O Calypso, navio de pesquisas hidrográficas do comandante Cousteau abandonado desde 2007 num porto francês, vai voltar ao mar – anunciou a equipa Cousteau, proprietária do barco.
Companhias de navegação sobem gastos com porta-contentores em 98%
Segundo conclusões da Alphaliner, este cenário é justificado pelas novas exigências da Organização Marítima Internacional (OMI) sobre as emissões poluentes, facto que tem incentivado os armadores a antecipar os seus planos para novas encomendas. No final de 2015, a frota mundial de contentores havia alcançado uma capacidade de 19,94 milhões de TEUs, um aumento de 8,5% face aos 12 meses anteriores.
No passado exercício registou-se um número recorde de entregas foi navios. Nesse sentido, os proprietários incorporaram 214 novos navios porta-contentores com uma capacidade de 1,72 milhão de TEUs, enquanto foram anulados apenas 200.000 TEUs como resultado da demolição de navios ou acidentes. A Alphaliner afirma que o crescimento é “insustentável”, alertando para uma capacidade não utilizada de 1,36 milhões de TEUs face aos 230.000 verificados no início do ano (um aumento de quase 500%). Além disso, no final de 2015, enfatiza a Alphaliner, as taxas de frete da China foram entre 20 a 20% menores do que no ano anterior.
Estivadores de Lisboa em "Stand-By" até ao Final de Fevereiro.
UASC com recorde de carga de 18 601 TEU
O feito foi conseguido a bordo do Al Muraykh, um dos mais verdes gigantes do mar.
Atum leiloado por 108 mil euros
Um atum rabilho foi vendido por 14 milhões de ienes (108.376 euros) no tradicional leilão no mercado de peixe de Tsukiji, em Tóquio, o primeiro do ano e o último nestas instalações.
Uma lula gigante nunca tinha sido filmada assim
TR promove debate sobre Concorrência no Sector Portuário
Em fase de consulta pública, o estudo sobre a concorrência neste sector, promovido pela própria AdC – Autoridade da Concorrência, identifica os principais constrangimentos à concorrência nos portos portugueses e apresenta um conjunto de recomendações destinadas a promover a concorrência no sector. Segundo a AdC, algumas das recomendações têm como objectivo “mitigar os constrangimentos de natureza concorrencial identificados”. Entretanto, cerca de 40 entidades enviaram esclarecimentos e comentários expondo argumentos, opiniões e pontos de vista sobre as várias matérias abordadas no referido estudo.
Ao promover esta sessão de debate, a Transportes em Revista, procura contribuir para a reflexão e esclarecimento das posições dos diversos intervenientes do sector portuário, sobre este importante documento.
A sessão irá contar com a presença de Paulo Gonçalves (AdC), João Carvalho (AMT), Vítor Caldeirinha (APP), Pedro Galvão (CPC), Miguel Gomes (AAMC), Rui D´Orey (Agepor), António Caneco (Svitzer Portugal), Paulo Paiva (Associação dos Transitários de Portugal), Urbano Gomes (TCL), Jaime Vieira dos Santos (Comunidade Portuária de Leixões), Tiago D´Alte (Universidade Católica), Paulo Neves (Tertir), Amadeu Rocha (APDL), Gonçalo Vieira (Portucel/Soporcel), entre outros.
Fraco desempenho dos portos do Norte da Europa deverá manter-se em 2016
Para os próximos seis meses, a previsão feita projecta um decréscimo de 4,1% no total de movimentos de contentores através do corredor do Norte, facto que, a concretizar-se, melhorará ligeiramente a diminuição de 5,2% verificada no período anterior. Entre os seis portos analisados ??nesta região (Le Havre, Antuérpia, Zeebrugge, Rotterdam, Bremen e Hamburgo), apenas o porto de Antuérpia “tem tido um ano decente e é susceptível de manter a força em 2016, porque ele não está exposta a a queda nos volumes de comércio russo afectou ambos os concorrentes do Norte “.
Olhando para o futuro a empresa de consultoria Hackett Associates deixa um alerta sobre a “incerteza” que “os consumidores europeus ainda se sentem devido a problemas económicos, políticos e de segurança”, factos que vieram provocar uma queda acentuada na procura. Explica consultora que não vislumbra no horizonte “nenhuma recuperação em volumes e taxas de frete “.
Maiores portos do mundo perdem contentores
O tráfego de contentores nos 30 maiores portos do mundo recuou 0,9% no terceiro trimestre do ano passado, calcula a Alphaliner. Trata-se da primeira queda de actividade desde 2009, sublinha.
Com este resultado, a projecção de crescimento para o final de 2014 é agora de apenas 0,8%, em forte contraste com as estimativas iniciais que apontavam para uma subida de 3-4%, ainda assim menor do que a registada em 2014.
O recuo do terceiro trimestre segue-se à forte travagem verificada entre Abril e Junho, quando o crescimento homólogo dos movimentos nos principais portos mundiais se ficou pelos 0,6%, depois de no primeiro trimestre ter atingido os 5,1%.
A Alphaliner avança como explicações a ausência de picos de procura ao longo do ano (ao contrário do que é habitual) e a excessiva oferta de capacidade – resultado da entrada no mercado de um crescente número de navios de grandes dimensões.
Xangai distancia-se de Singapura
No balanço dos primeiros nove meses do ano, Xangai reforçou a sua posição como líder mundial no movimento de contentores, com 27,4 milhões de TEU, mais 3,6% em termos homólogos. Singapura, o “histórico” número um, ficou mais longe, tendo regredido 6,5% para 23,5 milhões de TEU.
Entre os primeiros 30 portos mundiais, Nova Iorque destacou-se pela positiva, com um ganho homólogo de 13% até aos 4,8 milhões de TEU. Nos antípodas, Jacarta recuou 16,6% para 3,8 milhões de TEU.
Roterdão, o maior porto europeu (12.º no ranking), avançou 1% para 9,3 milhões de TEU. Valência, o maior porto da Península Ibérica na movimentação de contentores, cresceu 8% para 3,58 milhões de euros.
Fonte: T e N
Portos com recorde de 2,4 milhões de TEU
Nos primeiros 11 meses de 2015, os portos nacionais movimentaram praticamente 2,4 milhões de TEU. Sines garantiu mais de metade. Em ambos os casos os recordes são absolutos.








