MSC Oliver entra em operação e iguala gémeo 'Oscar'

O mega navio “MSC OLIVER” junta-se ao seu irmão gémeo MSC OSCAR nas operações da MSC, ambos com 19.224 TEUs. O novo navio foi apresentado esta semana no estaleiro DSME, em Busan, Coreia do Sul.

O navio “MSC OLIVER” é o segundo de um conjunto de 20 mega porta-contentores que estão planeados para serem entregues até ao final deste ano.

Habitualmente, os navios porta-contentores da MSC são baptizados com nomes femininos de familiares dos colaboradores da MSC, sendo que até à data houve apenas cinco excepções: MSC Aniello, MSC Don Giovanni, MSC Diego, MSC Oscar e agora, o MSC Oliver.

“Uma vez que esta é a nova geração de navio porta-contentores da MSC, achámos adequado que estes fossem baptizados com os nomes dos netos do nosso fundador, Gianluigi Aponte”, explicou Pierfranco Vago durante a cerimónia. Ainda segundo o Presidente Executivo da MSC Cruzeiros, “as nossas crianças são o futuro da nossa família, e estes navios representam o futuro do Grupo MSC”.

“MSC OSCAR” e “MSC OLIVER” são navios da mesma classe, não só transportam mais contentores que qualquer outro navio, como são mais amigos do ambiente e têm uma maior eficiência de combustível.

No final desta semana, o “MSC OLIVER” será integrado no Serviço ALBATROZ que opera entre a Ásia e a Europa.

Fonte: Cargo

MSC Genève estreia alargamento de porta-contentores

Foi construído para transportar 4 800 TEU mas agora pode acomodar 6 300. O MSC Genève é o primeiro navio porta-contentores do mundo a ser alargado.

A ideia da Reederei NSB (armador alemão com uma frota de 65 porta-contentores) remonta a 2013. A primeira operação de alargamento do navio foi agora concretizada, em quatro meses, nos estaleiros chineses da Huaran Dadong.
As próximas transformações deverão demorar menos tempo. À espera estão o Buxhai e o MSC Carouge. Mas os dirigentes do armador germânico sustentam que o mercado potencial é enorme.
O alargamento dos navios, dizem, pode aumentar a sua capacidade de transporte em 20% ao mesmo tempo que mantém os custos operacionais e permite igualar a eficiência energética (medida pelo índice EEDI da IMO) das construções novas.
Serão elegíveis para a operação todos os porta-contentores Panamax posteriores a 2005. Dependendo do navio, o alargamento permitirá acrescentar duas ou quatro filas de contentores a bordo. Ainda com ganhos de estabilidade.
Em favor desta opção, a Reederei NSB sustenta que alargar os navios da frota, ou mesmo comprar navios usados e alarga-los é mais barato que encomendar novos.
Fonte: T e N


Cristas diz que actividades económicas do Mar ultrapassam 3% do PIB

A ministra da Agricultura e do Mar, Assunção Cristas, afirmou no Funchal, que o país dispõe de uma estratégia para o mar “robusta”, sendo que o peso das actividades económicas já ultrapassou 3% do Produto Interno Bruto (PIB).

