ACIF incentiva à participação na Feira do Mar

A ACIF lembra que o Clube Naval do Funchal está a organizar a I Feira do Mar. Um evento que decorre entre os próximos dias 7 a 10.
Sob o tema ‘Desafios e Oportunidades no Mar’ vão estar presentes stands de empresas e instituições ligadas ao mar e acontecer palestras, workshops e animação.
Ainda é possível participar na feira como expositor. Os interessados devem contactar a ACIF.
Fonte: DN

Patinho de borracha é atracção mundial

O tradicional ‘patinho’ de borracha, que na casa da maioria dos comuns mortais, ‘vive’ na banheira ganhou um novo habitat natural graças a um projecto do artista holandês, Florentijn Hofman.
Com 26 metros de altura, esta invulgar instalação esteve seis anos a viajar pelo mundo e a sua aventura está registada em imagens. 
Durante seis anos, o pato gigante insuflável viajou por dez países e doze cidades. Sob o lema ‘Spreading Joy Around the World’ passou pelas águas do Brasil, Nova Zelândia, França, Alemanha e China para gáudio de miúdos e graúdos. 

Fonte: CM

Santuários marinhos na Antártica voltam a falhar

As negociações internacionais sobre a criação de santuários marinhos na Antártica falharam hoje na Austrália com a China e a Rússia opondo-se ao plano, anunciaram organizações não-governamentais e fontes diplomáticas.

Os membros da Convenção sobre a Conservação da Fauna e Flora Marinhas da Antártica (24 Estados e a União Europeia) reuniram-se esta semana em Hobart, na ilha australiana da Tasmânia, pela terceira vez sem sucesso desde 2012.
Os Estados Unidos e a Nova Zelândia propuseram a transformação de uma área marítima de 1,25 milhões de quilómetros quadrados no mar de Ross em santuários.
A França, a Austrália e a Alemanha recomendavam a criação de sete áreas marinhas protegidas na zona da Antártica junto ao oceano Índico numa área de 1,6 milhões de quilómetros quadrados, um projecto rejeitado pela Rússia e a China.
Todos os projectos no âmbito da convenção terão de ser aprovados por unanimidade.
“A comunidade internacional reuniu-se em Hobart para proteger as zonas essenciais do oceano Antártico — um dos últimos ecossistemas do planeta que ainda não foram violados — e a Rússia e a China decidiram obstruir”, lamentou o vice-presidente executivo da organização norte-americana de defesa do ambiente Pew Charitable Trusts, Joshua Reichert.

