Turismo subaquático cresce nos Açores

O turismo subaquático está a crescer em todas as ilhas dos Açores, factor que se deve a um fluxo de turistas internacionais e também face à 4ª edição do evento ‘Bienal de Turismo Subaquático’, que decorre na ilha Graciosa.
José Toste, da Associação Regional de Turismo, afirma que “de momento, ainda não há números oficiais que confirmem este registo, mas há o contacto com as empresas e centros de mergulho que nos revelam que, de ano para ano, tem vindo a crescer o sector, obviamente numas ilhas mais do que outras”, avança a agência Lusa.
O evento ‘Bienal de Turismo Subaquático’ visa, segundo o responsável, promover o encontro de vários agentes do sector para “debater as principais preocupações” e “estratégias de acção”, tornando este tipo de turismo um produto de “interesse turístico” na região.
Fonte: Publituris.

Alforrecas do Espaço

A NASA anunciou esta semana que as medusas (alforrecas) levadas a bordo do Columbia nos anos 90 conseguiram reproduzir-se mas não se adaptam às condições da Terra
O título não é roubado de nenhum filme rasca de ficção científica dos anos 50. Trata-se de uma experiência real, levada a cabo nos últimos 20 anos pela NASA. Não são de agora os estudos que se dedicam a entender como seres vivos oriundos do nosso planeta lidam com a vida no espaço. Esta semana, a agência espacial norte-americana anunciou que a experiência feita com medusas – ou alforrecas – levadas a bordo do vaivém Columbia no início dos anos 90 não teve sucesso.Transportadas em frascos e sacos preenchidos com água do mar artificial, os seres marinhos fizeram a viagem com a condição de serem capazes de se reproduzir no espaço. Para isso, os cientistas injectaram produtos químicos na água onde viviam as medusas, para as induzir a nadar e a procriar. A reprodução teve sucesso, nasceram alguns exemplares no espaço (ou melhor, em sacos de água salgada em órbita dentro da nave).
Os resultados foram parcialmente animadores – as medusas adaptaram-se efectivamente às novas condições, mas as que nasceram no espaço tinham habilidades motoras diferentes das ‘terráqueas’. E não conseguiram adaptar-se à água em ambiente natural, ou seja, logo após o regresso à Terra. O nado não era adequado ao meio, que já não era o seu original.
A escolha deste animal não foi acidental. Trata-se de um dos seres vivos que mais se adapta à adversidade em meio marinho no nosso planeta. Restam outros resultados, de experiências com produtos agrícolas no espaço, por exemplo.

Fonte: Sol.

SeaOrbiter: Torre submersa/móvel que vai mudar o estudo dos oceanos.

Alguns anos atrás, quando o projecto SeaOrbiter desenvolvido pelo arquitecto francês Jacques Rougerie apareceu, ele parecia mais um delírio futurista e uma ideia saída de uma obra de ficção científica do que uma proposta que pudesse ver a luz do dia.
O observatório oceânico serviria como um grande laboratório para cientistas estudarem a vida marinha, o fundo dos oceanos e a influência dos mares nas condições climáticas e ambientais do planeta.
O projecto do SeaOrbiter passou os últimos 12 anos em estudo, com fases de planeamento, design, testes e financiamento, e está finalmente se tornando realidade com a construção do primeiro modelo, orçado em 52,7 milhões de dólares e com previsão de ser lançado em breve ao mar, no Mónaco – o mesmo lugar em que o lendário oceanógrafo Jacques Cousteau começou os seus trabalhos.

A torre de estudos do oceano.

O SeaOrbiter é um inovador navio de pesquisa em formato vertical, com 51 metros de altura, sendo que 38 metros da estrutura ficarão submersos no oceano. Essa parte abriga um centro de colecta de espécies, deck para lançamento de equipamentos e câmaras de observação da vida marinha.

Além dessas características de flutuação, locomoção e sustentabilidade, há uma fonte alternativa de energia – por biocombustível – em desenvolvimento para auxiliar o navio na realização de tarefas e em eventuais deslocamentos marítimos.

Simbiose com os oceanos

O conceito por trás do SeaOrbiter é permitir a observação contínua da vida nos oceanos, reduzindo o impacto e a intrusão da actividade humana nos ecossistemas. A busca pela simbiose com os oceanos tem como objectivo compreender melhor os processos inerentes da vida marítima sem a interferência do homem.
O projecto espera estabelecer um novo padrão de comunicação científica, permitindo aos pesquisadores monitorizar os oceanos em tempo real. Os laboratórios da embarcação contarão com transmissões via satélite para enviar informações precisas e actualizadas sobre as condições marítimas, a qualidade dos mares e os resultados das pesquisas sobre a mudança climática.

