MSC prolonga Australia Express até Sines

Anunciado no final de Fevereiro passado, o Australia Express da MSC deveria ter em Valência a sua escala mais a Ocidente. Mas afinal será em Sines que se completará a rotação. A primeira escala está agora prevista para o próximo domingo, dia 12.

Sines assume, assim, o lugar do porto espanhol. A rotação completa do Australia Express será doravante a seguinte: Sines – Fos-Sur-Mer – La Spezia – Gioia Tauro – Suez – Port Louis – Pointe Des Galets – Sidney – Merbourne – Adelaide – Fremantle – Singapura – Chennai – Colombo – King Abdullah Port – Suez – Piraeus – Valencia e regresso a Sines.
Com uma frequência semanal, o serviço será assegurado por 12 navios, com capacidades entre os 4 000 e os 6 000 TEU.
A primeira escala no Terminal XXI será realizado pelo Kalliopi, com chegada prevista a Sines para o próximo domingo, dia 12.
Com este novo serviço o porto português passa a estar ligado aos cinco continentes. E no caso concreto, o Terminal XXI poderá, uma vez mais, servir de plataforma de transhipment para cargas com origem/destino nas costas do Atlântico Norte e Sul.
Fonte: T e N


Usar os mares frios para produzir calor nos edifícios

Os países que mais energia consomem com aquecimento precisam de fontes de energias alternativas e sustentáveis para não terem de as importar. Aproveitar o calor dos mares e rios pode ser uma solução.

Normalmente imaginamos que a água do mar ou do rio possam ser usadas para arrefecer as condutas de um processo industrial. Agora imagine-se que estas correntes de água podiam ser usadas para produzir calor para aquecer os edifícios. O Reino Unido está a estudar a hipótese de usar os mares gelados ao largo da Escócia, o rio Tamisa que passa em Londres ou outras linhas de água do país com este objetivo, conformenoticiou a Quartz.
Encontrar uma fonte de energia sustentável para a produção de calor é um desafio para os países com os invernos mais rigorosos. O ideal é recorrer a fontes de energia próprias sem ter de importar energia. Por isso as bombas de calor, que funcionam como um frigorífico ao contrário parecem ser uma solução possível. Enquanto os frigoríficos tiram o calor de dentro e o libertam para o exterior, estas bombas vão aproveitar o calor do ar e da água e “concentrá-lo” para o aquecimento de um edifício por meio de processos químicos.
Na Noruega, por exemplo, usam um fiorde que parece congelado, mas que está de facto a oito graus Celsius. Com uma bomba de calor aproveitando a temperatura do fiorde aquecesse a amónia líquida para que passe ao estado gasoso. Depois, quando o gás é sujeito a pressão liberta calor e aquece a água. O gás pode ser despressurizado, devolvido ao estado líquido e nessa altura o processo reiniciado.
Embora a utilização de bombas de calor seja ainda incipiente no Reino Unido, há já quem queira dar o exemplo. Uma antiga central de carvão em Battersea, nas margens do rio Tamisa, que vai ser convertida em apartamentos, escritórios e lojas, poderá vir a ter uma destas bombas de calor usando a água do próprio Tamisa.
Fonte: Observador


Norte-americano resgatado após dois meses à deriva no mar


Louis Jordan, de 37 anos, sobreviveu comendo o peixe que apanhava e bebendo água da chuva.
Um homem norte-americano que passou 66 dias à deriva no mar foi resgatado por um cargueiro alemão a 320 km da costa da Carolina do Norte. Louis Jordan, de 37 anos, disse à Guarda Costeira norte-americana que sobreviveu comendo o peixe que apanhava e bebendo água da chuva.
Jordan tinha sido visto pela última vez a 23 de Janeiro, quando saiu no seu veleiro para pescar. Foi dado como desaparecido no final de Janeiro, depois de ter deixado de comunicar com a família. O seu veleiro virou-se e Jordan sobreviveu durante 66 dias à deriva, sentado no casco da embarcação, até ser encontrado. Jordan foi transportado de helicóptero do navio alemão para um hospital em Norfolk, no Estado da Virgínia.
Fonte: DN

