Seis navios trouxeram 18 mil turistas hoje a Lisboa

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Os emblemáticos navios Queen Mary 2, Queen Elizabeth 2 e Queen Victoria, mas também os cruzeiros ‘Rotterdam’, ‘Ruby Princess’ e o ‘Silver Whisper’ atracaram esta terça-feira em Lisboa onde vão ‘largar’ cerca de 18 mil turistas. 

O facto é por si um recorde, uma vez que nunca tinha chegado tantos turistas de uma só vez, mas assinala também a primeira vez que os três navios do operador britânico Cunard Line atracam juntos pela primeira vez em Lisboa.

Este é mais um dado que sustenta o crescimento deste tipo de actividade turística no nosso país, que em 2013 registou o seu ponto mais alto de sempre ao receber 353 escalas de embarcações deste género, que trouxeram à capital portuguesa um total de 558 mil estrangeiros.

Fonte: Noticias ao Minuto

«Terror dos mares»: Várias praias australianas encerradas por tubarão branco

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As autoridades australianas encerraram várias praias na cidade de Perth, depois de um grande tubarão branco ter sido detectado a rondar a zona costeira.

O predador marinho foi visto ao largo de Floreat Groyne, em City Beach, e acredita-se que terá sido atraído para a costa ao perseguir uma baleia.

«Primeiro vi a baleia, depois notei que havia alguma coisa a vir por trás. E as pessoas perguntavam: O que é que vem a perseguir a baleia? E depois tornou-se claro, era um tubarão», afirmou uma testemunha, citada pela imprensa internacional.

«Nunca tinha visto nada assim. Era enorme», comentou outro transeunte. O animal teria cerca de cinco metros de comprimento.

Fonte: Diário Digital

Barco vira ao largo de Viana do Castelo e mata um dos dois pescadores a bordo

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O acidente ocorreu cerca das 06:30

Um pescador morreu, hoje de madrugada, e outro conseguiu salvar-se depois de o barco em que seguiam ter virado a 1,5 milhas da costa de Castelo de Neiva, Viana do Castelo, informou à Lusa fonte da Capitania local.

O acidente ocorreu cerca das 06:30.

O comandante da Capitania do Porto de Viana do Castelo explicou que se tratou de “um golpe de mar” e garantiu que os dois tripulantes envergaram colete salva-vidas.

Fonte: Ionline / Lusa

Ouro resgatado de navio afundado em 1857 nos Estados Unidos

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O navio foi encontrado em 1988 por um grupo de cientistas

A empresa norte-americana Odyssey anunciou segunda-feira ter recuperado cinco lingotes de outro do navio SS América Central, afundado em 1857 a cerca de 257 quilómetros da costa da Carolina do Sul, nos Estados Unidos.

O resgate ocorreu a 15 de Abril e foi tornado público pela empresa norte-americana na segunda-feira, que assinalou que há mais ouro no local e que o depósito continua intacto desde a última exploração em 1991.

“Esta exploração faz-me acreditar que o depósito não terá sido tocado desde 1991, última vez que estive naquele local”, disse Bob Evans, Director do grupo de cientistas e historiadores da Recovery Limited Partnership.

O SS América Central, conhecido como o navio de ouro, afundou durante um furacão em setembro 1857, com 477 passageiros, a maioria mineiros e empresários, e com um carregamento de ouro com o valor de 760.000 dólares, valor do metal precioso à época.

O navio foi encontrado em 1988 por um grupo de cientistas, que ao longo dos quatro seguintes anos, resgataram uma “extensa colecção” de moedas de outro e metais preciosos.

Fonte: Ionline

Terminal XXI de Sines vai crescer para os 2,7 milhões de TEU

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Governo e a PSA Sines rubricaram o memorando de entendimento para a expansão do Terminal XXI até aos 2,7 milhões de TEU/ano.

 

A nota do Ministério da Economia que anuncia o acordo é parca em pormenores. Talvez porque os detalhes serão ainda objecto de discussão no âmbito da comissão que há-de renegociar a concessão do terminal de contentores de Sines.

