Transinsular comemora o seu 30.º aniversário

 
 


A Transinsular está de parabéns pelo seu 30.º aniversário. A ocasião será celebrada a preceito no próximo dia 30 de janeiro, numa cerimónia na Gare Marítima de Alcântara (em Lisboa), na qual estará presente o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.

A cerimónia de comemoração do aniversário da Transinsular está marcada para as 12h, seguida de um almoço volante.

Fonte: Cargo

Tubarão branco de cinco metros obriga a encerramento de praias

Nadadores salvadores dizem que é o maior tubarão que já viram em Newcastle, na Austrália. Autoridades consideram animal “uma verdadeira ameaça”. Haverá ainda um segundo tubarão na zona.
Um tubarão branco com cerca de cinco metros está a obrigar as autoridades australianas a manter encerradas as praias de Newcastle, a cerca de 160 quilómetros a norte de Sydney, há já cinco dias. Os nadadores salvadores da zona afirmam que nunca viram um tubarão tão grande e todas as medidas de precaução foram activadas para garantir que não há qualquer ataque.
Um surfista encontrou um golfinho morto que aparenta ter sido mordido. “Faltava-lhe parte da sua cauda. As pessoas ouvem sobre o tubarão branco, mas continuam a ir para o mar. Isto demonstra que pode acontecer a qualquer um”, salientou Craig Hollier, citado pelo Herald. Os nadadores salvadores estão a trabalhar até mais tarde para garantir que ninguém entra na água e que todos são informados da situação.
O inspector Scott Hammerton explicou que o animal aproximou-se de uma lancha da polícia e foi depois para a zona onde normalmente estão os surfistas, o que levou a que de imediato fossem proibidas todas as actividades com prancha. Hammerton acrescentou que os vários relatos que têm chegado às autoridades permitem concluir que serão dois os tubarões a nadar perto da costa. As praias só serão reabertas quando não houver qualquer avistamento durante 24 horas.
A estimativa aponta para que um dos tubarões tenha cerca de cinco metros de comprimento e pesará 1700 quilos (um tubarão adulto poderá ultrapassar os seis metros). O animal está a ser encarado como “uma verdadeira ameaça”.
Scott Hammerton referiu ainda que até sábado, altura em que o tubarão foi visto pela primeira vez, as praias de Newcastle estavam a receber o maior número de turistas dos últimos 15 anos.
Os ataques de tubarões, alguns fatais, têm aumentado na Austrália. Só em Dezembro, dois jovens foram mortos. No ano passado chegou mesmo a ser autorizada uma “caça ao tubarão”, medida que era vista como forma de diminuir os ataques. Ambientalistas contestaram este plano, questionando se realmente seria a solução. A medida consistia em matar todos os tubarões brancos, tigres e touros (considerados os mais perigosos) com mais de três metros de comprimento. Entre Janeiro e Abril de 2014 foram apanhados 172 tubarões, 68 dos quais foram mortos. O Governo do estado da Austrália Ocidental pretendia prolongar a medida por mais três anos, mas uma recomendação negativa da agência de protecção ambiental, que o governo optou por não contestar, levou ao fim do plano. No entanto, há uma excepção: caso se verifique perigo iminente para as pessoas, um tubarão poderá ser morto.



Fonte: DN

Sobrevivente de naufrágio em Sintra garante que "não volta ao Mar"

“Nunca vi uma pessoa tremer tanto na minha vida”, diz o guarda-nocturno que ajudou o pescador, que apesar da hipotermia conseguiu nadar até terra e escapar ao naufrágio. Cinco outros tripulantes continuam desaparecidos.


O sobrevivente do naufrágio de uma embarcação de pesca ao largo da praia das Maçãs, no litoral de Sintra, que fez desaparecer outro cinco tripulantes, foi encaminhado para a capitania do porto de Cascais, para ser ouvido, informou fonte da autoridade marítima. “O homem já teve alta e vai ser ouvido pela Polícia Marítima no âmbito do processo de inquérito”, revela o comandante da capitania do porto de Cascais, Mário Domingues.


As autoridades foram alertadas, cerca das 3h10 de hoje, para o naufrágio da embarcação ‘Santa Maria dos Anjos’, com cerca de 11 metros, registada em Olhão mas de um armador do norte do país, ao largo da praia das Maçãs, com seis pescadores a bordo. Um pescador, luso-francês de 26 anos, conseguiu nadar para terra agarrado a uma boia e subiu a arriba na zona do Mindelo, perto da praia das Maçãs, batendo à porta de habitações a pedir socorro, até ser encontrado pelo guarda-noturno, alertado por uma moradora.

