Presidente da APP satisfeito com prioridade portuária do PETI

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O setor marítimo-portuário é prioridade assumida pelo Governo no PETI, contando com vários dos projetos que se pretendem concretizar até 2020 (período entre 2014 e 2020 coincide com o novo quadro comunitário de apoio). A meta do Governo é que as mercadorias movimentadas nos portos nacionais aumentem 50%.

Em entrevista à CARGO, Vítor Caldeirinha, presidente da Associação dos Portos de Portugal (APP), mostrou-se muito satisfeito com a prioridade concedida ao sector marítimo-portuário mas, sobretudo, com o facto de este ser um verdadeiro plano estratégico para o sector dos transportes em geral.

Fonte: Cargo

20 Fotos que nos fazem pensar sobre a imensidão dos Mares.

Costuma dizer-se, e com razão, que não sabemos nada do mar, que o seu fundo permanece inexplorado e este é um dos grandes mistérios do Planeta. As fotos que lhe apresentamos aqui representam o fascínio que muitos têm pelo mar, arriscando até ao limite para dele recolherem mais informação – neste caso, em formato fotográfico.

Numa altura em que se julga que o navio português Flor do Mar, desaparecido em 1511 no Estreito de Malaca, poderá ter sido encontrado perto da Indonésia, estas fotos do 500px ajudam-nos a perceber que estes mares, para além da sua beleza e biodiversidade ainda não descoberta, guardam mais segredos dos que poderemos algum dia acreditar.

Veja as fotos, que neste caso valem mais do que qualquer palavra.

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Fonte: GreenSavers

Portos movimentam mais 20% em Janeiro

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No mês de Janeiro, os sete principais portos nacionais movimentaram cerca de 6,9 milhões de toneladas, valor que corresponde a um aumento de 20,3% face ao mesmo mês de 2013. 

Os dados do Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) mostram que apenas os portos da Figueira da Foz e de Viana do Castelo tiveram uma evolução negativa, com recuos de 21,3% e 0,9% respectivamente.
O porto de Sines foi o que mais cresceu, com uma subida de 27,5%. O porto de Setúbal subiu 26%, Aveiro 22,2%, Lisboa 14,4% e Leixões 14%. No período em questão, Sines representava 49,3% do total movimentado nos portos, a percentagem mais elevada desde sempre.

Mais 17,8% na movimentação de TEU’s

A movimentação de contentores nos portos nacionais registou também um crescimento, por sua vez de 17,8%. O porto de Setúbal teve uma subida vertiginosa de 288,2%, Sines cresceu 39,5% e Leixões 5,8%. Em Lisboa registou-se uma quebra de 14,2% e na Figueira da Foz de 18,3%.

Já o número de navios que escalaram os portos nacionais em Janeiro cresceu 3,3% face ao mesmo mês de 2013. 

Por cargas, os granéis líquidos cresceram 28,4%, os granéis sólidos aumentaram 23,5% e a carga geral 11,3%.

Fonte. Cargo

Com apoio da UNESCO, novo site amplia consciencialização sobre acidificação dos oceanos

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Com apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), um novo site foi lançado para reunir online os dados e recursos mais actuais sobre o oceano, como infográficos, publicações, informações históricas, apresentações e notícias.

O site é dedicado a pesquisadores, gestores de políticas e ao público em geral, com o objectivo de consciencializar e apresentar o fenómeno da acidificação dos oceanos e mostrar os desafios relacionados a esse processo.

O aumento do nível de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera desde o início da Revolução Industrial é de 40%. Os oceanos absorvem apenas parte deste CO2, que chega a cerca de 24 milhões de toneladas todos os dias. Essa absorção provoca reacções químicas que reduzem o pH da água do mar, fazendo com que a sua acidez aumente – exactos 26% desde o início da industrialização.

Esse processo é conhecido como acidificação – e é actualmente 10 vezes mais rápido do que o dos últimos 55 milhões de anos – e acaba culminando no aumento de temperatura da água.

A acidificação dos oceanos é um fenômeno complexo e seus impactos são difíceis de serem observados – isolar esse fenômeno de outros fatores que afetam os oceanos é um grande desafio.

