Canoísta Nuno Barros campeão da Europa de maratonas C1

Imagem

O canoísta Nuno Barros sagrou-se neste sábado campeão da Europa de maratonas, em C1, elevando para duas medalhas de ouro o actual pecúlio da selecção de Portugal em Piestany, Eslováquia.

Campeão da Europa em 2011 e do Mundo em 2010, o atleta voltou ao topo da canoagem internacional com uma prova consistente, arrancando, imparável, para o sprint final a 400 metros da meta, deixando os rivais da Hungria e da Espanha para trás.

Hoje de manhã, a C2 júnior José Machado/Pedro Vieira repetiu o quinto lugar dos europeus de 2013, concluindo os 18.700 metros em 1:33.38 horas, a 3.42 minutos do ouro da dupla da Hungria. Em K1 sénior, Joana Sousa foi décima.

Os europeus de maratonas reúnem 222 canoístas de 23 países.

Fonte: Público

Rui Lacerda “feliz e honrado” por ser primeiro canoísta bicampeão Europeu

Imagem

O canoísta Rui Lacerda manifestou-se  “feliz e honrado” por ser o primeiro bicampeão Europeu português da modalidade, com o título em maratonas C1 sub-23 conquistado na Eslováquia.

“Ser bicampeão da Europa é uma sensação muito boa. O segredo é disciplina, muito espírito de sacrifício, muito trabalho e nunca desistir. Ser persistente”, vincou, após cumprir os 22,5 quilómetros em Piestany.

Sem a companhia do lesionado Samuel Amorim – vice-campeão europeu e campeão do Mundo, lesionado -, a atitude foi diferente: “Tinha como estratégia não deixar a prova ser decidida no sprint final, pois teoricamente sou mais fraco do que os meus adversários. Tentei poupar-me ao máximo e na última portagem consegui fugir dos meus adversários e atacar o título”.

“Senti-me confortável até à quarta portagem. A quinta já me custou um bocado, mas custa-me a mim e aos outros também. Provei o meu valor, mas lembrei-me várias vezes do Samuel. Que conseguiríamos fugir os dois. A tática foi diferente e consegui ganhar”, congratulou-se.

Este pódio dá-lhe “ainda maior motivação” para repetir o pódio nos Mundiais (foi medalha de bronze em 2013), no fim de setembro nos Estados Unidos: “Tenciono treinar muito e estar nos Mundiais a lutar pelas medalhas”.

Agora é tempo de celebrar com “todos” os que o acompanham no triunfal percurso pela canoagem, ciente de que “todos os esforços até agora valeram a pena”.

Fonte: JN

Foto: Fábio Poço – Global Images

Salvar vidas em seis milhões de quilómetros quadrados de mar

Imagem

Esta semana um pescador caiu ao mar na zona de Peniche e em 10 minutos estava no local um “salva vidas” do Centro de Busca e Salvamento. O homem desapareceu, mas o Centro salvou só no ano passado 482 pessoas.

Cerca das 14:40 de segunda-feira, a norte do Cabo Carvoeiro, no barco “Coração do Atlântico” os pescadores iniciavam a pesca de polvos quando um deles, 20 anos, fato de oleado verde vestido e sem colete salva-vidas, caiu ao mar.

Poucos minutos depois (14:43) o Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (MRCC Lisboa), uma sala em Oeiras dentro das instalações da força da Nato (STRIKFORNATO), era informado.

Coordenados pelo capitão-tenente Coelho Dias, os responsáveis do Centro enviam de imediato para o local o salva-vidas “Vigilante”, que estava na Berlenga, e mandam dirigir-se para o mesmo sítio outro barco de pesca das imediações, “Augusto Alberto”. Um helicóptero da Força Aérea EH-101 é acionado e chega ao local às 15:46.

Na sala vivem-se momentos tensos. São quatro filas de computadores e quatro écrans gigantes, num deles a ver-se a progressão do “Vigilante”, que chega ao local em menos de 10 minutos. Coelho Dias e todos os outros sabem que os primeiros momentos são cruciais. “Quando há um acidente é mandar logo cavalaria pesada para o local”.

