Vídeo: Rouba todo-o-terreno e tenta fugir à polícia… por Mar



Após duas horas a fugir à polícia num todo-o-terreno roubado, um homem na Austrália tentou o impensável: conduziu na direcção do mar, acabando capturado.

O suspeito terá roubado o Toyota Land Cruiser perto de Perth, e a perseguição decorreu ao longo de 64 quilómetros, em duas horas.
O ladrão acabou a percorrer uma estrada de terra batida que o encaminhou até uma praia, chamada Two Rocks.
Vendo-se encurralado, depois de esgotar as opções de fuga por terra, o homem acelerou rumo à água, até que o carro não aguentou.
O momento foi captado em vídeo pela polícia que seguia a bordo de um helicóptero (ver abaixo).
É, talvez, a mais insólita fuga desde o caso da «perseguição a baixa velocidade».

Encontro imediato com duas baleias no mar da Austrália

Um praticante de paddle surf foi alvo da curiosidade de duas baleias. Veja ao vídeo.



Jaimen Hudson estava a realizar filmagens com o seu drone em Esperance, na costa oeste da Austrália, quando se deparou com um momento único. Um vizinho, praticante de paddle surf, estava a ser alvo da curiosidade de duas baleias-franca-austral. Esta espécie pode crescer até aos 18 metros e pesar até 80 toneladas.
“Aconteceu ele estar lá [no mar] naquele momento e algumas pessoas alertaram-me que estavam baleias na praia. Elas estavam muito curiosas e foram conhecê-lo. Não penso que fosse uma situação perigosa”, explicou Hudson ao Mashable.

Hudson ficou tetraplégica devido a um acidente de moto, mas consegue utilizar os seus polegares para controlar o drone. Partilhou o vídeo no Instagram e contou que a reação “foi enorme”, o que lhe dá grande satisfação: “Espero um dia ir mais longe.”
Fonte: DN

MSC investe em Valência para operar navios de 19 000 TEU

A MSC contratou a finlandesa Kalmar para fazer o upgrade dos pórticos de cais do seu terminal de contentores em Valência, de modo a poder operar os maiores navios da sua frota, de 19 000 TEU.

Os oito pórticos que serão modernizados terão a sua lança aumentada em seis metros, de modo a poderem atingir mais filas de contentores a bordo. E seis deles serão alteados em dez metros, para poderem “sobrevoar” mais contentores empilhados.
Os renovados pórticos deverão estar operacionais em meados de 2017. Nessa altura poderão operar os navios de classe Óscar, os maiores da frota da MSC, e do mundo, com uma capacidade nominal de transporte de 19 224 TEU. Actualmente o terminal de Valência apenas pode operar porta-contentores de 16 000 TEU.
O MSC Terminal de Valência opera como hub de transhipment e porta de entrada para a Península Ibérica e todo o Sul da Europa, movimentando 1,6 milhões de TEU por ano.
Para a Kalmar, esta é a maior encomenda que a sua unidade de negócio de “upgrade” de pórticos alguma vez recebeu. O montante do contrato não foi revelado.
“Fazer um upgrade a um pórtico existente é uma solução económica para os portos e terminais que queiram adaptar-se rapidamente ao crescimento contínuo da dimensão dos navios”, afirma, citado em comunicado, o responsável pelos “upgrades” de pórticos na Kalmar South EMEA, José Ignacio Fernandez.
Fonte: T e N


Terminal de Contentores de Leixões regista quebra de 6% até Setembro

Mantém-se a tendência de quebra homóloga no que diz respeito à movimentação no Terminal de Contentores de Leixões (TCL). Isto porque os números relativos aos primeiros nove meses do ano mostram um decréscimo de 6% no total movimentado, que foi este ano de 459.767 TEU, ou 288.488 contentores.

Este valor, como referido, representa um decréscimo de 6%, algo que se deve essencialmente à quebra das trocas com o mercado angolano, com especial incidência na movimentação de contentores vazios em reposicionamento. 

Em Setembro, o TCL movimentou 48.002 TEU, correspondentes a 30.490 contentores, o que significou uma quebra de 12% face a um mês homólogo que foi muito forte.

Fonte: Cargo

Líderes mundiais pedem concretização de ação global para proteger oceanos

Os líderes políticos reunidos na Conferência Nosso Oceano 2015 na cidade de Valparaíso, no Chile, pediram a concretização de acções globais para proteger os ecossistemas marítimos e unir esforços para combater a pesca ilegal e a poluição que os castiga.