Um dos estudos que a comunidade científica espera realizar a bordo do SeaOrbiter é entender melhor o papel dos oceanos na absorção de gás carbónico, e como os mares ajudam a reduzir o efeito estufa do planeta. Já a parte da estrutura que fica acima do mar contém um terraço de observação ao ar livre que vai permitir aos tripulantes documentarem também a migração de aves e pássaros.
O primeiro SeaOrbiter deve entrar em operação até 2015 e poderá contar com 18 cientistas vivendo no navio. Se tudo sair como planeado, a equipa vai possuir uma embarcação de pesquisa de última geração capaz de fornecer acesso fácil ao reino submarino e com menor impacto ao ecossistema em alto-mar.

Fonte: Tecmundo.

Líder da Polícia Marítima reconhece escassez de recursos


O vice-almirante Cunha Lopes admitiu ao que “os recursos são sempre escassos, quer sejam financeiros, quer sejam materiais, quer sejam de pessoal”. Isto, numa altura em que é vasta a actividade daquela força de segurança no país, incluindo no apoio a outras polícias no combate ao narcotráfico na orla costeira.
O Comandante-Geral da Polícia Marítima, vice-almirante Álvaro José da Cunha Lopes, reconhece a existência de escassez de meios a vários níveis na actividade desta força de segurança, que inclui, nomeadamente, fiscalização dos recursos pesqueiros, segurança nas praias e colaboração com outras entidades, em particular, com a Polícia Judiciária (PJ), no combate ao tráfico de droga.
“Os recursos são sempre escassos, quer sejam financeiros, quer sejam materiais, quer sejam de pessoal. Enfim, são os recursos que o Estado nos põe à disposição. Aquilo que tentamos fazer na nossa actividade é racionalizar e optimizar esses recursos”, disse hoje ao DN aquele responsável nacional da Polícia Marítima, no final da inauguração das novas instalações da Capitania do Porto de Lagos.
Nesta cerimónia, foi apresentado o Capitão do Porto de Lagos e comandante local da Polícia Marítima, Carvalho Pinto, cuja área de jurisdição se situa desde Odeceixe (Aljezur) até Alvor, no concelho de Portimão, equivalente a mais de cem quilómetros.
A escassez de recursos destacada pelo vice-almirante Cunha Lopes, também Director-geral da Autoridade Marítima, surge numa altura em que se têm intensificado operações de combate ao narcotráfico na costa algarvia, umas da responsabilidade da PJ, com a colaboração da Polícia Marítima, e outras a cargo da Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da Guarda Nacional Republicana.
“A nossa actividade principal não se centra na questão do combate ao narcotráfico, que é uma responsabilidade, primeira, da Polícia Judiciária. Nós colaboramos no combate a todos os ilícitos na nossa área de jurisdição. Mas temos uma imensidão de responsabilidades que passam muito, até, pelos processos contra-ordenacionais da defesa dos nossos recursos, em que a Polícia Marítima é determinante, além da segurança nas praias. A segurança balnear não se resume pura e simplesmente a não deixar que as pessoas se afoguem. É preciso também que nos espaços marítimos haja segurança de pessoas e bens. E portanto, a Polícia Marítima tem de facto um conjunto de competências que vão muito para além das questões ligadas ao narcotráfico. Mas evidentemente que nesta zona do país, em particular, é uma das nossas preocupações. E nós fazemos muitas operações, nomeadamente conjuntas com as outras forças e serviços de segurança, em particular com a Polícia Judiciária”, frisou o vice-almirante Cunha Lopes.
Por outro lado, em termos de obras de restauro e manutenção de edifícios das capitanias dos portos a nível nacional, o investimento ronda “um milhão, um milhão e meio de euros por ano”, referiu o comandante-geral da Polícia Marítima.
Já as instalações construídas de raiz, e onde passa a funcionar a Capitania do Porto de Lagos, obrigaram a um investimento final de cerca de meio milhão de euros.
“Numa situação de crise como estamos a viver os orçamentos são cada vez mais diminutos, nomeadamente em áreas de investimento. Felizmente, além da parte orçamental, somos uma instituição que tem receitas próprias pelos serviços que prestamos à comunidade. E essas receitas têm-se mantido relativamente estáveis. Através de uma gestão muito rigorosa e cuidadosa, temos conseguido arranjar investimento para que possamos obter meios com dignidade e habitabilidade que os serviços do Estado exigem”, concluiu o vice-almirante Cunha Lopes.
Fonte: DN

Americano desfere socos e escapa de um ataque de tubarão tigre no Havai.