“Nunca vi uma pessoa tremer tanto na minha vida”, comenta Eduardo Gil, guarda-noturno, que conta que o pescador lhe disse que “a embarcação tinha virado” e que “outros dois companheiros vinham para terra atrás dele, mas que os deixou de ver”.

“Ele só falava que nunca mais queria [andar no] mar, que ia para trolha, mas que nunca mais voltava para a pesca”, acrescenta o vigilante, que ainda procurou vestígios de mais sobreviventes, sem sucesso.

O homem foi transportado para o Hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra), onde foi assistido e saiu pelos seus próprios meios após ter alta, mas voltou posteriormente à unidade de saúde onde esperou pelas autoridades, adiantou à Lusa fonte dos bombeiros.

Os destroços começaram a dar à praia das Maçãs durante o início da manhã, tendo sido recolhida uma balsa e outros objetos, com as buscas a mobilizarem meios terrestres, marítimos e aéreos numa área entre a praia Grande e a praia do Magoito, para encontrar os cinco pescadores desaparecidos, explica o comandante dos Bombeiros Voluntários de Colares, Luís Recto.

Um bocado da estrutura do barco de pesca, “que se presume ser da parte de cima da cabine”, foi detetada pela lancha da estação salva-vidas e recolhida para a corveta ‘Batista de Andrade’, que apoiou nas buscas, informa Mário Domingues. Durante a manhã foram dando à costa destroços e materiais relacionados com a embarcação e “foi detetada uma mancha de gasóleo no mar, a cerca de uma milha, perto das Azenhas do Mar”, adiantou o comandante do porto de Cascais.

A embarcação tinha saído de Peniche cerca das 21h de terça-feira e “estava a navegar para uma zona de pesca ao linguado”, ao largo de Cascais, com seis ocupantes com idades entre os 27 e os 51 anos, segundo José Festas, presidente da associação Pró-Maior Segurança dos Homens do Mar.

Os pescadores eram oriundos dos concelhos de Vila do Conde e Póvoa de Varzim e um será de origem ucraniana, acrescenta o representante dos pescadores, assegurando que “o mestre era experiente e tinha cerca de 25 anos de mar”.

“Ele não ter morrido de frio pelo caminho foi uma sorte”, desabafa um pescador desportivo, morador na Azóia, de 51 anos, que também fez vida na pesca profissional e apanhou “uns valentes sustos na apanha de percebes”, no litoral de Sintra.

O presidente da Câmara de Sintra já se deslocou ao local. Basílio Horta assegura que a autarquia “está a dar todo o apoio nas buscas por terra”, através de 33 bombeiros das corporações de Colares e de Almoçageme e elementos do Serviço Municipal de Proteção Civil. Para além da corveta ‘Batista de Andrade’, da Marinha, e de duas embarcações das estações salva-vidas de Cascais e Ericeira, participam nas buscas um helicóptero EH-101 da Força Aérea Portuguesa.

Fonte: Expresso

Porto de Aveiro sobe cargas em 9% em 2014 e bate recorde.

O porto de Aveiro registou um crescimento de 34% nas cargas movimentadas nos últimos dois anos. As exportações e a ligação ferroviária impulsionaram a subida.
O porto de Aveiro bateu no ano passado o recorde absoluto de movimentação de mercadorias ao atingir um total de 6,6 milhões de toneladas, consolidando com o porto da Figueira da Foz, o que representou um crescimento de cerca de 9,2% face aos cerca de seis milhões de toneladas movimentadas em 2013 pelos dois portos.

De acordo com as informações prestadas ao Diário Económico por José Luís Cacho, presidente da APA – Administração dos portos de Aveiro e da Figueira da Foz, o crescimento foi mais acentuado no porto de Aveiro propriamente dito: 14% em 2014, a que se juntam 19% no ano anterior, um total de 34% de crescimento nos últimos dois anos.

“Foram as exportações que impulsionaram estes crescimentos. E a ligação em ferrovia da plataforma logística de Cacia ao porto [de Aveiro] também teve um papel importante. O modo ferroviário representa hoje já mais de 20% das cargas movimentadas”, revela José Luís Cacho. Esta ligação ferroviária ficou concluída em 2009 e vai ser alvo de novos investimentos, tal como no resto do porto.