 

Apenas é dito que a expansão “permitirá aumentar a capacidade anual de movimentação de contentores de 1,7 milhões para 2,7 milhões de TEU, bem como acolher três navios de 18 000 TEU em simultâneo”.

 

A expansão do Terminal XXI também “permitirá a criação de 200 postos de trabalho adicionais, elevando para 1 000 o número de trabalhadores deste terminal”, é dito na nota oficial.

 

As negociações entre a PSA de Singapura, de um lado, e a APS e o Governo português, do outro, sobre a expansão do Terminal XXI, decorrem há meses. Os asiáticos propunham-se investir cerca de 100 milhões de euros para lá do previsto no contrato de concessão vigente, exigindo em contrapartida a extensão do prazo da concessão e investimento público na extensão do molhe de protecção.

 

A expansão do terrminal de contentores de Sines foi uma das escolhas do GT-IEVA e consta do PETI, com um investimento estimado em 139 milhões de euros. O Executivo tem afirmado que os investimentos nos terminais portuários só avançam com o envolvimento exclusivo dos privados.

 

No primeiro trimestre deste ano, o Terminal XXI movimentou 271 210 TEU, o que representou um crescimento de 43,3% face ao período homólogo de 2013. Em curso estão as obras da última fase de expansão prevista no actual contrato de concessão, que elevarão o cais para os 940 metros de comprimento e os terraplenos de apoio para os 35 hectares.

 

Sines é um dos portos de primeira linha escolhidos pela Aliança P3. A MSC é a grande responsável pelo crescimento do terminal. Mas a CMA CGM também já ali opera.

Fonte: TeN

Na ponta da língua – Miguel Esteves Cardoso

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Felizes as vieiras e os ouriços do mar de Portugal que morrem de velhice — mas pobres de nós, portugueses

Neste sábado fizemos uma experiência com um amigo nosso que é marisqueiro de primeira água salgada. Colocámos duas dúzias de vieiras ovadas na chapa quente e deixámos um minuto e meio, só com uma pedra de sal em cada concha.

Ficaram estupendas. Nem o esguicho de limão foi estritamente necessário. Assim se prova, mais uma vez, o sagrado pricípio luso-nipónico da gastronomia: tudo o que sabe bem cru sabe bem minimamente cozinhado.

A memória de muitos sashimis de vieira não mentiu. No soberbo restaurante Batareo em Setúbal (tel.: 265 235 548, aberto só à hora de almoço) comemos, há uns anos, umas vieiras magníficas, pescadas na véspera. O método, simplicíssimo, era grelhá-las na concha, com uma gota de azeite e um grão de sal.

Claro que as vieiras são muito versáteis e aparecem em milhares de pratos, dos quais alguns serão deliciosos. Mas é bom não se perder o sabor puro da vieira, que é imbatível.

Fui à página do Facebook do Batareo e, na fotografia principal, lá estava uma travessa com vieiras grandes e vivas, inteiras e fechadas como deve ser. Numpost de 30 de Janeiro estavam oito lindos ouriços do mar…

Os ouriços do mar em todo o mundo são cobiçados e comprados por bom dinheiro. Em Portugal, tal como as vieiras, morrem de velhas no fundo do mar.

Neste momento não sei de um único restaurante, sem ser japonês, onde se possa ir comer ouriços — crus e ovados, claro. Quando abriu o El Corte Inglés havia ouriços vivos à venda na peixaria mas depois nunca mais vi. Suponho que desistiram de vender o que os portugueses inexplicavelmente se recusam a comprar.

Estou a ver que tenho de ir ao Batareo esclarecer o assunto — olhem só o sacrifício: as coisas que eu faço pelos meus leitores!

Voltando às vieiras, há para aí muita vieira congelada — alguma já prontas para gratinar, em grotesca imitação das coquilles st-jacques com molho de natas — que é simplesmente horrenda. Já experimentei várias marcas e proveniências (o preço é atraente e a gula é grande) e nenhuma delas prestava para nada.