Remover petróleo derramado no mar vai ser mais fácil

Derrames de petróleo no mar ocorrem em todo o mundo. São extremamente difíceis de remover da superfície da água e exigem dos especialistas muito esforço e um grande dispêndio de tempo.
Será que esta tarefa pode ser simplificada?
Um grupo de engenheiros desenvolveu em Cardiff um sistema inovador que promete resultados muito interessantes neste campo. Trata-se de “FORCE 7“http://www.force7.eu/ um projecto europeu de investigação que tem sido testado com sucesso.
Este sistema limpa derrames de petróleo de forma rápida e eficiente e com um custo menor, pois os métodos actualmente aplicados exigem várias embarcações e medidas complexas de contenção do petróleo.
James Ilsley, representante da empresa britânica Oil Pollution Environmental Control ltd, que é um dos parceiros deste projecto, explicou à euronews em que consiste o elemento inovador neste protótipo.
Segundo este engenheiro do ambiente, foi desenvolvida “uma rede que pode flutuar na superfície da água sem o uso de barreiras de contenção”.
Federico Meneghello, responsável de D’APPOLONIA, que assume a coordenação técnica do projecto Force7, frisou que “a grande vantagem deste sistema é que pode funcionar com um único barco e mesmo quando o mar está agitado, pois não precisa de se coordenar com outros navios.”
Um sistema que “permite trabalhar em mares muito agitados, mesmo quando as vagas são muito altas, pois a rede de polipropileno consegue seguir os contornos das ondas, e recolher o petróleo das manchas que flutuam”, acrescentou James Ilsley.
Uma esfregona que só bebe petróleo
As experiências realizadas no tanque de testes em Cardiff mostram como as faixas desta esfregona recolhem o petróleo da superfície sem absorver muita água. Isto, porque se trata de um tecido sintético que é composto de fibras hidrofóbicas e tem uma estrutura de várias camadas, podendo adaptar-se a diferentes tipos de petróleo.
Monika Rymarczyk, investigadora do CENTEXBEL, centro técnico-científico de apoio à indústria textil belga, explicou também que este sistema permite dar resposta a desafios que até hoje não tinham encontrado solução.
De acordo com Rymarczyk, “acontecem vários tipos de derrames de petróleo, pode tratar-se de petróleo pesado ou petróleo leve. Este material, permite adaptações, podemos com ele recolher tanto petróleo pesado como petróleo leve. Tem uma estrutura muito forte”.
Federico Meneghello assinalou que existem sistemas mais simples, mas menos práticos – não são tão eficientes na absorção do petróleo e tendem a afundar na água.
“Este é um material muito usado hoje em dia – quando está submerso, fica encharcado de água e afunda com o peso. O material desenvolvido no âmbito deste projecto repele a água enquanto absorve o petróleo, o que lhe permite continuar a flutuar”, explicou o coordenador do projecto.
Depois do ensaio, a comercialização
O próximo passo para os engenheiros é transformar o protótipo de pesquisa num produto comercial que terá uma superfície muito maior.
As esfregonas são capazes de absorver até 50 vezes o seu peso em petróleo, que pode ser removido a bordo do navio com uma máquina especial, permitindo que as faixas possam ser imediatamente reutilizadas.
“As esfregonas carregadas de petróleo são recuperadas a bordo, este é espremido por rolos e é então bombeado para dentro de tanques de armazenamento. A água pode ser separada e bombeada para o mar se está suficientemente limpa, ou retirada para ser posteriormente processada”, lembrou James Ilsley.
Agora que os testes e o ensaio geral provaram as capacidades deste protótipo, os responsáveis pelo projecto contam que este esteja finalizado nos próximos meses e que o novo produto chegue ao mercado em menos de um ano.
Fonte: Euronews/European Comission

MSC Oliver (19.221 TEU) também já está em operação

O mega navio “MSC OLIVER” junta-se ao seu irmão gémeo MSC OSCAR nas operações da MSC, ambos com 19.224 TEUs. O novo navio foi apresentado esta semana no estaleiro DSME, em Busan, Coreia do Sul.

