Cruzeiros: Lisboa ultrapassa 550 mil passageiros e bate recordes.

O Porto de Lisboa registou em 2013 novos recorde na actividade de cruzeiros, com 353 escalas e 558.040 passageiros de cruzeiros. O porto supera, assim, as 330 escalas contabilizadas em 2011 (até agora, o melhor ano em termos de escalas) e os 522,6 mil passageiros registados em 2012.

Em comunicado, a Administração do Porto de Lisboa descreve 2013 como “indiscutivelmente, o melhor ano de sempre da actividade de cruzeiros” no porto da capital, com um crescimento de 12% ao nível das escalas e de 7% ao nível dos passageiros, quando comparados com as 314 escalas e os 522.604 turistas contabilizados no ano anterior.


Sines – Algarve: Administração dos portos espera ter rebocador em Março.

O administrador dos portos de Sines e do Algarve estima que até Março esteja disponível um rebocador na região algarvia, em permanência, data prevista para a primeira escala de um navio de cruzeiro em Portimão.
Em declarações à Lusa, José Pedro Soares (na foto) explicou que o rebocador – embarcação de apoio às manobras dos navios, mas que pode também ser usada em acções de salvamento ou controlo costeiro -, deverá ser alocado à região em regime de licenciamento, mas em permanência.
“A aquisição não está fora de questão, todas as possibilidades estão em cima da mesa, sendo certo que, para já, e porque é necessário para 16 de Março ter já um rebocador disponível, o licenciamento é neste momento uma das ponderações com maior peso”, afirmou.
Segundo aquele responsável, no futuro, pode até ser equacionada a hipótese de adquirir um rebocador para o Algarve através de uma candidatura a fundos comunitários, uma vez que o custo daquela embarcação ronda os cinco milhões de euros, valor que neste momento não pode ser suportado pela administração.
De qualquer forma, garantiu, o rebocador ficará no Algarve em permanência, durante todo o ano, ou durante o período de licenciamento que será contratualizado, sendo partilhado pelos portos comerciais de Faro, vocacionado apenas para a carga, e Portimão, cuja principal actividade é o turismo de cruzeiros.
A integração dos portos algarvios na Administração do Porto de Sines deverá permitir avançar com os investimentos de dez milhões de euros no porto de Portimão e de quatro milhões no de Faro, anunciados em Agosto passado pelo ministro da Economia, no Algarve.
Segundo José Pedro Soares, os estudos de impacto ambiental prévios à execução das obras deverão avançar de imediato, prevendo-se que demorem entre oito a dez meses, o que significa que as obras previstas para os dois portos só deverão iniciar-se no terreno em 2015.
Os trabalhos a realizar no porto de Portimão incluem a realização de dragagens no canal de navegação, o alargamento do canal e bacia de rotação e o prolongamento do cais, obras que deverão permitir o acesso ao porto de navios de maior porte.
Em Faro está prevista a requalificação do cais, para que dois navios possam operar em simultâneo, o que actualmente não acontece, e também a realização de trabalhos para melhorar a acessibilidade ao canal de navegação.
Na passada semana, o Conselho de Ministros aprovou o diploma que agrega os portos comerciais do Algarve – até agora sob a administração do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM) -, e a Administração do Porto de Sines.
No início de Janeiro, centenas de passageiros do paquete Funchal que regressavam da Passagem de Ano na Madeira ficaram retidos várias horas ao largo da costa algarvia, porque não havia um rebocador no Algarve para auxiliar na manobra.

Fonte: PDP.

Portugal: Investimento de 5 mil Milhões em Infraestruturas até 2020.

