Portugal já é o 6º destino europeu em cruzeiros

Os cruzeiros continuam em alta, com destaque para Lisboa. Em 2013, a MSC Cruzeiros cresceu 35% em Portugal e prevê fechar o ano com 12.800 passageiros
Portugal foi o 6º destino europeu mais visitado por passageiros de cruzeiros em 2012 (com 1,2 milhões de passageiros), posicionando-se ainda em 11º lugar no ranking dos países europeus com maior impacto direto da indústria dos cruzeiros (207 milhões de euros em 2012), segundo o ECC (European Cruise Council).
A companhia MSC Cruzeiros anunciou que está a ter, em 2013, um crescimento da sua operação em Portugal na ordem dos 35% relativamente a 2012, prevendo alcançar este ano 12.800 passageiros, e ficando com uma quota de mercado de 36%.
“Acredito que Portugal tem um grande potencial para crescer como mercado emissor e recetor (de passageiros de cruzeiros) e esse potencial deve ser explorado e aproveitado”, frisa Eduardo Cabrita, diretor-geral da MSC Cruzeiros em Portugal.
“Hoje podemos afirmar que somos líderes de mercado, num país que conta atualmente com mais de 35 mil cruzeiristas/ano e que tem ainda muito potencial para crescer”, adianta o responsável em Portugal da companhia de cruzeiros.
Para a temporada 2013-2014 a MSC Cruzeiros vai ter novos itinerários com embarque e desembarque em Lisboa e no Funchal, prefazendo 43 cruzeiros em Lisboa e 31 no Funchal, o que representa um aumento de 15% face à atual operação em Portugal.
Fonte: Expresso.

Google Street View flutua nos canais de Veneza

São cerca de 256 Km percorridos a pé e mais de 114 milhas de barco registados pelos colaboradores da Google – com a câmara especial Trekker -, que resultam em imagens a 360º da mítica cidade de Veneza.
Imagens inéditas da cidade italiana, com os seus canais e calçadas estreitas de paralelepípedos, podem ser vistas a partir de qualquer computador, tablet ou smartphone.
Além de permitir conhecer as zonas mais turísticas ou escondidas de Veneza, o novo serviço tem também uma parceria entre o Google Cultural Institute e vários museus venezianos. Por isso, podem ver-se também imagens das obras do Museo Correr, do Museo del Vetro e da Galeria Internacional de Arte Moderna – Ca ‘Pesaro, a partir das quais o utilizador pode comparar as ruas actuais com as reproduções antigas registadas por artistas como Carpaccio e Cesare, por exemplo.
Esta funcionalidade da Google permite ainda conhecer os bastidores do projecto que levou ao registo das imagens a 360º, através de um vídeo disponibilizado pela Google, sobre os caminhos trilhados pelos “Google Trekkers”
Fonte: Sol

Homem morre ao tentar bater recorde de mergulho em apneia

O novaiorquino Nicholas Mevoli, de 32 anos, queria chegar aos 72 metros de profundidade, sem garrafa de oxigénio nem barbatanas. Conseguiu, mas morreu 30 segundos depois de voltar à superfície.

No domingo, Mevoli, 32 anos, mergulhou até aos 72 metros, apenas com umas inspiração de oxigénio e sem barbatanas. Quando voltou à superfície, ainda fez sinal de que estava bem, mas 30 segundos depois, segundo a organização, perdeu a consciência.

Aconteceu nas Bahamas, a 162 Km da Capital Nassau, onde a AIDA, Associação Internacional do Desenvolvimento da Apneia, acompanhava a proeza que acabou de forma fatal.

Pescadores ajudam golfinho bebé preso a saco de plástico

Pescadores ajudam golfinho bebé preso a saco de plástico, animal agradece com «dança»

Uma cria de golfinho aparentemente ficou tão grata a um grupo de pescadores que protagonizou uma «dança» na água, depois de ser libertada de um saco de plástico no mar.