Ainda assim o pescador não chegou a ser visto. As buscas prosseguiram nos dias seguintes. “Tentamos sempre fazer funerais condignos, enquanto pudermos ficamos no local”, diz o responsável à Lusa.

E resume depois assim o trabalho do Centro: “é um esforço conjunto entre os meios da Marinha, os meios da autoridade marítima local e também um grande esforço em articulação com os meios da Força Aérea. Se os marítimos souberem sobreviver no mar e antes disso conseguirem emitir um alerta para o ar, nós vamos lá, encontramo-los e trazemo-los para terra sãos e salvos”.

Pelo pescador de Peniche nada se podia fazer. Os homens do Centro de Busca e Salvamento perceberam isso quando os minutos passavam, porque ninguém aguenta muitos minutos na água. “Quem usa o mar, quer para fins lúdicos quer profissionais, tem de tomar medidas. Recomendamos sempre que usem o colete salva-vidas, porque pode fazer a diferença entre a vida e a morte”, diz Coelho Dias, adjunto do gestor de operações no MRCC Lisboa.

Felizmente o saldo é positivo, como conta à Lusa. Em 2013 o MRCC Lisboa (Maritime Rescue Coordination Centre) e os outros dois centros dos Açores e da Madeira tiveram 537 operações e salvaram 482 pessoas. “Em cada 100 pedidos de ajuda em 97 são salvas as pessoas”.

Esta ano, só a partir do MRCC Lisboa, foram feitas “19 evacuações”, 11 por helicóptero e 8 por embarcação. Coelho Dias diz que a maior parte dos pedidos de socorro chega de navios mercantes e de navios de passageiros e dizem respeito a pessoas que se sentem mal. Na lista surgem depois os acidentes de trabalho e da pesca.

No verão é pior, com mais embarcações no mar. E há tanto mar para cuidar. São 5,8 milhões de quilómetros quadrados, o Atlântico Norte dividido a meio entre Portugal e os Estados Unidos, a 15.ª maior área do mundo da responsabilidade de um país.

No extremo sul, a cerca de 1100 milhas de Ponta Delgada, uma embarcação demora três dias a chegar. Nesse caso, explica Coelho Dias, utilizam-se os aviões, por vezes apenas para lançar kits de sobrevivência. Mas o Centro sabe se num caso desses algum navio anda por perto, e fá-lo divergir para o local onde é preciso prestar socorro.

Essa é a grande mais-valia do MRCC. Junta tecnologia mas também esforços. Trabalha com a Polícia Marítima, a Força Aérea, bombeiros, capitanias, INEM, Instituto Hidrográfico, de Meteorologia, polícia, Serviço Nacional de Saúde, Cruz Vermelha… “Nunca houve despesismo na busca e salvamento, tem os meios necessários e nunca houve uma missão que deixasse de ser feira. Nunca!”

Entre 2010 e 2012 através do Centro salvaram-se 2031 vidas no mar, vítimas de doenças (a maior parte dos casos), de abalroamentos, afundamentos, colisões. É uma média de dois casos por dia para os seis homens da sala cheia de écrans que salva vidas.

Fonte: Noticias ao Minuto

TCL movimentou 270 mil TEU até final de maio

Imagem

Nos cinco primeiros meses do ano, o Terminal de Contentores de Leixões (TCL) alcançou uma movimentação total de quase 270 mil TEU (269 983 TEU), número que faz destes meses os melhores primeiros cinco meses de sempre.

O resultado conseguido este ano representa um crescimento homólogo de 10,3%. Só no mês de maio foram movimentados 58.279 TEU, mais 7,4% que no mesmo mês do ano passado.