Portugal deve investir mais em ferrovia, portos e em carga, e menos em rodovia, aeroportos e no transporte de passageiros. Estas são algumas das principais conclusões do relatório final do grupo de trabalho para as infraestruturas de elevado valor acrescentado (GT IEVA), a que o Dinheiro Vivo teve acesso e que foi apresentado ao primeiro-ministro na segunda-feira. A discussão pública terá início quarta, dia 29 de Janeiro.
O grupo liderado por José Eduardo Carvalho, presidente da Associação Industrial Portuguesa (AIP), concluiu que, até 2020, deve ser dada prioridade a 30 infraestruturas essenciais para o crescimento da economia do país, como a criação de um terminal de águas profundas em Lisboa, a conclusão da ligação ferroviária de alta prestação entre Sines e Espanha, ou um novo terminal de carga no Aeroporto de Lisboa.
Feitas as contas, os projectos sugeridos pelo grupo de trabalho têm um custo estimado de 5,103 mil milhões de euros, sendo na sua maioria financiados por fundos comunitários, 3,132 mil milhões (61,4%), seguido do sector público, 1,428 mil milhões (28%) e, por último, pelos privados com 543 milhões (10,6%).
A ferrovia vai receber a fatia de leão do financiamento: serão 2,815 mil milhões, o correspondente a 55,1% do total. A degradação da infraestrutura e a falta de ligação eficiente de portos e centros logísticos à Europa são considerados “constrangimentos com grau de prioridade elevado”, sendo por isso urgente atuar nesta área. Dos oito projectos, é de destacar a conclusão do plano de modernização da Linha do Norte, do Sul, do Algarve e de Cascais, assim como do corredor Aveiro-Vilar Formoso.
Apesar do maior financiamento para o ferroviário, é o sector marítimo-portuário que conta com mais projetos, 18, um investimento de 1,505 mil milhões, 29,5% do total. O novo terminal de contentores de águas profundas de Lisboa – projectado para a Trafaria – é a infraestrutura que mais se destaca, seguido da expansão do terminal de contentores XXI de Sines e da ampliação do terminal de contentores sul,em Leixões. Nesta área, o grupo identificou dois grandes problemas: as condições de acesso e recepção dos navios e a ligação inexistente ou insuficiente à linha férrea e plataformas logísticas.
Destaque também para o rodoviário, que conta com apenas dois projectos, o que revela uma maior aposta no sector ferroviário por parte do grupo liderado por José Eduardo Carvalho. A conclusão do Túnel do Marão no IP4 e do IP3 entre Coimbra e Viseu são as escolhas do grupo de trabalho .
Por último surge o sector aeroportuário, que representa apenas 0,2% do investimento, num total de 10 milhões, que deverão passar, defende o relatório, pelo novo terminal de carga da DHL no Aeroporto de Lisboa e pelo projecto “Integrators – Fedex”, que visa melhorar a articulação logística nos aeroportos de capital e do Porto.
Velocidade alta só depois de 2015
Depois de o projecto ter sido lançado em 2005, pelo então primeiro-ministro José Sócrates, a ligação ferroviária a Espanha em velocidade alta deverá estar pronta somente após 2015, ou seja, mais de 10 anos depois, indicou recentemente o secretário de Estado Sérgio Monteiro. “Mais do que colocar datas é importante garantir que há coerências dos planos”, disse, a semana passada em Madrid.
Sérgio Monteiro adiantou que o executivo esperava pelo relatório do grupo de trabalho para “tornar coerente” o plano português com o espanhol e “para garantir que nas ligações transfronteiriças e nas ligações da rede transeuropeia nós temos infraestruturas com um custo mínimo e um impacto máximo na competitividade”.
O anterior governo considerava prioritárias as ligações entre Lisboa-Badajoz-Madrid, Lisboa-Porto e Porto-Vigo; agora as ligações deverão partir de Lisboa, Sines e, eventualmente, Aveiro, na opção de “alta prestação”, com velocidades acima dos 200 quilómetros/hora, que transportarão essencialmente mercadorias e, possivelmente, passageiros, conforme planeia o governo.
Do lado espanhol, o compromisso com a alta velocidade entre Portugal e Madrid continua inabalável, estando prevista a conclusão da obra até 2015, garantiu recentemente o secretário de Estado espanhol de Infraestruturas.

