Vilamoura acolhe prova internacional de vela

Evento antecede Campeonato do Mundo de Optimist, que acontece em Vilamoura no próximo mês de Junho.


O 42º Torneio Internacional de Vela do Carnaval “Carnival Regatta” decorre entre os dias 6 e 8 de Fevereiro e conta com a participação de 400 Velejadores dos quais mais de 200 crianças provenientes de 16 países inscritos na classe Optimist.
A Carnival Regatta, para além das classes Laser 4.7, Laser Radial, 420, que disputam a PAN-Prova de Apuramento Nacional, inclui ainda as classes Snipe e Dart, assim como a 1ª Etapa do Circuito de Surf Algarve 2016 – evento que se disputará na Praia da Rocha Baixinha Nascente.
Ao longo dos próximos dias o resort algarvio espera receber centenas de visitantes, entre eles alguns nomes ilustres da vela internacional, como por exemplo Phillip Allen, o Director da equipa de Abu Dhabi Ocean Racing – que será o convidado da próxima edição das V-Talks, a decorrer a 7 de Fevereiro, pelas 19h, no Museu Cerro da Vila. A presença de participantes, staff e curiosos vai traduzir-se em boas receitas para o turismo da região: no total, serão servidas mais de 2500 refeições e estão reservadas mais de 1000 dormidas.
De acordo com Paul Taylor, Presidente de Vilamoura World, “este é mais um exemplo de um evento desportivo de relevo que Vilamoura se orgulha de organizar e que tem um óptimo palco: a premiada Marina de Vilamoura. Estão reunidas todas as condições para que esta seja mais uma prova de sucesso; o nosso trabalho é garantir que os visitantes levam boas recordações deste fim- de-semana no Algarve”.
Fonte: Sapo

Metade das despesas do Ministério do Mar seguem para a investigação

Pela
primeira vez com direito a um ministério autónomo, o Governo assume
no relatório que acompanha o Orçamento do Estado para 2016 o
“desafio e a responsabilidade” de passar da teoria à prática a
aposta que tem vindo sucessivamente a ser apontada para a chamada
“economia azul”.
O
Ministério do Mar, tutelado por Ana Paula Vitorino, tem como
prioridades de governação o lançamento do Programa Mar 2020 —
que já foi aprovado nas instâncias comunitárias (e tem uma dotação
orçamental de 500 milhões de euros, mas que ainda precisa de ser
regulamentado) e se destina a apoiar projectos na área da criação
do conhecimento — e a constituição de um Fundo Azul, destinado a
fomentar a criação de novas empresas de base tecnológica, e apoiar
a investigação científica.
A
dinamização da actividade portuária surge também nas prioridades
deste novo ministério, que pretende “incentivar os concessionários
a modernizarem as suas concessões” e “apostar na especialização
da actividade de cada porto no seu 
hinterland específico”.
A
aposta na investigação e inovação é também visível na
estrutura de distribuição da despesa, que atinge o total de 80
milhões de euros em 2016. As medidas relacionadas com investigação
científica orçamentadas atingem os 43,6 milhões de euros, ou 46%
do total da despesa. As actividades relacionadas com a pesca merecem
uma fatia de 20%, através dos orçamentos do Instituto Português do
Mar e da Atmosfera (IPMA) e da Direcção Geral dos Recursos
Marítimos (DGRM).
Fonte: Público