O navio “MSC OLIVER” é o segundo de um conjunto de 20 mega porta-contentores que estão planeados para serem entregues até ao final deste ano.

Habitualmente, os navios porta-contentores da MSC são baptizados com nomes femininos de familiares dos colaboradores da MSC, sendo que até à data houve apenas cinco excepções: MSC Aniello, MSC Don Giovanni, MSC Diego, MSC Oscar e agora, o MSC Oliver.

“Uma vez que esta é a nova geração de navio porta-contentores da MSC, achámos adequado que estes fossem baptizados com os nomes dos netos do nosso fundador, Gianluigi Aponte”, explicou Pierfranco Vago durante a cerimónia. Ainda segundo o Presidente Executivo da MSC Cruzeiros, “as nossas crianças são o futuro da nossa família, e estes navios representam o futuro do Grupo MSC”.

“MSC OSCAR” e “MSC OLIVER” são navios da mesma classe, não só transportam mais contentores que qualquer outro navio, como são mais amigos do ambiente e têm uma maior eficiência de combustível.

No final desta semana, o “MSC OLIVER” será integrado no Serviço ALBATROZ que opera entre a Ásia e a Europa.

Fonte: Cargo

No rastro do lixo marinho

Modelo matemático reconstrói provável caminho percorrido por detritos jogados nos oceanos, mostra como se formam as famosas grandes manchas de lixo em nossos mares e pode ajudar a mapear a origem e a identificar os responsáveis pela poluição.


A famosa grande mancha de lixo do Pacífico foi descrita pelo oceanógrafo Charles Moore como uma verdadeira lixeira em mar aberto, duas vezes maior do que o estado norte-americano do Texas. No entanto, mais do que uma ilha flutuante de detritos, sua parte principal e mais perigosa é composta, na verdade, por milimétricas partículas de plástico que formam uma espécie de sopa tóxica quase invisível a olho nu, mas muito prejudicial à vida marinha. Agora cientistas australianos desenvolveram um método matemático que rastreou em detalhes como se formam essa e outras quatro ‘manchas’ similares e que pode ser capaz de apontar ‘culpados’ pelo acumulado de lixo no mar.

A existência de grandes manchas oceânicas de lixo é hoje fonte de preocupação de muitos ambientalistas e oceanógrafos. O modelo matemático recém-desenvolvido confirmou a  sua localização e associou sua formação aos chamados giros oceânicos, correntes marinhas rotativas, como redemoinhos, criadas a partir do movimento de rotação da Terra e do fluxo global de ventos e que acabam acumulando no seu centro as pequenas partículas de plástico, formando, com o passar do tempo, grandes aglomerados. Além do Pacífico Norte, as manchas estão localizadas a leste das Bahamas, leste do Rio de Janeiro (Brasil), leste de Madagascar e no Pacífico Sul, na altura do Chile.
“As correntes marinhas carregam o plástico, que pode demorar até 10 anos para chegar a um desses locais de concentração, e nesse meio tempo o sol e as ondas quebram o lixo macroscópico até reduzi-lo a pequenas partículas”, explica o biólogo Erik Van Sebille, um dos participantes do estudo na Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália. “Essas partículas de plástico acabam sendo ingeridas por peixes e aves e podem ser tóxicas, levando-os à morte; por isso, é essencial que não pioremos o problema.”