Ontem, numa cerimónia que teve lugar no porto de Aveiro, António Ramalho, recentemente designado presidente em simultâneo da Refer e da EP – Estradas de Portugal (empresas que se encontram em processo de fusão), visitou as obras de electrificação do ramal entre Cacia e o porto. A empreitada foi consignada à Opway por 1,7 milhões de euros, para um troço de cerca de 8,8 quilómetros, e deverá estar concluída no fim de Julho.

“Esta electrificação vai melhorar a nossa operação ferroviária porque passará a ser integralmente feita por máquinas electrificadas enquanto agora têm de se substituir as máquinas eléctricas por máquinas a ‘diesel’. Isto vai trazer redução de custos, melhoria de eficiência, redução de impactos ambientais e aumento da possibilidade de captação de cargas”, defende o presidente da APA.

José Luís Cacho destaca ainda que em 2014 a APA, em conjunto com a Comunidade Portuária de Aveiro, colocou em marcha um novo modelo de operação portuária para ter mais concorrência. E os resultados estão à vista: “Já conseguimos em 2014 um novo operador portuário, espanhol, que vai trazer novas cargas e novos segmentos de mercadorias, e está previsto em 2015 arrancar um novo operador, que se encontra agora em fase de licenciamento”. Ao contrário da maioria dos portos nacionais, o de Aveiro não funciona com concessões, mas sim entregando a operação dos terminais a privados através do regime de licenciamento.
Fonte: DE

Partidos defendem “estratégia definitiva” para dragagens nos portos de pesca

O PSD defendeu que o governo “reforce o investimento em obras de dragagem nos portos nacional, nomeadamente no da Póvoa de Varzim”
Todos os partidos com representação da Assembleia da República defenderam hoje a necessidade de intervenções nos portos de pesca nacionais e na orla costeira.
No debate no parlamento esteve, concretamente, o porto de pesca da Póvoa de Varzim, que há vários meses apresenta níveis de assoreamento graves, que impedem a navegação das embarcações com segurança.
PSD, CDS, PS, PCP e BE, que apresentaram projectos de resolução sobre o tema, foram unânimes em admitir a necessidade de definir uma estratégia definitiva para as dragagens nos portos do país, com vista a maior segurança dos pescadores e o desenvolvimento da economia no sector.
O PSD defendeu que o Governo “reforce o investimento em obras de dragagem nos portos nacional, nomeadamente no da Póvoa de Varzim”.
“A segurança dos portos é crucial para um país que se pode posicionar como país de referência no sector das pescas. É necessário garantir a segurança na entrada dos portos para acabar com os fechos das barras que impedem a saída dos barcos”, disse Afonso Oliveira, deputado social-democrata.
Já o PCP, pela voz do deputado Jorge Machado, entende que “o caso do porto de pesca da Póvoa de Varzim é um escândalo nacional”, lembrando que ” surgiu uma praia devido à acumulação de areia na entrada da barra”.
Os comunistas exigiram o “total desassoreamento em 2015 e um estudo técnico para resolver este problema na Póvoa de Varzim”.
No Projecto de Resolução do CDS, é sugerida a criação de um plano de prioridades de obras nos portos de pesca do país”.
Michael Seufert, deputado centrista, entende que o Governo não “tem descartado este assunto”, reforçando: “as melhorias à navegação e dragagens não são abrangidas por fundos comunitários”.
Pedro Filipe Soares, deputado do Bloco de Esquerda, defendeu a criação de um Plano Nacional de Dragagens, para “perceber como estão os portos e compreender se a actividade económica que fica condicionada com este problema”.
O parlamentar do BE defende, ainda, que as areias sejam colocadas na costa para evitar o avanço do mar.
Pelo PS, Jorge Fão explicou que o Projecto de Resolução deste partido recomenda o “planeamento estratégico das intervenções dos portos, se agilizem as dragagens e que haja mais investimento nesta matéria”.
“Deve existir um serviço de monitorização sobre o assoreamento dos portos para termos uma resposta mais rápida”, completou Jorge Fão.
Os Projectos de Resolução serão votados esta sexta-feira na Assembleia da República.

Fonte: Lusa/Ionline
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APSS lança concurso para expansão de terminal

A APSS – Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, acaba de lançar um concurso público para a execução do “Projecto de Expansão do Terminal Roll-on Roll-off para Jusante”. A decorrer até final de Janeiro, este concurso representa um investimento de 3,5 milhões de euros, montante incluído na lista dos projetos prioritários no PETI 3+, apresentado pelo Governo, em 2014.

