Investimento e Aquicultura.

Portugal e os portugueses podem continuar a discutir as consequências da crise económica e financeira ou meter mãos à obra para resolver os problemas. Não há dúvidas que é preciso investimento empresarial, seja nacional ou estrangeiro, para criar riqueza e empregos.
O problema é que, muitas vezes, os promotores desse investimento esbarram na burocracia do Estado. Não têm conta os casos de empresários que demoram anos em que esperam e desesperam pelas autorizações para concretizarem os investimentos que idealizaram, sejam eles de serviços, industriais, agrícolas ou na área da pesca. Há vários casos de investidores que, depois de muito tentarem, acabaram por desistir ou procuraram outros países.
Os portugueses são os maiores consumidores de peixe por habitante na União Europeia e os terceiros a nível mundial. Portugal surge atrás da Islândia e do Japão, com uma média anual de 56 quilos de peixe por pessoa, ou seja mais do dobro da UE a 27 que consome, em média, 22 quilos por habitante. Apesar das pescas e da aquacultura nacionais, o saldo das importações e exportações revela um défice que, em 2012, segundo o INE, se cifrou em 666 milhões de euros. Como existem quotas comunitárias a frota nacional não consegue aumentar muito o volume de capturas anuais, que até têm vindo a diminuir nos últimos anos. Por isso, a saída está no aumento dos projectos de produção de aquicultura.
Por isso, a intenção, ontem anunciada pela ministra da Agricultura e do Mar de alargar as áreas para a aquicultura e abrir novos leilões para essas áreas até ao fim do ano, só pode ser encarada com satisfação. É que Portugal, apesar de ter quase 950 quilómetros de costa no continente e quase outros tantos nos Açores e na Madeira, para além de uma enorme zona económica exclusiva (ZEE), quase não tem aquicultura.
Quase não tem é bem o termo, porque segundo as estatísticas da FAO, agência das Nações Unidas para a agricultura e alimentação, Portugal tinha, em 2010, menos produção de peixe, crustáceos e moluscos em aquicultura que o Peru, Taiwan, Hungria, República Checa, Tunísia, Arábia Saudita ou Irão, entre muitos outros, para não falar dos grandes produtores como a China, Índia, Indonésia, Vietname, Bangladesh ou Noruega. Em 2012, segundo o INE, Portugal já produziu nove mil toneladas em aquicultura, o que representa um aumento significativo, mas que nos deixa ainda a grande distância das 252 mil toneladas produzidas, por exemplo, por Espanha ou dos milhões de toneladas dos grandes produtores.
Muito se tem falado da economia do mar, mas pouco se tem feito. A aquicultura, basicamente, pode ser feita em tanques, em rios e no mar, tendo Portugal condições ímpares para o fazer. Os candidatos a investir existem, basta que as autoridades lhes facilitem a vida para porem de pé os seus projectos que vão gerar emprego, riqueza e mais possibilidades de exportação de produtos frescos ou transformados, com elevado valor acrescentado nacional e diminuir o défice da balança comercial deste sector. É preciso que o Estado não atrapalhe quem quer investir e, se possível, facilite e apoie esses investimentos.
Fonte: Diário Económico – Francisco Ferreira da Silva.