“As soluções a estes problemas têm que ser globais porque o oceano é global. Temos que trabalhar conjuntamente porque os cientistas demonstraram que só existe uma única parte líquida do planeta e que deve ser uma fonte de recursos para todos”, disse à Agência Efe a subsecretária de Estado dos Estados Unidos para o Crescimento Económico, a Energia e o Meio Ambiente, Catherine Novelli. Nessa mesma linha se expressaram diferentes líderes políticos e autoridades, como o secretário de Estado dos EUA, John Kerry; o príncipe Albert II de Mónaco; o ministro das Relações Exteriores da Costa Rica, Manuel González, e o Director-geral da Organização para a Agricultura e a Alimentação (FAO), o brasileiro José Graziano. “Os oceanos são vastos, mas a sua capacidade de suportar a degradação é limitada. Trabalhemos juntos de modo coordenado para um futuro sustentável”, declarou o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, através de um comunicado lido pela secretária-executiva da Comissão Económica para a América Latina e o Caribe das Nações Unidas (Cepal), Alicia Bárcenas. O chefe da diplomacia americana, que anunciou uma bateria de compromissos para preservar as áreas marítimas, reiterou a sua decisão de trabalhar no marco dos encontros bilaterais para somar novos países aos acordos estabelecidos na reunião. “Comprometo-me a trabalhar do ponto de vista diplomático, nas minhas viagens e reuniões com ministros das Relações Exteriores de outros países, para assegurar que esta responsabilidade que estamos expressando seja partilhada em nível mundial”, comentou. Por sua parte, Manuel González, o ministro das Relações Exteriores da Costa Rica, cujo território marinho é dez vezes maior que a sua massa continental, fez um apelo pela colaboração entre a sociedade civil, os políticos e o mundo empresarial para “articular esforços” e estabelecer áreas de refúgio para as espécies que velem pelo equilíbrio dos ecossistemas marítimos. Nesse contexto, o príncipe Albert II de Mónaco lembrou que “só trabalhando de forma conjunta se poderá conseguir lutar para a preservação dos mares e garantir que as suas riquezas perdurem para as novas gerações”. Para o soberano europeu, o desafio – que também será debatido na 21ª Conferência da ONU sobre Mudança Climática (COP21) que será realizada em Paris em Novembro – vai muito além de fronteiras e obriga a trabalhar de forma “global” e “sustentável”. “Proteger os oceanos também significa limitar os efeitos da mudança climática, porque se verificou que o aquecimento global provoca a destruição dos ecossistemas frágeis, variações nas migrações dos espécies e o degelo dos pólos”, salientou. Tudo isso tem um impacto profundo no equilíbrio e na vida dos oceanos e justifica uma campanha “incessante” para conseguir um acordo na COP21 sobre a matéria, acrescentou. Essas afirmações estão sintonizadas com o ponto de vista do Director-geral da FAO, que ressaltou que a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável adoptada pela ONU obriga os países a actuar com solidariedade. “Já não podemos seguir trabalhando e pensando de forma isolada (…), não temos tempo a perder, devemos navegar rumo a um futuro transformador. Ou o alcançamos juntos ou ninguém conseguirá”, advertiu Graziano.

Pescador chinês pesca criatura nunca vista

Ninguém, até agora, conseguiu descrever a criatura, pescada num rio chinês.

Liang Wenjun encontrou a criatura, enquanto pescava à linha no rio Tuo, na província de Sichuan (China).
“Quando senti o peso, vi que era grande. E foi então que saiu da água uma criatura amarela com um corpo redondo e um longo rabo”, disse Liang.
O pescador chinês revelou ainda que o “bicho” (20 centímetros de altura, 6,5 quilos de peso) tem uma pele suave e que se mexeu fora de água.
Nem ele nem ninguém até agora conseguiram identificar, com certeza, que criatura é. Mas cientistas da Universidade de Sichuan estão a realizar testes de ADN para tentar obter essa informação.
Diário do Povo, numa das suas últimas edições, sugeria que se poderia tratar de umtaisui, um fungo raro usado desde a China Antiga.
Fonte: TSF


Havaí vai usar a energia das ondas para tornar-se 100% auto sustentável



A Azura, uma máquina de 45 toneladas, já se encontra instalada no fundo do mar ao largo da costa de Kanehoe, na ilha de Oahu. 