No vídeo divulgado online vemos o momento em que um grupo de pescadores brasileiros encontrou um golfinho bebé preso a um saco de plástico deitado fora no mar.
Após apanharem cuidadosamente o animal com uma rede, os pescadores soltaram o animal do saco e voltaram a colocá-lo na água.
Antes de se ir embora, o golfinho pareceu demonstrar a sua gratidão.
As imagens foram captadas ao largo da Costa da Praia Grande, em São Paulo.
Assista de seguida:

Dormir no meio do mar num quarto debaixo de água

Na ilha de Pemba, Zanzibar, um resort inaugurou uma “casa flutuante” que inclui um quarto subaquático com vista para corais e vida marinha
E agora uma noite verdadeiramente subaquática: o Manta Resort, na ilha de Pemba, parte do arquipélago de Zanzibar, ao largo da costa da Tanzânia, inaugurou este mês uma “casa flutuante” com, neste caso, cereja por baixo do bolo: o “Underwater Room”, quarto que fica submerso a quatro metros da superfície.
Pelas janelas do especialíssimo alojamento, todo um mar a efervescer de animação, com cardumes de peixes prateados e coloridos, predadores em busca de alimento, lulas e polvos, toda a vida do recife de coral que rodeia a estrutura.
O quarto-aquário é parte de uma casa que, na verdade, é em si uma espécie de ilha privada: está a flutuar no meio do oceano, um “deck” ancorado no Índico que inclui piso superior e  terraço com romântica cama para apanhar sol ou dormir sob as estrelas.
Esta casa-ilha de Pemba, em pleno paraíso para mergulho e admirações dos fundos marinhos, está já disponível para reservas e por um preço oceânico: custa desde cerca de 1110€ por noite em ocupação dupla (quarto single por 668€). Este custo, aliás, terá de ser até adicionado ao programa seleccionado para uma estadia no Manta: o resort comercializa sete noites desde cerca de 1830€ para duas pessoas em época alta (a época baixa é de 1 de Março a 30 Junho e dá direito a 20% de desconto sobre estes preços – 10% no caso do quarto subaquático; há ainda promoções: oferecem três noites na reserva de 10 e duas noites na reserva de sete).
Além desta nova atracção, o Manta Resort, que fica localizado numa praia da ilha e funciona em regime de tudo incluído, dispõe de várias villas frente ao mar e alojamentos escondidos em frondosos jardins.
Apesar de destacar-se pela localização e cenário, o quarto subaquático do Manta, apesar de ser o primeiro em África, não é o primeiro a dar à costa: é inspirado noutro quarto projectado pelo sueco Mikael Genberg, que criou em 2000 a instalação turístico-artística Utter Inn sobe o mesmo mote no lago de Mälaren (em Vasteras, perto de Estocolmo).
Fundou depois a empresa Genberg Underwater Hotels, especializando-se em desenvolver alojamentos com conceito subaquático. O quarto do Manta Resort resulta precisamente de um projecto seu, integrando investidores suecos e tanzanianos.
Ao longo dos últimos anos, têm sido anunciados vários projectos de alojamentos turísticos subaquáticos, incluindo hotéis ou resorts completos. Um dos projectos recentes mais falados foi o Water Discus Hotel, planeado para o Dubai.

    Fonte: Pùblico

    Álvaro Marinho conquista Troia Match Cup

    O velejador Álvaro Marinho tornou-se este domingo no primeiro português a vencer a Troia Portugal Match Cup, ao bater na final o francês Pierre-Antoine Morvan, numa prova realizada no rio Sado. Num dia repleto de adversidades para os velejadores, com mudanças de vento e algumas alterações de percurso, Álvaro Marinho venceu o francês Arthur Herreman nas “meias” e voltou a fazê-lo, na final, frente a Pierre-Antoine Morvan, o número 12 do “ranking” mundial. Na luta pelos terceiro e quarto lugares, Diogo Pereira (representante de Pedro Rebelo de Andrade) e Arthur Herreman fizeram apenas uma regata, na qual o francês venceu o “skipper” luso. Nas regatas que determinaram os quinto e sexto lugares, Bernardo Freitas perdeu para Afonso Leite. No final, Álvaro Marinho mostrou-se “muito feliz”, declarando que a vitória representou “um regresso em grande” às provas de match racing, na qual competem embarcações iguais.