Oceanos podem ficar 170% mais ácidos até 2100

Os gases de efeito estufa estão tornando os oceanos mais quentes, ácidos e com menos oxigénio. O modo como essas mudanças interagem está criando um panorama mais desolador para as águas do mundo, de acordo com um relatório produzido por 540 cientistas de todo o mundo publicado nesta semana.
Os oceanos estão tornando-se mais ácidos a uma taxa sem precedentes, mais rápido do que em qualquer outra época dos últimos 300 milhões de anos, segundo o relatório. Mas é a maneira como isso interage com outros efeitos do aquecimento global nas águas que preocupa cada vez mais os especialistas.
Eles calcularam que os oceanos tornaram-se 26% mais ácidos desde a década de 1880 porque há cada vez mais carbono na água. Também mediram como os oceanos têm se aquecido devido ao dióxido de carbono gerado pela combustão do carbono, petróleo e gás. Ainda foi observado que, em diferentes profundidades, os mares estão movendo menores quantidades de oxigénio porque há mais calor.
Juntos, esses efeitos “podem amplificar-se entre si”, observa o co-autor do relatório, Ulf Riebesell, um bioquímico do Centro Geomar Helmholtz de Pesquisa Oceânica na Alemanha. Ele acrescenta que os cientistas estão se referindo cada vez mais ao futuro do oceano como “quente, ácido e irrespirável”.
O relatório de 26 páginas divulgado pela ONU e por várias organizações científicas reúne as informações mais recentes sobre mudanças climáticas a partir de uma conferência de oceanógrafos realizada no ano passado.
Por exemplo, na costa americana do Pacífico, a forma como o oceano está se tornando estratificado significa que há menos oxigénio na água, e estudos recentes mostram “80% mais acidez do que originalmente previsto”, disse o co-autor do estudo Richard Feely, do Laboratório Marinho Ambiental do Pacífico da Administração Nacional para os Oceanos e a Atmosfera, com sede em Seattle.
Além disso, modelos computacionais prevêem que a costa noroeste dos Estados Unidos será mais castigada que outros lugares devido ao conjunto de mudanças, observou Feely.
A teoria é que espécies como a lula só podem viver em água a certa temperatura, acidez e níveis de oxigénio, e os pontos onde esses factores se combinam são cada vez mais difíceis de encontrar.
Com o aumento da acidez, as conchas de alguns moluscos, como as ostras e os mexilhões, também começam a se corroer. “Essa é mais uma perda que estamos enfrentando. Isso afectará a sociedade humana”, disse Riebesell.
O efeito da acidificação actualmente está sendo observado de forma mais grave no Mar Ártico e na região da Antártida. Estas águas geladas retêm uma quantidade maior de CO2, e os crescentes níveis do gás estão acidificando estes mares mais rapidamente do que no resto do mundo. E isto aumenta os danos a conchas e esqueletos de organismos marinhos.
Os pesquisadores afirmaram que até 2020, 10% do Ártico será um ambiente inóspito para espécies que fazem suas conchas a partir do carbonato de cálcio. Até 2100, o Ártico todo será um ambiente hostil. De acordo com Gattuso, os efeitos da acidificação já são visíveis.
Os autores do relatório afirmam que o impacto económico poderá ser enorme. O custo global do declínio nas populações de moluscos pode ser de 130 Biliões de Euros até 2100, se as emissões de CO2 continuarem nesse mesmo ritmo.
Fonte: Site Progresso.

Portugal organiza os primeiros Europeus de canoagem de mar

Mário Santos diz ser uma “excelente oportunidade de Portugal potenciar o turismo desportivo”

Portugal ganhou a organização do primeiro Campeonato da Europa de canoagem de mar (surfski), em Agosto de 2014, após ter promovido este ano a estreia internacional desta especialidade em termos de mundiais. Em Agosto, os primeiros Mundiais da história decorreram entre Esposende e Vila do Conde e em 2014 os Europeus poderão repetir o figurino, disse à agência Lusa Mário Santos, que este fim de semana está em Praga no congresso da Associação Europeia de Canoagem (ECA). 

“Entre Mundiais e Europeus, esta é a sétima prova que a minha equipa conseguiu trazer para Portugal em nove anos de mandato. Assumo que é um feito notável, mas só é possível pela confiança e certeza internacional da qualidade do nosso trabalho”, comentou. Segundo Mário Santos, esta é uma “nova excelente oportunidade de Portugal potenciar o turismo desportivo e, neste caso, despertar para uma nova realidade e vertente da economia de mar”.

A prova, que englobará também a Taça Europeia de masters, deverá contar com perto de 30 países e mais de 300 canoístas.

Em 2009, Portugal organizou o Campeonato do Mundo de maratonas em Crestuma, Vila Nova de Gaia, em 2012 os Europeus de velocidade sub-23 e júnior em Montemor o Velho, onde decorreu o europeu absoluto já este ano. Também em 2013, a federação de canoagem promoveu os Europeus de maratonas em Prado, Vila Verde, e os primeiros Mundiais de canoagem de mar, entre Esposende e Vila do Conde. Em 2014 irá organizar então os Europeus de canoagem de mar e em 2015 os Mundiais sub-23 e júnior de velocidade, ano em que também promove uma das três etapas da Taça do Mundo desta especialidade olímpica.

