O que nos acontecia se o gelo da Terra derretesse?

Adeus Lisboa! E Porto, Setúbal, Faro… Quase todo o litoral de Portugal continental simplesmente desaparece no novo mapa interactivo criado pela National Geographic que mostra o que aconteceria ao planeta se o gelo dos pólos derretesse.
As camadas de gelo do Ártico e da Antártida cobrem cerca de 10 por cento da superfície do planeta. Essas áreas contêm cerca de 8 milhões de quilómetros cúbicos de água. A prestigiada publicação norte-americana National Geographic, na sua edição online, simulou o que aconteceria ao planeta se toda essa água derretesse para os oceanos. E concluiu que o nível médio do mar subiria 66 metros, com consequências devastadoras para as zonas costeiras continentais.
Na Europa, cidades como Londres ou Veneza simplesmente afundavam-se. A Holanda e a Dinamarca também ficariam submersas.
Em Portugal, é visível que toda a zona do Vale do Tejo se transformaria num imenso mar. A Península de Setúbal praticamente desapareceria e Coimbra (o que restasse dela) passaria a ser uma cidade costeira. Isto só para referir alguns exemplos.
Segundo a National Geographic, alguns cientistas estimam que este catastrófico cenário poderá demorar cerca de 5 mil anos a concretizar-se. Mas com o crescente aumento de gases de efeito de estufa na atmosfera provocado pela actividade humana, não apenas esta é uma realidade possível no futuro como poderá até acontecer mais cedo do que previsto…

Fonte: DN

Uma tonelada de pneus retirada do fundo do mar

“Limpa a Fundo” é o nome da iniciativa que decorreu no porto da Horta.

Mais de uma tonelada de pneus foi retirada do fundo do mar, numa acção de limpeza no interior do porto da Horta, nos Açores, que contou com a colaboração de cerca de 150 voluntários.
A iniciativa, organizada pelo Observatório do Mar dos Açores (OMA) e pela Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores, decorreu junto ao cais de controlo da Marina da Horta, uma das mais movimentadas do país, por onde passam anualmente mais de um milhar de embarcações de recreio.
“Foi a primeira vez que fizemos uma limpeza nesta zona do porto”, explicou Ana Dâmaso, do OMA, no final dos trabalhos, realçando que muito do lixo retirado do fundo do mar revela a sua longevidade.
Ao todo, nesta acção de nome “Limpa a Fundo”, foram retirados do fundo do mar, numa área de apenas 200 m2, 62 pneus, com um peso aproximado de 1.200 kg, 100 kg de garrafas de vidro que serão recicladas, 130 kg de metal e 200 kg de lixo indiferenciado.
Destaque também para outros artigos encontrados no mesmo local, em menor quantidade, mas que são pouco comuns em acções como esta, como foi o caso de várias taças de champanhe e de uma arma de fogo.
Carla Dâmaso entende que estas acções de limpeza, que são organizadas todos os anos, devem ser alvo de um levantamento geral, não só do lixo encontrado no porto da Horta, mas também de outras ilhas.
Fonte: RR

Governo quer aumentar em 50% o peso da Economia do Mar no PIB

O primeiro-ministro, a ministra da Agricultura e do Mar e o ministro da Educação estiveram reunidos em Sines, na Comissão Interministerial para os Assuntos do Mar. Assinaram esta manhã contratos relativos integrados na nova Estratégia Nacional do Mar.
Assunção Cristas acredita que será agora possível criar mais emprego e aumentar em 50% o peso que a economia tem no PIB português.


Fonte: SIC Noticias

Atum viajou 6370 quilómetros e bateu recorde de distância percorrida

Quando foi capturada em Outubro de 2006, ao largo da província de Guipúscoa, no País Basco, a albacora – um atum de barbatana dorsal amarela –, de um ano de idade, ainda não estava destinada a morrer. Ao invés, recebeu uma etiqueta, numa campanha de marcação de peixes promovida pela AZTI-Tecnalia, um centro de investigação basco, e foi devolvida ao mar. Seis anos e meio depois, e mais de 6300 quilómetros percorridos, a albacora foi encontrada ao largo da Venezuela, garantindo-lhe o recorde da maior distância percorrida por um atum, segundo os dados da Comissão Internacional para a Conservação dos Atuns Atlânticos (ICCAT, na sigla inglesa).
As campanhas de marcação promovidas pelo País Basco desde 2001 têm contado com a participação quer de pescadores profissionais e desportivos quer de investigadores. Desde que a AZTI-Tecnalia, que desenvolve investigação marinha e alimentar, se envolveu nestas campanhas, foram marcados milhares de exemplares de atum, entre albacoras, atuns-rabilho, atuns-patudo e gaiados.
Os pescadores, como Fernando Zapirain, que marcou esta albacora a bordo da sua embarcação Kutxi Kutxi, recebem formação sobre como manusear os peixes durante a marcação. Ao ser capturada ao largo da Venezuela, por um pescador da embarcação Black Marlin, torna-se o registo mais a sul na sua área de reprodução no Atlântico Norte. O exemplar foi entregue ao Instituto de Oceanografia da Venezuela, para que integrasse a base de dados central do ICCAT.
A albacora (Thunnus alalunga) é um atum que vive em alto mar, preferindo profundidades que rondam os 300 metros. São encontradas em todas as águas tropicais e temperadas, sendo conhecidas por percorrerem largas distâncias e por atingirem velocidades de 80 quilómetros por hora. Muitas vezes deslocam-se em grandes cardumes predadores, que podem chegar aos 30 quilómetros de largura, com outras espécies de atum.
Os 6370 quilómetros percorridos, em linha recta, por esta albacora, entre o País Basco e a Venezuela, destronam o anterior recordista, um atum-rabilho marcado na mesma zona. Este percorreu 6170 quilómetros (também em linha recta) e foi recapturado ao largo dos Estados Unidos, numa latitude equivalente à do ponto de origem. Nos últimos seis anos e meio, a albacora agora recapturada cresceu dos 50 para os 100 centímetros e passou dos 2,5 para os 21,8 quilogramas.
As marcas, contendo um código e o contacto da AZTI-Tecnalia, pretendem contribuir para a obtenção de informação relativa aos movimentos e migrações, stocks de peixe, crescimento, tamanho da população e fisiologia, permitindo às entidades reguladoras gerir as cotas de pesca para as várias espécies de atum, antes que entrem em perigo de extinção
Fonte: Público.

