Garrett McNamara quer trazer mais turistas a Portugal

O surfista é embaixador de Portugal na edição deste ano da feira de turismo Fitur em Madrid.
Garrett McNamara, que no ano passado terá surfado uma onda de 30 metros na Nazaré, garantiu hoje que vai continuar a promover o País no estrangeiro como destino de surf: “Portugal é um país com clima relativamente quente durante o ano, tem muito potencial e estou a fazer os possíveis para trazer mais pessoas para o País”.

McNamara acompanhou o ministro da Economia, António Pires de Lima, e o Secretário de Estado do Turismo, Adolfo Mesquita Nunes à inauguração do stand de Portugal, que este ano se desenvolve em torno do surf, motivo “diferenciador” em relação aos outros 165 países e regiões presentes na feira.

Mercado tradicional e de proximidade para a procura turística de Portugal, Espanha é hoje a terceira origem internacional mais importante para o País em termos de dormidas. Contudo, particularmente em 2012, os efeitos da crise económica em Espanha reduziram a procura, depois de este mercado ter gerado 3,44 milhões de dormidas em 2011.

Entre Janeiro e Novembro, apesar de um aumento do número de hóspedes, Portugal perdeu 5 mil dormidas de espanhóis. Nos primeiros dez meses do ano passado, estes turistas geraram em Portugal 947 milhões de euros em receitas de turismo, 11,8% do total gasto por estrangeiros de visita ao País.

Este ano a Fitur conta com a presença de mais de 9 mil empresas do sector, numa área de 54 mil metros quadrados. Em 2013 a feira recebeu 200 mil visitantes.

Fonte: Diário Económico

Descobertas 180 Espécies de Peixes que brilham no escuro.


No escuro do fundo do mar, brilham luzes coloridas. São peixes formas que emitem cores distintas. Acostumado a ver a maioria dessas espécies à luz da terra firme, o homem não imaginava que, sob a água, tantas delas irradiassem luminosidade e cor.
– O mundo dos recifes de corais é muito mais biofluorescente do que imaginávamos – explica o biólogo David Gruber, do Baruch College e do Museu Americano de História Natural (AMNH).
Gruber e seu colega no AMNH John Sparks publicaram , no periódico científico PLOS One, o artigo em que descrevem 180 espécies marinhas de peixes biofluorescentes. A descoberta foi feita por acaso, quando os pesquisadores registravam imagens de corais bioluminiscentes nas Ilhas Caimão. De repente, uma enguia passou em frente à câmera revelando sua luminosidade verde e o grupo resolveu aprofundar e ampliar o estudo.

Para descobrir que cavalos marinhos brilhavam em neon laranja, que bagres eram verdes fluorescentes e que os peixes-escorpião coloriam-se de vermelho brilhante, os cientistas partiram para novas expedições munidos de câmaras subaquáticas EPIC 5K com filtro amarelo, que bloqueia a luz azul e revela a fluorescência.

Existem muitos peixes marinhos que possuem filtros semelhantes nos olhos. Nossa hipótese é que a biofluorescência desempenha um importante papel nos ecossistemas oceânicos. Poderia servir para atrair parceiros ou como uma camuflagem para defesa – exemplificou Gruber.


Surf: Imagens inéditas da onda de Pipeline captadas por drone.


Um fotógrafo reuniu imagens inéditas da onda de Pipeline, o «palco» da principal etapa do circuito mundial de surf, que decorreu em Dezembro do ano passado.
Através da utilização de um drone com uma câmara GoPro, o fotógrafo Eric Sterman recolheu imagens raras do local, situado no North Shore da ilha de Oahu, Havai.
A Pipeline, famosa pelos seus «tubos», apresenta-se no seu melhor quando a ondulação está de oeste ou noroeste. O período entre Outubro e Março é a melhor altura do ano para subir para a prancha nestas águas.


Brasil quer usar estaleiros portugueses.

