O Trabalho Portuário em Portugal.

O Trabalho Portuário em Portugal, já foi uma das mais bem pagas dentro do Sector Terciário, tendo durante muitos anos, sido uma das actividades mais familiares que se encontrou, neste caso, no Sector Portuário. Há quem pense que o declínio salarial desta nobre profissão, começou recentemente, com a proliferação de Terminais Portuários pela Península Ibérica ao longo das décadas. Mas tal não corresponde minimamente à verdade. Por um lado, Portugal apesar de ser um país com vocação atlântica com uma Zona Económica exclusiva que supera o seu território continental, e com muito potencial marítimo para desenvolver no futuro, caso haja vontade política, dinâmica empresarial e apostas altas, a verdade é que a Economia Nacional não é de todo, atractiva para um Sector Portuário, que vive sobretudo da movimentação real de cargas, seja exportação ou importação, visto que o dinheiro verdadeiro e que proporciona altos lucros às empresas provém desse meio. Portugal é um país que, apesar de ter crescido no segmento da exportação nos últimos 2 anos e meio, não consegue contudo, chegar a uma média confortável que faria crescer o valor da carga portuária e por consequente, proporcionar um maior retorno dentro da sua classe trabalhadora. “Transhipment” em Portugal representa 79% da carga movimentada, sendo que o maior porto exportador é Leixões, precisamente pelo facto da maioria da indústria nacional exportadora, se encontrar no Norte do país. A diferença entre o preço de um contentor com carga valiosa e um contentor vazio é abismal, fazendo com que a tarifa deste último se torne em certos casos, num valor ridículo. A globalização, que muitos apontam como inevitável e uma realidade do Século XXI, é sem dúvida, outro dos factores que mais penaliza este sector, porque o fecho de terminais para locais mais “baratos”, a aposta em países mais emergentes e a mudança avulsa de rotas mais longas e lucrativas, em detrimento das rotas tradicionais, tudo faz com que a globalização seja algo com maior impacto do que inicialmente se podia pensar. Outro factor, neste caso histórico, tem sido o pouco acesso à profissão do estivador/trabalhador portuário, vedado devido aos contingentes que se foram formando nos mais diversos portos nacionais, sendo a profissão quase restrita aos laços familiares, fazendo com que haja gerações familiares dentro da mesma profissão, algo que se tem alterado na última década, fazendo com que o mercado de trabalho crescesse em largo número, havendo inclusive a entrada de mulheres dentro da profissão, algo impensável há uns largos anos atrás. O modelo sindical utilizado em Portugal, é o regular dentro da União Europeia, com excepção ao caso do Porto de Lisboa, onde a diplomacia, negociação e tranquilidade têm constatado com o seu oposto, com greves, intransigência e luta. Não tomando lado nem da parte patronal, nem na parte sindical, ambas as partes perdem, porque nem um lado faz lucro e chama novo investimento, nem o outro lado faz justificar os elevados ordenados, que aos poucos se vão desfazendo em sonhos passados, com a entrada em vigor da Lei Portuária de 2012, que meteu na lei, os Portos de Leixões e Sines, que já utilizavam à sua forma peculiar, essa mesma lei. Tantos motivos e razões, que tantos as empresas, como os trabalhadores sabem e conhecem, ou pelo menos deveriam ter ideia. Como se resolve um cenário destes? Não há uma varinha mágica. Um modelo económico assente numa exportação forte e pujante é o caminho mais indicado. Uma economia de consumo interno, como parece ser o caminho escolhido agora, não é o mais apropriado. Se tivermos um Sector Portuário preparado numa Economia que exporta o que tem de melhor, é o melhor dos dois mundos. Por um lado ajuda as pequenas e médias empresas a crescerem e ajuda as grandes empresas portuárias a trabalhar mais, com mais valor acrescentado ao seu trabalho. Um modelo dessa natureza iria beneficiar as empresas ( ainda mais) e iria proporcionar mais ( ao pouco que possuem ) aos trabalhadores portuários. Ninguém acredita que um modelo portuário baseado em ordenados parcos é o caminho a seguir. Mas se a remodelação da estratégia do Sector Portuário acontecer para melhor, é a maneira da massa trabalhadora possuir mais. Na sua medida exacta. Nem mais nem menos. E esse caminho irá ter de acontecer mais tarde ou mais cedo. Porque nenhum país sobrevive sem uma nova estratégia e inovação.

