PONG-Pesca satisfeita com informações do Governo

A PONG-Pesca (Plataforma de Organizações Não Governamentais Portuguesas sobre a Pesca) manifestou ontem, 11 de Fevereiro, o seu agrado “pela definição da quota de sardinha ibérica para 2016 respeitar o Princípio da Precaução estabelecido pelo Conselho Internacional para a Exploração dos Mares”.
A mesma plataforma, contudo, exige “que todo o processo seja claramente comunicado, não só aos intervenientes directos, como ao público em geral” e considera que “a quota agora definida – 14.000 toneladas – só deve ser aumentada se os dados científicos recolhidos durante 2016 comprovarem que este aumento não coloca em causa a sustentabilidade do stock da sardinha ibérica”.
Recorde-se que no dia 5 de Fevereiro representantes da PONG-Pesca estiveram numa reunião de trabalho na Secretaria de Estado das Pescas, durante a qual o tema da sardinha ibérica ocupou grande parte do tempo. Depois de conhecerem as medidas divulgadas pelo Governo na reunião, a PONG-Pesca congratulou-se com as mesmas.
A plataforma também recebeu com satisfação as indicações sobre a “tendência verificada para uma melhoria do estado do recurso”, mas considera importante recordar que a tendência deverá ser confirmada “pela informação recolhida nas campanhas científicas de 2016”. Qualquer alteração da quota deverá depender de prévia aprovação pelo Conselho Internacional para a Exploração dos Mares (CIEM), considera a PONG-Pesca.
Reconhecendo o desejo de que a sardinha recupere, Gonçalo Carvalho, coordenador da plataforma, nota que não devem esquecer-se os níveis ainda reduzidos dos stocks, pelo que as recomendações científicas devem ser seguidas com rigor. Finalmente, o mesmo responsável manifesta apreço pelo trabalho do IPMA, que considera merecedor de todas as condições para levar a cabo a sua tarefa.

“O dinheiro está a ser transferido dos Portos para as Finanças”

O
presidente do Conselho Português de Carregadores defende que o
modelo de concessões deve ser mudado para o de licenças.
Os
lucros e os impostos arrecadados pelas administrações portuárias
não estão a ser reinvestidos na economia e no fomento do sector
portuário e das actividades exportadoras, sendo transferidos
directamente para os cofres do Ministério das Finanças. Esta é
constatação de Pedro Viegas Galvão, presidente do Conselho
Português de Carregadores, que reúne algumas das maiores empresas
exportadoras nacionais.

Segundo as contas de Pedro Galvão, entre
2010 e 2014, por exemplo, a administração do porto de Leixões
(APDL), registou lucros de 67,4 milhões de euros. A estes lucros, há
que juntar os lucros dos concessionários que operam no porto
nortenho, os quais superaram os 71 milhões de euros no período em
análise.

No conjunto, está-se a falar de 138,5 milhões de
euros, sobre os quais o Ministério das Finanças cobrou 21,7 milhões
de euros de IRC aos concessionários e 16,7 milhões de euros de IRC
à própria APDL: um total de 38,4 milhões de euros. Além disso, o
Estado, ainda através do Ministério das Finanças, recolheu ainda
mais 22,8 milhões de euros em dividendos retirados à própria APDL
entre 2010 e 2014. Ou seja, dos 138,5 milhões de euros de lucros
conseguidos pela APDL e pelos respectivos concessionários entre 210
e 2014, o Ministério das Finanças ‘capturou’ 61 milhões de
euros em cobrança de IRC e dividendos.

“O que nós
defendemos é que haja um ‘pass through’ [transferência] para a
economia, em vez de ser como agora, em que se está a tirar dinheiro
dos portos para o Ministério das Finanças. A única forma de
alterar o actual estado de coisas é as pessoas sentarem-se para
negociar e tentar encontrar uma plataforma de entendimento. Se nas
PPP rodoviárias se conseguiu, não vejo como é que nos portos não
se consegue”, defendeu Pedro Viegas Galvão, em declarações ao
Diário Económico.

De acordo com o presidente do CPC, “em
vez de os portos poderem ser o motor da economia, cobram taxas que
depois transferem para o Ministério das Finanças”. “É preciso
incentivar a economia, e não desincentivar. O trabalho que se tem de
fazer para ganhar eficiência nos portos, está longe de estar
concluído. É um processo contínuo. É preciso alterar o regime de
concessões e reduzir os tarifários, o que era defendido pela
‘troika’”, alerta Pedro Galvão. 

