Vítor Caldeirinha: Projectos de futuro do Porto de Setúbal são "aposta nacional fundamental"

Numa entrevista concedida ao Jornal de Negócios, o presidente da APSS (Administração dos Porto de Setúbal e Sesimbar) e da APP (Associação dos Portos de Portugal), Vítor Caldeirinha, abordou temas estruturais como o progressivo crescimento do Porto de Setúbal, a junção de grandes administrações portuárias, o alargamento do prazo das concessões portuárias e o desenvolvimento de projectos de futuro no porto sadino, classificando-os de “aposta nacional fundamental”.

Vítor Caldeirinha começou por aprofundar o crescimento sustentado do Porto de Setúbal nos últimos anos, de seis para oito milhões toneladas, à taxa de 20% ao ano, ligando-o directamente “ao aumento das exportações das indústrias que já são clientes há muitos anos, como é o caso da Secil, Cimpor, Siderurgia Nacional, Portucel e Autoeuropa”. Mas não só: a qualidade do serviço dos operadores dos 12 terminais, bem como a proximidade a dois concelhos exportadores (Palmela e Setúbal) e as acessibilidades marítimas e terrestres também são factores decisivos na distintiva vantagem competitiva do porto.

Quanto ao tema das fusões administrativas de grandes direcções portuárias, o presidente da APSS considerou-o desaconselhável, defendendo antes um modelo de gestão que prime pela complementaridade entre cooperação e competitividade e “alternativas eficientes para exportar”, explicando que “é preferível a coordenação regional institucionalizada no modelo de “coopetition” do que fazer fusões de portos principais”. Uma possível solução? “uma entidade nacional que faça a coordenação de acções comuns e serviços partilhados”, explicou Vítor Caldeirinha.

Em termos de projectos que tracem o horizonte do porto de Setúbal, o economista pós-graduado em Gestão do Transporte Marítimo e Gestão Portuária ressalvou que o trabalho de desenvolvimento de soluções logísticas optimizadas continuará – elencando projectos que visarão atrair investimento forasteiro no âmbito da reindustrialização da região, do fomento turístico e do ataque ao desemprego: “estamos a desenvolver os projectos “Port of Setubal Plus: The South of Lisbon Gateway” e “Blue Atlantic”, com o apoio do município, Sapec, Aicep Global Parques e a Comunidade Portuária de Setúbal”.

Caracterizando-o como “o projecto para a década”, Vítor Caldeirinha definiu os moldes da sua materialização: “criação de mais três quilómetros de cais “low-cost” para carga geral, contentores e granéis com fundos de 15 metros de profundidade e vastos terraplenos
industriais e logísticos. Deve ser uma aposta nacional fundamental. Um projecto do país”, explicou, acrescentando que os ecos internacionais têm sido positivos nesta fase de divulgação do processo.

Quanto ao investimento, o presidente da APSS focou a expansão do terminal de automóveis, conectado com a fábrica Autoeuropa, e referiu que é sua intenção alargar o terminal ro-ro para nascente, de modo a fazer “face aos pedidos das marcas de veículos e teremos de apostar na modernização dos cais da Sapec, Termitrena, Teporset e Tersado”. A importância do cariz exportador do Porto de Setúbal não passou despercebida na entrevista – com o seu carácter distinto, o porto, “exportador ‘short sea’ e de ‘hinterland’, “passou de 20% de exportações
para 70% em 2014 e cresceu 20% na carga em 2013 e 20% em 2014, tem atraído cada vez mais linhas regulares de contentores”.

No que concerne ao tema dos prazos de concessão dos portos, tema bastante em voga no debate actual, Vítor Caldeirinha alertou que tais prazos deverão “passar para 50 anos”, para que, assim, se possam viabilizar mais terminais em simultâneo em regime concorrencial, viabilizando também “terminais maiores com economias de escala”. Para o presidente da APSS, o cenário é claro: “Se queremos menores custos portuários, maior qualidade de serviço, mais concorrentes, mais produtividade, temos de dar mais prazo para os investidores viabilizarem os seus investimentos no tempo. E permitir reinvestimentos a meio da concessão”.