Estas provas já não vão decorrer sob e égide de Mário Santos, que vai deixar a presidência da Federação Portuguesa de Canoagem devido a “motivos pessoais e profissionais”, factos que já o levaram a formalizar a saída da vice-presidência do Comité Olímpico de Portugal e da chefia de Missão ao Rio2016, depois de a ter assumindo em Londres2012. A 7 de Dezembro Vítor Félix deverá assumir a presidência da federação, após apresentar lista única à sucessão de Mário Santos, acompanhado de José Carlos Sousa e Ricardo Machado, da actual equipa.


Fonte: Jogo

Cacillheiro Trafaria Praia recebeu 100 mil visitantes em Veneza

O cacilheiro Trafaria Praia, criado pela artista Joana Vasconcelos para representar Portugal na Bienal de Arte de Veneza 2013, recebeu cerca de 100 mil visitantes desde a inauguração, a 31 de Maio deste ano.
Fonte do atelier de Joana Vasconcelos, em Lisboa, disse à Lusa que o cacilheiro realizou 252 viagens na lagoa de Veneza, contadas até ao início desta semana, e levou a cabo um programa cultural com cinco conferências e cinco concertos.
O Trafaria Praia chegou a Veneza no final de Maio, depois de cerca de duas semanas de viagem desde Lisboa, e foi oficialmente inaugurado ao público no dia 31 desse mês, atracado junto aos Giardini.
Contactado pela Lusa, o comissário do projecto, Miguel Amado, disse que “o número de visitantes é sempre relativo, porque é necessário comparar com os números de representações portuguesas anteriores e da própria Bienal”, que encerra no domingo.
“Em termos absolutos a média de visitantes foi sempre muito boa”, apontou.
Questionado sobre as 100 mil entradas em seis meses, o dobro em relação ao número de visitantes do Pavilhão de Angola, vencedor, este ano, do Leão de Ouro de Veneza, o prémio principal, para a representação nacional, Miguel Amado disse que “tem muito a ver com a localização”.
“O cacilheiro estava situado num lugar perto da entrada principal da exposição geral”, os Giardini, em Veneza, enquanto a representação de Angola ficava bastante mais distante, no Palácio Cini.
“Também era um projecto muito apelativo para os visitantes devido às viagens pela lagoa, e com o programa cultural”, recordou o curador, justificando desta forma o sucesso do público.
Miguel Amado destacou ainda a possibilidade de o projecto sobreviver além da bienal, e que possa continuar a ser visitado pelo público, “o que é uma situação inédita para uma obra artística nesta situação”.
Antes da partida, ainda em Lisboa, o Trafaria Praia foi alvo de um restauro no estaleiro da Navaltagus, no Seixal, e de uma transformação no interior, e no exterior, concebida pela artista para esta 55.ª Exposição Internacional de Arte da Bienal de Veneza.
O barco foi coberto no exterior com uma faixa de azulejos que mostram uma vista panorâmica de Lisboa, e o interior foi revestido a cortiça, material também usado para mobiliário do barco.
Também no interior, a artista criou uma intervenção em têxteis em tons de azul e branco, semeados com pontos de luz.
Depois de ter transportado 11 milhões de pessoas durante 51 anos, no Tejo, o cacilheiro Trafaria Praia esteve durante seis meses a ser manobrado por tripulantes da Transtejo na lagoa de Veneza.

Fonte: Lusa/SOL

Ir para o mar implica ter navios

Para Bento Domingues, numa altura que tanto se fala em ir para o mar, faz todo o sentido apostar na indústria naval.

“Para entendermos o que podemos extrair do mar, nomeadamente na perspectiva turística, das pescas ou dos portos, temos de falar de veículos que se movimentam sobre ou sob o mar”, diz o presidente do Colégio de Engenharia Naval.
Ora, como esses veículos “têm de ser concebidos, construídos e mantidos ao longo de uma vida bastante longa, várias décadas”, Bento Domingues considera que faz todo o sentido investir numa indústria que contribua para concretizar todas essas fases.
Fonte: DN

O Triângulo das Bermudas.