Fonte: PDP

Empresa de comércio de peixe fresco investe em Sines

Uma empresa especializada no comércio de peixe fresco prepara-se para investir cerca de dois milhões de euros na construção de uma nova fábrica em Sines, que vai permitir aumentar as exportações e criar postos de trabalho.
Actualmente, a Oceanic desenvolve a sua actividade na lota de Sines (Docapesca), onde compra e prepara uma parte do peixe que distribui pelos clientes, mas o espaço já é pequeno para o volume que a companhia transacciona, contou hoje à agência Lusa um dos proprietários, Miguel Segundo.
A construção da fábrica vai ser feita em duas fases, adiantou o empresário, sendo que a primeira deverá começar em Fevereiro, após a confirmação da comparticipação por fundos comunitários (55%) do investimento a rondar os dois milhões de euros.
A unidade, que vai ter uma área de 1.800 metros quadrados, deverá estar pronta a funcionar no início do verão, sendo criados perto de 15 postos de trabalho, indicou.
A nova infra-estrutura vai permitir à Oceanic expandir o negócio, desde logo, com a instalação de uma “pequena” unidade de congelação, garantida pela venda de três mil toneladas anuais de alimento para aquacultura a um cliente espanhol.
Em 2016, está previsto arrancar a segunda fase de investimento, de mais de três milhões de euros, para ampliação do edifício e instalação de uma unidade de congelação de pescado para consumo humano.
De acordo com Miguel Segundo, trata-se de uma actividade pouco expressiva para a empresa, à volta de 1.500 toneladas por ano, que actualmente é feita em fornecedores.
No entanto, apesar de poder ficar mais cara a produção própria, o empresário quer “controlar o processo todo”.
A Oceanic foi fundada há cerca de dois anos, em Ermidas-Sado, no concelho de Santiago do Cacém, por Miguel Segundo e outro sócio.
No ano passado, referiu Miguel Segundo, a empresa facturou mais de 31 milhões de euros, o que representou um aumento de 15% em relação a 2012.
Além das instalações em Sines, a Oceanic tem mais dois armazéns, um em Matosinhos e outro em Portimão, totalizando, em Portugal, cerca de 50 funcionários, aos quais se juntam 12 numa outra unidade em Tânger (Marrocos).
A distribuição das unidades é “estratégica”, explicou o empresário alentejano, pois facilita a compra do pescado nas lotas e a importação, que representa aproximadamente 40% da actividade da empresa.
A exportação já teve melhores dias, reconheceu, uma vez que dependia em grande parte da vizinha Espanha, onde “baixou muito o consumo”, mas, ainda assim, contribui com mais de 15% da facturação.
Número que o proprietário da companhia pretende aumentar, pois está convencido de que em Portugal “pouco mais” poderão crescer.
Miguel Segundo acredita que a indústria do pescado “tem futuro”, mas a crise alterou os hábitos alimentares dos portugueses, que agora “comem mais barato”, preferindo carapaus e peixe-espada, a robalos ou douradas.
Mas, os “grandes inimigos do peixe” são alimentos como o frango, o coelho, as pizzas e os hambúrgueres, afiançou, “qualquer coisa barata que encha a barriga às famílias”.

Fonte: Lusa/SOL

Cruzeiro da MSC “apanhado” a atirar lixo para Oceano Atlântico

Um cruzeiro da MSC foi “apanhado” em flagrante a atirar lixo para o Oceano Atlântico, na costa brasileira junto a Fernando de Noronha. O caso remonta a Dezembro último e foi filmado pelo empresário Sérgio da Silva Oliveira, depois de uma viagem que partiu de Génova, Itália, e durou 19 dias, até chegar ao porto de Santos, Brasil.
Segundo Sérgio da Silva Oliveira, os funcionários do MSC Cruzeiros deitavam ao mar, durante as madrugadas, dezenas de sacos do lixo. A centenas de metros do arquipélago de Fernando de Noronha, já perto do final da viagem, o empresário filmou tudo do 10º andar do navio, onde estava hospedado.
Segundo a imprensa brasileira, a MSC Cruzeiros já afirmou “desconhecer qualquer violação” das normas brasileiras e internacionais. A empresa comprometeu-se também a realizar uma investigação interna, garantindo que vai comunicar o resultado final. Caso a responsabilidade seja confirmada, a MSC Cruzeiros tomará as providências necessárias para que o episódio não se repita.
A MSC reforçou ainda ter uma preocupação ambiental muito grande, explicando que o padrão da empresa no que toca à gestão de resíduos sólidos está de acordo com as exigências internacionais. 