Investigação científica luso-chinesa em Ciências do Mar

Até 29 de Fevereiro estão abertas candidaturas para financiamento de projectos de Investigação Científica e Desenvolvimento Tecnológico, na área das Ciências do Mar, desenvolvidos em conjunto por equipas de investigação portuguesas e chinesas.
O concurso é bilateral e promovido conjuntamente pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) e a National Natural Science Foundation of China (NSFC), no âmbito de um Protocolo  subscrito por ambas as entidades em Julho de 2015, com o objectivo de apoiar e incentivar a cooperação entre entidades de investigação e universidades na China e em Portugal.
Para as equipas portuguesas, a FCT disponibiliza um total de 300 mil euros, sendo que cada projecto escolhido beneficiará de apoio até ao limite de 100 mil euros. A NSFC fica responsável pelo co-financiamento destinado às equipas chinesas. O financiamento aos projectos bilaterais conjuntos tem uma duração de trinta e seis meses.
Pela FCT, as candidaturas estão abertas a “equipas de investigação de Instituições do Ensino Superior, seus Institutos e Centros de I&D; Laboratórios Associados; Laboratórios do Estado; Instituições privadas sem fins lucrativos que tenham como objecto principal actividades de Ciência e Tecnologia; empresas desde que inseridas em projectos liderados por Instituições de I&D públicas ou privadas sem fins lucrativos; outras instituições públicas e privadas, sem fins lucrativos, que desenvolvam ou participem em actividades de investigação científica”, conforme refere o site da FCT.
A avaliação será feita mediante revisão por pares, baseada no “mérito científico e relevância da proposta, conduzido de modo independente pela FCT e NSFC”. No caso da FCT, será realizada por um painel internacional. No final, terá lugar uma reunião de uma Comissão Mista formada por elementos da FCT e da NSFC para decidir as propostas a apoiar.

Sardinha: campanha cientifica revela aumento da biomassa

Este ano os pescadores portugueses e espanhóis poderão capturar 19 mil toneladas de sardinhas. A novidade foi comunicada pelo Ministério do Mar, que acrescentou que o valor é idêntico ao de 2015. Em causa o não colocar em perigo a gestão da pesca da sardinha. Isto é particularmente importante dado os problemas verificados há já algum tempo – diminuição da quantidade de peixe existente no oceano.
O número foi definido tendo por base os resultados da campanha cientifica realizada em Dezembro, que indicam uma recuperação da biomassa e dos índices de recrutamento nas águas portuguesas.
No ano passado os dois países (Portugal e Espanha) capturaram cerca de 19 mil toneladas, tendo o total de capturas da frota nacional de cerco ascendido a 13 mil toneladas.
O valor (pretendido) agora anunciado pelo Ministério do Mar é importante dado que, em Julho do 2015 o ICES (Conselho Internacional para a Exploração do Mar, organismo cientifico de aconselhamento da Comissão Europeia) que propôs, para 2016, um limite de capturas entre um mínimo de 1.587 toneladas e um máximo de 14 mil toneladas a dividir entre os dois Países.
Em Dezembro do ano passado, como forma de obter informação que permitisse confirmar (ou contrariar) os números avançados pelo ICES foi realizado um cruzeiro cientifico sobre a sardinha que, posteriormente, levou a reuniões de trabalho de negociação com Espanha e a Comissão Europeia “para articular as necessárias medidas de gestão”.
O comunicado do Ministério do Mar revela que os dados obtidos por essa campanha cientifica indicam um aumento da biomassa de sardinha e um aumento considerável do recrutamento. Dados que originaram um acordo com Espanha (e aceite pela Comissão Europeia) para uma gestão responsável e que estabeleceu um limite de capturas de 10 mil toneladas até Julho. Isto ao mesmo tempo que serão intensificadas as campanhas científicas para monitorização e avaliação da biomassa. “Com os dados já recolhidos é expectável a revisão em alta dos níveis de captura, permitindo atingir as 19.000 toneladas até ao final do ano. Ou seja, um nível de capturas para 2016 equivalente ao do ano anterior.”

Governo define em 2016 a localização do novo terminal de contentores


O Executivo de António Costa vai determinar este ano a localização do novo porto de águas profundas que vai servir a região de Lisboa, que está previsto para o Barreiro.

A proposta de Orçamento do Estado para 2016, entregue na passada sexta-feira na Assembleia da República, prevê que este ano “será ainda definida a localização do novo terminal de contentores para a área da grande Lisboa”.
O Barreiro tem sido a localização apontada para a construção do futuro terminal de contentores, sendo a única alternativa que está neste momento a ser estudada de forma a que seja comprovada a sua viabilidade.


