Fábrica Bordallo Pinheiro relança sardinha de cerâmica

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Preços das peças individuais e em conjunto vão desde os 18 aos 35 euros.

 

A mítica sardinha de Raphael Bordallo Pinheiro vai ter mais 21 companheiras fruto de um colaboração da Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC) com a Câmara Municipal de Lisboa e as Faianças Artísticas de Bordallo Pinheiro, chamada “Sardinha by Bordallo Pinheiro”.

Serão, assim, 22 as sardinhas lançadas nesta colecção, contando com as 21 seleccionadas a partir das participantes nas quatro edições do Concurso “Sardinhas das Festas de Lisboa” a que se acrescenta a popular sardinha de Bordallo Pinheiro.

As peças serão feitas em faiança artesanal, estilo popularizado por Raphael Bordallo Pinheiro, e serão vendidas numa embalagem individual a imitar papel de jornal, remetendo para a venda do peixe na cidade, ou aos pares numa caixa que lembra as latas de sardinha da indústria conserveira.

As peças serão vendidas nas lojas Bordallo Pinheiro, na Vista Alegre Atlantis do Chiado, El Corte Inglés e ainda numa carrinha clássica Citroën HY de 1960, que circulará durante a estação quente pelos pontos mais frequentados da capital, como a Baixa, Belém e o Parque das Nações.

A colecção será revista anualmente após o concurso, sendo adicionadas ou retiradas sardinhas, e há também a proposta de criar edições especiais em colaboração com produtores internacionais.

Fonte: Público

Aliança P3 afinal não será colocada em prática

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O Governo da China não aprovou a aliança P3 pelo que a Maersk, MSC e CMA CGM não poderão operar em conjunto no mercado chinês. O Governo chinês justificou a sua decisão com as normas de controlo de concentração empresarial existentes no país.

Em comunicado, a Maersk confirmou que respeitará a decisão do Governo chinês e referiu mesmo que irão ser paralisados todos os trabalhos preparatórios da Rede P3.

“A decisão surpreendeu-nos, tal como aos colaboradores com os quais estamos a trabalhar”, referiu o conselheiro delegado da Maersk, Nils S. Andersen. “Este tipo de aliança iria ajudar a reduzir emissões de dióxido de carbono da companhia”, acrescentou Andersen.

A intenção de criar a P3 foi anunciada há um ano, em junho de 2013. O objetivo passava por partilhar navios e rotas entre Ásia e Europa e Estados Unidos. Queriam fazer do transporte marítimo regular de contentores algo mais eficiente e melhorar a qualidade do serviço. As companhias partilhariam 255 navios com capacidade total de 2,6 milhões de TEU. Agora, com a impossibilidade de estar no mais importante mercado asiático (e mundial), a P3 vai por água abaixo.

Fonte: Cargo

VIII Concurso Internacional de Pesca Desportiva no Rio Guadiana

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Com o objectivo de promover as potencialidades do Grande Rio do Sul, enquanto pólo de desenvolvimento turístico do Baixo Guadiana, e contribuir para o aparecimento de novos amantes da pesca desportiva, a Associação de Pesca Desportiva de Castro Marim realiza, dia 22 de Junho, o VIII Concurso Internacional de Pesca Desportiva de Barco, no Rio Guadiana. 

A prova desportiva, que se desenrola no rio Guadiana, entre a entrada do esteiro da vila de Castro Marim e o cais acostável da Quinta do Vale, no Monte Francisco, contará com 30 a 35 embarcações e uma centena de participantes para uma jornada de grandes pescarias. 

As equipas de pescadores portugueses e espanhóis, participantes no VIII Concurso Internacional de Pesca Desportiva, num ambiente competitivo e de sã convivência, vão procurar obter a maior quantidade de pescado nas águas do rio Guadiana, desde o robalo à baila, passando pela dourada, tendo em vista os primeiros lugares da classificação.

O VIII Concurso Internacional de Pesca Desportiva no Rio Guadiana, que tem início às 08.00 horas, cujos locais de concentração são o cais de embarque de Vila Real de Santo António e o cais de Castro Marim, conta com os apoios da Câmara Municipal, Junta de Freguesia de Castro Marim e Eurocidade do Guadiana. 

Para mais informações contacte a Associação de Pesca Desportiva de Castro Marim através do e-mail: apdcastromarim@gmail.com ou dos telemóveis 962 792 491 / 966 482 845.

Fonte: Ademar Dias

Micróbios ajudam a reduzir lixo no Mar

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Micróbios podem estar contribuindo para reduzir a quantidade de lixo no mar, “comendo” o plástico que contamina as águas do planeta, informou uma equipa de cientistas australianos.