Governo quer aumentar em 50% contribuição do mar para PIB



O Conselho de Ministros adoptou a Estratégia Nacional para o Mar, que define o aumento em 50% da contribuição directa deste sector para o produto nacional como um dos objectivos a alcançar até 2020.
No documento, o Governo traça “cinco grandes objectivos: recuperar a identidade marítima nacional num quadro moderno, pró-activo e empreendedor; concretizar o potencial económico, geoestratégico e geopolítico mediante a criação de condições para atrair investimento e a promoção do crescimento, do emprego, da coesão social e da integridade territorial; aumentar, até 2020, a contribuição directa do sector mar para o produto nacional em 50%; consagrar Portugal como nação marítima e parte incontornável da política integrada e da estratégia marítima da União Europeia para a área do Atlântico”.

A Estratégia Nacional para o Mar 2013-2020 foi adoptada depois de aprovada na Comissão Interministerial para os Assuntos do Mar e tem em conta as alterações verificadas no quadro da União Europeia, incluindo a reforma da política de pescas e o Quadro Estratégico Comum para os Fundos Europeus Estruturais e de Investimento 2014-2020, refere o comunicado do Conselho de Ministros.
“Esta estratégia estabelece o desígnio de proteger o mar português e de explorar, de forma sustentável, o seu potencial de longo prazo, favorecendo o modelo de desenvolvimento designado de ‘crescimento azul’, assente na promoção de um crescimento inteligente, sustentável e inclusivo”, lê-se no mesmo comunicado.

Fonte: NAM.

Portugal é ainda símbolo de acesso ao mar nas Flores, Indonésia

Portugal ainda é um símbolo de acesso ao mar nalgumas comunidades piscatórias da ilha das Flores, Indonésia, com portos ancestrais construídos por portugueses e outros agora reconstruídos com o apoio da cooperação internacional de Lisboa.
Em 2007, “o apoio português para construir o cais ajudou-os muito. Antes, só podíamos ir diretamente para o mar a partir da praia e era muito difícil”, diz Paulus Kedang, cujo barco transporta diariamente “entre 100 a 250” pessoas.
Em Larantuca, o Estado português financiou, em 2007, à recuperação dos equipamentos portuários, atingidos nalguns casos pelo maremoto de 2004, um símbolo positivo da cooperação portuguesa que deverá ser agora de novo discutido pelas autoridades dos dois países no encontro de segunda-feira entre os ministros do Negócios Estrangeiros, Rui Machete e Marty Natalegawa.


Fonte: Expresso.

Por que devemos reduzir o consumo de camarão?

