Terminal XXI irá ter capacidade de 2,5 milhões de TEUs no final do ano

Em cerimónia que decorreu no Terminal XXI do porto de Sines, foi lançada nova fase de expansão do terminal por parte da concessionária, a PSA Sines, que deverá decorrer até ao final deste ano e que dotará o terminal de contentores do porto alentejano de uma capacidade de 2,5 milhões de TEU’s (face aos 1,7 milhões actuais).

O lançamento da nova fase de expansão, que acarretará um investimento de 40 milhões de euros, foi presenciado por Pedro Passos Coelho, Primeiro Ministro, que também falou sobre o projecto de expansão do terminal. De resto, com a expansão do terminal prevê-se ainda a criação de 100 novos postos de trabalho num investimento que é, saliente-se, todo ele privado.

Sérgio Monteiro, secretário de Estado dos Transportes e Infraestruturas, fala deste investimento já como parte da “terceira fase de expansão” do Terminal XXI, fase que está a ser negociada há algum tempo entre PSA Sines e o Governo. Porém, este investimento avultado feito por parte da PSA Sines não implica a extensão do período de concessão à PSA (termina em 2029).

“Já estamos na fase três, mesmo chamando-lhe fase 2+”, referiu Sérgio Monteiro, salientando ainda que continuam as negociações com a PSA. 

“Se não tivéssemos hoje este acordo, no final do ano o porto estava esgotado porque espera-se que em 2015 o Porto de Sines movimente cerca de 1,6 milhões de contentores”, referiu ainda Sérgio Monteiro, acrescentando que com a chegada aos 2,5 milhões de TEU’s de capacidade, o terminal está a “projectar os próximos dois ou três anos de capacidade e continuaremos a fazer a negociação de maneira que, à medida que o interesse de clientes do porto cresce, haja resposta por parte do Governo e dos privados sem um euro de dinheiro dos contribuintes”.

Ligação ferroviária à fronteira pronta em 2019


Outra urgência há muito identificada em Sines prende-se com a ligação ferroviária à fronteira, que permita alargar o hinterland do porto de Sines. Sérgio Monteiro antecipou para 2019 essa ligação à fronteira.

“Não fomos capazes de iniciar o trabalho em 2014 porque não havia fundos europeus disponíveis”, referiu Sérgio Monteiro, salientando que ainda este ano terão início as obras: “A candidatura está feita, estamos a contar que seja aprovada por Bruxelas em Julho deste ano e, se assim for, todos os trabalhos preparatórios terão lugar a seguir para que a obra se inicie ainda durante o ano de 2015”.

“Nós até já temos os fundos do Orçamento de Estado, que nos próximos anos vão ser alocados a estes projectos. Temos a planificação técnica e financeira feita”, acrescentou.

Fonte: Cargo

Os "Lavradores do mar" – exposição de fotografia

A loja dos Congelados Moreira das Barrocas, em Aveiro, terá patente uma exposição de fotografia temática sobre Arte Xávega, uma forma de pesca tradicional que abrange também a região de Aveiro.
As fotografias, captadas durante a rodagem do filme homónimo, em Novembro do ano passado, são da autoria de Ivar Corceiro (www.ivarcorceiro.net) e estarão expostas até ao dia 25 de Abril.
É possível acompanhar o trabalho dos pescadores num dia de trabalho, desde que saem cedo para o mar até ao momento em que recolhem o peixe e recuperam as redes. É uma forma de dar ao cliente uma descrição completa de como se apanha o peixe que compra para o seu jantar.´

Fonte: Notícias de Aveiro

Levar ao Mar quem nunca o viu [ Com Vídeo ]

Francisco Lufinha, recordista mundial de Kitesurf, lançou um concurso que pretende levar crianças do interior do país a ver o mar 


O Recordista Mundial de Kitesurf e Embaixador do Mar, Francisco Lufinha, quer levar ao Mar quem Nunca o Viu.