Há precisamente uma semana, o Governo entregou à Martifer a gestão dos Estaleiros Nacionais de Viana do Castelo (ENVC) e agora a empresa de Carlos Martins tem de dar a volta a um negócio falido e arranjar trabalho,  depois de muitos anos quase sem contratos nenhuns. Contudo, essa tarefa pode ser mais fácil do que o parece. “Se o Brasil tem encomendas e Portugal tem um estaleiro que precisa de trabalho, então temos de conversar. Temos muitos navios para pôr no mar até 2017”, adianta em entrevista ao Dinheiro Vivo o secretário estadual da Indústria Naval e Portuária do Brasil, Carlos Costa.
O Brasil está “num momento ímpar” da indústria naval – diz – e não há estaleiros suficientes devido às necessidades da exploração de petróleo em alto-mar, que requer plataformas flutuantes que são, na prática, enormes navios. “A Petrobras vai investir 70,4 mil milhões de euros em mais de 500 navios, desde sondas, barcos de apoio ou plataformas”, reparou.
Mas há mais. De acordo com este responsável, o Brasil precisa de reforçar a sua frota mercante para fazer o transbordo das mercadorias entre cidades e também de modernizar a marinha de guerra. “Um país com uma das maiores explorações de petróleo do mundo tem de ter defesa”, acrescentou.
O desejo brasileiro está, assim, em sintonia com os objectivos do presidente da Martifer e, agora dos Estaleiros de Viana. Na assinatura do contrato de concessão, Carlos Martins revelou que quer “centralizar a actividade no apoio às plataformas de gás e petróleo”.
Empregos para portugueses
A indústria naval brasileira não precisa apenas de estaleiros e espaço para construir os navios, mas também de mão-de-obra qualificada e, segundo Carlos Costa, os portugueses “têm um excelente know-how nesta matéria”. É por isso que os dois países estão a finalizar um acordo bilateral que permita levar engenheiros portugueses desta indústria para o Brasil e para trabalhar  na Petrobras durante cinco anos.
Colaborar mais com SinesO interesse do Brasil não se fica pela indústria naval. “Vemos Portugal como porta de entrada dos produtos brasileiros na Europa e o porto de Sines é o que tem maior capacidade para isso. Hoje, são poucos os navios brasileiros que passam em Sines e é isso que queremos aumentar”, revelou Carlos Costa. Contudo, repara, há entraves.
“Sem uma linha ferroviária de mercadorias que ligue Sines a Espanha – e consequentemente à Europa – isto não será possível. Como é que o porto pode receber mais mercadorias se depois não tem como as enviar para fora”, questionou.
O Dinheiro Vivo sabe que, apesar de a construção desta linha de mercadorias estar estudada e a sua viabilidade estar em análise, o Governo ainda não sabe se é prioritária, até porque custaria entre 600 e 700 milhões de euros. Uma fatia de 85% desse investimento seria pago com fundos comunitários, mas ainda é preciso arranjar o restante dinheiro. 
Fonte: Dinheiro Vivo.

Porto de Sines movimentou 36,5 milhões de toneladas em 2013

Os agentes económicos, designadamente as concessionárias, com o apoio da Autoridade Portuária, movimentaram em 2013 nos vários terminais do porto de Sines um total de 36,5 milhões de toneladas de mercadorias, o que significa um crescimento de 28% relativamente ao período homólogo.

Destaca-se o importante contributo de dois segmentos de carga, nomeadamente, os granéis líquidos, com um crescimento homólogo de 21%, e a carga geral, segmento onde se incluem os contentores, que atingiu um crescimento de 77%.

Nos graneis líquidos as exportações de gasolinas e gasóleos tiveram um crescimento muito alto, com os principais destinos a serem os Estados Unidos da América, México, Espanha, Gibraltar, Holanda e França.

Na carga contentorizada foram movimentados 931.036 TEU, mais 68% que em 2012. Os principais destinos da movimentação de contentores com Sines foram a China, Estados Unidos, Canadá, Turquia, Espanha, Brasil, Singapura e Itália. Em termos de crescimento absoluto, os destinos com maior índice de crescimento foram a África do Sul, Paraguai, Tailândia, Malásia, Austrália, Angola e Líbia.

O número de navios recebidos cresceu 22%, tendo escalado o porto de Sines 2.010 embarcações durante 2013. Globalmente, o seu porte (GT – Gross Tonnage) aumentou 37%.