No entanto, impactos econômicos já têm sido observados, como por exemplo o aumento no índice de mortalidade de larvas de ostras em incubadoras na costa oeste dos Estados Unidos. Por isso, é necessário agir e procurar uma solução para o problema.

A plataforma digital foi desenvolvida pela Comissão Oceanográfica Intergovernamental (COI-UNESCO), o Programa Internacional Geosfera-Biosfera (IGBP), o Comitê Científico de Pesquisa Oceânica (SCOR) e o Centro de Coordenação Internacional de Acidificação do Oceano (OA-ICC), operacionalizado pelos Laboratórios Ambientais da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), em Mônaco.

Acesse a plataforma, em inglês: ocean-acidification.net

Fonte: ONU

 

Figueira da Foz instala câmara para observar ondas do Mar

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A Figueira da Foz ligou a mais alta webcam de observação de ondas da região Centro, instalada na marginal fronteira à praia, a mais de 50 metros de altura, segundo os promotores.

O equipamento, rotativo e instalado no topo do edifício de uma unidade hoteleira, resulta de uma parceria entre o hotel,  o movimento SOS Cabedelo e o Surfline — portal de informação sobre o surf — para a disponibilização, 24 horas por dia, via Internet, de imagens em directo das ondas do Cabo Mondego, a norte, até à praia da Cova, a sul do rio Mondego.

“É o concretizar de um sonho antigo de todos os surfistas que vivem longe do mar e que agora o podem ver a entrar por casa dentro”, disse à agência Lusa Eurico Gonçalves, do movimento SOS Cabedelo.

Segundo aquele responsável, as imagens da webcam possibilitam, por exemplo, que surfistas da região de Coimbra — que habitualmente demandam às praias da Figueira da Foz — possam deslocar-se sabendo, “de antemão e em tempo real”, quais as condições de mar. “Trata-se de uma mais-valia para o turismo de surf, um produto em franca ascensão”, argumentou Eurico Gonçalves.

Em comunicado, fonte do Surfline destacou a inclusão da Figueira da Foz na rede de vídeo online do portal, que, em Portugal, conta com equipamentos semelhantes instalados em Ribeira de Ilhas (Ericeira), Supertubos (Peniche) e Praia do Norte (Nazaré).

“Um local como este, pela sua força natural e importância, é sem dúvida um dos pontos mais importantes no território português”, adiantou, destacando a “qualidade e versatilidade” das ondas dos vários areais da zona da Figueira da Foz — com fundos de areia ou rocha e praias com pontões — que “permitem diferentes tipos de surf”.

A apresentação da webcam vai contar com a participação de vários surfistas locais e tem o apoio do Turismo Centro de Portugal, autarquia da Figueira da Foz e Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra. Na ocasião, será visualizado um filme sobre a onda de Buarcos, reconhecida no Plano Estratégico Nacional de Turismo como a direita mais comprida da Europa.

Fonte: Público.

“O mar já não é só potencial, é real”

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“O mar já não é, apenas, potencial, é real”, garante a ministra da Agricultura e do Mar que participa no ciclo de seminários ‘A competitividade regional’, promovido pela ACIF e que tem como tem como tema ‘Factores de Competitividade – mar’.

Assunção Cristas veio deixar uma mensagem clara, suportada por pilares estratégicos que desenvolveu na intervenção de abertura: “Portugal deve virar-se, cada vez mais, para o mar. A dimensão marítima está no sangue de todos, mas temos de lhe dar uma dimensão económica”.

Em termos concretos, o objectivo que consta da Estratégia Nacional do Mar, aprovada a 16 de Novembro do ano passado, é que até 2020 seja possível duplicar o peso da “economia azul” no PIB português, ultrapassando os 3,8%.

“Há muitas oportunidades na área do mar, seja na parte do turismo náutico, seja na parte dos desportos, seja na valorização do pescado ou da aquacultura e temos de juntar esforços. Há recursos financeiros, ainda no actual quadro e já na preparação do próximo quadro, temos o Fundo Europeu dos Assuntos do Mar e das Pescas (FEAM) que trata de mais matérias”, destacou, perante uma plateia de empresários madeirenses e responsáveis do Governo Regional e de associações empresariais que participam no seminário, no auditório do Centro de Estudos de História do Atlântico.