    “Estávamos afastados do match racing há algum tempo e tivemos logo um adversário bastante forte, o Morvan, que é um excelente velejador, tendo sido já o número três mundial. Creio que igualámos o saldo de vitórias e isso era o mais importante”, sublinhou. O “skipper” português destacou o trabalho da sua equipa, afirmando ter conseguido “excelentes regatas” e evoluir de dia para dia e ultrapassar “os erros iniciais, naturais da pouca rotatividade”. “Foi um dia muito difícil, as condições estiveram sempre instáveis, mas beneficiámos de ter partido à frente e ter tomado as melhores decisões, que nos permitiu ganhar a vantagem suficiente para conquistar o troféu e sermos os primeiros portugueses a conquistar o Portugal Match Cup”, concluiu o velejador português. O finalista vencido recordou que as regatas foram “muito disputadas”, lamentando apenas os “três erros fatais na pré-largada”.


    “Não conseguimos recuperar de forma alguma, o Marinho andou muito bem. Independentemente do resultado, foram regatas espectaculares, Troia tem um bom plano de água, a organização foi perfeita, queremos voltar no próximo ano”, salientou Pierre-Antoine Morvan. Quanto ao director executivo da prova, Sá Machado, afirmou que se dinamizou “ao máximo” a competição, “usando a Troiamarina como posto base” e “dando o retorno possível” à península de Tróia. “Destacamos a alegria de todas as tripulações, aproveitaram o espaço ao máximo, desfrutaram desta baía linda, as condições foram as ideais e saíram contentes com as suas participações”, concluiu o responsável máximo pela organização da Troia Portugal Match Cup.

    Fonte: Record

    Será que a chave para a imortalidade está nas medusas?

    Conhecidas como “turritopsis nutricula”, as medusas poderão conseguir com que as suas células regridam até um estado mais jovem, nunca chegando a morrer. Já há quem acredite que a vida eterna poderá estar a caminho.
    De acordo com a National Geographic, o ciclo da vida de uma medusa não chega ao fim, já que em vez de morrerem conseguem reverter as suas células vezes sem conta. A “habilidade” faz com que as medusas possam ultrapassar a morte, tornando-as biologicamente imortais.

    A investigação foi levada a cabo por um cientista da Universidade de Brooklyn, em Nova Iorque. O estudo foi publicado na revista norte-americana Nature and Science e o feito único conseguido pelas medusas tem o nome de “transdiferenciação”. A explicação é até bastante simples: a criatura absorve as suas próprias células, transformando-as em novas células de qualquer tipo. Justifica-se assim a grande proliferação de medusas ao longo dos anos, fenómeno que o jornal britânico Telegraph já apelidou de “invasão silenciosa”.
    Interessa então saber se os humanos poderão aprender ou até retirar algum proveito deste fenómeno. De acordo com Shin Kubota, um dos poucos cientistas que conseguiu criar espécies em laboratório, “a medusa é uma das mais milagrosas espécies em todo o reino animal”, disse ao New York Times. “Acredito que será fácil resolver o mistério da imortalidade e conceder vida eterna aos seres humanos”. Outros investigadores não se dizem tão certos no que toca ao futuro das células que poderão ser aproveitadas das medulas.