Fonte: DN

Pirataria rendeu entre 251 e 306 milhões em sete anos

Desde 2005, a captura de navios rendeu aos piratas na zona do Corno de África receitas entre os 339 e os 413 milhões de dólares (251 a 306 milhões de euros), de acordo com uma estimativa conjunta do Banco Mundial, das Nações Unidas e da Interpol.
relatório nota a “ausência de dados credíveis”, mas diz ter conseguido fazer uma “análise significativa” da actividade entre Abril de 2005 e Dezembro de 2012, na zona do Djibuti, Etiópia, Quénia, Seychelles e Somália . O estudo analisou a actividade de 59 financiadores das actividades de pirataria para chegar àqueles valores e para estabelecer o funcionamento do modelo de negócio da pirataria e o circuito do dinheiro envolvido. Cerca de 179 navios foram capturados durante aquele período.
O estudo aponta vários tipos de organização das actividades. Alguns piratas estão envolvidos num modelo “artesanal”, que consiste em operações de pequena dimensão. Noutros casos, vários financiadores juntam-se para uma operação de maior escala. E alguns criminosos com mais recursos financeiros bancam toda uma operação.
Depois de os custos estarem pagos, os “soldados rasos” recebem, em conjunto, entre 30 mil e 75 mil dólares de um resgate, cujo valor médio foi de quatro milhões de dólares em 2012, uma descida face ao pico de cinco milhões atingido no ano anterior. Em 2005, o resgate médio era de 390 mil dólares. Porém, como têm de pagar aquilo que comeram e, em alguns casos, também devido a um sistema de multas (por exemplo, por desobedecer a ordens), vários dos “soldados rasos” acabam por receber muito pouco dinheiro, fazendo com que frequentemente reincidam na actividade.
Já os financiadores ficam com um valor que pode ir dos 25% aos 75% das receitas, consoante o modelo de organização da operação.
Uma parte significativa do dinheiro flui para as populações locais, que vendem vários bens e serviços de apoio à acção dos piratas. “Na costa, outra milícia, diferente do grupo de piratas, guarda o navio [capturado] e surge toda uma economia para o sustentar”, lê-se no relatório. Estes serviços vão desde a reparação de partes do navio até à alimentação, tanto dos piratas, como da tripulação refém. Há ainda o negócio do fornecimento de álcool, de khat (uma planta estimulante, considerada uma droga pela Organização Mundial de Saúde e que é tradicionalmente mascada naquela região) e de prostitutas.
Os pequenos piratas usam o dinheiro que ganham sobretudo em prostitutas, carros caros, droga e álcool. Os piratas financiadores também incorrem neste tipo de gastos, mas estas despesas consomem apenas uma pequena parte do que recebem. O resto do dinheiro é usado tanto noutras operações ilegais (como o tráfico de pessoas e armas), como em actividades legítimas, que vão da exploração petrolífera ao investimento em hotéis.
Num comunicado, um dos autores do relatório, Stuart Yikona, apela a medidas internacionais para travar a circulação do dinheiro proveniente da pirataria. “A comunidade internacional mobilizou uma força naval para lidar com os piratas. Um esforço multinacional semelhante é preciso para interromper e parar o fluxo de dinheiro ilícito que circula no seguimento das actividades deles”.
Fonte: Público

Descoberta nova espécie de golfinho

Os cientistas ficaram “surpreendidos e encantados” depois de identificarem uma nova espécie de golfinho-corcunda nas águas costeiras do Norte da Austrália. O mapeamento genético e o estudo da morfologia deste mamífero mostram que a espécie era desconhecida para a ciência.
Uma equipa internacional liderada pela Sociedade para a Conservação da Vida Selvagem, com sede nos Estados Unidos, fez esta descoberta depois de examinar 200 golfinhos mortos e analisar amostras de tecido de indivíduos vivos que povoam os oceanos Atlântico, Índico e Pacífico.
O estudo do comprimento do bico e do número de dentes de 180 crânios de indivíduos que estavam nos museus ou que foram encontrados em praias, e a análise de amostras de ADN de 235 golfinhos vivos, serviram para identificar uma nova espécie de golfinho-corcunda, que pertence ao género Sousa, e nada nas águas que banham a costa do Norte da Austrália.
“Com base numa análise genética e morfológica, há uma prova convincente de que existem, pelo menos, quatro espécies dentro deste género”, explica Martin Mendez, um dos autores deste estudo, publicado na última edição da revista Molecular Ecology. O que inclui “uma espécie nova, ainda sem nome, junto da costa Norte australiana”, acrescenta.
Debate antigo
Havia um debate antigo sobre se estes indivíduos pertenciam a uma espécie distinta, mas ainda não havia provas suficientes, adianta o biólogo Guido Parra, da Universidade Flinders da Austrália, e membro desta equipa. “Os debates que existiam baseavam-se em informação que era sempre limitada – ou eram, simplesmente, dados genéticos ou eram dados baseados em estudos taxonómicos tradicionais”, explicou o biólogo à agência noticiosa AFP.
Agora, fomos capazes de juntar estes dois métodos – a avaliação morfológica e a análise genética – e olhar para todas as espécies do género. Estamos surpreendidos e encantados por descobrir uma espécie completamente nova”, acrescenta o biólogo.
As espécies de golfinhos-corcunda vivem numa grande extensão dos oceanos da Terra, desde o Norte da Austrália até à África, e são nativos de 40 países na África, Ásia e no Pacífico.
A Sociedade para a Conservação da Vida Selvagem declarou que esta era uma descoberta importante. A identificação de uma nova espécie de mamífero é um acontecimento raro, e a organização espera que a novidade reforce os esforços de conservação destes animais.
Espécies em perigo
Duas das três espécies identificadas do género Sousa estão em declínio devido à sua pesca e à perda de habitat. A espécie Sousa chinensis, o golfinho-corcunda-indopacífico, que vive no oceano a leste da Índia e na região Oeste do Pacífico, é considerada quase ameaçada na Lista Vermelha das Espécies criada e actualizada pela União Internacional para a Conservação da Natureza. Já o Sousa teuszii, o golfinho-corcunda-do-atlântico, que vive no Atlântico, é considerado vulnerável e está mais perto da extinção.
É necessário agora escrever um manuscrito com estas informações e enviar para a Comissão Internacional de Nomenclatura Zoológica, a organização oficial que avalia a descoberta e a nomeação de novas espécies, e dá depois o aval.
Os nomes propostos para esta nova espécie não podem ser revelados, explica Guido Parra. Mas o biólogo espera que o nome final esteja “relacionado com a Austrália”.
O epíteto corcunda, dado a estes golfinhos, deve-se a uma bossa que têm nas costas e está colada à barbatana dorsal, que é mais longa do que o normal. Quando nascem, estes cetáceos têm uma pele cor de pérola. À medida que crescem, a cor escurece até se tornar cinzento-escura. Estes animais atingem um comprimento de 2,4 metros. Vivem em águas costeiras, e nos deltas e estuários dos rios.