Royal Caribbean vai ter o maior escorrega em alto mar


A Royal Caribbean International vai ter o maior escorrega em alto mar, o The Ultimate Abyss, a instalar a bordo do novo Harmony of the Seas, com inauguração marcada para Maio de 2016.
Elevando-se a mais de 45 metros acima do nível do mar, com vista para o AquaTheater na popa do navio, estes escorregas farão os hóspedes deslizarem de uma altura de 30 metros, rodando e virando à velocidade de 14 km/hora, desde a Zona de Piscina e Desportos no Deck 16 até à Boardwalk no Deck 6.
Composto por 227.000 toneladas de arqueação bruta e 16 decks, o Harmony of the Seas contará com 2.747 camarotes para 5.497 hóspedes em ocupação dupla. A Classe Oasis é uma maravilha arquitectónica com um conceito de sete bairros a bordo, incluindo o Central Park, Boardwalk, Royal Promenade, Piscina e Zona de Desportos, Spa Vitality at Sea e Ginásio, bem como zonas de entretenimento e para jovens.
Fonte: Turisver.

Grupo Costa constrói novos Navios

O Grupo Costa acaba de anunciar um acordo com a Fincantieri para a construção de dois novos navios com vista a impulsionar a marca na Ásia.
Os novos navios, cada um com 135 mil toneladas e com capacidade para 4.200 passageiros, construídos em Itália e projectados especificamente para o mercado chinês, juntam-se à frota da Costa em 2019 e 2020.
Este projecto faz parte de um memorando de entendimento assinado pela Carnival Corporation & Plc e Fincantieri para construir quatro novos navios até 2020 nos estaleiros da empresa em Monfalcone e Marghera, Itália.
Graças a este acordo, o Grupo Costa terá oito novos navios encomendados, com uma capacidade total de 45 mil camas (quatro para a marca alemã Aida Cruises, dois para a marca italiana Costa Cruzeiros, dois para Costa Ásia), elevando a capacidade total da frota em 110 mil camas.O Grupo Costa foi a primeira empresa a entrar no mercado chinês em 2006. Três navios estão actualmente destacados na China e na Ásia durante todo o ano: o Costa Atlântica, o Costa Victoria e o Costa Serena. Um quarto navio, o Costa Fortuna, irá juntar-se em Abril de 2016.
Fonte: Turisver

Contentores recuam 6,7% em Leixões

O movimento de contentores em Leixões fechou o ano na casa dos 615 mil TEU. A concessionária reconhece a quebra mas sublinha o impacte de Angola e o facto de continuar a operar próximo do limite da capacidade do terminal.






Pelo quarto consecutivo a TCL superou a fasquia dos 600 mil TEU, mas 2015 foi o pior dos últimos quatro anos no terminal de contentores de Leixões. Face a 2014, a quebra homóloga foi de 6,7%.
A primeira explicação para o resultado – que representa a primeira interrupção “real” da tendência de crescimento iniciada com a concessão, em 2000 – dá pelo nome de Angola. As exportações para aquele país – um dos principais destinos de Leixões – sofreram uma forte travagem e disso se ressentiu a movimentação de contentores, quer cheios quer vazios.
Ainda assim, destaca a concessionária, foi possível amortecer as perdas com a captação e fixação de novos tráfegos.
Leixões, sublinham da TCL, mantém-se como quinto porto ibérico na movimentação de contentores, sendo que os que o precedem no ranking têm uma forte exposição ao mercado de transhipment, praticamente inexistente no porto nortenho.