“Não estamos a
atacar as administrações portuárias. Reconhecemos que houve
melhorias significativas nos últimos anos com o regime das
concessões portuárias, mas a vida evolui. Tem de haver um
ajustamento às novas regras”, garante este responsável ao Diário
Económico. 

Para Pedro Galvão, “a situação
financeira de todos os portos nacionais é muito saudável”. O
presidente do CPC explica que “este regime de concessões foi
lançado há cerca de 20 anos com o objectivo de maximizar as
receitas das administrações portuárias porque era necessário que
os próprios portos limpassem os seus passivos; e isso não só foi
conseguido, como também permitiu a rentabilidade dos
concessionários, mas, nós, empresas exportadoras, estamos neste
momento a lutar com muitas dificuldades para penetrar em mercados
externos, em ganhar quotas”.

Para Pedro Galvão, “esta
transferência de dinheiro dos lucros dos portos, da economia, para o
Ministério das Finanças, é mais uma taxa à exportação do que
uma receita para maximizar o volume de cargas”. O presidente do CPC
é contra o monopólio no sector; defende que deve haver, no mínimo,
dois prestadores para cada serviço portuário; é adepto da
transferência do regime de concessões para o de licenças, “onde
não há barreiras à entrada nem à saída, podendo qualquer
operador com licença funcionar”; e aguarda a redução das tarifas
portuárias para beneficiar as exportações, a actividade portuária
e a economia nacional. 

Fonte: Económico  

Portos são a excepção nas empresas públicas com quatro anos de lucros

Portos nacionais atingiram lucros de 174 milhões de euros entre 2010 e 2014. O porto de Leixões liderou o ‘ranking, com lucros de 67,4 milhões de euros.



As cinco principais administrações portuárias nacionais registaram lucros agregados de 173,7 milhões de euros entre 2010 e 2014, o que perfaz uma média anual de lucros de 34,7 milhões de euros, de acordo com dados compilados pelo Conselho Português de Carregadores (CPC), a que o Diário Económico teve acesso.


Numa altura em que ainda não são conhecidas as contas destas administrações portuárias referentes ao exercício de 2015, estes dados atestam uma excepção no Sector Empresarial do Estado (SEE), uma vez que a grande maioria das empresas públicas apresenta défices crónicos de gestão, acumulando passivos de ano para ano. E confirmam que um dos poucos motores da economia nacional nestes anos de crise tem sido proporcionado pelas exportações, com reflexos evidentes nas cargas movimentadas pelos portos e, por conseguinte, nos dados económico-financeiros das administrações portuárias.


De entre as cinco maiores administrações portuárias nacionais – Leixões, Sines, Setúbal, Lisboa e Aveiro –, o grande destaque vai para o porto nortenho, que registou lucros de 67,4 milhões de euros no período em análise. A seguir, posicionou-se o porto de Sines, com lucros de 45,3 milhões de euros entre 2010 e 2014. 


Já o porto de Setúbal surge em terceiro lugar neste ‘ranking’, com 29,1 milhões de euros de lucros, significativamente acima do conseguido no mesmo período pelo porto de Lisboa: 21,9 milhões de euros de lucros. Este é mais um sinal dos problemas crescentes que o porto da capital tem atravessado nos últimos anos, em particular derivado de constantes greves dos estivadores, que têm afastado alguns dos maiores armadores mundiais para outros portos nacionais (como Setúbal) e ou mesmo estrangeiros, com destaque para os espanhóis. 


Neste momento, está a decorrer há mais de um mês um processo negocial entre os operadores e os estivadores do porto de Lisboa, sob a iniciativa de Ana Paula Vitorino, ministra do Mar, com o objectivo de solucionar de forma definitiva este diferendo laboral não sendo publicamente conhecidas as evoluções dessas conversações. 


Como é natural, por questões de dimensão, no último lugar deste ‘ranking’ dos lucros das principais administrações portuárias nacionais, posicionou-se o porto de Aveiro, com lucros de cerca de dez milhões de euros entre 2010 e 2014.


Apesar da saúde financeira das administrações portuárias que estes números evidenciam, diversos operadores do sector têm manifestado publicamente críticas à situação, como foi o caso de Pedro Viegas Galvão, presidente do CPC. Numa conferência sobre “Concorrência no Sector Portuário”, realizada no passado dia 26 de Janeiro, em Lisboa, este responsável defendeu que o actual regime de concessões portuárias tem de ser alterado e substituído preferencialmente pelo regime de licenças.