O camarão é uma das comidas mais apreciadas em todo o mundo. Só nos Estados Unidos, cada pessoa come, em média, quatro quilos de camarão por ano, e não é preciso ser-se um especialista na matéria para perceber que esta tendência é insustentável e tem consequências ecológicas devastadoras.
Os camarões que acabam nos nossos pratos podem sair de um estado selvagem ou cativeiro. Nenhuma das opções, porém, é boa para o ambiente.
A técnica de criar camarões em viveiros, carcinicultura, baseia-se na manutenção do crustáceo em piscinas, no litoral, locais onde a maré pode passar e levar o lixo para o mar. Há também viveiros que são preparados com doses muito altas de produtos químicos, como diesel, sendo que os camarões recebem pesticidas, antibióticos e soda cáustica.
Por outro lado, os produtores de camarão já destruíram 38% dos manguezais do mundo, para criar todo o tipo de viveiros – aqui, os danos são permanentes. Quando a produção termina, estes manguezais não voltam ao ponto inicial, tornando-se terrenos baldios. Um estudo da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, concluiu mesmo que a carcinicultura tornou algumas áreas do Bangladesh inabitáveis, causando uma grave crise ambiental.
Para pescar o camarão selvagem, os pescadores utilizam traineiras de águas profundas, um método conhecido como pesca de arrasto – a técnica faz com que as redes pesquem entre dois a nove quilos de outras espécies de peixes para cada quilo de camarão. Para além do crustáceo, assim, são também pescados tubarões, raias, estrelas-do-mar ou tartarugas marinhas.
A pesca de arrasto representa apenas 2% do mercado mundial de camarão, mas é responsável por mais de um terço das pescas acidentais do mundo, sendo uma das maiores ameaçadas globais ao ecossistema marinho.
Fonte: GreenSavers.

Cientistas descobrem nova espécie de golfinhos


Uma nova espécie de golfinhos de água doce, que tem o seu habitat no rio Amazonas, foi identificada por cientistas, no que os próprios consideraram “uma descoberta sensacional”. Os animais estão ameaçados de extinção, sendo a sua carne normalmente usada como isco pelos pescadores.

A descoberta é a primeira no género desde há mais de um século, conforme afirmou o biólogo Roberto Maldonado: “Desde há mais de 100 anos que não era descoberta nenhuma nova espécie de golfinhos de água doce”. Maldonado explicou ainda que era conhecida a existência de mamíferos aquáticos na bacia do Amazonas, mas que se supunha serem todos de uma outra espécie, a Inia geoffrensis.

Agora, não há dúvida que se trata de uma espécie desconhecida até aqui, à qual foi posto o novo nome de Inia araguaiensis. Esta vive sobretudo junto do empreendimento hidro-elétrico do Estado brasileiro do Pará. Os cientistas admitem que já só existam cerca de 1.000 indivíduos.

O Instituto Nacional de Investigação do Amazonas tem observado sistematicamente desde há 17 anos um determinado segmento do rio e tem concluído daí que a população de golfinhos tem perdido em média 7 por cento em cada ano.

Em praticamente todo o mundo as populações fluviais de golfinhos têm vindo a decair – nos rios Amazonas, Ganges, Mekong e Iangtsé. No rio Biji, na China, os golfinhos encontram-se praticamente extintos. A única excepção parece ser a do rio Indo, onde vigora uma proibição de pescar golfinhos.

Fonte: RTP.

Havai recebe as maiores ondas das últimas décadas

Uma tempestade maciça com ventos fortes moveu-se até o norte do Havai, causando ondas enormes com mais de uma dezena de metros, podendo durar até hoje.
Surfistas de ondas grandes esperavam que a tempestade permitisse a realização da competição “The Quiksilver in Memory of Eddie Aikau”, em honra de um antigo surfista havaiano, mas os organizadores do evento decidiram que, mesmo que as ondas sejam grandes o suficiente para a competição, os ventos são adversos.
Segundo o Huffington Post, as ondas são um espectáculo emocionante para a maioria dos habitantes locais, mas podem colocar em perigo as casas junto à costa. Alguns bairros têm sofrido erosões sem precedentes durante esta época do ano, com piscinas e quintais inteiros a serem puxadas para dentro do mar. Os proprietários de casas têm colocado sacos de areia e outros reforços para a tempestade, e a Cruz Vermelha tem à sua disposição voluntários e abastecimentos para quem precise
As praias estão fechadas e os salva-vidas estão de serviço para manter os observadores longe das ondas imprevisíveis. “As ondas são grandes, poderosas e mortais”, avisou Mike Cantin do Serviço Meteorológico do Havai. “O peso por trás destas ondas podem facilmente partir ossos, afogar e matar… [As pessoas] poderão estar em rochedos, a pensar que estão seguras, e uma onda enorme pode derrubá-las”, concluiu.
Fonte: Greensavers