O Governo de António Costa garante que este ano tomará a decisão, o mesmo acontecendo com a promoção do projecto do Arco Ribeirinho Sul que visa a requalificação urbanística de um vasto território na margem sul do estuário do Tejo, predominantemente áreas industriais desactivadas situadas nos municípios de Almada, Barreiro e Seixal.


No sector dos portos, a proposta de Orçamento realça a importância da actividade portuária para o desenvolvimento da economia portuguesa, nomeadamente na alavancagem das exportações.


Para o Governo, “é importante assegurar o reforço e a modernização dos portos nacionais, aumentando a sua competitividade e reforçando a ligação à rede transeuropeia de transportes, como resposta à intensificação dos transportes marítimos”.


De igual forma, refere no documento, “é indispensável que as empresas portuárias desenvolvam políticas que conduzam a relações socio-laborais sãs, contribuindo para a confiança nos portos portugueses e, consequentemente, para um maior desenvolvimento económico, assente num maior dinamismo do sector exportador nacional”.


Recorde-se que em Novembro do ano passado o sindicato dos estivadores entregou sucessivos pré-avisos de greve, que tiveram como consequência no porto de Lisboa a suspensão das escadas de grandes armadores como a Maersk e a Hapag-Llopyd.


Abrandamento nos Porta-Contentores


Frota com o crescimento mais baixo de sempre


A capacidade da frota global de porta-contentores deve crescer 4,6% em 2016, o valor mais baixo de sempre, de acordo com a Aplhaliner, uma plataforma informativa ao serviço da indústria do transporte marítimo.
Paralelamente, a Alphaliner refere o ritmo lento das entregas de navios e o aumento previsto do número de porta-contentores a vender para desmantelamento, como contributos para uma queda para menos de um milhão de TEU no crescimento líquido da capacidade nominal dos navios em 2016.
A mesma entidade nota também que as entregas de navios devem atingir este ano um total de 1,25 milhões de TEU (que poderá ser ainda menor se a tendência para um mercado fraco se mantiver ao longo de 2016), abaixo dos 1,72 milhões de TEU de 2015.
A continuação de uma procura lenta pode levar a um adiamento das entregas de navios e, nos casos de estaleiros com dificuldades financeiras, pode conduzir mesmo a cancelamentos.

Jason Polakow: O 1º windsurfista a enfrentar as ondas gigantes da Nazaré

A Meca europeia das ondas gigantes acaba de ser pela 1ª vez conquistada por um atleta de Windsurf – vertente Funboard: o australiano Jason Polakow.


A Meca europeia das ondas gigantes acaba de ser pela primeira vez conquistada por um atleta de Windsurf – vertente Funboard. O australiano Jason Polakow fez história ao surfar as montanhas de água da Praia do Norte, na Nazaré.