Fonte: Cargo

Matança de golfinhos continua no Japão

A cena repete-se anualmente, sempre com os mesmos protagonistas: centenas de golfinhos são encurralados pelos pescadores na baía de Taiji, na costa oeste do Japão, apesar do protesto de várias organizações ambientalistas. Depois de alguns dias presos, os golfinhos têm três destinos possíveis: ou são libertados no mar, ou são enviados para cativeiro, ou acabam esquartejados para consumo. Nesta terça-feira, terão morrido pelo menos 30.
Segundo a agência Reuters, pelo menos 200 golfinhos – incluindo adultos, crias e um golfinho albino, raro, que será mais valioso – estão presos desde sexta-feira na baía de Taiji. A CNN diz que serão 500, mais do que é habitual. Com a ajuda de barcos a motor e de redes de pesca, os animais foram levados para uma zona de águas pouco profundas, onde eram esperados por pescadores com fatos de mergulho e máscaras de snorkelling. Estes lutaram com os golfinhos até à exaustão e prenderam-lhes as barbatanas com cordas, para impedir a fuga.
Antes, os pescadores taparam o acesso à baía com uma lona para fugir dos olhares de activistas e jornalistas, que tentavam filmar e fotografar o massacre. Mas o sangue dos animais espalhou-se pela água da baía, para lá dos limites da lona. “Foi usada uma barra de metal para lhes esfaquear a espinhal medula e eles [os golfinhos] foram deixados a sangrar, sufocar e morrer. Depois dos quatro dias traumáticos que passaram presos na enseada da matança, foram alvo de uma selecção violenta, separados da família, e eventualmente foram mortos hoje [terça-feira]”, disse à Reuters Melissa Sehgal, da organização ambientalista Sea Shepherd, que publicou online vídeos da matança.
Ouvido pela CNN, um pescador japonês que pediu o anonimato disse que o número total de golfinhos destinados a cativeiro ou a consumo seria “menor do que 100”, e que os restantes seriam libertados. Os ambientalistas dizem que pelo menos 50 foram levados para parques aquáticos.
Ódio aos japoneses, avisa Yoko Ono
Esta matança foi já fortemente criticada pela comunidade internacional. O embaixador do Reino Unido no Japão, Timothy Hitchens, e a embaixadora dos EUA, Caroline Kennedy, mostraram-se contra esta prática. “O Reino Unido opõe-se a todas as actividades com golfinhos e botos, que causam sofrimentos terríveis. Levantamos esta questão regularmente com o Japão”, declarou Hitchens, num comentário na sua conta de Twitter. Por seu lado, Caroline Kennedy mostrou-se “profundamente preocupada” com a matança.
Também a artista japonesa Yoko Ono, viúva do cantor John Lennon, apelou aos pescadores que abandonem esta caça anual. Numa carta publicada na sua página de Internet, dirigida aos pescadores daquela localidade da província de Wakayama e ao primeiro-ministro japonês, Ono escreve: “A forma como insistem numa grande celebração da matança de tantos golfinhos e no rapto de alguns deles para vender aos zoos e restaurantes, neste tempo tão sensível politicamente, fará com que as crianças do mundo odeiem os japoneses.”
A captura e matança de golfinhos é uma prática centenária naquela região e é fortemente defendida pelos moradores e pelas autoridades, que alegam que aquela não está banida em nenhum tratado internacional e que a espécie não está em perigo de extinção.
Em 2009, Taiji andou nas bocas do mundo quando o documentário The Cove(A Enseada), premiado com um Óscar em 2010, denunciou a captura de golfinhos para parques aquáticos e o massacre de milhares para consumo. Em Outubro, o município revelou um plano que promete nova polémica: será criado um parque marinho, onde os turistas poderão nadar e fazer canoagem ao lado de golfinhos e baleias. Mais tarde, poderão comê-los.
Fonte: Público

Aliança G6 cancela dois serviços Ásia-Europa

A aliança G6, composta pela APL, Hapag-Lloyd, Hyundai Merchant Marine, Mitsui O.S.K. Lines, Nippon Yusen Kaisha e Orient Overseas Container Line, anunciou o cancelamento de dois serviços entre Ásia e Europa.

Estes dois serviços cancelados juntam-se aos já anulados em Outubro passado. “A aliança G6 continua oferecendo uma variedade de serviços entre o Extremo Oriente e a Europa, cobrindo as rotas com os principais portos europeus incluindo serviços semanais”, refere a aliança.

Fonte: APP

Foi apresentado o LEME – Barómetro PwC da Economia do Mar

A 4ª edição do LEME – Barómetro da Economia do Mar foi apresentada no passado dia 16 de Janeiro, no Pavilhão do Conhecimento, a partir das 17h.