África Ocidental multiplica terminais de um milhão de TEU

A África Ocidental terá pelo menos seis novos terminais de contentores com capacidade para movimentar um milhão de TEU na próxima década. E vários dos terminais existentes aumentarão a capacidade instalada.


De acordo com a IHS Media, esse cenário justifica-se pela crescente concorrência entre as companhias de transporte marítimo europeias e chinesas no desenvolvimento de novos hubs naquela região de África, onde o tráfego de contentores tem aumentado.
Os seis maiores portos da África Ocidental movimentaram mais de metade dos 7,5 milhões de TEU registados pelos 18 países da região em 2014. Segundo os números da Drewry, Lagos, na Nigéria, movimentou 1,5 milhões de TEU, seguido por Luanda, com 950 mil TEU, e Tema, no Gana, com 850 mil TEU. Pointe Noire (Congo), Abidjan (Costa do Marfim) e Dacar (Senegal) fecham o “top” seis.
Até 2020, os novos portos de águas profundas poderão acrescentar 12 milhões de TEU aos actuais 10 milhões de TEU de capacidade instalada dos portos da África Ocidental.
A aposta nesses terminais hub justifica-se, segundo a Drewry explica, porque a maioria dos portos da região não tem capacidade para receber navios de mais de 5 000 TEU.
Entre os projectos de novos terminais destacam-se os casos de Lomé (Togo), Lekki e Badagry, na Nigéria, cada um a rondar os mil milhões de dólares (927,8 milhões de euros) de investimento e, por isso, a justificar o estabelecimento de parcerias para o seu desenvolvimento.
O maior desses projectos é o de Lekki, que está a ser desenvolvido pela ICTSI e a CMA CGM e que terá capacidade para 2,5 milhões de TEU anuais. Já Badagry (consórcio de APMT, TIL-MSC, Oando, Orlean Invest e Macquarie) aportará dois milhões de TEU. Quanto ao Lomé Container Terminal, terá capacidade para 1,9 milhões de TEU por ano.
Além das construções de raiz, haverá ainda que contar com o aumento da capacidade de alguns dos terminais já existentes. São os casos de Dacar (mais 1,6 milhões de TEU/ano), Abidjan II (1,4 milhões de TEU/ano) Tema (um milhão de TEU/ano), Kribi (nos Camarões, mais 800 mil TEU/ano) e Pointe Noire (mais 600 mil TEU/ano).
Fonte: Cargo


Gigantes mundiais disputam novo porto no Canal do Panamá

A Autoridade do Canal do Panamá (ACP) recebeu 11 manifestações de interesse, de alguns dos maiores operadores portuários mundiais, para a concessão do porto de Corozal.

O novo porto localizar-se-á à entrada/saída do Canal do Panamá, no lado do Pacífico, e terá como objectivo estratégico tornar-se um hub para a costa oeste da América Latina.
Entre os operadores que manifestaram a intenção de concorrer à concessão para construir e operar o novo terminal contam-se a APM Terminals, a TIL, a CMA CGM, a Eurogate, a Evergreen e a Ports of America.
“Estamos entusiasmados com o considerável interesse que recebemos até ao momento”, afirmou, citado pela assessoria de imprensa, o CEO da ACP, Jorge Quijano. “É mais uma demonstração da procura que existe para o serviço na Costa do Pacífico do Panamá, a qual vai crescer com a abertura do Canal expandido em 2016”, acrescentou Quijano.
O projecto do porto de Corozal contempla a construção, em duas fases, de um terminal com cerca de dois mil metros de cais, capaz de operar em simultâneo até cinco navios post-panamax e de movimentar um máximo de cinco milhões de TEU/ano.
A intenção de construir o porto do Corozal não tem sido isenta de críticas no Panamá. Em tempo, a concessão (por 20 anos) esteve para ser atribuída à APM Terminals, em contrapartida de um investimento de mais de 600 milhões de dólares, mas o negócio frustrou-se.
Fonte: Cargo


Operadores acusam estivadores de quererem cláusulas ilegais no ACT

Os operadores portuários de Lisboa acusam o sindicato dos trabalhadores portuários de quererem incluir no Acordo Colectivo de Trabalho cláusulas que vão contra a lei aprovada na Assembleia da República. Em conferência de imprensa, alertaram para os prejuízos “irreversíveis” da greve.