“O país está preparado, tem uma Estratégia Nacional do Mar, tem uma arquitectura legislativa com uma lei pioneira no mundo (…) e tem fundos comunitários para ajudar a este desenvolvimento”, realçou Assunção Cristas, durante a apresentação do Documento Estratégico para o Mar da Região Autónoma da Madeira, elaborado pela Associação Comercial e Industrial do Funchal (ACIF).
“Estou convencida que, de facto, já estamos a fazer muito, já estamos a cumprir activamente os objectivos traçados na nossa Estratégia Nacional do Mar”, disse a ministra, vincando que quando o plano foi aprovado, em 2013, a `economia azul` [actividades relacionadas com mar] representava apenas 2,7% PIB.
Assunção Cristas afirmou que Portugal tem tudo para ser uma “nação liderante no mar” e lembrou que é ambição do Governo alargar os direitos de soberania sobre a plataforma continental, o que fará com que o país seja 42 vezes maior em oceano do que em terra.
Acrescentou que a questão deverá começar a ser tratada ao nível das Nações Unidas ainda este ano, mas a decisão final tardará cerca de três anos.
Entretanto, o país reforça a posição de “actor internacional” cada vez mais activo, sendo que Assunção Cristas destacou a realização da primeira edição da Semana Azul, 3 a 6 de Julho, em Lisboa, que inclui uma reunião internacional de ministros e membros de governo responsáveis pelo mar.
Na Madeira, o objectivo é que as actividades relacionadas com o mar atinjam 5% do PIB regional em 2020 [actualmente representam 2,4%], mas a presidente da ACIF, Cristina Pedra, diz que para isso é fundamental encetar um processo negocial para retornar à condição de Objectivo Um, no que respeita ao acesso aos fundos estruturais da União Europeia.
“É um caminho longo e difícil porque implica uma disputa com os outros 27 Estados membros, mas se tal não for feito, o investimento em áreas produtivas marítimas ficará sempre condicionado”, vincou.
Durante a apresentação do Documento Estratégico para o Mar, Cristina Pedra defendeu que o transporte de passageiros deve ser encarado como uma alternativa ao transporte aéreo e beneficiar do subsídio de mobilidade.
Por outro lado, realçou que a competitividade portuária passa por extingui na região as taxas de uso de porto que incidem sobre as mercadorias.
Fonte: RTP

Cadeira Movida a Energia Solar Transporta Deficientes Físicos Até ao Mar





Na Grécia começou a ser implementada uma cadeira apelidada de “Seatrac” que permite a qualquer pessoa com algum tipo de deficiência física entrar e sair do mar sozinha.


O aparelho é uma cadeira movida a energia solar, tem uma rota definida e leva qualquer pessoa até ao mar, trazendo-a de volta para a areia quando assim quiser.


Várias cidades gregas estão a aderir a este equipamento, que é um criação de Ignatios Fatiou, Nikos Logothetis e Gerasimos Fessian.




Fonte: Chiado Magazine

Ericeira recebe Campeonato Nacional de Surf do… Afeganistão!

Com o apoio do Ericeira Surf Clube, as praias da Ericeira irão receber no final de maio o Campeonato Nacional Afegão de Surf. 
A WRAA (Wave Riders Association of Afghanistan), fundada em 2012, é a associação que está a levar a iniciativa por diante e, embora tenha sede em Cabul, a verdade é que os seus poucos mais de vinte membros estão espalhados pelo mundo. 
Afridun Amu, o presidente da referida associação, é um fã assumido de Portugal e a opção pela Ericeira é o resultado, por um lado, do Afeganistão não ter mar, e, por outro, do apreço que grande parte dos seus membros nutrem pelo país. O apoio manifestado pelo Ericeira Surf Clube também foi decisivo na sua escolha. 
Assim, com o intuito de conseguirem fundos suficientes para organizar a competição, prevista entre 22 a 25 de maio, a WRAA está a levar a cabo uma acção de crowdfunding que pode ser consultada AQUI. 
Quem contribuir receberá de volta brindes vários que podem ser t-shirts, pranchas de surf e licras, pois tudo depende do valor doado à iniciativa. Vamos ajudar este pessoal? 