Esta acção tem como objectivo sensibilizar e aproximar as crianças ao Mar e promover um maior conhecimento sobre os oceanos.
O Concurso é destinado às instituições de ensino pré-escolar e básico (1ªCiclo, 2º Ciclo e 3º Ciclo), assim como entidades públicas e privadas, que tenham alunos que nunca tenham visto o Mar.
Fica a saber como podes participar no Concurso 



Fonte: Visão

PSA Sines investe 40 milhões num “segundo cais” no Terminal XXI

Até ao final do ano, o Terminal XXI verá a sua capacidade aumentada em cerca de 500 mil TEU anuais. Enquanto não contrata a desejada expansão, a PSA Sines investe no aproveitamento do “outro lado” do cais do terminal de contentores.

O primeiro ministro estará hoje em Sines para o lançamento da fase 2+ de expansão do terminal de contentores. A designação escolhida deixa perceber que ainda não se trata do anúncio da expansão do Terminal XXI que está em fase final de negociação entre a APS e a PSA Sines, e que terá como contrapartida o prolongamento do prazo da concessão.
Ao que o TRANSPORTES & NEGÓCIOS apurou, esta fase 2+ traduzir-se-á na utilização da face noroeste do actual cais para ali operar navios de menores dimensões (feeders). Uma solução que permite aumentar a capacidade do terminal em cerca de 500 mil TEU/ano e ganhar tempo enquanto não se completar a futura nova fase de expansão.
A iniciativa terá partido da PSA Sines, que de disponibilizou a suportar integralmente, sem contrapartidas, o investimento nas obras físicas e na aquisição dos equipamentos de movimento dos contentores (gruas móveis e pórticos de parque).
Ao todo serão 40 milhões de euros. Os trabalhos deverão ficar concluídos ainda este ano.
A ideia passa por desviar para o lado interior do cais os navios feeder que escalam Sines, de menores dimensões e que realizam menos movimentos em cada escala, libertando a frente de cais de 940 metros para os megacarriers.
A criação de uma nova frente de cais, com os equipamentos a ela associados, implicará também a criação de 150 postos de trabalho.
Este investimento da concessionária do terminal de contentores de Sines não implica contrapartidas públicas. Todavia, a administração portuária prevê investir, também este ano, 12 milhões de euros em dragagens para melhorar a acessibilidade marítima ao terminal.
Na semana passada, o presidente da APS, João Franco, anunciou o acordo com a PSA Sines sobre a renegociação da concessão, que será prolongada por 12 anos contra um investimento privado de 200 milhões de euros. Faltava, disse, o ok das Finanças. Talvez que hoje Passos Coelho anuncie o “sim” definitivo ao investimento.
Fonte: T e N


Fundador da Microsoft diz ter achado um dos maiores navios da II Guerra Mundial

O bilionário e co-fundador da Microsoft, Paul Gardner Allen, garante ter descoberto o paradeiro do navio de guerra japonês Musashi, que foi afundado em 1944. O navio encontra-se a uma profundidade de mil metros, próximo da ilha Leite, no Mar de Sibuyan, nas Filipinas.



A construção do Musashi, que acabaria por se tornar um símbolo do poder da marinha japonesa, foi mantida em segredo e foi projectada com toda a tecnologia da época para jamais afundar. Tinha mais de 270 metros, pesava 73 mil toneladas e estava equipado com um grande arsenal bélico.
No entanto, o navio de guerra acabou por ser afundado pelas tropas norte-americanas em Outubro de 1944, com mais de mil pessoas a bordo, numa das grandes batalhas navais da Guerra do Pacífico.
Mais de sete décadas depois, Paul Allen e a sua equipa, que procuravam o navio há oito anos, anunciaram ter detectado supostos destroços do Musashi com a ajuda de um robot a bordo do Octopus, o iate de Allen destinado à exploração e à pesquisa científica.