O estudo australiano partiu de outros modelos matemáticos complexos que estudam e simulam a dinâmica das correntes marítimas. “Pegamos dados desses modelos e aplicamos nossa matemática probabilística para estudar o processo de acumulação do lixo”, conta o matemático Gary Froyland, investigador da Universidade de Nova Gales do Sul que também participou do estudo.
Esses sistemas acumulam dados sobre a trajectória de objectos largados em áreas costeiras de todo o mundo e levados pelas correntes marítimas a destinos longínquos. Ao longo dos anos, essa análise permite visualizar o funcionamento da corrente e entender a dinâmica dos objectos carregados por elas. Com base nessas informações, os pesquisadores criaram um modelo probabilístico que pudesse prever as chances de um objecto, como uma garrafa, por exemplo, ser levado de uma área X para Y ou de Y para Z.
A partir dos dados brutos, o modelo foi capaz de descrever com sucesso a formação das grandes manchas existentes nos oceanos, o que confirma a sua eficiência. Ele poderá, agora, ser usado para estudar o próprio processo de formação dessas grandes concentrações. Além disso, os investigadores imaginam que o método possa ser usado para outras situações. “Em escalas menores, podemos usá-lo para rastrear vazamentos de óleo ou outros detritos”, ressalta Froyland.

De olho nos poluidores

Para Sebille, localizar as manchas é apenas o primeiro passo. A meta, para ele, é ser capaz de, em cinco a 10 anos, descobrir de onde veio o lixo. “É impossível limparmos o oceano, o lixo que está lá permanecerá lá, então precisamos identificar a origem do lixo para que os responsáveis possam criar estratégias para parar de poluir”, destaca.
Para encontrar a origem do lixo, o modelo matemático australiano precisa ser rodado para trás, como se voltasse no tempo – é o que explica o oceanógrafo brasileiro André Belém, professor da Universidade Federal Fluminense que estuda a circulação dos oceanos. “Eles pegam num dado actual, ou seja, a localização actual do lixo, e calculam as probabilidades das rotas”, salienta. “É praticamente o mesmo método utilizado em casos como aqueles em que se encontram apenas destroços ou um bote salva-vidas após um naufrágio e, a partir daí, se traça uma rota que pode indicar onde o barco provavelmente afundou, diminuindo a área de busca.”
O oceanógrafo Paulo Calil, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, considera o método dos australianos mais eficiente computacionalmente do que os modelos anteriores. No entanto, ele ressalta que a função de achar e punir culpados não é do cientista. “Vários países possuem legislação bastante complexa sobre a poluição de ambientes marinhos”, observa. “A razão pelo não cumprimento das leis existentes vai além da falta de modelos oceânicos adequados.”
Fonte: CienciaHoje


Qual é a diferença entre peixe congelado e em conserva?

Com poucas diferenças latentes, especialista acredita que os congelados são mais seguros e económicos.

De acordo Daniela Castellani, Investigadora da área da Pesca, as diferenças entre peixes frescos e congelados não são muitas. “A vantagem de optarmos pelos congelados está no facto de ser um alimento microbiologicamente mais seguro e um produto mais económico e de fácil aquisição”, afirma. No entanto essa é uma opção que só vale a pena se o produto for preparado em boas condições.
Para Daniela, o consumidor deve estar atento com a embalagem, que deve permanecer “hermeticamente” fechada. Além disso, a temperatura do compartimento onde está fica o peixe deve estar no mínimo a – 18º C e o alimento nunca deve ser congelado mais de uma vez.

No caso dos enlatados, pela grande quantidade de conservantes, a sua “abundante ingestão” pode ser prejudicial à saúde. “Segundo alguns nutricionistas, os alimentos enlatados têm aditivos necessários à conservação em longo prazo e quando usados esporadicamente não causam mal à saúde. A sardinha em lata é uma boa opção para consumo, porque é possível comer a espinha, uma boa fonte de cálcio”, afirma Daniela.