Fonte: Beachcam

Adidas vai usar lixo marinho para os seus produtos

A marca criou uma parceria com o grupo de artistas numa campanha conhecida como “Parley for the Oceans”

 
 

A marca alemã está a participar numa limpeza dos oceanos com objectivos de utilizar os plásticos recolhidos para desenvolver os próximos produtos.
Parley é um grupo de artistas, músicos, designers e cientistas dedicados à questão do lixo marinho. O projecto tem o nome de Parley for the Oceans. O uso do plástico recolhido no vestuário da marca deve começar no próximo ano.
As empresas estão a começar a olhar para o lixo marinho e para a reciclagem devido à pressão que o grupo Greenpeace tem exercido sobre as mesmas, ditam os próprios.
De acordo com o comunicado da Adidas, os sacos de plástico serão retirados das lojas, também como medida ambiental. Antes da Adidas, a G-Star Raw e a H&M também já se comprometeram a usar a mesma fonte de matéria prima este ano.
Todos os anos, argumenta o comunicado das Nações Unidas para o Ambiente, o capital natural perdido com o lixo marinho ronda os 13 milhões de euros.


Fonte: Jornal da Economia do Mar

 
 


MSC traz para Sines o USA West Coast Express

A partir de meados de Maio, o porto de Sines terá mais um serviço directo para a Costa Oeste dos EUA. Será o USA West Coast Express da MSC.

Ultrapassados os constrangimentos nos portos da costa do Pacífico dos EUA, a MSC anuncia o reforço da oferta com mais uma ligação ente o Norte da Europa e a USA West Coast. A primeira saída está agendada para 16 de Maio, em Felixtowe.
Sines será o último porto europeu a ser escalado no sentido westbound e o primeiro a ser tocado à importação. A rotação completa será a seguinte: Felixstowe, Bremerhaven, Antuérpia, Le Havre, Sines, Long Beach, Oakland, Manzanillo, Cristobal, Sines, Felixstowe.
Com mais este serviço, a MSC passará a disponibilizar seis serviços semanais entre o Norte da Europa e os principais portos da América do Norte. Desses, cinco têm escala no Terminal XXI de Sines.
Ainda no passado domingo, o porto alentejano recebeu a primeira escala do Austrália Express, o novo serviço da MSC que liga Sines aos principais portos australianos. Nesta escala, o Singapore Bridge movimentou 1 712 contentores, 2 643 TEU.
Fonte: T e N