TCL continua no limite

Ainda assim, o terminal de contentores de Leixões continua a operar muito perto do seu limite de capacidade. Como o próprio presidente da APDL reconheceu recentemente, não fora esta quebra de actividade e viver-se-ia uma situação de congestionamento permanente.
Enquanto tarda a formalização do acordo para a ampliação do terminal de contentores Sul, a TCL continua a utilizar o terminal Multiusos e são cada vez mais frequentes os dias em que opera 24/24 horas a pedido dos armadores, com isso agilizando o fluxo das mercadorias.
Tal como o TRANSPORTES & NEGÓCIOS avançou em primeira mão, o acordo para a expansão do terminal já está fechado entre a APDL e a TCL. A concessionária investirá cerca de 40 milhões de euros no terminal Sul e em troca receberá mais cinco anos de concessão.
Fonte: T e N

Tem uma ideia para explorar o oceano? Há 6,35 milhões à sua espera.

Fundação X Prize lançou uma competição global com o objectivo de explorar e mapear as profundezas do oceano.


De acordo com o The Verge, a fundação X Prize lançou uma competição global onde tem 6,35 milhões de euros para empreendedores que criem novas tecnologias low-cost para mapear o fundo do oceano.
A fundação afirma que esta tecnologia pode ajudar a humanidade a compreender a sua história e pode ajudar a identificar curas para doenças mortais no fundo do oceano.
A tecnologia a ser construída tem de conseguir mapear o oceano em alta resolução, identificar várias funcionalidades e objectos do fundo do oceano e seguir ‘signatures’ químicas e biológicas.

“Não capturem mais peixe do que aquele que o Mar consegue repor”

Organização internacional de conservação do ambiente marinho pede aos governos mundiais que façam uma gestão sustentável da pesca.


A organização internacional de conservação do ambiente marinho Oceana pede aos governos mundiais que façam uma gestão sustentável da pesca, não deixando que se capture mais peixe do que o mar consegue repor. 

Numa lista de dez prioridades para os oceanos em 2016, a Oceana quer que os decisores políticos “passem das palavras aos actos”, lembrando que os mares são a principal fonte de vida da Terra, mas que continuam a ser explorados de forma despreocupada. 

“Não capturar mais peixe do que aquele que o mar consegue repor” é uma das dez medidas consideradas fundamentais, com a associação internacional a indicar que os governos devem gerir a pesca de forma mais sustentável, enquanto os cidadãos devem tomar decisões mais conscientes como consumidores. 

Promover práticas pesqueiras respeitadoras do meio ambiente, erradicar a pesca ilegal e defender as profundezas marítimas são outras das medidas tidas pela Oceana como fundamentais para 2016. 

Outra das acções é dirigida contra as alterações climáticas, com a associação internacional a recordar que a água do mar está a aquecer e a tornar-se mais ácida, devido às emissões de dióxido de carbono, obrigando as espécies a migrar e a invadirem outros ecossistemas, acabando com os corais e com animais com concha. 

Lutar por um mar mais limpo – reciclando e reutilizando para produzir menos lixo -, investir mais em investigação marinha e sensibilizar as pessoas para a questão do mar, recordando que os oceanos cobrem 71% da superfície do planeta, são outras das medidas. 

A Oceana advoga ainda como essencial uma transição para energias renováveis, uma vez que os oceanos são uma fonte de energia renovável mas, em contrapartida, vão recebendo derrames de petróleo e de outros combustíveis.

Para a organização internacional de defesa dos oceanos é ainda prioritário conceber planos de gestão de habitats e espécies vulneráveis, até para dar cumprimento à Convenção das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica, que define como objectivo proteger 10% dos oceanos até 2020, dentro de quatro anos.