O governo do Havaí aprovou recentemente uma lei que visa transformar o arquipélago no primeiro estado norte-americano a produzir toda a energia a partir de recursos renováveis. A lei insere-se na Hawaii Clean Energy Initiative, destinada a tornar as ilhas 100% independentes em termos de energia até 2045.
Actualmente, o Havaí importa cerca de 93% da sua energia, colocando as tarifas de electricidade entre as mais altas dos EUA (cerca de 175% acima da média nacional). Neste momento, o estado já produz cerca de 22% da sua electricidade a partir de recursos renováveis, nomeadamente as energias eólica e solar, mas a nova lei que o governador David Ige deverá assinar até ao final de Julho tem como objectivo de longo-prazo suspender por completo a importação de petróleo, recurso que é gerada a maior parte da electricidade usada no arquipélago.
Como não podia deixar de ser as ondas do oceano vão assumir um papel determinante na nova estratégia do governo havaiano, e já está sendo testada uma nova tecnologia que transforma a ondulação em energia eléctrica. Um protótipo da Azura, uma máquina de 45 toneladas, encontra-se instalada no fundo do mar ao largo da costa de Kanehoe, na ilha de Oahu, apresentando um mecanismo de flutuação de 360º que permite extrair energia tanto do movimento vertical como horizontal das ondas.
Os testes serão feitos durante um ano e ao final o projecto entrará em fase de expansão, desenvolvendo assim um novo gerador capaz de captar a energia de ondas muito maiores e operar em profundidades de até 150 pés.
Se  for provada que a tecnologia pode ser suficientemente amplificada, o Havaí poderá ter encontrado uma poderosa ferramenta para atingir o objectivo da auto sustentabilidade plena até 2045, espera-se que o novo gerador seja capaz de produzir até 1 megawatt de electricidade, o suficiente para abastecer várias centenas de casas. E talvez não tenhamos de esperar muito mais do que alguns de anos para ver isso acontecer.

Fonte: Surftoday

Vamos comer mais algas e menos carne

O especialista em oceanos Tiago Pitta e Cunha defendeu que o consumo de proteínas animais vai diminuir a favor das vegetais, como as algas, a par com a opção por mais peixe, devido às exigências das alterações climáticas. 
“As algas vão fazer parte da dieta humana inevitavelmente, no futuro, e vamos consumir cada vez mais proteínas vegetais que animais”, salientou Tiago Pitta e Cunha, realçando que a aposta irá para actividades sustentáveis na aquacultura e na pesca.
“A aquacultura, a fileira do pescado e da transformação do pescado são indústrias que se vão desenvolver” assim como a biotecnologia, disse à agência Lusa o especialista, explicando que as proteínas vegetais são mais sustentáveis e mais saudáveis e emitem menos dióxido de carbono, um dos principais responsáveis pelas alterações climáticas.
Tiago Pitta e Cunha falava a propósito da conferência sobre oceanos, integrada na iniciativa Riviera Talks, que se realiza em Cascais, no domingo e conta com a participação do príncipe Alberto II do Mónaco, além do coordenador do grupo de especialistas das Nações Unidas responsável pelo Relatório Global de Avaliação dos Oceanos, recentemente publicado, Alan Simcock, e da ambientalista Patricia Ricard.
A iniciativa pretende contribuir para a reflexão sobre as mudanças climáticas e o papel dos oceanos, oportuno quando faltam cerca de dois meses para a conferência das Nações Unidas sobre alterações climáticas, agendada para Dezembro, em Paris, com o objectivo de chegar a um acordo sobre este tema.
“Há um sector que se vai desenvolver muitíssimo e para o qual haverá uma procura global cada vez maior que é o ligado a todos os recursos vivos do mar, não no sentido de continuarmos a pescar de forma insustentável, mas no sentido de termos de corrigir a forma como capturamos os stocks pesqueiros e de desenvolver uma aquacultura sustentável”, resumiu Tiago Pitta e Cunha.
Segundo dados que avançou, actualmente, cerca de 17% das proteínas animais e vegetais consumidas são de origem marinha, mas salientou não ter dúvidas de que, por causa da explosão demográfica – outro desafio fundamental – será necessária “maior segurança alimentar, de mais proteínas vegetais e animais”.
“Não vamos chegar a 2050 com a mesma proporção de 80-20 [percentagens de proteínas de origem terrestres e marinha] que se vai desequilibrar muito para o lado das proteínas de origem marinha, principalmente por causa da história do clima”, apontou.
Para o especialista, para combater as alterações climáticas, é necessário descarbonizar as sociedades e para isso há que apostar nas economias que descarbonizam e penalizar as que carbonizam.
As proteínas de pescado e das algas “consomem CO2”, explicou, enquanto, no consumo de carne, “o gado bovino é um dos principais emissores de CO2 [dióxido de carbono]” e também “consome recursos hídricos a uma escala incompatível com a escassez desses recursos”, que será mais acentuada devido às alterações climáticas.
Por isso, não tem dúvidas que dentro de 10 anos o consumo de carne vai diminuir e o de pescado e algas vai aumentar.

Fonte: Sábado 

Francês quer atravessar o Oceano Atlântico em 'stand up paddle'

Nicolas Jarossay, de 38 anos, iniciou-se no ‘stand up paddle’ há sete anos.