Não, as vieiras merecem ser tratadas como os nossos melhores mariscos: têm de estar vivas e serem grelhadas rapidamente.

Os galegos adoram as vieiras e nós não. Porquê? Faz algum sentido? São Tiago será para nós um santo menor só por ser tão importante para a nossa irmã galega? Alguém me saberá explicar esta incompreensível diferença entre dois povos tão parecidos?

Dito isto, as vezes em que comi vieiras na Galiza tinham sempre um molho ou um preparo qualquer. Eram gostosas mas escondiam o sabor das vieiras.Vieiras en su concha, por exemplo, levam um refogado de cebola, alho e salsa, mais um esguicho de vinho branco ou de Jerez seco.

Parece que se fartaram de comer vieiras e têm de arranjar cada vez mais maneiras de a cozinhar: com tomate, molho bechamel, noz moscada e sei lá quantas outras mistelas.

Os americanos e canadianos também usam apenas os adutores das vieiras (geralmente congeladas) como cubinhos de proteína, para serem cozinhados de todas as maneiras. A maneira “simples” de cozinhá-las é salteá-las rapidamente em manteiga, caramelizando-as.

Os irlandeses envolvem-nas em natas e manteigas. Os escoceses exportam-nas. Tenho a impressão que o mundo inteiro quer dar-lhes um sabor diferente daquele que tem naturalmente, aproveitando apenas a textura do bicho.

Para a próxima vez que encontrar vieiras vivas hei-de experimentar abri-las e comê-las como se fossem amêijoas ao vapor, sem acrescentar nada. Aposto que vão saber pela vida.

Quanto aos ouriços, parece que é possível comprá-los nos grandes mercados. Os melhores restaurantes japoneses só os compram quando estão ovados — o uni — para servir em sushi ou sem arroz, em sashimi.

Mas o resto do ouriço também é delicioso: tem um sabor de mar tão evocativo como o percebe ou uma ostra.

Não hei-de descansar enquanto não puder dar conta deles, juro.

Fonte: Público

“Podemos investir até 15 milhões este ano na economia do mar”

José Luís Pinto Basto, presidente do The Edge Group, quer fechar quatro a cinco negócios nesta área nos próximos meses. Outros planos passam pela internacionalização da Labrador e pela abertura de lojas da Majora.

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É a partir do espaço de 10.000 metros quadrados em Lisboa que, há quase três anos, o The Egde Group (TEG) transformou em centro de negócios que José Luís Pinto Basto revela a estratégia de futuro do grupo que partilha com Miguel Pais do Amaral, mas também com os empresários Nicolas Berggruen e Pedro de Almeida. À medida que a crise se impunha, e fazia cair empresas como meros castelos de areia, o TEG foi-se transformando num microcosmos de investimentos, dos projectos imobiliários aos supermercados e ginásios. Dois dos mais recentes recuperaram marcas icónicas que estiveram no limiar da sobrevivência: a Labrador e a Majora. Para ambas, há planos ambiciosos. Mas o leme está apontado ao mar, onde Pinto Basto quer investir até 15 milhões de euros ainda este ano.

A crise que o país vive foi fatal para muitas empresas. Mas o The Edge Group (TEG) nunca parou de investir. O que explica este contraste?
A natureza do nosso negócio. Acreditamos em investir em contraciclo, porque é nestas alturas que se devem fazer investimentos. Acreditamos também que as empresas que nascem nos momentos mais difíceis têm uma maior probabilidade de sobreviver do que as que nascem nos tempos de facilidades e que depois estão mal preparadas para gerir as dificuldades. Vivemos algumas décadas de facilidades no nosso país, entre o despejar de milhões e milhões de fundos comunitários na economia e o acesso barato e pouco criterioso ao crédito. Mas aquilo que parecia fácil veio a revelar-se difícil para muitas empresas. Os próprios bancos acabaram por embarcar nesta bebedeira generalizada. De repente podíamos criar resorts no Bombarral, acreditando que algum dia iria haver procura para esse tipo de oferta. Fizemos uma aterragem difícil desses tempos. Também houve uma série de políticas erradas. Tornámo-nos excessivamente num país de serviços, ainda por cima totalmente votado para o mercado interno. Desistimos da agricultura e da economia do mar, vimos muitas indústrias serem transformadas em projectos imobiliários.