A Estratégia Nacional do Mar, a lei de Bases do Espaço Marítimo e toda a legislação complementar e a vertente financeira, são os três pilares da estratégia nacional.
“O FEAM andará à volta de 400 milhões e ainda aguardamos a repartição final, mas será previsivelmente mais do que temos no quadro actual”, esclarece.

Questionada sobre situações concretas como a aquacultura em que a Região tem como um dos objectivos a produção de robalo, espécie não existente nos mares da Madeira, Assunção Cristas reconheceu que um dos “desafios nacionais passa pela aquacultura, pela diversificação” mas também pelo equilíbrio de espécies, o que obriga a um estudo profundo.

Um dos temas principais da estratégia do mar passa pela proposta de extensão da plataforma continental portuguesa que, a ser aprovada, aumentará a área do país cerca de 42 vezes.

A candidatura, segundo a ministra da Agricultura e do Mar “está a seguir os seus trâmites previstos”, prevendo-se que a proposta seja analisada pela ONU em 2015.

“É um tema muito importante para Portugal e até foi sinalizado com a distribuição do mapa ‘Portugal é Mar’ que chegará brevemente a todas as salas de aulas do país e que sinaliza todas as zonas económicas exclusivas e a nossa proposta para extensão da plataforma continental”, sublinha.

Questionada sobre a possibilidade de Portugal ter de devolver fundos comunitários excedentes, Assunção Cristas assegura que “neste momento não se perspectiva nenhuma devolução de fundos comunitários, nem na agricultura, nem no domínio do mar”.

Fonte: DN

Austrália localiza maior tubarão branco detectado nas suas costas

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As autoridades australianas localizaram o maior tubarão branco detectado nas suas zonas costeiras, com 5,3 metros e 1,6 toneladas, informou a imprensa local.

O tubarão — uma fêmea com idade estimada em 30 anos –, foi localizado a mais de 400 quilómetros do sudoeste da cidade de Perth, segundo o portal de notícias «WAtoday».

Funcionários do Ministério da Pesca do Estado da Austrália Ocidental levaram cerca de duas horas e meia para introduzir um dispositivo de mapeamento, utilizado para ajudar a identificar os tubarões, no animal que mordeu um anzol no domingo, perto da ilha de Mistaken.

Fonte: Diário Digital / Lusa

Drones descobrem navio português do tempo dos Descobrimentos

Trata-se do «Flor do Mar», que naufragou em 1511 no estreito de Malaca, contendo o tesouro roubado destinado a D. Manuel I de Portugal.

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Drones subaquáticos terão encontrado o navio português «Flor do Mar», que naufragou em 1511 no estreito de Malaca, contendo o tesouro roubado destinado a D. Manuel I de Portugal, noticiou o jornal «The Star Online».

Na altura, o navio mercante que transportava D. Afonso de Albuquerque, após este ter conquistado Malaca, à época o maior centro comercial do Oriente, naufragou com tesouro roubado, incluindo 60 toneladas de ouro do sultanato, e tornou-se num dos mais míticos e cobiçados tesouros perdidos da História.

Baseando-se em imagens captadas por drones subaquáticos, duas empresas de salvamento submarino garantem ter avistado o galeão no mar de Java, perto da cidade de Seramang, na Indonésia, referiu hoje a publicação.

Mas, o ministro-chefe de Malaca, Datuk Seri Idris Haron, disse não ter recebido nenhuma confirmação oficial da descoberta daquele que é considerado o navio mais valioso que está no fundo do mar, «mas apenas relatórios infundados, alegando que o naufrágio foi localizado».

«Temos ouvido especulações e teorias, mas desta vez, espero que seja verdade», disse o governante, avisando que o governo estadual irá apresentar uma reclamação do navio se os documentos sobre a descoberta forem confirmados pelo Governo indonésio.

«Gostaríamos de pedir direitos de autor dos tesouros recuperados usando canais bilaterais cordiais», até porque «de acordo com o facto histórico, o galeão transportava tesouro roubado do reino de Malaca», afirmou Datuk Seri Idris Haron.