No Twitter, o co-fundador da Microsoft partilhou fotografias e escreveu: «O navio de guerra Musashi afundado em 1944 foi encontrado a mil metros de profundidade» e «Descanse em paz a tripulação do Musashi, 1.023 vidas foram perdidas». Numa das fotografias partilhadas por Paul Allen é possível ver o crisântemo do selo imperial japonês.


Paul Allen sempre foi fascinado, desde a juventude, com os acontecimentos históricos da II Guerra Mundial, inspirado pelo pai que foi militar. «O Musashi é uma maravilha da engenharia e, como apaixonado por engenharia, tenho um grande apreço pela tecnologia e esforço que estiveram implicados na sua construção», afirmou.
A descoberta ainda não foi confirmada oficialmente, mas o historiador Manolo Quezon, sub-secretário de comunicações da presidência filipina, declarou hoje à agência France Presse que, se sua autenticidade for confirmada, esta será uma grande descoberta histórica. «Seria como encontrar o Titanic, pelo statusdo barco e por seu interesse», disse.


Para além do Musashi, a marinha japonesa tinha outros dois navios deste porte: o Yamato, que naufragou em 1945, na batalha de Okinawa, e o Shinano, que também foi afundado por um submarino da marinha dos Estados Unidos, a 29 de novembro de 1944.

Veja o Vídeo:



Fonte:TSF/Guardian

Fish Tour: A pesca da sardinha pode ser atracção turística


Um grupo de investigadores da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar de Peniche avançou com um estudo-piloto onde demonstram que a pesca da sardinha pode tornar-se uma rota turística. O projecto Fish Tour quer levar os turistas a verificarem como se faz esta pesca tradicional.

Pode a pesca da sardinha tornar-se uma atracção turística? O grupo de Investigação da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar de Peniche acredita que sim.
João Costa, o coordenador do projecto Fish Tour salienta que o objectivo é aliar a tradição e a cultura de Peniche, muito ligada à pesca do cerco, e torná-la num produto turístico.
A ideia é convencer as empresas que se dedicam aos passeios turísticos de barco no mar de Peniche que transportar turistas para verem “in loco” a pesca da sardinha poderá trazer valor económico.
A experiência já foi realizada com um grupo de turistas maioritariamente estrangeiros e da parte dos pescadores tiveram uma recepção calorosa.
Os turistas, por seu lado, deixaram claro neste estudo que repetiriam a viagem e a recomendariam a amigos e familiares.
A Escola de Peniche concebeu também uma plataforma informática para visualizar este produto e fazer marcações de viagens. Cabe agora às empresas locais terem vontade para avançarem com o projecto.
Os investigadores acreditam que o projecto, se for agarrado, poderá trazer mais-valias para a economia local, criar postos de trabalho, e inclusive dar oportunidades de emprego a pescadores que possam explicar esta arte e falar das suas experiências de vida aos turistas.
Os investigadores gostavam que algumas empresas marítimo-turísticas pudessem avançar com o projecto já este verão.

Fonte: TSF

Organizações de pesca ficam com 97% da quota de pesca da sardinha

Para evitar um novo esgotamento da quota, o Governo vai distribuir 97% das 4 mil toneladas de sardinha a dez organizações de produtores, limitando assim a quantidade de descargas por organização.


O Governo vai distribuir 97% das 4 mil toneladas de sardinha disponíveis entre 1 de março e 31 de maio por dez organizações de produtores, sendo as restantes 120 toneladas repartidas por embarcações independentes, segundo uma portaria publicada segunda-feira.
O limite de descargas por organização de produtores visa melhorar a gestão das capturas e evitar um fecho precoce das pescarias, como aconteceu no ano passado, devido ao esgotamento da quota.
O diploma prevê a possibilidade “de serem efetuados ajustamentos que se mostrem necessários através de transferências entre organizações de produtores”.
As dez organizações de produtores reconhecidas para a pesca da sardinha com arte de cerco são: Apara (Aveiro), Apropesca (Póvoa de Varzim), Artesanalpesca (Sesimbra/Costa da Caparica), Barlapescas (Portimão), Centro Litoral (Figueira da Foz), Olhãopesca (Olhão/Faro), Opcentro (Peniche/Foz do Arelho), Propeixe (Matosinhos/Espinho), Sesibal (Sesimbra/Costa da Caparica/Setúbal/Sines), Vianapesca (Viana do Castelo/Caminha).
A autorização para pesca da sardinha recomeçou na segunda-feira, depois de cinco meses de pausa forçada, devido à proibição de captura por esgotamento da quota, imposta a 20 de setembro de 2014, seguida de um período de defeso biológico.
Fonte: Observador