Agora que há alguns sinais de recuperação da actividade económica, retirou-se realmente alguma lição deste ciclo negativo ou há o risco de se cometer os mesmos erros?
Há lições importantes que vão mudar estruturalmente a nossa economia. A primeira é percebermos que não podemos depender exclusivamente do mercado interno. Os empresários tiveram de pegar na mala e ir à procura de outros mercados. Outra lição é a da excessiva dependência de capitais alheios, nomeadamente de crédito bancário. As empresas portuguesas são das mais endividadas da Europa, também porque recorremos pouco a outras alternativas de capital. Há alternativas que estão mais desenvolvidas noutros países, como as private equity ou o capital de risco e temos muito poucas empresas listadas na bolsa. Os empresários ainda não estão a tirar verdadeiramente partido do mercado de capitais, que é uma forma de capitalizar as empresas e de crescer, sem que seja através da dívida bancária que acarreta obrigações que asfixiam a tesouraria das empresas.

É uma questão cultural ou haverá ainda poucas alternativas à banca à disposição das empresas?
São as duas coisas. Tem de haver uma aprendizagem por parte dos empresários, que têm de ser mais sofisticados e de conhecer estes mecanismos. Por outro lado, há poucas private equity, poucas capitais de risco, faltam business angels. O empreendedorismo em Portugal está muito mais desenvolvido do que o capital de risco. Se olharmos para a cadeia de valor do capital de risco, a fase inicial de apoio aos empreendedores, o chamado triple f (family, friends & fools), vai existindo. E muitos daqueles que se intitulam business angels estão, na realidade, nesta camada e acabam por investir no negócio do filho, do sobrinho ou de um conhecido. A outra camada, que investe em negócios de desconhecidos mas que também faz um acompanhamento dos negócios, é a maior falha que existe em Portugal. Há muita gente com intenções e pouca concretização.

De alguma forma o TEG beneficiou dessa ausência, no sentido de conseguirem negócio porque simplesmente não há concorrência?
Sim. Muitas das boas oportunidades que surgem no mercado passam-nos pelas mãos porque, de facto, não há assim tantos investidores. Principalmente durante a crise, muitos não estiveram activos. Nós, pelo contrário, acreditamos que surgem das crises boas oportunidades.

Uma das vantagens que retiraram da crise foi a desvalorização dessas oportunidades, conseguindo bons negócios a preço de saldo?
Gosto de colocar essa questão ao contrário. Quando se vivem tempos de euforia económica e de facilidades, muitos dos activos estão inflacionados e o que as crises fazem é trazê-los para um valor próximo da realidade. Não nos aproveitamos da crise porque os preços estão a desconto. A maior parte dos investimentos que fizemos não foram a desconto, mas sim pelo valor justo, conservador obviamente para quem investe num momento destes.

Fonte: Público

Contrato de concessão do terminal de cruzeiros de Lisboa assinado em Junho

ImagemO contrato de concessão do terminal de cruzeiros de Lisboa deverá ser assinado em Junho pela Administração do Porto de Lisboa e o consórcio vencedor do concurso, noticia o “Diário Económico”.

A Administração do Porto de Lisboa anunciou que adjudicou a concessão do terminal de cruzeiros de Lisboa ao consórcio que junta a Global Liman Isletmeleri, o grupo Sousa Investimentos, a Royal Caribbean Cruises e a Creuers del Port de Barcelona. 

A administradora do porto de Lisboa com o pelouro dos cruzeiros, Andreia Ventura (na foto), revelou ao “Diário Económico”, que “a Autoridade da Concorrência já se pronunciou de forma favorável à concessão, mas falta a pronuncia de não oposição do Tribunal de Contas que deverá acontecer daqui a um mês”. Assim, a mesma responsável antevê que tudo estará pronto para a assinatura do contrato no próximo mês de Junho.