Fonte: PDP

 

Porto de Sines atinge os 516.598 TEU’s

Imagem

O porto de Sines registou, no passado dia 8 de Junho, uma movimentação de 516.598 TEU’s. O Terminal XXI aproxima-se, assim, da simbólica marca de um milhão de TEU’s. Recorde-se que em Junho de 2013, o porto de Sines registava 353.954 TEU’s, atingindo no final do ano os 931.036 TEU’s. Também em 2013, o então Administrador da PSA Sines, Rui Pinto, declarava que o objectivo do Terminal XXI passa por atingir os 2,5 milhões de TEU’s, o que permitiria destronar o porto de Barcelona, o terceiro maior porto ibérico a nível de carga.

Fonte: Transportes em Revista

Primeiro iate de Turismo em Portugal “pensado para tirar o máximo aos turistas”

Imagem

Passear num iate luxuoso costuma ser algo individual, de acompanhamento reduzido ou em grupos pequenos em carácter exclusivo e particular. A WaterX aposta no primeiro iate totalmente português para transformar a navegação no Tejo um evento social.

Lisboa equiparou-se hoje às grandes cidades europeias ao acolher permanentemente um iate de Turismo, disponível para quem quiser e puder pagar uma viagem diferente.

A embarcação WaterX Catamaran assenta num modelo desportivo (catamaran), preservando o luxo e o conforto do modelo iate de forma a permitir conhecer Lisboa de um ponto de vista diferente, no qual o rio assume protagonismo. A sua concepção foi exclusivamente portuguesa, tendo na sua génese a ideia do designer Tomás Costa Lima e na sua construção o trabalho imprescindível dos Estaleiros de Vila Real de Santo António. Com dois bares, dois acessos à agua pela popa e dois pisos de conforto para 155 pessoas, a embarcação usa o azul e o branco como símbolos da fauna marítima. Pensado para turistas, acreditando, no entanto, que possa ser solicitado por todos os portugueses – dificilmente, grande parte da população pode investir neste passeio -, a organização reitera “o desenho de excelência, apropriado para reuniões de negócios, aniversários ou despedidas de solteiro, independentemente do estado meteorológico que se faça sentir“.

Com possibilidade de navegar entre Lisboa, Cascais e Caparica, o projecto foi um investimento de 720 mil euros, co-financiado pelo QREN (468 mil euros) e pelo Turismo de Portugal.

A estreia em alto mar contou com a presença de Assunção Cristas, Ministra da Agricultura e do Mar, que valorizou a “relação estreita entre Lisboa e o mar” e de Adolfo Mesquita Nunes, Secretário de Estado do Turismo, que sintetizou os objectivos do projecto: “Este foi um projecto de três anos. Era fundamental sentir o rio como parte da cidade, ainda por cima conseguindo acrescentar algo à economia. Criámos emprego e demos oferta turística. O objectivo é termos turistas a gastar o máximo de euros possível“.

Fonte: Hardmusica

Cão dá a vida pelo dono para o salvar de água infestada de tubarões

Imagem

Um capitão de uma embarcação australiana está a chorar a perda da sua fiel companheira de quatro patas, depois de o animal ter saltado para águas infestadas por tubarões numa tentativa de salvar a vida do homem.

Franz Van Derpoll estava a fazer pesca submarina perto da costa de Point Sampson quando subitamente se viu cercado por dois tubarões, situação que não passou despercebida à sua cadela, Sky, que estava à espera na embarcação.

Persentido o perigo que o dono corria, Sky atirou-se para as águas, um acto heróico que acabou por lhe custar a vida. “Provavelmente ela decidiu saltar para me proteger e quando vim à superfície depois do segundo mergulho havia muito sangue na água e nenhum cão”, conta Van Derpoll, citado pelo Dodo.

“Passei dois bons anos com ela mas, às vezes desejo que tivesse morrido eu e não ela. Tenho 62 anos e tive cães toda a minha vida mas ela não era um cão qualquer, a Sky era especial”, conta o australiano.