“Estamos na fase em que começamos a recuperar o que tínhamos perdido nos seis meses de greves em 2012 e três meses em 2013 e todo o trabalho foi em vão. Depois de quase dois anos a trabalhar o mercado, temos uma greve que é absolutamente incompreensível”, afirmou Rodrigo Moura Martins, da Direcção da Associação de Operadores do Porto de Lisboa (AOPL).
Citado pela “Lusa”, o mesmo responsável considerou o protesto convocado pelo Sindicado dos Estivadores, Trabalhadores do Tráfego e Conferentes Marítimos do Centro “irracional”, por querer salvaguardar no Acordo Colectivo de Trabalho, que estava a ser negociado, cláusulas que vão contra a lei. Essa lei, acrescenta, foi aprovada na Assembleia da República pelo PS, PSD e CDS-PP e está “pacificamente em vigor no resto do país”.
“As consequências para os operadores portuários são prejuízos económicos evidentes, mas o que nos preocupa mais são os prejuízos enormes para o país, porque o porto de Lisboa tem a girar à sua volta um grande número de empresas que têm contratos a cumprir”, explicou Rodrigo Moura Martins.
O porta-voz da AOPL disse ser incapaz de quantificar “o prejuízo para a economia real”, realçando que mais grave é “a imagem que se dá ao exterior”, que é “muito difícil de reverter no futuro”, explicando que ainda hoje “os operadores andam a fazer um trabalho enorme para recuperar credibilidade e carga”.
“O porto de Lisboa perdeu cerca de 40% da carga que normalmente movimentava com as greves de 2012 e 2013″, precisou.
Fonte: Cargo

Tráfego de contentores desce globalmente e Portugal sofre repercussões endémicas

O sector portuário tem-se ressentido fortemente com o contexto depressivo do mercado, a nível geral, dos envios em grande escala por contentor – a queda desse mercado tem afectado a generalidade dos portos lusos, na sequência lógica de um fenómeno que diz respeito à redução de custos dos armadores face à diminuição do volume de trabalho e baixa da procura por parte das empresas.

Este contexto, que se verifica a nível global, tem afectado particularmente a performance (em termos de movimentação de carga) dos portos portugueses e os resultados mais ténues têm sido visíveis – no Porto de Lisboa a redução da confiança dos investidores, no seguimento da instabilidade vivida na correlação de forças entre trabalhadores (greves marcantes em 2012 e no presente) e Patronato, afectaram os níveis performativos do porto; 

No Porto de Sines, a queda tem sido uma tendência assinalável, em grande parte devido às contracções do mercado mundial e da fortíssima e feroz concorrência (Tânger Med tem estado em alta no capítulo do Transhipment) e até de uma menor intensidade actuante de armadores importantes como a Maersk. A estas repercurssões nacionais não será alheia a indefinição política que subsiste na economia portuguesa.

Se, dentro de portas, o sector portuário é afectado pela morosidade do cenário sócio-político e económico (que não permite a restauração da confiança), fora de portas, o menor fulgor da economia chinesa, que tem baixado o índice das suas exportações e centrado o foco da economia no consumo interno.