Ericeira quer mais ouriços-do-mar à mesa dos restaurantes

Festival, em Abril, pretende atrair investimento para aumentar a produção de ouriços. Câmara de Mafra aposta na gastronomia com vários produtos do litoral e interior do concelho.

Fazer renascer o ouriço-do-mar e a raia seca, dinamizar o pão de Mafra, divulgar a carne da Tapada Nacional, apoiar a fava e o morango – a Câmara Municipal de Mafra delineou uma estratégia de promoção e de divulgação turística do concelho que passa em grande parte pelos produtos locais. E a grande novidade é o Festival Internacional do Ouriço, que terá a sua primeira edição no fim-de-semana de 11 e 12 de Abril.

“Identificámos a gastronomia como elemento a potenciar”, afirma a vereadora Célia Fernandes, responsável pelo pelouro do Turismo. “É uma alavanca para a restauração, e permite-nos contar a história da região e dignificar produtos que estão mais esquecidos”.

Foi quando, há pouco mais de um ano, organizou, em torno do ouriço-do-mar, um jantar do Endògenos – projecto de valorização de produtos portugueses que estão esquecidos ou pouco aproveitados – que Nuno Nobre, da consultora Nuno Nobre e Associados, achou que era possível fazer mais por este produto que está na origem do nome Ericeira (Ouriceira) e que neste momento praticamente não se encontra nos restaurantes locais. “Falei com a Câmara, disse que gostava muito de tornar o ouriço cada vez mais um ícone da terra, e apresentei a ideia do festival”.
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O objectivo será mostrar que há muitas maneiras de cozinhar e apresentar o ouriço, e para isso foram convidados para um showcooking no dia 11 à tarde vários chefs, entre os quais António Alexandre, que foi o responsável pelas receitas do jantar Endògenos do ano passado, e Luís Miguel Rodrigues, do restaurante Bastardo, em Lisboa. E, como se pretende que o festival tenha uma dimensão internacional, virá também um chef executivo da escola Le Cordon Bleu de Madrid, e Miguel Prats do restaurante M29 do Hotel Miguel Angel, também na capital espanhola.

Mas Nuno Nobre sublinha outra dimensão desta iniciativa. Provar o ouriço-do-mar e perceber o seu potencial na cozinha será o pretexto ideal para iniciar um debate sobre as hipóteses de investimento em maior escala neste produto. E, para isso, no dia 11 de manhã realizam-se jornadas técnicas nas quais será apresentado pelo biólogo José Lino Costa um estudo sobre “stocks e povoamento do ouriço na Ericeira” elaborado pelo MARE, um projecto da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, para se saber exactamente o que existe nesta costa.

“A nossa ideia é que este estudo sirva de base para dinamizar o investimento”, explica Nuno Nobre. “Até agora existiam vários dados soltos, e aqui pretende-se juntar todo esse conhecimento”. Para isso vai haver vários oradores, sobretudo biólogos que falarão sobre o ouriço a partir de várias perspectivas, nomeadamente a produção em aquacultura, que é uma das vertentes que se pretende vir a desenvolver na Ericeira.

A vereadora Célia Fernandes sublinha também a importância deste trabalho porque, diz, “nos últimos anos não havia tanta ligação ao ouriço, os restaurantes apostaram mais no marisco e a presença do ouriço-do-mar foi diminuindo”. No entanto, “as pessoas lembram-se de no passado o ouriço ser algo que fazia parte do seu quotidiano”.