Sobre o Dia Nacional do Mar

O Dia nacional do Mar é uma data comemorativa da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM), que entrou em vigor a 16 de Novembro de 1994, tendo sido ratificada por Portugal a 14 de Outubro de 1997. Um ano mais tarde, em 1998, o dia 16 de Novembro foi instituído pela Resolução de Conselho de Ministros n.º 83/1998, de 10 de Julho, como o Dia Nacional do Mar.

APSS assume Presidência da Direcção da Associação dos Portos de Portugal

Como resultado das eleições para os corpos sociais da APP, Associação dos Portos de Portugal, a APSS (Setúbal) assumido a presidência, na lógica rotativa que está definida, contando com a APL (Lisboa) e os Portos dos Açores na Direcção.

Vítor Caldeirinha, Presidente dos portos de Setúbal e Sesimbra, sucede assim a José Luís Cacho, que lidera os portos de Aveiro e da Figueira da Foz.


A Presidência da Assembleia Geral continua a ser assegurada pelo IPTM/IMT, tendo a APDL (Leixões) assumido a liderança do Conselho Fiscal. 

São objectivos principais continuar e intensificar o trabalho de defesa dos portos nacionais e da melhoria da sua integração nos sistemas de transportes e logísticos nacionais e internacionais.

Prosseguir o trabalho de colaboração, cooperação e coordenação entre portos e autoridades portuárias, em especial nas diversas áreas técnicas da gestão portuária, bem como assegurar a continuidade do apoio à APLOP, são outros dos desideratos da nova presidência.

Fonte: APP

Francisco Lufinha faz travessia Peniche-Berlengas

Francisco Lufinha, que bateu um recorde mundial ao percorrer mais de 300 milhas náuticas em kitesurf sem paragens, concluiu a travessia Peniche-Berlengas-Peniche em três horas, efectuando o reconhecimento da zona para acolher campeonatos internacionais.
À chegada, o português disse à agência Lusa que a travessia de 18 milhas «dá para fazer em menos tempo», mas as três horas foram o tempo necessário de ida e volta e de o reconhecimento da zona para vir a acolher futuras provas internacionais.
«Peniche é sem dúvida um dos melhores sítios de Portugal para fazer kitesurf. A baía do Baleal [praia em Peniche] tem uma grande variedade de ventos e muito espaço, por isso aqui estão reunidas todas as condições para a prática de kitesurf», afirmou à Lusa Francisco Lufinha.
O kitesurfista adiantou que esta travessia permitiu validar «as condições para vir a organizar eventos entre Peniche e as Berlengas», adiantando como exemplos uma prova para fixar recordes mundiais entre praticantes nacionais e internacionais da modalidade.
O ex-campeão nacional disse que foi um «bom treino», meses depois de voltar ao mar e de ter batido o recorde do mundo de distância em kitesurf sem paragens, entre Vila Nova de Gaia e Sines.
O feito de percorrer mais de 300 milhas náuticas (570 quilómetros) em 27 horas e 40 minutos foi alcançado a 18 de setembro último.
A travessia sem paragens efectuada no dia 12 teve como ponto de partida e de chegada a praia do Baleal, em Peniche, único local do país que acolhe uma etapa do circuito mundial de surf.

Fonte: APP

Retirado Michael Phelps pode estar a preparar regresso


Retirado por vontade própria da competição desde os Jogos Olímpicos de Londres 2012, o nadador norte-americano Michael Phelps pode estar prestes a regressar às piscinas.
O nadador, que ao longo da sua carreira amealhou já um total de 22 medalhas olímpica, terá reentrado no programa antidopagem norte-americano, situação que indicia que possa a pensar regressar à competição.
Fonte: Diário Digital.