Fonte: PDP

Redução das emissões de enxofre pode custar 100-120 dólares/TEU

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O cumprimento dos novos limites de emissões de enxofre nas SECA (Sulphur Emissions Control Areas), a partir de 1 de Janeiro do próximo ano, poderá implicar um sobrecusto para os carregadores de 100-120 dólares/TEU.

 

O cálculo é da Drewry Supply Chain Advisors, que alerta para a quase inevitabilidade de os transportadores marítimos mexerem no BAF para incorporarem o sobrecusto que a redução das emissões de enxofre implica.

 

A partir de 1 de Janeiro, o limite das emissões de enxofre nas ECA terá de baixar do actual 1% para 0,1%. Acontece que o combustível com baixo teor de enxofre custa cerca de 40-50% mais que o actualmente utilizado (com 1% de teor de enxofre).

 

Para a Maersk, a utilização do novo combustível pela Maersk Line, Seago Line e Safmarine implicará um sobrecusto anual de 200 milhões de dólares, avança o responsável pela política de sustentabilide do grupo dinamarquês, citado num site internacional.

 

A alternativa à utilização do novo combustível será a instalação de filtros (os chamados “scrubbers”) nos navios. Mas também esse é um investimento pesado. A DFDS, por exemplo, prevê aplicar 750 milhões de coroas dinamarquesas (cerca de 100 milhões de euros) na adaptação de 21 navios.

 

Por isso, a aplicação de uma sobretaxa sobre as cargas afigura-se inevitável. E daí os receios do regresso de muitas cargas à rodovia nos tráfegos intra-europeus.

 

As SECA incluem o Mar Báltico, o Mar do Norte e o Canal da Mancha.

Fonte: TeN

AIN realiza seminário sobre Inovação e Transferência Tecnológica na Indústria Naval

ImagemA Associação das Indústrias Navais (AIN) vai realizar, a 26 de Junho, um Seminário Internacional para apresentação e debate sobre o tema “Inovação e Transferência Tecnológica na Indústria Naval”. 

Este seminário corresponde a uma das actividades do projecto europeu AUXNAVALIA PLUS e visa fomentar a colaboração entre a indústria auxiliar do naval e os centros tecnológicos de investigação, desenvolvimento e inovação (I + D + i), com especial destaque para a segurança. 

O AUXNAVALIA PLUS é um projecto transnacional, nele participando diversas entidades da Espanha, Portugal, Reino Unido, França e Irlanda, sendo a Associação das Indústrias Navais (AI Navais) o representante nacional. Entre as actividades do projecto destacam-se o levantamento da situação económica e financeira do sector e dos instrumentos disponíveis para o seu financiamento, o levantamento de novas oportunidades de negócio em diferentes regiões do mundo, o desenho de modelos de negócio e a sua aplicação a PME´s, a criação de um serviço de vigilância de inovação e tecnologia, e uma Agenda para a Inovação. 

Este evento destina-se a promover a transferência de conhecimento e competências entre Centros Tecnológicos e de Investigação e as PME’s da indústria naval, a descrever os principais serviços e projectos I+D+i que realizaram nos últimos anos, especialmente os focalizados na indústria auxiliar do naval e, decorrentemente, a estimular a adopção de uma generalizada cultura de inovação e competitividade junto das empresas, procurando o fomento de parcerias.

Tal como o Encontro organizado pela AIN em Maio de 2010 (II Encontro Transnacional de Demonstração Tecnológica da Indústria Auxiliar do Naval, sob o lema: “Desenvolver a Inovação e a Competitividade da Indústria Naval”, o próximo workshop decorrerá, no dia 26 Junho, na Gare Marítima da Rocha Marítima da Rocha de Conde D’Óbidos, uma vez mais muito gentilmente disponibilizada pela Administração do Porto de Lisboa.