Fonte: Público

Eles fazem do lixo esculturas nas profundezas do oceano

Há algo de misterioso, pacífico e simultaneamente inquietante nas profundezas do oceano. O silêncio e a forma subtil como a luz se propaga debaixo de água conferem ao mero lixo marinho uma solenidade inesperada. É a surpresa com que nos brinda este projecto que o enaltece. O fundo do oceano alberga objectos e detritos resultantes das actividades humanas e foi a presença/ausência humana em local inóspito que despertaram a veia artística de Hortense Le Calvez e Mathieu Goussin, ambos artistas franceses auto-didactas e proprietários de Forlane 6, um veleiro mercante com 40 anos de idade, que baptizou também o estúdio fotográfico que constituíram juntos. Mathieu e Hortense não se limitam a fotografar esses objectos no seu contexto marinho. Seleccionam-nos e condicionam o seu posicionamento para formarem o que consideram ser escultura subaquática. É através da fotografia que emergem essas esculturas e as tornam visíveis em terra.

Fonte: Público.

Descubra ilha no Caribe onde porcos nadam livremente!

Quando você acha que já viu de tudo na vida, até cachorros surfistas, o mundo não falha a surpreender novamente. 

Nas águas azuis cristalinas do Caribe, onde a tranquilidade e a natureza exuberante se completam com a simplicidade e simpatia dos locais, encontra-se uma pequena ilha chamada Big Major Cay (no arquipélago de Exuma Cays), nas Bahamas, onde porcos nadam alegremente e vivem o “sonho” na ilha tropical.

Os porquinhos chegaram à ilha trazidos por marinheiros, os quais pretendiam depois os comer, porém, esses marinheiros nunca retornaram  e a “família pig” foi se acostumando, quase graciosamente, à vida na praia.

Os espertos bichinhos, além de aprenderem rapidamente a nadar, encontraram até a maneira de se alimentar: eles descobriram que os iates que passam próximo a ilha regularmente jogam excesso de comida ou sobras no mar, logo, os porquinhos se jogam na água a caminho dos barcos assim que os avistam da praia e vão atrás de alimento.

Fonte: AlmaSurf.com