    Fonte: DN

    Icebergue gigante à deriva na Antártida

    Um icebergue gigante, com 700 quilómetros quadrados, que se desprendeu do glaciar da Antártida, está a ser vigiado por cientistas britânicos, porque há o risco de ameaça das rotas marítimas do Atlântico Sul, afirmou o investigador Grant Bigg.
    O icebergue, com uma área equivalente à da ilha da Madeira, foi localizado por uma satélite alemão em Julho, estando desde então a ser estudado e vigiado por Grant Bigg, professor da Universidade de Sheffield, em parceria com a Universidade de Southampton, ambas no Reino Unido.
    De acordo com o especialista, há o risco de fragmentação do icebergue, porque as últimas imagens de satélite mostram vários quilómetros de água entre uma placa de gelo flutuante e o glaciar Pine Island, estando por isso a ser estudada a sua possível trajectória.
    “Normalmente, os icebergues desta zona demoram a sair da baía de Pine Island, mas se conseguirem, podem dirigir-se para a costa ou circular no Oceano Atlântico”, afirmoy Grant Bigg, em declarações à BBC.
    O glaciar de Pine Island é considerado o maior da Antártida e é dele que se desprendem mais icebergues, a cada seis a dez anos.

    Fonte: DN

    O que nos acontecia se o gelo da Terra derretesse?

    Adeus Lisboa! E Porto, Setúbal, Faro… Quase todo o litoral de Portugal continental simplesmente desaparece no novo mapa interactivo criado pela National Geographic que mostra o que aconteceria ao planeta se o gelo dos pólos derretesse.
    As camadas de gelo do Ártico e da Antártida cobrem cerca de 10 por cento da superfície do planeta. Essas áreas contêm cerca de 8 milhões de quilómetros cúbicos de água. A prestigiada publicação norte-americana National Geographic, na sua edição online, simulou o que aconteceria ao planeta se toda essa água derretesse para os oceanos. E concluiu que o nível médio do mar subiria 66 metros, com consequências devastadoras para as zonas costeiras continentais.
    Na Europa, cidades como Londres ou Veneza simplesmente afundavam-se. A Holanda e a Dinamarca também ficariam submersas.
    Em Portugal, é visível que toda a zona do Vale do Tejo se transformaria num imenso mar. A Península de Setúbal praticamente desapareceria e Coimbra (o que restasse dela) passaria a ser uma cidade costeira. Isto só para referir alguns exemplos.
    Segundo a National Geographic, alguns cientistas estimam que este catastrófico cenário poderá demorar cerca de 5 mil anos a concretizar-se. Mas com o crescente aumento de gases de efeito de estufa na atmosfera provocado pela actividade humana, não apenas esta é uma realidade possível no futuro como poderá até acontecer mais cedo do que previsto…

    Fonte: DN

    Uma tonelada de pneus retirada do fundo do mar

    “Limpa a Fundo” é o nome da iniciativa que decorreu no porto da Horta.

    Mais de uma tonelada de pneus foi retirada do fundo do mar, numa acção de limpeza no interior do porto da Horta, nos Açores, que contou com a colaboração de cerca de 150 voluntários.
    A iniciativa, organizada pelo Observatório do Mar dos Açores (OMA) e pela Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores, decorreu junto ao cais de controlo da Marina da Horta, uma das mais movimentadas do país, por onde passam anualmente mais de um milhar de embarcações de recreio.
    “Foi a primeira vez que fizemos uma limpeza nesta zona do porto”, explicou Ana Dâmaso, do OMA, no final dos trabalhos, realçando que muito do lixo retirado do fundo do mar revela a sua longevidade.
    Ao todo, nesta acção de nome “Limpa a Fundo”, foram retirados do fundo do mar, numa área de apenas 200 m2, 62 pneus, com um peso aproximado de 1.200 kg, 100 kg de garrafas de vidro que serão recicladas, 130 kg de metal e 200 kg de lixo indiferenciado.
    Destaque também para outros artigos encontrados no mesmo local, em menor quantidade, mas que são pouco comuns em acções como esta, como foi o caso de várias taças de champanhe e de uma arma de fogo.
    Carla Dâmaso entende que estas acções de limpeza, que são organizadas todos os anos, devem ser alvo de um levantamento geral, não só do lixo encontrado no porto da Horta, mas também de outras ilhas.
    Fonte: RR