A administração portuária explica que “o objectivo é criar, no porto de Setúbal, um hub ro-ro de crosstrade intercontinental na ligação entre as rotas do Atlântico, África, Ásia e as linhas do Mediterrâneo e, de igual modo, potenciar a distribuição de automóveis para Portugal e Espanha, até Madrid com áreas de actividades logísticas especializadas no interior do porto”.

Com um acrescento de 5,8 hectares a obra permitirá “melhorar o serviço de importação e exportação de automóveis e permitir oferecer serviços de valor acrescentado na importação e exportação de veículos, serviços actualmente executados em parque de segunda linha”, frisa a APSS.

Fonte: T e N / Miguel Ribeiro Pedras

Porto de Sines bate novo recorde nos contentores com subida de 32%


A movimentação de contentores no porto de Sines atingiu um total de 1.227.694 TEUS (medida-padrão equivalente a contentores com 20 pés de comprimento), o que representou uma subida de 31,86% face a 2013, apurou o Diário Económico junto de fonte oficial da APS – Administração dos Portos de Sines e do Algarve.
Desta forma, o porto alentejano cimentou a sua liderança na movimentação de contentores no sector portuário nacional. O segundo maior porto nesta matéria foi o de Leixões, que também registou em 2014 um novo máximo, de 667 mil TEU, o que corresponde a um crescimento de 6,5% face ao ano anterior. 

O porto de Leixões obteve ainda um aumento de 5,3% nas mercadorias movimentadas, encerrando o ano passado com um novo máximo histórico de 18,1 milhões de toneladas. 

A APDL – Administração dos Portos do Douro e de Leixões destaca, num comunicado, que em 2014 todos os segmentos de carga cresceram, sublinhando os aumentos na carga geral fraccionada (+14%), nos granéis sólidos (+10,9%) e na carga ‘ro-ro’ (embarque e desembarque de automóveis), que viu o seu volume aumentar para mais do quíntuplo do ano anterior. 

A APDL sublinha ainda que as exportações cresceram 6,7% face ao ano anterior, alcançando 5,8 milhões de toneladas, assumindo-se como principais destinos das exportações Angola, Reino Unido, Argélia, Marrocos e EUA, de um conjunto de 181 países-destino para onde são exportadas mercadorias a partir de Leixões. 
Os principais produtos exportados pelo porto de Leixões no ano passado foram produtos refinados e aromáticos, ferro/aço, papel e cartão, paralelepípedos, bebidas, azulejos e mosaicos e máquinas.
Outro porto que divulgou hoje os seus dados de movimentação de mercadorias relativamente ao ano passado foi o de Setúbal, que exportou 5,2 milhões de toneladas de mercadorias em 2014, correspondendo a 67% do total movimentado relativamente à carga internacional, que atingiu 7,7 milhões de toneladas, depois de excluído o movimento de e para os portos nacionais.
A APSS – Administração dos portos de Setúbal e de Sesimbra, destaca a diversificação dos destinos das mercadorias, com 1,3 milhões de toneladas exportadas para a União Europeia, um crescimento superior a 25% face a 2013; e com 3,9 milhões de toneladas exportadas para países terceiros, um crescimento de 19,5% em relação ao mesmo período.
A APSS entende que para este facto contribuiu o aumento generalizado, em 2014, do movimento de quase todos os modos de acondicionamento, face a 2013: granéis sólidos, com 2,8 milhões de toneladas, mais 14%; carga geral, com 3,7 milhões de toneladas, mais 20%; ‘ro-on ro-off, com 149 mil unidades, mais 19,5%; e contentores, com 103,5 mil TEU, mais 46,8%.
Nas mercadorias exportadas pelo porto de Setúbal, liderou o cimento, com 1,9 milhões de toneladas; seguido dos produtos metalúrgicos, com 1,3 milhões de toneladas; do clínquer, com 1,1 milhões de toneladas; dos adubos, com 504 mil toneladas; dos minérios, com 443 mil toneladas; da madeira, com 400 mil toneladas; e do papel, com 308 mil toneladas. 