Aos 44 anos, o windsurfista de ondas gigantes, por duas vezes Campeão do Mundo de Prancha à Vela, encontrou um novo desafio: surfar os 13 metros (43 pés) desta desafiante localização da costa atlântica.
Jason Polakow preparou esta aventura durante um ano, estudando e observando o spot português, reunindo finalmente as condições ideais – com destaque para a equipa de segurança – para avançar para uma das maiores ondas do planeta.
As condições apresentaram-se favoráveis, permitindo finalmente a conquista da onda da Praia do Norte.
“Já surfei praticamente todas as ondas gigantes à volta do Mundo e devo confessar que para mim a da Nazaré foi a mais difícil e exigente. As ondas aparecem de várias direcções ao mesmo tempo, tornando extremamente difícil a tarefa de avaliar e estar em segurança. A segurança na água foi a minha principal preocupação, estive por isso acompanhado por surfistas experientes como o Andrew Cotton [Reino Unido] e o Hugo Vau [Portugal] que estiveram a cuidar de mim, e ainda o Jorge Leal – conhecido como Jesus – a comunicar com a equipa de segurança na água, isso foi determinante para me sentir confiante”.
“Esta sessão foi um excelente ponto de partida para mim na Nazaré, uma vez que consegui apanhar algumas ondas enormes. Passei momentos difíceis e cheios de adrenalina e por isso estou certo que vivi aqui um dos momentos altos da minha carreira”.
Jason Polakow afirmou-se como o melhor especialista australiano de Windsurf com apenas 18 anos. Em 1990 conseguiu inclusivamente bater a lenda do windsurf Robby Naish, que competia em casa no Maui World Cup Grand Slam. Depois de dois títulos mundiais, o atleta de Prancha à Vela deixou de se dedicar exclusivamente à competição. Nos últimos dez anos tem-se dedicado a procurar e surfar as maiores ondas do planeta.
Situada na confluência de um profundo canhão submarino que afunila as ondas gigantes do atlântico norte para a costa, a Nazaré é todos os anos o ponto de encontro da elite do surf de ondas gigantes. As ondas podem chegar a uma altura de 100 pés, o que corresponde à altura de um prédio de 10 andares. Polakow é o primeiro atleta do mundo a conquistar esta onda com uma prancha à vela.
Entretanto, o australiano já estabeleceu um novo objectivo: bater o recorde não oficial da sua modalidade, cerca de 60 pés, na famosa localização de ‘Jaws’, em Maui (Havai).
“Durante muito tempo pensei que Jaws era a referência do windsurf de ondas gigantes, mas a Nazaré tem certamente um lugar quando falamos de produzir as maiores ondas do planeta”, afirmou Polakow.
“O meu objectivo é voltar cá com um swell gigante. Estou convicto de que podemos bater esse recorde do mundo mesmo aqui na Praia do Norte, numa próxima oportunidade”, acrescentou.
Biografia de Jason Polakow
Jason Polakow nasceu a 10 de Novembro de 1971, em Torquay (Austrália), e é um dos atletas Red Bull na modalidade de windsurf. Apesar de hoje em dia ser uma lenda pelas suas manobras na água, onde alcançou o feito único de se sagrar duas vezes Campeão do Mundo e atingir em dose dupla o topo do ranking do PWA, iniciou-se em terra, em cima das motos, conquistando o título australiano de Motocrosse Júnior.
Aos 18 anos decidiu optar pelo windsurf, tornando-se um atleta de topo na Austrália. Foi apenas uma questão de tempo até chegar igualmente ao topo do panorama internacional, onde é conhecido como um dos melhores de todos os tempos.
Uma curiosidade sobre Jason? É considerado o pai do windsurf moderno, ao ter substituído as tradicionais pranchas assimétricas pelas suas próprias pranchas simétricas, criando assim a sua própria marca – JP Australia – reconhecida por ser uma marca com equipamento tecnicamente avançado e de alta qualidade.
Fonte: Multidesportos




OE2016: Aquacultores propõem redução de IVA para ostras

A Associação Portuguesa de Aquacultura defende a redução do IVA das ostras de 23% para 6%, como o dos restantes bivalves, e vai propor que a medida seja contemplada na proposta de Orçamento do Estado para 2016.


Segundo o secretário-geral da Associação Portuguesa de Aquacultura, Fernando Gonçalves, que vai ser ouvido hoje na comissão parlamentar de Agricultura e Mar, o facto de o IVA das ostras se manter na taxa máxima está a “estrangular” o desenvolvimento do sector em Portugal.
“Não conseguimos ter maternidades cá. Os produtores preferem ir buscar [as ostras] a França porque sai mais barato e achamos que o IVA deve baixar para os 6% como o dos restantes bivalves e peixes”, disse à Lusa.
Fernando Gonçalves espera também “sensibilizar os deputados” para a necessidade de criar um apoio para os produtores de ostras que sofreram uma elevada mortalidade no final do ano passado, sobretudo no Algarve, e que pode passar por linhas de crédito bonificado “para ajudar a recuperar a produção”.
Outra das reivindicações é equiparar o sector da aquacultura ao da pesca no que diz respeito à isenção de IVA na aquisição de equipamentos e embarcações.
Fernando Gonçalves defende que esta medida não teria um impacto directo no Orçamento do Estado para este ano (OE2016), mas permitiria aliviar a tesouraria das empresas.
Os aquacultores querem ainda que os terrenos usados nesta actividade, sejam sujeitos ao IMI aplicado aos prédios rústicos, e não urbanos, tal como acontece com os terrenos agrícolas.