O norte-americano Jeff Horton virou notícia do The Garden Island ao escapar de um ataque de um tubarão sofrido em Pila’s Beach, na ilha de Kauai, no Havaí,  quando surfava com outras 10 pessoas. O surfista de 25 anos teve que socar o tubarão para se livrar do ataque.
— Eu fiquei muito assustado. Era bater ou morrer. Eu consegui acertar uns bons golpes nele — disse ele, no dia seguinte, sem esquecer o bom humor.
O dia tinha tudo para ser um bom dia de surfe, com tempo ensolarado e boas ondas em Pila’s Beach, perto de Kilauea. Em determinado momento, alguns surfistas viram uma barbatana e a cauda na água, mas Horton não ficou preocupado.
—  Eu não penso muito nisso — disse ele.
Vinte minutos depois, por volta de 11h, o tubarão apareceu. Horton estava sentado em sua prancha a 200 metros da costa, quando olhou para baixo e viu uma grande forma – algo – vindo em sua direcção. Primeiro, ele pensou que era uma arraia, escura em cima e branca na parte inferior. Mas o animal se moveu muito rápido
— Ele veio em linha recta na minha direcção — disse Horton, que saiu da prancha para evitar um ataque em sua perna esquerda e viu o tubarão morder a prancha.
Diante do ataque iminente, Horton quase montou em cima do tubarão, que ainda mordia a prancha. Ele agarrou uma barbatana com a mão e deu socos com a outra, ao gritos. Horton, ex-boxeador, estima ter desferido pelo menos oito socos. Um golpe no olho fez o tubarão soltar a prancha e recuar. Horton subiu em cima da prancha, pediu ajuda a outro surfista e pegou uma onda para sair do mar.
Já fora do mar, Horton e os amigos se abraçavam e celebraram o fato de ainda estarem vivos. Uma turista ainda lhe deu 50 doláres para comprar uma garrafa de água. Sem ferimentos – apenas alguns arranhões do contacto com a pele do tubarão – Horton ganhou apenas uma história para contar.

A maior loja de surf do mundo? Mega loja O'Neill abre em Hong Kong

Não
é a maior loja de surf do mundo mas é, provavelmente, uma das
maiores

Localizada
em Hong Kong, esta mega loja da O’Neill abriu portas no passado dia
23 de Outubro. Com 1800 metros quadrados e situada na LCX Tsim Sha
Tsui – uma das zonas mais fashion da gigantesca cidade de Hong Kong-
é o primeiro espaço da conceituada marca O’Neill e que se
caracteriza por uma decoração inspirada na casa de Jack O’Neill, o
californiano fundador da marca há mais de 60 anos atrás e também
inventor do fato de surf.

Hong
Kong é um pouco longe para ir visitar esta loja, o que é pena, pois
além de não conhecer este espaço surfístico, poderia também, até
dia 3 de Novembro, ver a colecção “The Original Since 1952”,
que tem obras de artistas como Simon Birch, Black Boy ou Paul Tsang
entre muitos outros. Estes, aliando a originalidade com inovação,
interpretam de formas distintas a obra de Jack O’Neill.

Todas
estas obras irão posteriormente a leilão e os fundos vão reverter
para a fundação AquaMeridian Conservations & Education
Foundation, uma instituição apoiada pela O’Neill.

Por
isso mesmo, se algum dia tiver oportunidade de ir até ao outro lado
do mundo não pode falhar uma visita a esta mega loja.

Mas
quer saber onde fica a maior loja de surf do mundo? Chama-se Ron Jon
Surf Shop e situa-se na terra do considerado melhor surfista do
mundo: Kelly Slater. É em Cocoa Beach, na Flórida e ocupa mais de
50 mil metros quadrados.



Fonte: Ionline.