Essas criaturas microscópicas parecem estar biodegradando toneladas de rejeitos que flutuam no mar, segundo um estudo de oceanógrafos da University of Western Australia, publicado no periódico científico Plos One.

Os investigadores analisaram mais de mil imagens de dejectos em frente ao litoral australiano e documentaram pela primeira vez as comunidades biológicas que vivem nestas pequenas partículas de lixo, conhecidas como microplásticos.

“Parece que a degradação do plástico está acontecendo no mar”, explicou à AFP Julia Reisser, uma das coordenadoras do estudo. “Estou entusiasmada porque os micróbios que comem plástico poderiam ser uma solução para melhorar os sistemas de tratamento de lixo no continente”, assegurou.

Embora já tenha sido observada a existência de micróbios que comem plástico em depósitos de lixo, o estudo destaca que os seus equivalentes no mar poderiam ser igualmente eficazes.

“Os micróbios terrestres precisam de água para crescer e o processo é muito caro. Mas os micróbios marinhos crescem na água salgada e poderiam ser uma forma mais barata” de reduzir o volume de lixo, afirmou Reisser.

A acção destes micróbios também poderia explicar porque o aumento de detritos plásticos nos oceanos não é tão importante quanto previam os cientistas, segundo a pesquisadora.

Os cientistas têm advertido reiteradamente para a ameaça dos microplásticos – partículas de plástico com menos de cinco milímetros – para os oceanos e em 2012 o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) estimou em cerca de 13.000 os pedaços de microplásticos por quilômetro quadrado de mar, um fenômeno que se intensifica no Pacífico Norte.

Sistema de limpeza dos oceanos inventado por jovem de 19 anos perto de receber luz verde

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Em Abril de 2013, um jovem de 19 anos, Boyan Slat, apresentou um sistema de limpeza dos oceanos capaz de remover 7,250 milhões de resíduos de plástico do mar. A notícia espalhou-se rapidamente pelos principais meios de comunicação e agregadores de notícias, que a receberam de braços abertos mas, de certa forma, também duvidavam da sua exequibilidade.

É verdade que a idade de Slat e o facto de estar a trabalhar praticamente sozinho ajudaram a aumentar este cepticismo, mas aparentemente ele era infundado. É que o The Ocean Cleanup Array já tem uma equipa formada para trabalhar e está inclusive à procura de financiamento para ser lançado.

A ideia inicial recebeu algumas críticas, por isso esta equipa passou o último ano a perceber se ela poderia realmente ser desenvolvida. De acordo com estes investigadores, o sistema não só pode ser eficaz como, inclusive, sugar metade do lixo do Oceano Pacífico em apenas dez anos.

O financiamento pedido pelo Ocean Cleanup é o maior que já vimos em sites de crowdfunding: €1.47 milhões (R$ 4,5 milhões). Destes, €475 mil (R$ 1,4 milhões) já estão reunidos, ou seja, 30%. Os donativos podem ser enviados nos próximos 87 dias, pelo que é provável que o projecto consiga ter mesmo luz verde.

Segundo Slat, o sistema é capaz de remover 7,250 milhões de toneladas de resíduos de plástico no mar. O projecto começou a ser pensado na escola, local onde Slat analisou o tamanho e a quantidade de plástico presente no lixo do oceano. O trabalho valeu-lhe vários prémios e Boyan continuou a desenvolver o conceito até apresentar a sua versão final na TEDxDelft 2012.

Boyan fundou ainda a The Ocean Cleanup Foundation, uma organização sem fins lucrativos responsável pelo desenvolvimento das suas propostas de tecnologia. A sua solução engenhosa poderia salvar centenas de milhares de animais aquáticos anualmente, além de levar a uma poupança em custos de limpeza e danos de embarcações.

Para conhecer melhor o projecto e até contribuir para a sua implementação, visite o site.

Fonte: Greensavers

Portugal quer «marcar agenda internacional» nos assuntos do mar

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Assunção Cristas, em conferência nos EUA, explica que o país pode fazer a diferença na forma como o mundo aborda a relação com o oceano.

A ministra da Agricultura e do Mar garantiu em Washington, nos Estados Unidos, que «Portugal tem a ambição de marcar a agenda» nos assuntos do mar.

«Portugal é um país oceânico e acreditamos que podemos fazer a diferença na forma como o mundo aborda a sua relação com o oceano», explicou Assunção Cristas à agência Lusa na terça-feira à noite em Washington (quarta-feira de madrugada em Lisboa).

Assunção Cristas esteve nos Estados Unidos para participar na conferência «Our Ocean», organizada pela secretaria de Estado norte-americana em Washington, em que participaram também o presidente dos EUA, Barack Obama, e o ator Leonardo DiCaprio.