O Económico apurou ainda que o porto de Aveiro (que inclui o da Figueira da Foz) também fechou o ano passado com recordes históricos. Já no porto de Lisboa, poderá ter havido uma quebra, em grande parte originada pela retracção ocorrida na movimentação de contentores.
Fonte: Diário Económico 

Ílhavo quer consolidar a designação de «Capital Portuguesa do Bacalhau»

Mesmo com a chamada crise, o executivo de Ílhavo deve ser dos municípios que mais obras tem no terreno, juntamente com entidades parceiras, garante ter mais de 20 milhões de euros de Projectos em curso. Entre eles, o presidente da Câmara Municipal, Fernando Caçoilo destaca a remodelação do Museu da Vista Alegre, a aposta em zonas industriais e no Parque de Ciência e Inovação (PCI) — um projecto desenvolvido em parceria com várias entidades, entre as quais a Universidade de Aveiro — e o reforço da marca e identidade deste território como a “Capital Portuguesa do Bacalhau”, através do Museu Marítimo, do Aquário dos Bacalhaus e do Festival dó Bacalhau.
De acordo com o autarca, a remodelação do Museu da Vista Alegre ascende a três milhões de euros à qual está também associada a requalificação do Teatro da Vista Alegre, evidenciando aqui uma clara aposta na componente cultural. Neste Município, a tradição e a inovação encontram-se em perfeita simbiose evidenciada pelo projecto “âncora” que é o Parque de Ciência e Inovação, “em que somos parte activa, trata-se de um projecto de 35 milhões de euros para o qual, neste momento, a autarquia está a construir a via de acesso ao parque que será o grande apoio de inovação, das novas tecnologias, capaz de contribuir para que a região dê um salto qualitativo não só pela fixação de empresas de base tecnológica mas também pela captação e formação de quadros altamente qualificados”.
 
Fonte: PDP

Identificado réptil gigante do tempo dos dinossauros na Escócia

Um réptil gigante marinho, da ordem dos ictiossauros, e que evoluiu há 170 milhões de anos nas águas da actual Escócia, foi identificado, anunciou ontem a Universidade de Edimburgo.
A criatura, contemporânea dos dinossauros, foi identificada graças a um fóssil encontrado na ilha escocesa de Skye, a maior do arquipélago das Hébridas interiores.
A nova espécie assemelha-se a um golfinho, podendo medir mais de quatro metros de comprimento. Vivia no período do Jurássico, em águas pouco profundas, na região onde se situa actualmente a Escócia.
O réptil recebeu o nome de “Dearcmhara shawcrossi”, com a primeira palavra, em gaélico escocês, a significar lagarto marinho e a segunda a basear-se no nome Brian Shawcross, um curioso que descobriu o fóssil em 1959.
“No tempo dos dinossauros, as águas escocesas eram povoadas por grandes répteis do tamanho de barcos a motor. Os fósseis são muito raros e, pela primeira vez, encontrámos uma nova espécie, unicamente escocesa”, afirmou Steve Brusatte, professor na Universidade de Edimburgo, realçando “a generosidade do coleccionador que doou os ossos [do réptil] a um museu” e, sem a qual, os cientistas não teriam sabido da existência “deste extraordinário animal”.
O réptil mais conhecido da Escócia é o monstro de Loch Ness, o legendário animal aquático que leva anualmente milhares de turistas às margens do lago, situado nas Highlands (Terras Altas).
Fonte: DNoticias

Fragata “Corte-Real” parada em 2015 e 2016 para reparação de 12 milhões de euros



A fragata “Corte-Real”, da Marinha Portuguesa, vai parar este ano e no próximo para fazer a sua revisão intermédia no Arsenal do Alfeite, uma acção de reparação e manutenção que deverá custar cerca de 12 milhões de euros.
Segundo um despacho publicado em Diário da República, assinado pelo ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, o navio da Marinha Portuguesa “necessita de efectuar uma acção de manutenção que inclui a realização de uma docagem e uma revisão intermédia para manter a sua actividade operacional e as valências inerentes às suas capacidades”.
Este processo de reparação da “Corte-Real”, que está ao serviço da Armada desde 1991, deverá decorrer em 2015 e 2016, “pelo preço máximo de 12 milhões de euros”.
Neste sentido, a Marinha e a Arsenal do Alfeite S.A. deverão celebrar um acordo de prestação de serviços de reparação e manutenção naval, que terá ainda de passar pelo crivo do Tribunal de Contas.
O porta-voz da Marinha, comandante Paulo Rodrigues Vicente, adiantou à agência Lusa que neste momento o ramo “aguarda uma resposta sobre orçamentos e disponibilidade” da Arsenal do Alfeite, empresa que vai assegurar “a totalidade da reparação”.
Entre as principais missões já efectuadas pela “Corte-Real”, um dos maiores navios da Marinha, estão as operações de evacuação na Guiné-Bissau, em 1998, ou as operações da NATO de combate ao terrorismo após o 11 de Setembro de 2001 ou contra a pirataria no Oceano Índico, em 2009 e 2012.



Fonte: Jornal da Madeira.