A maior loja de surf do mundo? Mega loja O’Neill abre em Hong Kong

Não é a maior loja de surf do mundo mas é, provavelmente, uma das maiores

Localizada em Hong Kong, esta mega loja da O’Neill abriu portas no passado dia 23 de Outubro. Com 1800 metros quadrados e situada na LCX Tsim Sha Tsui – uma das zonas mais fashion da gigantesca cidade de Hong Kong- é o primeiro espaço da conceituada marca O’Neill e que se caracteriza por uma decoração inspirada na casa de Jack O’Neill, o californiano fundador da marca há mais de 60 anos atrás e também inventor do fato de surf.
Hong Kong é um pouco longe para ir visitar esta loja, o que é pena, pois além de não conhecer este espaço surfístico, poderia também, até dia 3 de Novembro, ver a colecção “The Original Since 1952”, que tem obras de artistas como Simon Birch, Black Boy ou Paul Tsang entre muitos outros. Estes, aliando a originalidade com inovação, interpretam de formas distintas a obra de Jack O’Neill.
Todas estas obras irão posteriormente a leilão e os fundos vão reverter para a fundação AquaMeridian Conservations & Education Foundation, uma instituição apoiada pela O’Neill.
Por isso mesmo, se algum dia tiver oportunidade de ir até ao outro lado do mundo não pode falhar uma visita a esta mega loja.

Mas quer saber onde fica a maior loja de surf do mundo? Chama-se Ron Jon Surf Shop e situa-se na terra do considerado melhor surfista do mundo: Kelly Slater. É em Cocoa Beach, na Flórida e ocupa mais de 50 mil metros quadrados.

Fonte: Ionline.

Brasileira coloca a Nazaré nos Oscares das ondas gigantes



A Nazaré e as famosas ondas gigantes da Praia do Norte voltam a estar no centro das atenções, mas, ao contrário do que tem acontecido nos últimos anos, desta vez a protagonista foi… uma mulher.


A brasileira Maya Gabeira, de 26 anos, apanhou esta quarta-feira uma onda gigante na Nazaré, numa sessão que também contou com a presença do compatriota Carlos Burle – um dos maiores nomes da especialidade –, sendo automaticamente nomeada para os Billabong XXL Awards, mais conhecidos como oscares das ondas grandes.


Depois de Garrett McNamara – havaiano que também se encontra em Portugal à procura de novos feitos – o ter feito nos anos anteriores, desta vez foi uma surfista a voltar a colocar a Nazaré nas bocas do Mundo.


Maya Gabeira é filha de um deputado brasileiro, mas nunca escondeu o gosto pelo surf e pelas ondas gigantes. A jovem surfista brasileira é actualmente a mais reputada big rider do Mundo, tendo já vencido em cinco ocasiões os Billabong XXL Awards (2007, 2008, 2009, 2010 e 2012), na categoria de melhor performance feminina.


Maya já esteve inclusive perto da morte, depois de em 2011 ter sofrido um aparatoso acidente em Teahupoo, no Taiti. Tudo aconteceu, durante o período de espera da etapa do circuito mundial de surf, com uma ondulação de cinco metros a atingir o famoso pico tubular taitiano.


A brasileira chegou a ficar inconsciente debaixo de água, depois de uma queda, mas valeu a pronta intervenção da equipa de salvamento. Contudo, o incidente não a amedrontou e a foto na Praia do Norte mostra que está aí para as curvas.

Fonte: Record

Combate à poluição no mar em destaque em Aveiro

A Direcção Geral da Autoridade Marítima, através da Direcção do Combate à Poluição do Mar, participa no próximo dia 29 de Outubro  na POLAMPORTOS 03 – uma reunião de coordenação com as principais Administrações Portuárias do Continente-, que se realiza nas instalações da Administração do Porto de Aveiro (APA).
O POLAMPORTOS é um fórum anual, no âmbito do Plano Mar limpo, cujo objectivo principal é incrementar a interoperabilidade entre os vários intervenientes na área do combate à poluição no mar. Neste encontro, que contará com a presença do Capitão do Porto de Aveiro e de vários quadros das diversas Administrações de Portos ligados à segurança, estará em foco a abordagem da acção nos portos nas vertentes da prevenção e do combate à poluição marinha.
Esta jornada conta também com uma visita aos terminais do Porto de Aveiro e com uma demonstração de aplicação de um sistema de combate à poluição neste porto, que revalidará a formação teórico‐prática ministrada pela Direcção do Combate à Poluição do Mar durante o 1º semestre de 2013.
Fonte: Local.pt