir os 1,3 milhões de TEU (unidade equivalente a um contentor de 20 pés), mas a concessionária do terminal (PSA Sines) já requereu a extensão para 1.230 metros, alcançando os dois milhões de TEU.

A concretização do investimento está dependente da aprovação do Governo, que pretende que a decisão seja sustentada num estudo «muito completo e inatacável». «Há vontade política de aceder ao que a PSA requereu. Só que, para que uma decisão destas não seja depois criticada no âmbito do Tribunal de Contas, tem de estar muito sustentada», explicou.

Fonte: TVI 24

Documentário “The North Canyon – Nazaré Calling” premiado.

Documentário “The North Canyon – Nazaré Calling” recebe dois prémios em Festival de Surf em França

O Documentário filmado na Nazaré “The North Canyon – Nazaré Calling”, no âmbito do projeto Zon North Canyon, voltou a ser distinguido, agora com os prémios para “Melhor Banda Sonora” e “Melhor Edição”, pelo International Surf Film Festival – Anglet, que se realizou de 10 a 13 de julho, naquela cidade francesa, localizada junto à costa Basca.

O Festival, considerado um evento pioneiro no seu campo, destaca, há dez edições, as melhores produções e realizações do surf. Contou com um júri internacional, composto por personalidades do mundo do surf e imagem. Distinguiu a Nazaré com dois dos sete prémios que atribuiu na cerimónia de encerramento, no passado dia 13.
O documentário filmado em 2011, e que retrata o recorde mundial do surfista Garrett McNamara, ao ter surfado mais uma onda grande na praia do Norte, na Nazaré, soma, assim, prémios. “The North Canyon – Nazaré Calling” tinha recebido, recentemente, o galardão de melhor Cinematografia no Aotearoa Surf Film Festival, na Nova Zelândia, e, a 30 de junho, o prémio “Melhor Produção Nacional”, pelo júri do S.A.L – Surf At Lisbon Fest, cuja cerimónia decorreu no Cinema São Jorge, em Lisboa.
Os prémios são considerados um forte contributo para a concretização dos objectivos de promoção nacional e internacionais previstos na implementação do projeto The North Canyon.

Zon North Canyon Show
O projeto Zon Nort Canyon Show foi iniciado em 2010, é protagonizado pelo surfista havaiano e desenvolvido pela Empresa Municipal Nazaré Qualifica, com o patrocínio da ZON. Inclui a prática de surf, tow‐in e stand up paddle com o objectivo de promover a Nazaré internacionalmente como destino turístico de referência para a prática dos desportos de ondas grandes, e de filmar três documentários que registam a actividade desportiva de McNamara bem como o quotidiano daquela vila. 
Garrett McNamara é um dos surfistas de ondas grandes mais conceituados do mundo, e na última década tem percorrido o mundo em busca de novos desafios no mar. O “extreme waterman” foi uma das duas únicas pessoas no mundo a surfar ondas criadas pelo degelo dos glaciares do Alasca no Verão de 2007.
Canhão da Nazaré
O fenómeno conhecido como “Canhão da Nazaré” (acidente geomorfológico raro, o maior da Europa e um dos maiores do mundo, que consiste numa falha na placa continental com cerca de 170 quilómetros de comprimento e cinco quilómetros de profundidade) canaliza a ondulação do Oceano Atlântico para a Praia do Norte criando grandes ondas e proporcionando condições únicas para a prática desta modalidade.

Garrett McNamara regressa à Nazaré para aula de surf “Zon North Canyon Kids”
Garrett McNamara, um dos surfistas de ondas grandes mais conceituados do mundo que na última década tem percorrido o mundo em busca de novos desafios no mar, esteve na Nazaré no passado dia 9 de julho, para dar uma aula de surf na Escola “Zon North Canyon Kids”.

A Escola de Surf tem um carácter social e resulta de uma parceria do Município, Nazaré Qualifica e Clube de Desportos Alternativos da Nazaré, com o patrocínio da Zon, e no âmbito do projecto “North Canyon”.
Dirigidas essencialmente a crianças desfavorecidas e a indivíduos portadores de deficiência, razão pela qual foram desenvolvidas parceiras com várias CERCIS, como a CERCINA, as aulas de surf visam a integração social destas crianças e jovens, igual oportunidade de acesso a este desporto, bem como o desenvolvimento e a promoção da acessibilidade no lazer.
Fonte: Nazaré Qualifica.

Mais de 200 nadadores participaram na Prova de Mar da Praia da Rocha

Duzentos e trinta nadadores nacionais e estrangeiros, participaram no passado sábado, na 24ª Edição da Prova de Mar da Praia da Rocha, promovida pela Portinado.

Miguel Nascimento e Ariana Nunes, ambos do clube portimonense, foram os vencedores absolutos da edição de 2013 da prova do mar mais antiga realizada no Algarve.
A competição marca o arranque do 21º Circuito de Natação de Mar do Algarve, promovido pela Associação de Natação do Algarve. Por equipas, venceu a Portinado, com grande supremacia, seguida do Clube de Campismo Luz e Vida e do Clube de Montemor-O-Novo. na 2ª e 3ª posições respectivamente.