Triângulo das Bermudas (também conhecido como Triângulo do Diabo) é uma área que varia, aproximadamente, de 1,1 milhão de km² até 3,95 milhões de km². Essa variação ocorre em virtude de factores físicos, químicos, climáticos, geográficos e geofísicos da região, que influem decisivamente no cálculo de sua área, situada no Oceano Atlântico entre as ilhas Bermudas, Porto Rico, Fort Lauderdale (Flórida) e as Bahamas. A região notabilizou-se como palco de diversos desaparecimentos de aviões, barcos de passeio e navios, para os quais se popularizaram explicações extra-físicas e/ou sobrenaturais.
Uma das possíveis explicações para estes fenómenos são os distúrbios que esta região passa, no campo magnético da Terra. Um dos casos mais famosos é o chamado voo 19. Muito embora existam diversos eventos anteriores, os primeiros relatos mais sistemáticos começam a ocorrer entre 1945 e 1950. Alguns traçam o mistério até Colombo. Mesmo assim, os incidentes vão de 200 a não mais de 1000 nos últimos 500 anos. Howard Rosenberg afirma que em 1973 a Guarda Costeira dos EUA respondeu a mais de 8.000 pedidos de ajuda na área e que mais de 50 navios e 20 aviões se perderam na zona, durante o último século.
Muitas teorias foram dadas para explicar o extraordinário mistério dos aviões e navios desaparecidos. Extraterrestres, resíduos de cristais da Atlântida, humanos com armas anti-gravidade ou outras tecnologias esquisitas, vórtice da quarta dimensão, estão entre os favoritos dos escritores de fantasias. Campos magnéticos estranhos, flatulências oceânicas (gás metano do fundo do oceano) são os favoritos dos mais técnicos. O tempo (tempestades, furacões, tsunamis, terramotos, ondas, correntes), e outras causas naturais e humanas são as favoritas entre os investigadores cépticos.
Fonte: Wikipedia

Mergulhadora remove anzol de turbarão

A mergulhadora italiana Cristina Zenato, de 42 anos, decidiu tomar uma atitude tão ousada quanto perigosa para salvar a vida de um tubarão nas Bahamas. Ela enfiou a mão dentro da boca do peixe para retirar um anzol que estava alojado na garganta. A façanha foi registada por outros mergulhadores que a acompanhavam e divulgada na internet.
Cristina, que trabalha há quase 20 anos como encantadora de tubarões, hipnotizando os animais para especialistas realizarem atendimento ou por mero entretenimento, conta que, desta vez, sua acção foi arriscada.
“No meu trabalho diário, em mergulhos com tubarões, estou sempre fazendo a remoção deste ganchos. Neste caso, em particular, foi mais difícil do que o habitual. Depois de colocar o tubarão hipnotizado, eu tive que retirar o anzol bem do fundo”, escreveu ela, na descrição do vídeo.
Nas imagens, o animal feroz aparece totalmente à vontade com Cristina, mesmo quando ela coloca quase todo seu braço dentro da boca dele. Além de sua roupa de mergulho, a italiana também usa uma “armadura” dourada de proteção. Após retirar o anzol de dentro do animal, este se afasta rapidamente. Ele chega a atingi-la com um golpe da nadadeira.

Mas Cristina alerta: “Não tente fazer isso sozinho. Não é geralmente uma boa ideia para não tocar em animais selvagens”.
Por seus talentos com os tubarões, a italiana já foi procurada por cineastas e produtores de TV em todo o mundo, interessados em filmar a vida dos peixes. Cristina é gerente da equipe de mergulho no Underwater Explorers Society (UNEXSO), nas Bahamas.