O Fórum Empresarial da Economia do Mar associou-se mais uma vez a esta iniciativa que considera fundamental para o reconhecimento deste segmento da economia no panorama macroeconómico de Portugal.

Esta edição do Barómetro apresentou conclusões interessantes sendo que este ano o foco esteve na importância do conhecimento técnico e cientifico para a economia do mar. Na perspectiva da consultora os índices apontaram para a quebra do ciclo de decréscimo das vendas da construção naval, para a continuação do crescimento do movimento de contentores nos portos portugueses, do número de escalas de cruzeiros e de passageiros nos portos nacionais e da produção nacional de aquacultura.

De acordo com este estudo, 72% dos gestores de topo e das personalidades ligadas a este sector considera que o conhecimento técnico e científico tem elevada margem de progressão, em Portugal, para potenciar o desenvolvimento da economia do mar.

Fonte: APP

O movimento de mercadorias nos portos cresceu 24,6%

O movimento de mercadorias nos portos cresceu 24,6% no terceiro trimestre de 2013, apontando aceleração face ao aumento de 14,1% verificado no trimestre abril-junho, indicam números do Instituto Nacional de Estatística (INE) publicados.
O movimento de mercadorias atingiu 20,9 milhões de toneladas, traduzindo um acréscimo de 24,6%, que reforçou a tendência ascendente iniciada nos trimestres anteriores (+3,1% no 1º T 2013 e +14,1% no 2º T 2013). «Esta variação positiva surge na sequência de um decréscimo de 6,1% na actividade portuária observada no 3º trimestre de 2012, em que se registou a contracção mais acentuada numa sequência de 15 trimestres consecutivos», detalha o relatório ‘Actividade dos Tranportes – 3ºTrimestre 2013’.
No trimestre considerado, o número de embarcações entradas nos portos nacionais aumentou 7,5% (+3,3% no 2ºT 2013), correspondendo a 3 776 navios (3 062 embarcações de mercadorias e 714 embarcações de passageiros). «Este aumento foi acompanhado de um acréscimo mais expressivo na arqueação bruta total (+21,8%), em resultado da entrada de navios de maior dimensão», explica a fonte.
No período julho-setembro, o porto de Sines movimentou 9,5 milhões de toneladas de mercadorias (45,3% do movimento total), mais 39,8% que no trimestre homólogo de 2012. Evolução positiva verificou-se igualmente nos portos de Leixões (+12,2%) e Lisboa (+7,1%), que movimentaram 4,4 e 2,6 milhões de toneladas, respectivamente.
Setúbal, com um crescimento de 33,3% e um total de 1,8 milhões de toneladas movimentadas, reforçou a tendência de recuperação iniciada no trimestre anterior (+7,9% no 2º T 2013), após quatro trimestres com variações negativas. Aveiro e Figueira da Foz mantiveram desempenhos positivos, com acréscimos de 22,7% e 42,9% no total de carga movimentada.
Ainda, segundo o documento do INE, o tráfego internacional de mercadorias atingiu 17,5 milhões de toneladas no 3º trimestre de 2013 (83,8% do movimento total), reflectindo uma variação positiva de 27,6% (+15,6% no 2º T de 2013).
Entre os principais portos, quanto ao movimento internacional, destacou-se o crescimento observado em Sines (+43,8%), sendo ainda de referir os acréscimos em Leixões (+8,2%) e Lisboa (+10,1%). Em Setúbal, o quarto porto mais relevante, destacou-se o crescimento de 40,4% no movimento internacional de mercadorias.

Fonte: APP

Governo elimina Taxa Portuária.

O Governo eliminou a taxa de uso portuário, a TUP Carga, paga pelos exportadores, e congelou os valores das restantes taxas portuárias, anunciou o Secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro.
“Nós, sob proposta do regulador, decidimos eliminar integralmente a taxa que os exportadores pagam na utilização dos portos, que é comummente designada TUP Carga”, disse Secretário de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações aos jornalistas, adiantando que a eliminação terá efeitos retroactivos a 01 de Janeiro.
Sérgio Monteiro salientou que o Governo estava, desde 2012, a reduzir a TUP Carga e que se esta redução não tivesse sido feita a taxa “correspondia a um pagamento extra que os exportadores fariam pela utilização dos portos de 25 milhões de euros”.

Fonte: APP