Fonte: Cargo

Zachariae Isstrom. O glaciar que está a deixar os cientistas preocupados

Glaciar está a despejar grandes icebergues no oceano, que levarão a subida do nível do mar nas próximas décadas.
A forma e o deslocamento do Zachariae Isstrom, um enorme glaciar da Gronelândia, mudou dramaticamente nos últimos anos, alertou esta quinta-feira Jeremie Mouginot, investigador do departamento científico da Universidade Californiana de Irvine (UCI).
O glaciar está a despejar “grandes icebergues no oceano, no que resultará na subida do nível do mar nas próximas décadas”, referiu o investigador.
As descobertas baseiam-se em imagens de satélite recolhidas ao longo dos anos pelas agências espaciais e pela monitorização da forma, tamanho e posição do glaciar durante um largo período de tempo.
O aquecimento das águas dos oceanos estão a corroer os glaciares por baixo e o aumento das temperaturas do ar a derretê-los à superfície.
“Zachariae Isstrom está a ser comido por cima e por baixo”, declarou, por seu turno, Eric Rignot, professor de ciências do sistema terrestre da UCI.
O topo do glaciar está a derreter em resultado de décadas em que se registou um aumento das temperaturas do ar, enquanto a parte submersa está comprometida pelas correntes de água quentes. Isto provoca a quebra do glaciar em pedaços, fazendo-o recuar”, relatou o especialista.
Outro grande glaciar junto do Zachariae Isstrom – conhecido por Nioghalvfjerdsfjorden – também está a derreter, mas não de forma tão rápida porque está protegido pelo relevo.
Estudos indicam que estes dois glaciares possuem cerca de 12 por cento do gelo da Gronelândia e que o seu colapso total causaria uma subida global dos oceanos em 99,06 centímetros.
O glaciar Zachariae Isstrom estende-se por uma área de 91,780 km2.
Lusa

Clima: oceanos na agenda oficial da COP21

A ministra francesa da Ecologia, Ségolène Royal, anunciou que o debate sobre a preservação dos oceanos fará pela primeira vez parte da agenda oficial da cimeira mundial sobre o Clima, que arranca a 30 de Novembro em Paris. A capital francesa viu chegar, para a ocasião, o veleiro “Tara”, que se dedica há uma década ao estudo da vida marinha do planeta.

Fonte: Euronews

Em Novembro, Peniche promove o Mar

Cultura, Desporto, Economia, Educação, Investigação e Sensibilização Ambiental
Numa organização conjunta da Câmara Municipal de Peniche, do Peniche Surfing Clube e da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar – Politécnico de Leiria, Novembro – mês do mar 2015 incluirá um conjunto diverso de eventos que abordarão a Cultura, o Desporto, a Economia, a Educação, a Investigação e a Sensibilização Ambiental.
Novembro – mês do Mar pretende ser uma vez mais uma iniciativa que irá promover um dos maiores recursos locais e nacionais. A programação da edição 2015 incluirá uma vertente cultural – exposição de bússolas de Estevão Henriques – À procura de um rumo e a Poesia anda por Aí; uma componente desportiva – bodyboard meeting 2015, campeonato Alemão e Austríaco de SUP Wave; uma abordagem à educação e formação (ESTM na formação da cidadania para o Mar, livro Peixes Marinhos de Portugal); não esquecendo a economia e turismo (Actividades marítimo-turísticas na Reserva da Biosfera das Berlengas, Peniche Seabird count 2015) e a investigação científica (lixo na costa alguém gosta? e plataformas oceanográficas).
A promoção e divulgação do mar, incluirá igualmente a exibição de documentários produzidos e realizados pelo Politécnico de Leiria sobre a identidade marítima, nomeadamente o Fishtour – uma experiência única na rota da sardinha e Lagoa de Óbidos – o património e as gentes.
A organização Novembro – mês do Mar 2015 é da responsabilidade da Câmara Municipal de Peniche, do Peniche Surfing Clube e da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar – Politécnico de Leiria, contando com o apoio do MARE-IPLeiria, Forum Estudante, Núcleo de Estudantes de Biologia Marinha e Biotecnologia, SPEA, GITUR – Grupo de Investigação em Turismo, ICNF, GAC Oeste, Centro Formação Centro-Oeste e Associação David Melgueiro.
Mais informações em www.cm-peniche.pt ou www.ipleiria.pt/estm ou www.ppsc.pt