Os restaurantes locais foram desafiados a apresentar receitas com ouriço (o único que continua a ter um risotto de ouriços é o Restaurante Sul, onde se realizará na noite de dia 10 o jantar de abertura do festival) – e Nuno Nobre quer que esta especialidade chegue até Lisboa, com alguns restaurantes a apresentarem também pratos na semana que antecede o festival.

Raia 
Mas se o ouriço-do-mar é a novidade, há outros produtos que também estão a ser trabalhados nesta parceria entre a Câmara e a Nuno Nobre Associados. A 9 de Maio vai haver um jantar Endògenos com a raia seca, outro produto tradicional que está a cair no esquecimento. “A lota da Ericeira é uma das que recebe mais raia do mar, mas ela acaba por ser escoada para outras lotas a um preço muito baixo”, explica Nuno Nobre. “A Ericeira quer reter mais a raia e valorizá-la”.

Fonte: Público


Conservas e transformação de pescado puxam pela economia do Mar

O peso do mar na economia nacional aumentou de 2,7% para 3% e impulsionou a criação de emprego, sobretudo nas indústrias de conservas e transformação de pescado. Palavra de ministra.

A ministra do Mar, Assunção Cristas, garantiu que o peso do mar na economia nacional aumentou de 2,7% para 3% e impulsionou a criação de emprego, sobretudo nas indústrias de conservas e transformação de pescado.
À saída da reunião da Comissão Interministerial para os Assuntos do Mar (CIAM), a ministra destacou a avaliação “positiva” da Estratégia Nacional do Mar, aprovada em Novembro de 2013, e que tem como principal objectivo duplicar o peso da economia azul no Produto Interno Bruto (PIB) até 2020.
“Nessa altura (2013), o peso estimado no PIB era 2,7%, neste momento, de acordo com a nossa avaliação, já estará nos 3%”, assinalou Assunção Cristas, acrescentando que “o emprego azul passou de 2,3% para 2,8%”.
As áreas dedicadas à transformação de pescado e à indústria conserveira foram “as que cresceram de forma mais expressiva”, mas a ministra realçou que outras áreas relacionadas com os novos usos do mar, nomeadamente biotecnologias, algas e energias renováveis, serão também “áreas de forte expansão”.
Também a aquacultura “tem muitos projectos em marcha e a serem executados”, envolvendo investimentos da ordem dos 40 milhões de euros, nomeadamente em projectos ‘offshore’.
O Governo pretende licenciar novas áreas ‘offshore’ no Algarve para produção 100% biológica de bivalves e pescado, mas Assunção Cristas não se comprometeu com datas porque os projectos estão a ser alvo de “uma cuidada avaliação ambiental prévia”.
Segundo um documento da CIAM, a indústria de transformação deverá somar 220 milhões de euros entre 2011 e 2015, estando ainda a ser concretizados 56 projectos no valor de 73 milhões de euros até ao final do ano.
Na indústria conserveira, o investimento ronda os 65,2 milhões de euros no mesmo período, incluindo 17 fábricas novas e modernizadas até ao final de 2015.
Os portos de pesca deverão contar com um investimento de 28,3 milhões de euros entre 2013 e 2017 (10,3 milhões entre 2014 e 2015 mais 18 milhões entre 2016 e 2017).
Quanto ao PROMAR, o programa de apoios comunitários direccionado para as pescas, cuja execução ronda actualmente os 66%, a ministra acredita que ainda pode ser executado na totalidade até ao final do ano.
“Continuamos com um trabalho diário de limpeza para saber se tudo o que está aprovado vai efectivamente chegar ao fim, de maneira a desbloquear verbas, porque temos interesses de varias áreas em ter mais fundos e queremos garantir uma execução de 100% do PROMAR”, afirmou.
O novo programa (MAR 2020) ainda não está aprovado porque tem “um calendário diferente ao nível europeu”.
Fonte: Observador