Van Derpoll encontrou Sky no porto onde trabalha e, na altura, o animal apresentava sinais de ter sido maltratado. O pescador resolveu adoptar o animal, que o ajudou a recuperar da morte da mulher. “Pensei que nunca ia amar mais nada depois da morte da minha mulher. Mas, para mim, a Sky veio de certa forma substituir o lugar da Mary. Era uma boa pessoa. Se se puder pôr um cão e uma pessoa na mesma categoria, esse cão seria a Sky”.

Fonte: Greensavers

Bodyboarder português premiado

Imagem

Manuel Centeno, atleta de Bodyboard, foi distinguido com um galardão que premeia mérito e excelência em actividades desportivas ligadas ao mar. 

O atleta português conta, até ao momento, com vitórias em sete campeonatos nacionais, cinco campeonatos europeus e dois campeonatos mundiais. 

O prémio foi atribuído pelo comité LIDE Economia Mar, na segunda edição da Gala Prémios LIDE Mar, que teve lugar na Alfândega do Porto.

 

Portugal com défice comercial de 641 milhões de euros nas pescas

Imagem

A frota pesqueira nacional capturou menos 1,2% de pescado em 2013, facto que terá contribuído para que a balança comercial permaneça deficitária apesar de uma melhoria de 21 milhões de euros face a 2012.

Ainda não foi desta que o sector pesqueiro nacional voltou a ganhar dimensão e, nas palavras do Presidente da República Cavaco Silva proferidas em 2012, “ultrapassou o estigma” que impede de se olhar novamente para os sectores esquecidos nos últimos anos.

 Os dados recolhidos pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram que em 2013 o sector pesqueiro nacional registou uma quebra de 1,2% das capturas efectuadas, para um total de 195.065 toneladas. Entre o peixe cujo volume de capturas decresceu está a sardinha, o atum, o carapau, a cavala e o polvo.

 Outro dado negativo prende-se com a balança comercial dos produtos de pesca. Apesar de Portugal ser detentor de uma das maiores Zonas Económicas Exclusivas do mundo, o saldo comercial de produtos de pesca registou um défice de cerca de 641 milhões de euros o que, ainda assim, representa uma melhoria de 21 milhões de euros face ao défice verificado em 2012.

 Entre os vários dados que podem contribuir para a explicação da prestação do sector estará o facto de em 2013 a frota de pesca nacional, com um total de 4.527 embarcações licenciadas, ter caído para o nível mais baixo dos últimos oito anos. 

 Metade do pescado importado vem de Espanha

 A maior parcela das importações de peixe portuguesas vem de Espanha. O peixe importado de Espanha cresceu no último ano, tendo aumentado dos 43,3% em 2012 para 44,8% em 2013.

 Depois do país vizinho surge, como principal fornecedor de pescado, a Holanda com 16,7%.

 O grupo das “preparações e conversas de peixe” é o único cujo saldo externo não é deficitário, tendo no ano passado registado um saldo positivo de 62,8 milhões de euros.

Fonte. Jornal de Negócios. 

Espinho aposta no surf para cativar turismo

Imagem

O objectivo principal é fazer da cidade de Espinho um local de referência a nível mundial. O projecto ‘Espinho Surf Destination’ não só pretende trazer os amantes da modalidade à região como também proporcionar novas hipóteses de negócio e cativar mais turistas

Espinho quer surfar contra a crise e decidiu apostar na modalidade para atrair novos turistas à cidade. O ‘Espinho Surf Destination’, destina-se não só a fazer da cidade um ponto de referência para a modalidade mas também a tornar Espinho num local de interesse turístico e económico.

“Temos oito quilómetros de praias fantásticas e das melhores direitas [ondas com ondulação da direita] de Portugal”, destacou à publicação Gonçalo Pina, um dos organizadores do projecto.

Colocar a cidade no mapa dos principais eventos de surf é uma das apostas desta iniciativa que vê o evento a atrair ainda mais turistas à região.

O evento, que foi submetido a uma candidatura a fundos comunitários, tem data marcada para este mês e estarão presentes 

Fonte: Noticias ao Minuto