Assunção Cristas participou, terça-feira, num painel dedicado ao tema «Abordagem integrada à Pesca e Segurança Alimentar».

A ministra explicou que fez «um balanço da situação de Portugal, nomeadamente em relação às mudanças dos últimos anos, como a redução da frota pesqueira e as questões relacionadas com as zonas económicas exclusivas».

Num segundo momento, Assunção Cristas aproveitou para explicar «as oportunidades que existem hoje no país neste domínio [do mar], como na área da piscicultura, biotecnologia e energia».

No discurso, a ministra disse que «chegou o momento de trazer o mar de regresso ao coração da Europa e voltar a Europa para o mar».

«Sinto que Portugal tem um papel crucial. Portugal tem sido um membro relevante na construção da Estratégia Europeia para a Área do Atlântico e o seu plano de ação, que foi apresentado em Lisboa em 2011 e 2013», explicou.

A governante portuguesa lembrou ainda que, «no século XVI, Portugal tinha o conhecimento e a inovação que levou os nossos navegadores a descobrir o mundo. Hoje, com pesquisa e inovação, estamos de volta ao negócio dos oceanos».

A ministra aproveitou ainda para promover a Conferência Biomarinha, que acontece em outubro, e a «international Blue Week», em junho de 2015, em Lisboa.

«Acreditamos que os nossos objetivos globais para os oceanos precisam de uma aliança permanente entre economia, ambiente e liderança política», concluiu Assunção Cristas.

Durante a visita aos EUA, a ministra reuniu com o secretário de Estado John Kerry, que se mostrou «muito entusiasmado e disponível para colaborar com Portugal nestas matérias».

Fonte: TVI24

 

Movimento de contentores nos portos cresce mais de 19%

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O movimento de contentores nos principais portos do continente atingiu os 774.168 TEU no primeiro quadrimestre, valor que representa um crescimento homólogo de 19,6% e que já é o melhor de sempre no período. 

Foram vários os portos que neste período bateram os seus recordes de movimentação de contentores: porto de Setúbal (+81,8% do que em 2013), porto de Sines (+45,4%), porto de Leixões (+11,1%) e até o porto da Figueira da Foz (+41,8%). 

Já o porto de Lisboa teve uma redução de 17,8% comparativamente a 2013, registando o pior resultado dos últimos 13 anos. O IMT refere que “o porto de Setúbal continua a reflectir o efeito das duas linhas de serviço regular de contentores que iniciaram actividade em Dezembro de 2013, que tendem a consolidar-se neste porto”. 

Fonte: Cargo

III Feira Náutica do Tejo foi um sucesso

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A Feira Náutica do Tejo assume-se cada vez mais como o maior evento náutico do país e prova disso foi a terceira edição, que decorreu de 29 de maio a 1 de Junho na doca de Pedrouços, a qual superou as expectativas relativamente à afluência e à adesão dos visitantes à oferta de actividades no plano líquido.

A inauguração do evento contou com a presença da senhora Ministra da Agricultura e do Mar, Dr.ª Assunção Cristas, a qual reconhece um dinamismo crescente ligado ao mar e às actividades náuticas. A Dr.ª Andreia Ventura, do Conselho de Administração do Porto de Lisboa, também interveio, vincando a importância da Feira Náutica do Tejo e o crescente desenvolvimento da APL no panorama da náutica de recreio.

A APL promoveu também o seu enfoque no novo modelo de gestão da náutica de recreio, alicerçada num contacto mais directo com o cliente final através dos meios de comunicação digital, novo fardamento para os colaboradores das docas de recreio, implementação de sistema de gestão ambiental e nova imagem dos meios de informação baseados no novo formato de gestão comercial.

A Feira Náutica do Tejo permitiu também reunir vários intervenientes do mundo desportivo e náutico, entre os quais se destaca Ian Walker, skipper na Volvo Ocean Race.

A APL congratula-se pelo sucesso deste evento, enquanto co-organizadora, preconizando o desenvolvimento de todas as potencialidades que o estuário do Tejo oferece no que respeita às actividades náuticas e à actividade de marítimo-turística.

Fonte: PDP

Surf at Night 2014: Sétima Edição com Natiruts na Vila do Surf

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Press release – O maior festival de surf e música do país está de volta e já tem datas confirmadas. O Surf at Night 2014 vai acontecer entre os dias 13 e 17 de Agosto, na Vila do Surf (Praia de Cortegaça – Ovar) e traz novidades. Ao longo das últimas seis edições, o Surf At Night tem vindo a demonstrar a sua diferença em relação aos restantes festivais do Verão e este ano conta com o patrocínio da Câmara Municipal de Ovar.