Expedição cruzará o mundo para pesquisar poluição em Oceanos


Percorrer mais de 40 mil milhas náuticas em menos de um ano a bordo de um pequeno veleiro: não se trata simplesmente do último desafio de um aventureiro, mas de um ambicioso projecto de uma fundação suíça para investigar a poluição com plásticos que afectam os oceanos do planeta.
Baptizada como “Race for Water Odyssey”, ou R4WO, a travessia partiu em 15 de Março do porto francês de Bordéus e acaba de completar sua primeira parte em Nova York, após atravessar o Atlântico com paradas nos Açores e nas Bermudas.
Seu objectivo é recolher, no menor tempo possível, dados sobre a concentração de plásticos nos mares de todo o mundo e, dessa forma, chamar a atenção para o problema e impulsionar soluções para acabar com este problema.
Segundo dados científicos, a cada ano 10% da produção global de plástico termina no mar, onde 80% da poluição está vinculada a este tipo de material.
“Estamos diante de um enorme problema ambiental, talvez o maior que enfrentamos”, disse em sua chegada a Nova Iorque, o líder da expedição, Marco Simeoni, um bem-sucedido empresário suíço que é o principal impulsor da iniciativa.
Como símbolo da urgência, mas também para acelerar as pesquisas, Simeoni e os seus cinco companheiros viajam a bordo de um rapidíssimo catamarã de 21 metros de comprimento, capaz de alcançar os 43 nós de velocidade.
“Para fazer a mesma viagem com um barco normal necessitaríamos de dois ou três anos”, explicou à Agência Efe o navegador suíço, que ressaltou que é necessário actuar “agora” para conter a poluição marinha.
Simeoni lembrou aos jornalistas que “os plásticos existem há 60 anos e hoje todos os oceanos estão poluídos por eles”, enquanto o problema não deixa de aumentar.
A sua expedição decidiu concentrar-se em pesquisar o acumulado de plásticos em ilhas situadas nos chamados “cinco vórtices” oceânicos, áreas nas quais fortemente se concentra a poluição arrastada pelas correntes marinhas.
A pesquisa é feita através da recolha de amostras em praias e o registo da presença de plásticos nas superfícies com a ajuda de um pequeno “drone” que sobrevoa de forma autónoma e tira fotografias de altíssima resolução, que depois são analisadas por cientistas de duas universidades que colaboram com o programa.
A aposta da R4WO conta com o apoio de, entre outros, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), que considera a iniciativa uma forma “inovadora e excitante” de tratar o “enorme problema que os restos de plástico no mar representa para o mundo”, explicou em Nova Iorque, a sua directora para a América do Norte, Patricia Beneke.
“É um problema imenso e a cada ano é maior”, disse Beneke, ressaltando os danos que os plásticos causam nos ecossistemas marítimos, mas também as consequências económicas que têm para a pesca, para o transporte marítimo e para as zonas litorais que devem-se ocupar da sua limpeza.
Após deixar Nova Iorque, a expedição se dirigirá ao sul, cruzando pelo Panamá rumo ao Pacífico e fazendo uma escala no porto chileno de Valparaíso, antes de visitar a Ilha de Páscoa e Havaí.
Desse ponto, os investigadores navegarão até Tóquio, Xangai e Singapura, para depois analisar outra área de ilhas no sul do oceano Índico e voltar ao Atlântico após uma paragem na Cidade do Cabo.
A R4WO estudará o “vórtice oceânico” do Atlântico Sul com uma escala no arquipélago de Tristán de Acuña e depois se dirigirá ao Rio de Janeiro, de onde iniciará o retorno à França, que incluirá uma escala em Cabo Verde.
Trata-se de uma volta ao mundo contra o relógio,em que os navegadores esperam terminar antes do final do ano, e que, apesar da beleza de muitas das áreas que visitará, não é uma viagem de prazer.
“Isto não é um cruzeiro, é mais um sofrimento quando olhamos para o barco. Não há banheiros, só há dois beliches que têm que ser partilhado por seis pessoas e os nutrientes que levamos a bordo só poderiam ser considerados comida por um astronauta”, explicou o assessor da expedição, Franklin Servant-Schreiber.
Fonte: Exame

MSC Lisbon com recorde de 5 873 TEU no Terminal XXI

O MSC Lisbon é, desde o passado dia 11, o navio que mais contentores e TEU movimentou numa só escala em portos nacionais.

O duplo recorde foi alcançado pela MSC no porto de Sines e é, por isso, um máximo repartido entre o armador helvético, a MSC Portugal e a PSA Sines.
Nesta sua escala no Terminal XXI, o MSC Lisbon carregou/descarregou um total de 3 687 contentores, a que corresponderam 5 873 TEU.
O anterior recorde nacional já era pertença de um navio da MSC, no caso o MSC Beryl, e datava apenas de 21 de Janeiro último. Nessa altura foram movimentados 4 864 TEU.
No comunicado emitido a propósito deste novo feiro, Carlos Vasconcelos, administrador da MSC Portugal, refere: “Não fazemos dos recordes o nosso grande objectivo, mas é altamente satisfatório para nós este permanente exceder de expectativas e objectivos”.
Fonte: Cargo


Portugal recebe o 1.º festival de Sushi da Europa

Marcado para os dias 2, 3 e 4 de Julho, nos Jardins e Palácio Marquês de Pombal, em Oeiras, o Sushi Fest vai reunir reconhecidos chefs de sushi e alguns dos melhores nomes da música portuguesa ao vivo.
O primeiro festival de sushi da Europa promete um programa gastronómico e musical “inovador e com uma área dedicada à cultura japonesa”, onde o “público vai poder saborear um jantar com o melhor sushi e sashimi com a máxima qualidade e frescura.”

O Sushi Fest conta com o apoio institucional da Câmara Municipal de Oeiras, da Embaixada do Japão, da Câmara do Comércio e Indústria Luso-Japonesa, da Associação de Amizade Portugal-Japão e do Turismo de Portugal.