Nicolas Jarossay, um bombeiro francês de 38 anos, vai tentar em janeiro de 2016 completar a travessia do oceano Atlântico numa prancha a remo (‘stand up paddle’), ao longo de cerca de 4.500 quilómetros, entre Cabo Verde e Martinica.
O próprio ‘aventureiro’ comunicou à agência AFP o seu ambicioso desafio, em autonomia e sem assistência, neste tipo de prancha que surgiu na década de 1960 no Havai, naquela que será a mais longa travessia alguma vez tentada.
O bombeiro, primeiro voluntário e profissional há 22 anos, em Carro, no sul de França, é um apaixonado pelo mar.
“O mar sempre foi o meu universo, o meu principal foco de interesse, o tema das minhas leituras, mas também o cenário das minhas atividades voluntárias a bordo de um barco da SNSM [instituto de socorro a náufragos francês] ”, explicou Nicolas Jarossay, em declarações à agência noticiosa francesa.
Nicolas Jarossay apontou o compatriota Gérard d’Aboville como um exemplo, evocando a primeira travessia feita a remo, em 1980, entre o Cabo Cod, nos Estados Unidos, e Brest, em França.
Para ‘reeditar’ esse feito, vai usar uma pagaia com 2,30 metros numa prancha com 6,30 metros, com um pequeno habitáculo estanque, de 2,2 metros de comprimento e 45 centímetros de largura onde se pode esticar, transportando 175 quilos de alimentos liofilizados, dois dessalinizadores e material de sobrevivência. Carregada, a prancha pesa cerca de 200 quilos.
Com um investimento de 110 mil euros, o ‘aventureiro’ diz esperar concluir a travessia em cerca de 70 dias, temendo ventos e correntes, mas também ondulações fortes: “Nesse caso, terei de ter paciência, fechar-me no habitáculo, e esperar que regresse a calma”.
Jarossay pratica ‘stand up paddle’ há sete anos. Em 2011, tornou-se recordista mundial na distância em 24 horas, ao percorrer 151 quilómetros, num circuito entre boias flutuantes.
Fonte: Sapo


Aniol Esteban: “Não há sardinhas suficientes no mar para assegurar, a longo prazo, lucros e empregos”



Aniol Esteban esteve em Lisboa para apresentar um modelo económico sustentável para a pesca. Para o especialista em economia do ambiente, o maior problema é que “autorizamos legalmente a sobrepesca”.

As quotas de pesca da sardinha, obrigaram muitos barcos a parar mais cedo este ano. E as recomendações para o próximo ano é que se pesque ainda menos. O volume de sardinha pescado nos últimos anos tem diminuído drasticamente, não só porque são impostas mais restrições à pesca, mas porque existe, efetivamente, menos sardinha para pescar. Mas a escassez de sardinha não é o único problema que os pescadores europeus enfrentam. Aniol Esteban, diretor do programa ambiental daNew Economics Foudation, esteve na Fundação Calouste Gulbenkian, na passada sexta-feira, para falar do problema e o Observador aproveitou para falar com ele.
O maior problema apontado por Aniol Esteban é que a intensidade da pesca não permite que os stocks de peixe no oceano atinjam o máximo potencial, para assim tirar os máximos benefícios económicos da pesca. “Os stocks de peixe são um recurso renovável. Se os deixarmos crescer teremos mais peixe, mais lucro e mais trabalho”, lembra o biólogo e especialista em economia do ambiente. E o modelo que veio apresentar a Lisboa é uma demonstração disso.
Os consumidores devem fazer um consumo sustentável e responsável de peixe e devem fazer pressão sobre os governos para que as melhores opções sejam tomadas. Ainda assim, Aniol Esteban retira o peso maior de cima dos consumidores e coloca-o sobre os decisores políticos – aqueles que estabelecem as quotas e que, tendencialmente, definem valores 24% superiores às recomendações da comunidade científica. “Em média, sete em cada dez stocks de peixe são pescados acima da quota.” Mesmo assim a imposição das quotas têm tido efeitos positivos na recuperação das populações de peixes.
Aniol Esteban recomenda que na distribuição das quotas, sejam favorecidas as embarcações que poluem menos, que têm menos impactos ambientais – que não destroem o fundo dos oceanos – e que empregam mais pessoas. O biólogo defende que deveria haver mais fiscalização das quotas e do tamanho do pescado, mas que acima de tudo não devíamos admitir pescar acima dos limites recomendados.
E desengane-se quem considera que Aniol Esteban é um defensor extremista dos peixes e que não os quer ver pescados. Ele assume que adora comer peixe e diz que provavelmente está nesta profissão porque não quer deixar de o fazer.
A conferência de sexta-feira foi promovida pela Iniciativa Oceanos, da Fundação Calouste Gulbenkian. A Iniciativa tem como objectivos “a protecção, conservação e boa gestão dos oceanos e dos ecossistemas marinhos”. Para conseguir garantir um desenvolvimento económico sustentável lado a lado com o bem-estar humano, a Iniciativa Oceanos acenta em três domínios gerais: investigação científica, percepção pública e promoção de novas políticas.
Fonte: Observador Foto: Joel Mesas