A conquista da rica cidade de Malaca teve apoio de D. Afonso de Albuquerque, que na altura ganhou muito dinheiro e riquezas naquela região, pelo que decidiu trazer os bens, primeiro para Goa e depois para Lisboa, para presentear a corte de D. Manuel I de Portugal, mas o desejo nunca foi satisfeito porque a nau afundou.

Fonte: TVI24

Governo investe nos portos para trazer dois milhões de turistas

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O Governo pretende, com base nos 59 projectos que compõem o Plano Estratégico dos Transportes e Infraestruturas, apresentado a semana passada, aumentar o tráfego nos portos nacionais (mercadorias e cruzeiros), nos aeroportos e ainda nas ferrovias.

No que diz respeito aos portos nacionais, e mais concretamente à movimentação de mercadorias, o Executivo espera duplicar o valor de bens transaccionados. Se actualmente o valor de mercadorias movimentadas nos portos é de 2,2 milhões de TEU (medida padrão equivalente a um contentor com 20 pés de comprimento), com o investimento que será feito, o Governo pretende duplicar este valor para 4,4 milhões.

Relativamente às mercadorias movimentadas na ferrovia também aqui se espera um aumento na ordem dos 40%, aumentando as toneladas de mercadoria transaccionada para os 11,7 milhões.

Sem esquecer o turismo, importante componente para a economia nacional, o Executivo de Pedro Passos Coelho acredita que até 2020 o número de turistas de cruzeiros irá aumentar em 50% para quase dois milhões de visitantes (em 2012 foram 885 mil os turistas que atracaram nos portos portugueses). E este aumento terá como base as novas gares de Lisboa e Leixões que serão construídas para o efeito.

 Fonte: Noticias ao Minuto

 “Adaptado”

 

Carregadores satisfeitos com medidas do Governo

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As empresas exportadoras nacionais estão satisfeitas com as medidas que estão a ser aplicadas pelo Governo no âmbito do “Plano 5+1” e encontram-se a monitorizar os impactos que a política de reformas levado a cabo pelo Governo está a ter no sector. Segundo Pedro Galvão, presidente do CPC – Conselho Português de Carregadores, à margem do seminário “Regulação no Sector Marítimo-Portuário”, promovido por esta associação, «em Junho do ano passado fizemos uma primeira radiografia relativamente às medidas que foram tomadas pelo Governo no âmbito do Plano 5+1. Em Junho deste ano iremos fazer o mesmo e, em 2015, iremos fazer um balanço sobre as reformas que foram tomadas ao longo destes três anos». 
O CPC apresentou, publicamente, durante a sessão o “Estudo de Monitorização da Factura Portuária”, um documento encomendado à Universidade Autónoma de Lisboa, que refere que, entre Junho de 2012 e Junho de 2013, a redução da factura portuária foi de apenas dois por cento, muito aquém do objectivo enunciado pelo Governo no Plano “5+1”: reduzir a factura portuária entre 25 a 30 por cento. Para Pedro Galvão «tem existido um constante diálogo com o Governo, mas também sabemos que este tipo de reformas leva o seu tempo. Mas queria salientar a entrada em vigor da Lei do Trabalho Portuário, a aprovação dos estatutos da AMT – Autoridade da Mobilidade e Transportes, e a renegociação das actuais concessões portuárias, cuja comissão foi agora criada». 
O seminário realizado pelo CPC teve lugar, no Centro de Congressos de Lisboa, e o primeiro painel foi dedicado ao tema “Regulação e Concorrência, Em Defesa do Consumidor-Carregador”, e contou com a presença de oradores como João Confraria – Administrador da ANACOM, Sérgio Gonçalves do Cabo – Mestre em Direito das Comunidades Europeias, José Amado da Silva – Reitor da Universidade Autónoma de Lisboa e Eduardo Lopes Rodrigues – Administrador do IMT.
Na parte da tarde teve lugar uma mesa-redonda, moderada pelo Director da Transportes em Revista, José Monteiro Limão, onde estiveram presentes vários representantes dos agentes económicos do sector, como João Franco (APS), Vitor Caldeirinha (APSS), Amadeu Rocha (APDL), António Redondo (Portucel/Soporcel), Marcília Montenegro (TCGL), Tiago Martins (KPMG) e Eduardo dos Santos (Svitzer).
 
Fonte: Transportes em Revista