 

“A Câmara Municipal de Ovar reconhece finalmente o trabalho desenvolvido pela empresa organizadora do festival Surf at Night, assim como do projeto ‘Praia de Cortegaça – Vila do Surf’ e assume um papel de patrocinador, pois este enquadra-se plenamente no plano de acção municipal do programa ‘Animar as Praias 2014,” afirma Salvador Malheiro, presidente da Câmara Municipal. “O evento tem um potencial tremendo para o município no alcance de novos mercados ao nível do turismo, através do trabalho que tem vindo a desenvolver. É sem dúvida um evento de máxima importância para todo o concelho, devido ao impacto que este obtém nos meios de comunicação social, promovendo assim toda a economia local e alavancando também o turismo durante esse período,” conclui.

 

Durante uma semana, o Surf At Night vai voltar a promover experiências como Surf à Noite, Bodyboard, Longboard, Stand Up Paddle, Skate, Surf Adaptado, Workshops de Shape, Actividades Radicais, Massagens, Fitness, Insufláveis para crianças e muito mais, tendo na componente social e sustentável um reforço da sua atitude.

 

“Estamos muito entusiasmados com o patrocínio da Câmara Municipal de Ovar, que muito nos honra! Este ano o festival vai assumir novamente o cordão humano pela defesa da costa, de forma a alertar e sensibilizar toda a comunidade para a problemática do avanço do mar, como já foi feito em 2011,” comenta Nuno Amaro, da organização.

 

O Surf At Night 2014 é um festival para toda a família, uma festa de celebração da vida, com algumas emoções fortes, mas não esquecendo o seu papel solidário, ao som dos melhores artistas nacionais e internacionais.

 

Nesta área, o Surf At Night 2014 tem como cabeça de cartaz os internacionais brasileiros Natiruts, banda bastante aclamada em Portugal, entre muitas outras ainda por anunciar, sempre no espírito Surf At Night.

 

Estão também já confirmadas as etapas dos circuitos nacionais de bodyboard e de longboard, a realizar entre os dias 15 e 17 de Agosto, bem como a habitual prova de surf nocturno, que no fundo dá o nome ao festival.

 

Mais novidades do Surf At Night 2014 serão divulgadas em breve, mas para já não se esqueça de marcar na Agenda – de 13 a 17 de Agosto, em Cortegaça, Ovar.

 

O Surf At Night 2014 é uma produção da Oceandefender para a Junta de Freguesia de Cortegaça, com o patrocínio da Câmara Municipal de Ovar, tendo a Rádio Nova Era como media partner.

 

O Surf At Night 2014 pode ser ainda acompanhado através do domínio surfatnight.org, no Facebook, em facebook.com/surfatnight, ou nos seus canais do Vimeo e Youtube, em vimeo.com/channels/santv e youtube.com/surfatnight.

 

 

Fonte: SurfPortugal

O Arrasto e a Pesca Sustentável

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A proibição recente da pesca de arrasto de fundo na maior parte das águas portuguesas – de que o PÚBLICO deu conta recentemente – não foi apenas uma boa notícia para os ambientalistas que militam em prol dos oceanos. Capaz de transformar o leito marinho num autêntico deserto, destruindo tudo o que encontra pela frente, o arrasto de fundo é uma técnica anacrónica, que já não pertence ao tempo em que vivemos. É difícil imaginar uma razão plausível para justificar que, em nome de um benefício económico, se possam varrer do oceano profundo formas de vida que ali estão há centenas ou até milhares de anos, como alguns corais de águas frias. Em terra, há uma analogia muito bem conhecida: deitar abaixo extensões de floresta tropical para dar lugar à agricultura, à mineração ou à expansão urbana. As duas situações são semelhantes, pois em ambas o que está em causa são ecossistemas muito importantes pela sua diversidade biológica. Mas enquanto uma chaga numa mancha florestal é algo que facilmente se vê, o que se passa no fundo do mar está muito longe da atenção colectiva. Não admira que a decisão de Portugal proibir o arrasto de fundo tenha tido pouca visibilidade. É verdade que a medida, que consta de uma portaria recente, tem efeitos limitados: aplica-se apenas à frota nacional e exclui grandes áreas mais junto à costa. Mas é um sinal de compromisso num caminho necessário, o da sustentabilidade das pescas, e que se soma a outros passos. Vale a pena lembrar que o cerco para a captura da sardinha já tem um selo de arte de pesca sustentável, conferido por uma organização internacional. E a produção de mexilhões no Algarve está a tentar obter a mesma distinção. Ainda é pouco para se dizer que Portugal tem a exploração dos seus recursos marinhos garantida para as próximas gerações. Mas o país, se quiser, tem condições de lá chegar.

Fonte: Público