Fonte: Região Sul.

Tal como nós, golfinhos identificam-se "pelo nome"

Investigadores descobriram que os animais usam um assobio único para reconhecerem cada um no grupo.

Cientistas da Universidade de St.Andrews, na Escócia, encontraram novas provas de que os golfinhos se chamam “pelo nome”, ou seja, usam um assobio único para identificarem cada um dos outros no grupo.  
  
Os investigadores, cujo estudo foi publicado esta terça-feira na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences”, descobriram que os animais respondem quando ouvem o seu próprio assobio reproduzido.  
  
“[Os golfinhos] vivem num ambiente tridimensional, ao largo da costa e sem quaisquer referências visuais e precisam de se manter em grupo. Estes animais vivem num ambiente em que precisam de um sistema muito eficiente para se manterem em contacto”, disse Vincent Janik, da unidade de investigação em mamíferos marinhos daquela universidade de St Andrews.   
  
Há muito que se suspeitava que os golfinhos usam assobios de uma forma semelhante à que os humanos usam para os nomes. Investigações anteriores demonstraram que estes chamamentos são usados frequentemente e que os golfinhos num mesmo grupo conseguem aprender e copiar sons pouco habituais. No entanto, esta é a primeira vez que se estuda a resposta dos animais ao seu próprio “nome”.  
  
Os cientistas gravaram um grupo de golfinhos-comuns selvagens, captando o som identificativo de cada um dos animais e, de seguida, reproduziram os sons usando altifalantes subaquáticos. “Reproduzimos os assobios identificativos dos animais no grupo e também reproduzimos outros assobios no seu repertório e depois assobios identificativos de populações diferentes – animais que eles nunca tinham visto”, explicou Vincent Janik.  
  
Os investigadores descobriram que estes mamíferos apenas respondem ao seu próprio som, repetindo o seu som de volta. A equipa acredita que os golfinhos são como os humanos: quando ouvem o seu nome, respondem. Janik diz que esta capacidade deverá ter sido desenvolvida para ajudar os animais a manterem-se junto do grupo no seu vasto habitat subaquático. 
  
“A maioria do tempo, eles não se vêem, não conseguem usar o olfacto debaixo de água… e não costumam ficar na mesma zona, por isso não têm ninhos ou tocas às quais possam regressar”, acrescentou.  
  
Os cientistas acreditam ser a primeira vez que esta capacidade é confirmada num animal, embora haja estudos que sugerem que algumas espécies de papagaios usam sons para identificar outros indivíduos no grupo.  
  
Janik explica que compreender como esta capacidade se desenvolveu em diferentes grupos pode ajudar a perceber como a comunicação se desenvolveu nos humanos.

Fonte: RR

Tal como nós, golfinhos identificam-se "pelo nome"

Investigadores descobriram que os animais usam um assobio único para reconhecerem cada um no grupo.

Cientistas da Universidade de St.Andrews, na Escócia, encontraram novas provas de que os golfinhos se chamam “pelo nome”, ou seja, usam um assobio único para identificarem cada um dos outros no grupo.  
  
Os investigadores, cujo estudo foi publicado esta terça-feira na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences”, descobriram que os animais respondem quando ouvem o seu próprio assobio reproduzido.  
  
“[Os golfinhos] vivem num ambiente tridimensional, ao largo da costa e sem quaisquer referências visuais e precisam de se manter em grupo. Estes animais vivem num ambiente em que precisam de um sistema muito eficiente para se manterem em contacto”, disse Vincent Janik, da unidade de investigação em mamíferos marinhos daquela universidade de St Andrews.   
  
Há muito que se suspeitava que os golfinhos usam assobios de uma forma semelhante à que os humanos usam para os nomes. Investigações anteriores demonstraram que estes chamamentos são usados frequentemente e que os golfinhos num mesmo grupo conseguem aprender e copiar sons pouco habituais. No entanto, esta é a primeira vez que se estuda a resposta dos animais ao seu próprio “nome”.  
  
Os cientistas gravaram um grupo de golfinhos-comuns selvagens, captando o som identificativo de cada um dos animais e, de seguida, reproduziram os sons usando altifalantes subaquáticos. “Reproduzimos os assobios identificativos dos animais no grupo e também reproduzimos outros assobios no seu repertório e depois assobios identificativos de populações diferentes – animais que eles nunca tinham visto”, explicou Vincent Janik.  
  
Os investigadores descobriram que estes mamíferos apenas respondem ao seu próprio som, repetindo o seu som de volta. A equipa acredita que os golfinhos são como os humanos: quando ouvem o seu nome, respondem. Janik diz que esta capacidade deverá ter sido desenvolvida para ajudar os animais a manterem-se junto do grupo no seu vasto habitat subaquático. 
  