Portos nacionais destacam sucesso da Janela Única Portuária

Na antecâmara do encontro “ANNA Maritime Single Window”, marcado para esta sexta-feira em Lisboa, responsáveis dos portos nacionais e do sector portuário promoveram esta quinta-feira um encontro com jornalistas na Gare Marítima da Rocha, onde analisaram o caso de sucesso que foi a implementação da Janela Única Portuária no nosso País.
Entre os jornalistas estavam membros da comunicação social portuguesa, já conhecedores desta realidade, mas também elementos de órgãos internacionais, que mostraram muito interesse no caso de sucesso português.
Marina Ferreira, presidente da Administração do Porto de Lisboa e anfitriã, foi a primeira a falar. A responsável recordou que a JUP funciona nos portos portugueses desde 2008, embora com soluções diferentes: uma em Lisboa, Sines e Leixões; outra nos restantes portos. Ainda assim, realçou que as soluções têm em comum o facto de “cumprirem todos os requisitos necessários” presentes na directiva 65/2010 que, recorde-se, prevê que toda a informação na escala de um navio num porto seja processada por meio electrónico.
Por tudo isso, Marina Ferreira garantiu que as autoridades portuguesas se sentem “muito confortáveis” com a introdução da nova directiva, até porque, garante, a “JUP é dos sistemas mais avançados” em todo o mundo.
Vítor Caldeirinha foi outra presença notada, ele que agora é também o máximo responsável da Associação dos Portos de Portugal. Falando por todos os portos, o também presidente do porto de Setúbal recordou aos estrangeiros na sala a tradição dos portos portugueses, a qual deu agora lugar a uma certa vanguarda a nível tecnológico. “Temos duas soluções a funcionar nos portos portugueses mas integradas num único sistema”, concluiu.
A JUP tem sido vista como um enorme sucesso, tanto dentro como fora das fronteiras nacionais. Um sistema que funciona como ‘Port Single Window’ mas também como ‘Port Community System’. Já está mesmo em funcionamento a segunda geração, a JUP II. Entre as suas grandes vantagens foram referidas a fiabilidade, a segurança e a facilidade de uso. É também um sistema fácil de expandir, adaptável e facilmente integrável com outras plataformas.
Para além dos referidos intervenientes, estiveram ainda João Carvalho (IMT), José Anselmo (DG MOVE, Comissão Europeia), José Simão (porto de Sines) ou Fernando Almeida (porto de Lisboa).

Fonte: APP

Mergulhador «atacado» por foca brincalhona


Jamie Gallacher, 15 anos, teve um encontro inesperado durante o seu primeiro mergulho. O jovem britânico foi surpreendido por uma foca selvagem que se agarrou às suas pernas para brincar.

O jovem ficou sem saber como reagir, mas contou à BBC que se apercebeu que o animal apenas queria brincar, como se de um grande cão de estimação se tratasse. 

O encontro aconteceu ao largo da ilha de Man, Reino Unido, e a cena foi filmada pela instrutora de mergulho do rapaz, Michelle Haywood, que comentou não ser comum estes animais aproximarem-se tanto dos humanos, ainda mais com um comportamento tão amigável.

Jet Resgate Portugal e Surf Academia organizam curso.

Se queres dominar mais uma forma de estar dentro de água, esta é a tua oportunidade.
 
Press release – A Jet Resgate Portugal e a Surf Academia  vem  convidá-lo a participar num dos cursos com mais ADRENALINA de sempre! É o curso para quem sonha com grandes ondas, surfadas longas, rápidas e sem remadas e claro com toda a SEGURANÇA!
 
Tudo isto já é possível na presença de RAMON LAUREANO  E ANTONIO SILVA sendo o primeiro responsavel pela  JET RESGATE PORTUGAL, a 1ª Escola de Resgate com Mota de Água e Tow-In Surf.
 
A JET RESGATE começou em 2007, em Portugal, e realiza cursos de Tow-In surf e Resgate com Mota da Água em território nacional formando mais de 100 alunos, dentre eles alguns dos melhores Big-Riders  portugueses, tais como, António Silva, João de Macedo, Pedro Monteiro( Pecas), João Guedes, entre muitos outros.
 
Este curso vem abrir novos horizontes aos surfistas, bodyboards, instrutores e escolas de Surf e Kite e está direcionado para todos os que buscam conhecimento prático e teórico nas técnicas de Salvamento e Resgate (com moto de água), Pilotagem de Moto de Água para a prática de Tow-In ou Tow-Out Surf, os riscos envolvidos na sua prática, suas variáveis e conduta perante a sociedade e o Meio Ambiente.
 
LOCAL:
Surf Academia – Cascais Surf Center (Carcavelos)
CALENDÁRIO
1ª FASE – FLAT WATER (águas calmas)
29– Novembro – 19h às 23h – Aula Teórica – 4hrs
30– Novembro – 09h às 18h – Aula Prática – 9hrs
01 –Dezembro – 09h às 18h00 – Aula Prática – 9hrs
2ª FASE – OPEN OCEAN (mar aberto)
05- Dezembro – 19h às 23h – Aula Teórica – 4hrs
06- Dezembro – 09h às 18h – Aula Prática – 9hrs
07- Dezembro – 09h às 18h00 – Aula Prática – 9hrs

FORMADORES
Instrutor – RAMON LAUREANO E ANTONIO SILVA – Tow-Surfer, Operador Moto Patrol e Instrutor Jet Resgate.
PARA MAIS INFORMAÇÕES:
Tel: 913351100 ou 962720680

Fonte: SurfPortugal