Fonte: TVI


Pescas: Mais carapau e pescada, menos bacalhau e tamboril




Para 2016 os pescadores poderão pescar mais 11,4% de pescado do que durante este ano. Foi a estreia de Ana Paula Vitorino na Europa e a ministra diz-se satisfeita com o resultado. Portugal pesca mais, mas perde quota em várias espécies.
Os pescadores portugueses poderão capturar em 2016, em águas nacionais, um total de 63.524 mil toneladas de pescado, mais 11,4% de pescado do que durante este ano. Assim ficou decidido na noite desta terça-feira, 15 de Dezembro, no Conselho de Ministros das Pescas da União Europeia, onde a nova ministra do Mar, Ana Paula Vitorino (na foto), se estreou numa longa maratona negocial de 40 horas, que começou na segunda-feira de manhã e terminou pelas 02:00 de hoje.
Citada pela TSF, Ana Paula Vitorino afirma que ficou garantido “que a nossa quota é muito superior àquilo que foram as capturas realizadas em Portugal”.

O carapau será o peixe que mais poderá ser capturado, tendo sido autorizada a pesca de 50.839 toneladas, que comparam com as 57.016 toneladas de capturas permitidas em 2015 (mais 15%). Segue-se o biqueirão (5.542 toneladas, mais 10%) e a pescada (3.097 toneladas). A quota de lagostim, um marisco com elevado valor comercial, sobe 26%, acima dos 20% inicialmente propostos pela Comissão Europeia, e a de raias mantém-se, quando inicialmente estava previsto um corte de 10%.
Já no que toca ao bacalhau, está proposto um corte de 14% nas águas da Noruega, para as 2.365 toneladas, que deverá ser compensado com a cedência de uma reserva de 25.000 toneladas da quota global de verdinho. No Canadá, nos mares geridos pela Organização de Pescas do Atlântico Noroeste (NAFO), a quota sobe 1%, para 2.497 toneladas.
A pescada é o ‘stock’ que mais desce, com um corte de 25% (inicialmente estava proposto um de 61%), havendo ainda uma baixa de 1% nas capturas de areeiro em águas portuguesas. Também no caso do tamboril haverá um corte de 14% e que inicialmente seria de 19%, mas foi reduzido durante as negociações.
A sarda, cujas unidades populacionais também são geridas no âmbito de acordos com países terceiros, sofre um corte de 15%, para as 6.971 toneladas.

Recorde. Um homem, um par de remos e o oceano Pacífico para navegar

John Beeden não foi o primeiro navegador a cruzar o Pacífico. Mas foi o primeiro a fazê-lo só e numa embarcação a remos. Precisou de 209 dias para chegar de S. Francisco, EUA, a Cairns, na Austrália.


Os últimos 209 dias, John Beeden passou-os no oceano Pacífico. Numa pequena embarcação a remos, onde só cabe ele e pouco mais. Sozinho. Completamente sozinho. E sem fazer qualquer escala. Remou durante 15 horas por dia. Todos os dias.
Chamem-lhe louco, mas a verdade é que este inglês de Sheffield, com 53 anos e muitas milhas náuticas nos braços — há quatro anos, atravessou o Atlântico em circunstâncias idênticas –, foi o primeiro homem a cruzar o Pacífico a remo. John Beeden, que vive no Canadá, partiu de San Francisco, na costa Oeste dos Estados Unidos e chegou, contra ventos e marés — que, diga-se, de tão agrestes que foram, atrasaram-lhe a chegada em muitas semanas –, esta segunda-feira à cidade de Cairns, no nordeste da Austrália.
À chegada, esperava-o uma cidade inteira, exultante com a sua façanha. E disse, visivelmente desgastado, John: “Ser o primeiro homem a conseguir atravessar o Pacífico a remo é realmente incrível. Ainda estou a processar tudo o que vivi.”
A mulher de John, Cheryl, também o aguardava em Cairns. “Ele é um homem incrível, diferente da maioria dos homens. E mesmo quando tem um dia mau, no mar ou na vida, continua a remar e ‘remar’.” Cheryl quer agora, por fim, ter o marido em casa consigo. Mas nem ela acredita que a estadia de John vá durar muito tempo fora de água: “Estou feliz por vê-lo regressar a casa são e salvo. Ele disse-me que não voltaria a meter-se numa aventura destas durante muito, muito tempo. Mas tenho a certeza que dentro de poucas semanas vai estar a preparar-se para outra aventura e vou ter que refreá-lo.”
Em 1983, Peter Bird também tentou atravessar o oceano Pacífico a remo, também só e também saído de São Francisco. Mas ao fim de 294 dias no mar foi vencido pelo cansaço e pelas intempéries e teve que ser resgatado pela Marinha australiana.
Fonte: Observador