Fonte: Globo

Lufinha Vai Fazer Ligação de Lisboa à Madeira de kitesurf


MINI Kitesurf Odyssey  é o nome do desafio que Francisco Lufinha se propõe fazer em junho. São cerca de 1000 Km e entre 36 a 43 horas de viagem, com duas noites em pleno oceano, para completar esta ligação entre Lisboa e a Madeira. Francisco Lufinha, propõe-se atingir um novo recorde mundial para a maior viagem em kitesurf sem paragens.
Depois de em 2013 ter fixado o actual recorde, completando com sucesso o percurso de 564 Km entre Porto a Lagos, o atleta lança-se agora neste desafio. Nesta travessia, conta ter de ultrapassar algumas adversidades, como ventos fortes, grande ondulação ou pouca visibilidade. A primeira data possível é em Junho, estando a partida sujeita às previsões meteorológicas do Instituto Hidrográfico da Marinha.
Para já, Francisco Lufinha encontra-se em preparação física que, para além do treino de 36 horas non-stop em cima de uma prancha na Piscina Oceânica de Oeiras já concretizado com sucesso,  passa ainda por uma descida da costa continental entre Caminha a Vila Real de Santo António em kitesurf sem barco de apoio, mas com paragens, para teste de equipamento no mar.
Esta odisseia conta com o patrocínio da MINI Portugal, Lusitania Seguros, Montepio,  BP Portugal, Oliveira da Serra, Dom Pedro Hotels, entre vários outros parceiros técnicos.

Praias de Tróia entre as melhores da Europa

As praias de Tróia estão entre As 13 melhores praias da Europa, de acordo com o Thrilist, um dos mais prestigiados sites de turismo dos Estados Unidos da América, sendo ainda consideradas umas das melhores de Portugal, pelos leitores do prestigiado jornal britânico The Guardian.
Segundo o Thrilist “as praias de Tróia destacam-se pelas suas longas línguas de areia fina, água azul-turquesa e pela sua paisagem, onde encontramos as Ruínas Romanas de Tróia, o Porto Palafítico da Carrasqueira e é possível observar os roazes do Sado.”
Já os leitores do The Guardian elogiam “os 18km de praias de areia fina, ideais para um piquenique descontraído em família, sem multidões, ou para um passeio de barco durante o qual talvez seja possível ver os golfinhos.”
Para Célia Ferreira, Responsável pela Área de Gestão Ambiental do TROIA RESORT “este é um reconhecimento que nos enche de orgulho e que comprova que Tróia é um destino com cada vez maior projecção internacional”. Acrescenta ainda que “a beleza da sua envolvente natural é, sem dúvida, um elemento que o torna único em Portugal e no Mundo.”
A qualidade das 3 praias concessionadas Tróia-Mar, Tróia-Bico das Lulas e Tróia-Galé é ainda reconhecida pela Quercus, na sua lista “Praias com Qualidade de Ouro” sendo galardoadas, todos os anos, com a Bandeira Azul.
Este é o resultado do trabalho desenvolvido no âmbito do sistema de gestão ambiental que, progressivamente, englobou as actividades de projecto, construção e exploração do TROIA RESORT.
Trata-se de um caso pioneiro em Portugal uma vez que, para além da exploração dos empreendimentos turísticos, este sistema de gestão ambiental abrange a totalidade das operações geridas pela Sonae Turismo no resort, nomeadamente, as unidades hoteleiras Aqualuz Suite Hotel Apartamentos, o TROIA GOLF Championship Course, a TROIA MARINA, as praias, a área florestal e todas as infra-estruturas associadas.
Fonte: Publituris

Elite do windsurf junta nos Açores

A etapa dos Açores do Mundial de Windsurf realiza-se entre 8 e 12 de Abril, pelo segundo ano consecutivo.

A elite do windsurf junta-se numa baía reconhecida pela sua qualidade e preferida pelos praticantes da modalidade.

A prova leva às ilhas 60 atletas de 17 países.

A desistência da Austrália em organizar a sua prova volta a levar o mundial de windsurf nos Açores.

Fonte: RTP