Dia Nacional do Mar: SPEA lança «Atlas das Aves Marinhas de Portugal»

No Dia Nacional do Mar, que se assinala hoje, a SPEA lança o “Atlas das Aves Marinhas de Portugal”. A obra, editada em livro mas também disponível através de uma plataforma digital, resulta de uma parceria com o ISPA e o MUHNAC, e será apresentada no Oceanário de Lisboa.
“O Atlas das Aves Marinhas de Portugal representa a mais completa e detalhada caracterização até hoje realizada da distribuição e da abundância de aves marinhas e costeiras que utilizam as águas portuguesas”, revela a SPEA em comunicado.
São 65 as espécies visadas sendo, em cada caso, indicado o tipo e frequência de ocorrência em Portugal continental, nos Açores e Madeira e apresentado um mapa em que é possível apreciar as variações sazonais na probabilidade de ocorrência, bem como na densidade e presença de acordo com os dados recolhidos por mais de 150 observadores a partir de embarcações e durante censos costeiros.
Para cada espécie é ainda disponibilizada informação sobre a distribuição, movimentos e fenologia, abundância e tendências populacionais, ecologia e habitat e, por fim, ameaças e conservação com base em fontes bibliográficas devidamente referenciadas.
Joana Andrade, coordenadora do Departamento de Conservação Marinha da SPEA considera que a obra agora apresentada é “um marco na história da ornitologia em Portugal”. Por seu lado, Iván Ramirez, coordenador da Birdlife que colaborou na edição do Atlas, acredita que este “está destinado a ser um exemplo a seguir no mundo da ornitologia marinha, não só pela quantidade e qualidade dos dados, mas também porque é o primeiro que combina uma publicação “tradicional” e uma plataforma interactiva que permitirá conhecer e divulgar mundialmente a distribuição de todas as espécies, algumas das quais extremamente raras de ver no mar”.
A publicação do Atlas foi cofinanciada pelo Espaço Atlântico e patrocinada pelo INAQUA, FCT e Swarovski Optik. A obra será apresentada às 18 horas num evento em que será ainda dado a conhecer o spot do projecto LIFE Berlengas, que também envolve a conservação de aves marinhas.
Atlas das Aves Marinhas de Portugal online 

Universidade do Porto decidiu "dar a mão" ao Mar

Com os pés encostados à água, o Polo do Mar acolhe projectos empreendedores que prometem impulsionar um sector da economia onde Portugal é rico em recursos.

Foi uma vontade a três que começou a ser desenhada em 2008 e abriu portas dois anos depois. A Universidade do Porto, a Administração do Portos de Leixões (APDL) e a Câmara Municipal de Matosinhos uniram-se e assim nasceu o Polo do Mar, que faz parte do Parque de Ciência e Tecnologia (UPTEC) e acolhe jovens empreendedores que querem apostar nesta área.
A responsável, Susana Pinheiro, salienta a convergência de interesses.
O Polo do Mar vive perto do mar, no Porto de Leixões, e não é por acaso, como sublinha Susana Pinheiro. “As empresas têm necessidade de fazer testes, daí a importância de estarem junto da água”.
Dez empresas e 50 postos de trabalho. São estes os números do Polo do Mar. Alexandre Sousa, da OceanScan, foi dos primeiros inquilinos. A parceria com o Polo do Mar traz, à empresa, uma proximidade ímpar, porque “esta é uma empresa de tecnologia. Aqui temos acesso às novidades ao nível da investigação mais rapidamente”.
Alexandre Sousa e Susana Pinheiro partilham a ideia que o mar, em Portugal, é ainda um oceano de oportunidades empresariais. No caso de Alexandre, no próximo ano vai recrutar mais funcionários. Susana espera pela abertura do CIIMAR – Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental -, para captar mais negócios para o Polo do Mar.
Fonte: TSF