Sobreviveram 41 dias à deriva no mar a comer cocos


Viagem não deveria ter passado de um curto passeio, mas a avaria no motor da embarcação deu início a um pesadelo de quase seis semanas. Três dos passageiros morreram.

A 8 de Setembro do ano passado, cinco pessoas partiram da costa da Papua Nova Guiné numa embarcação modesta, para uma curta viagem entre a ilha onde viviam, Fissoa, e a ilha vizinha de Simberi. Mas aquilo que poderia ter-se resumido a um passeio agradável acabou por se transformar num pesadelo a que só sobreviveram dois dos cinco passageiros.
Rickson Masol, de 32 anos, e Chris Pagan, de 49, são os sortudos desta história: foram os únicos que resistiram às consequências de uma avaria no motor da embarcação onde o grupo seguia, o que implicou um desvio de cerca de 966 quilómetros da rota prevista. Sem motor, a embarcação ficou entregue às correntes e andou à deriva durante 41 dias. Sem poder fazer comunicações, a dupla sobreviveu bebendo a água da chuva que caía e comendo cocos que iam chegando trazidos pelas ondas.
Os outros três passageiros, entre os quais se incluía uma mulher grávida, acabaram por falecer em circunstâncias que ainda não foram apuradas. Mas Masol e Pagan sobreviveram e acabaram por conseguir chegar à Micronésia, vizinha da Papua Nova Guiné.
Surpreendentemente, após seis semanas a fazerem uma alimentação exclusivamente composta por cocos e água da chuva, os dois homens chegaram à Micronésia “de boa saúde”, relata o “The Telegraph”, citando um relatório da Organização Internacional da Migração (OMI). “Estamos tão felizes por estar em casa”, disse Masol ao chegar a Port Moresby, capital do seu país, esta quarta-feira. “Estar perdido no mar foi aterrorizador mas estamos a ser muito bem tratados desde que chegámos”.
Embora pareça uma história de filme, este não é caso único. Há muitos casos de cidadãos daquele país que vão parar à Micronésia por motivos semelhantes, embora nem todos tenham tanta sorte como estes dois sobreviventes. “Há certamente muitos outros casos que nunca chegamos a descobrir nestas ilhas e mares remotos”, diz George Gigauri, da OMI, citado pelo “The Telegraph”.
Desde 2007, a organização já ajudou a repatriar 19 cidadãos da Papua Nova Guiné que chegaram às costas da Micronésia. No entanto, o processo é demorado – já na Micronésia, Masol e Pagan demoraram quase tanto tempo a chegar a casa como aquele em que andaram perdidos depois do motor da embarcação ter falhado.

Fonte: Expresso

Possível recorde mundial de pesca é alvo de críticas

Tubarão capturado pesa algo como 625 kg. Uns aplaudem a captura, outros criticam-na.



Há precisamente uma semana, a página do Facebook Offshore Fishing NSW publicou a fotografia de uma captura candidata a recorde mundial. Trata-se de um trio de pescadores que conseguiu ‘sacar’ do mar um tubarão que pesa algo como 625,5 kg.

O feito aconteceu na região australiana de Nova Gales do Sul. Um dia depois da publicação inicial, a fotografia do momento contava com mais de quatro mil partilhas. No entanto, os comentários dividiram-se.
Conta o The Telegraph que, entre os mais de quatro mil comentários feitos à imagem, cerca de metade aplaude o feito, enquanto a outra metade critica-o, defendendo que um animal deste porte é digno de permanecer no seu habitat, ou seja, no oceano.
Há, contudo, quem surja em defesa dos pescadores. “O tipo de pessoas que reclama pela captura de animais como este são as mesmas pessoas que iriam pedir para os matar caso fosse atacada por eles”, escreve o utilizador Bem Shallcross.
A discussão está aberta e a polémica instalada. O Telegraph chegou até a elaborar uma votação online sobre o assunto. A grande maioria (73%) defende que o tubarão não devia ter sido retirado das águas do oceanos.