“A maioria do tempo, eles não se vêem, não conseguem usar o olfacto debaixo de água… e não costumam ficar na mesma zona, por isso não têm ninhos ou tocas às quais possam regressar”, acrescentou.  
  
Os cientistas acreditam ser a primeira vez que esta capacidade é confirmada num animal, embora haja estudos que sugerem que algumas espécies de papagaios usam sons para identificar outros indivíduos no grupo.  
  
Janik explica que compreender como esta capacidade se desenvolveu em diferentes grupos pode ajudar a perceber como a comunicação se desenvolveu nos humanos.

Fonte: RR

Cinema: "Phantom – O Submarino Fantasma".


Título original:
Phantom
De:
Todd Robinson
Com:
Ed Harris, Julian Adams, David Duchovny
Género:
Drama, Thriller
Classificação:
M/12
Outros dados:
EUA, 2013, Cores, 98 min.
Depois de regressar de uma longa e difícil missão em alto mar, o capitão Dmitri “Demi” Zubov é imediatamente obrigado a aceitar o comando do submarino B-76, uma embarcação soviética antiga, munida de um poderoso míssil nuclear. Preocupado com a decisão dos seus superiores, que o forçam a integrar uma tripulação que não é a sua, Dmitri questiona-se sobre as razões dessa escolha. Porém, quando o submarino se começa a aproximar de território norte-americano, ele compreende o propósito daquela missão: lançar um míssil contra os EUA fazendo parecer um ataque vindo de um navio chinês, dando início a uma guerra entre as duas nações. Com o destino de milhões nas suas mãos, Dmitri terá de confiar na sua capacidade de discernimento, de modo a encontrar homens de confiança que o ajudem a evitar uma catástrofe mundial… 
Com argumento e realização de Todd Robinson (“Corações Solitários”), um “thriller” claustrofóbico inspirado num evento real acontecido em plena Guerra Fria. No elenco encontramos Ed Harris, David Duchovny e William Fichtner.

Fonte: Público.

Cinema: "Phantom – O Submarino Fantasma".


Título original:
Phantom
De:
Todd Robinson
Com:
Ed Harris, Julian Adams, David Duchovny
Género:
Drama, Thriller
Classificação:
M/12
Outros dados:
EUA, 2013, Cores, 98 min.
Depois de regressar de uma longa e difícil missão em alto mar, o capitão Dmitri “Demi” Zubov é imediatamente obrigado a aceitar o comando do submarino B-76, uma embarcação soviética antiga, munida de um poderoso míssil nuclear. Preocupado com a decisão dos seus superiores, que o forçam a integrar uma tripulação que não é a sua, Dmitri questiona-se sobre as razões dessa escolha. Porém, quando o submarino se começa a aproximar de território norte-americano, ele compreende o propósito daquela missão: lançar um míssil contra os EUA fazendo parecer um ataque vindo de um navio chinês, dando início a uma guerra entre as duas nações. Com o destino de milhões nas suas mãos, Dmitri terá de confiar na sua capacidade de discernimento, de modo a encontrar homens de confiança que o ajudem a evitar uma catástrofe mundial… 
Com argumento e realização de Todd Robinson (“Corações Solitários”), um “thriller” claustrofóbico inspirado num evento real acontecido em plena Guerra Fria. No elenco encontramos Ed Harris, David Duchovny e William Fichtner.

Fonte: Público.

Gustavo Lima ressurge no laser

O velejador Gustavo Lima reapareceu em grande forma no Campeonato inglês de laser. O olímpico em Londres’2012 (22.º classificado), Pequim’2008 (4.º), Atenas’2004 (5.º) e Sydney’2000 (6.º) está a dominar a classificação geral de forma categórica, com quatro triunfos e um 6.º posto, em cinco regatas.

“Estou muito motivado e até surpreendido com este meu regresso à competição, na minha primeira prova do ano. Mas treinei muito forte em junho e julho, conseguindo uma posição bastante confortável, apesar da prova estar bastante forte. O meu objetivo é preparar-me para o Campeonato da Europa, que se disputa em setembro. Para já, nem penso nos Jogos do Rio’2016, mas o trabalho que estou a realizar está a ser muito positivo”, considerou Gustavo Lima, líder do quadro, com 52 velejadores, entre os quais muitos atletas britânicos, o australiano Luke Elliott e o sul-coreano Jeemin Ha, que estiveram nos Jogos de Londres’2012.

O cascalense, do Clube Naval de Cascais, soma 4 pontos, descartando o seu pior resultado, à frente dos britânicos Jack Wetherell (10) e Martin Evans (14) e do já referido Luke Elliott (16).

Silveira no top 9

O português Rui Silveira também viajou até ao sul de Londres e está a dar boa conta do recado, encontrando-se no 9.º lugar (35 pontos) da mesma competição, depois de ter ocupado os 11.º, 7.º, 9.º, 15.º e 8.º lugares nas regatas.

A prova decorre até sexta-feira no mesmo campo dos Jogos Olímpicos de Londres’2012, faltando disputar sete regatas.

Fonte: Record