Estivadores mantêm greve em Lisboa até 31 de Janeiro

Um dia depois de ter aceitado reiniciar as negociações de um novo CCT, o sindicato dos estivadores anuncia o prolongamento da greve no porto de Lisboa até ao próximo dia 31 de Janeiro.


O novo pré-aviso é datado de 21 de Dezembro mas só hoje foi tornado público. Aplica-se ao período de 7 a 31 de Janeiro e só será accionado se os operadores portuários – que ontem também aceitaram retomar as negociações – utilizarem “trabalhadores estranhos à profissão”.
A actual greve dos trabalhadores portuários iniciou-se a 14 de Novembro, dia em que deixou de vigorar o anterior Contrato Colectivo de Trabalho (CCT) e passou a aplicar-se plenamente a nova legislação geral do trabalho portuário. Neste cerca de mês e meio os trabalhadores portuários nunca terão recusado realizar trabalho mas, na prática, os atrasos nas operações levaram à debandada de vários armadores, com a Maersk Line e a Hapag-LLoyd à cabeça.
As negociações cm vista a celebrar um novo CCT para o Porto de Lisboa foram interrompidas em meados de Março, após 36 reuniões ao longo de um ano.
Ontem, após reuniões com a ministra do Mar, operadores e sindicato aceitaram reiniciar as negociações, com o intuito de chegar a um consenso no prazo de um mês.
Em declarações aos jornalistas, no final das reuniões para tentar “promover a paz social” no Porto de Lisboa, Ana Paula Vitorino explicou que “as duas partes responderam ao apelo e vão sentar-se a conversar, sob a coordenação do Porto de Lisboa”.
“Acho que é possível chegarmos a um acordo”, declarou a governante, realçando que “todos têm que ceder”.
Fonte: T e N


Leixões à beira de um novo recorde anual

Mesmo com os contentores em baixa, o porto de Leixões prepara-se para encerrar o ano com um novo máximo de cargas movimentadas, na casa dos 18,5 milhões de toneladas. No final de Novembro somava 17,3 milhões.


Não fosse a quebra de cerca de 500 mil toneladas (8,7%) na carga contentorizada, essencialmente por culpa da forte retracção das exportações para Angola, e 2015 bem poderia ser um ano excepcional para o porto nortenho, com (quase) todos os segmentos de carga a crescerem a dois dígitos.
Os granéis líquidos, que em tempos recentes travaram maiores ganhos, dão agora o mote para o crescimento, com um avanço acumulado de 11,2% para a casa dos 7,7 milhões de toneladas. Curiosamente, num recente encontro com agentes de navegação, o presidente da APDL, Brogueira Dias, alertava para o facto de a capacidade do terminal petroleiro estar nos limites e de a monobóia precisar de uma revisão profunda…
Em forte alta estão também os granéis sólidos (sobem 11,2% para cerca dos 2,3 milhões de toneladas) e a carga geral fraccionada (mais 12,4% para cima das 900 mil toneladas).
Excepcional continua a ser o comportamento da carga ro-ro. Nos primeiros 11 meses do ano dispara 73,7% e já vale perto de 650 mil toneladas.
Para o final do ano, a APDL espera chegar aos 18,5 milhões de toneladas, cerca de 5% acima do recorde de 2014. Poderia ser ainda melhor, não fossem os contentores, mas assim o terminal de contentores de Leixões estaria permanentemente congestionado, sublinhava, em jeito de consolação o presidente da APDL, no referido encontro.
Fonte: T e N