No seu entender, no passado, com o regime das concessões portuárias, pretendia-se a maximização das receitas das administrações portuárias, privilegiando o encaixe inicial e apostando na cobrança de rendas variáveis e fixas, mas de futuro Pedro Viegas Galvão recomenda “a maximização da competitividade da economia, maximizar volume, diluir custos fixos e ganhar massa crítica”.


Fonte: Económico. 


É um iate? É uma ilha? E que tal as duas coisas juntas?

Nunca tal tinha sido pensado. Mas a primeira ilha flutuante está ao dispor dos muito ricos. Uma espécie de mega-iate e ilha exótica…


Uma empresa austríaca especializada em iates submersíveis apresentou uma plataforma flutuante que se desloca, podendo funcionar como barco.
Na prática, a “Kokomo ailand” é uma ilha, com a diferença que não tem de estar sempre no mesmo sítio – a promoção fala num mega-iate combinado com uma ilha exótica.
Na “ilha”, há um apartamento de luxo, 80 metros acima do nível do mar, com elevadores e jacuzzi.
No deck principal há uma piscina, queda de água, palmeiras e jardins verticais.
Fonte: TSF

Microsoft testa instalação de data centers no fundo do oceano

A Microsoft está investindo no Project Natick, que visa a possibilidade de instalar os seus centros de armazenamento e gestão de dados centenas de metros abaixo do nível do mar. A notícia foi dada pelo jornal norte-americano New York Times.
Os testes vem sendo feitos no Oceano Pacífico, próximo à Califórnia. O protótipo é uma cápsula de aço com mais de 100 sensores (que mediam pressão, humidade, temperatura e movimento, por exemplo) que era controlado pelo escritório da Microsoft.
A empresa pretende continuar os seus testes fazendo um novo servidor subaquático cerca de três vezes maior que o último protótipo. Para ele, a Microsoft já pretende trabalhar em parceria com alguma empresa disposta a armazenar os seus dados lá.
Fonte: Imasters

Exportações nacionais cresceram 33% nos últimos cinco anos

No ano passado, o valor dos bens vendidos por Portugal ao mundo quebrou um novo recorde absoluto: quase 50 mil milhões de euros. Espanha consolidou lugar de primeiro cliente, Angola é a grande decepção e EUA a maior surpresa.
As exportações portuguesas subiram 33% nos últimos cinco anos, tendo as importações crescido 25% no mesmo período, o que permitiu que a taxa de cobertura – que mede a percentagem das importações pode ser “comprada” com o que o país vende ao mundo – melhorasse significativamente, passando de 63,5% para 82,9% entre 2010 e 2015, revelamdados sobre o comércio internacional divulgados nesta quarta-feira, 10 de Fevereiro, pelo Instituto Nacional de Estatística.

Olhando para 2015, constata-se que, pelo sexto ano consecutivo, o valor dos bens vendidos por Portugal ao mundo quebrou um novo recorde absoluto, ao totalizar 49,8 mil milhões de euros, após um crescimento de 3,6% face a 2014. As importações também subiram, 1,9%, para 60,1 mil milhões de euros.

Ao longo do ano passado, Espanha consolidou fortemente a posição tradicional de primeiro parceiro comercial. As exportações subiram 10% para 12,4 mil milhões de euros, o que significa que quase 25% do total do “made in Portugal” vendido ao mundo se destinou ao país vizinho. Também as importações cresceram, 2,8% para 19,7 mil milhões de euros – ou seja, a economia portuguesa adquiriu em Espanha 33% do total de bens e mercadorias que comprou lá fora.


No top 5 dos principais destinos das exportações, não há grandes mexidas em 2015: França é o segundo maior cliente (seis mil milhões de euros), sendo seguida de perto da Alemanha (5,9 mil milhões), do Reino Unido (3,2 mil milhões) e de Angola (3,2 mil milhões de euros). O mercado angolano sobressai, porém, pela negativa, por ser o único destes destinos em queda – e em forte queda: as exportações para Angola caíram 34% face a 2014. Já os Estados Unidos sobressaem pela positiva, após as exportações para o mercado norte-americano terem subido 22% para 2,6 mil milhões de euros.


Do lado das importações, após Espanha, Alemanha é o segundo país a quem Portugal mais compra (7,7 mil milhões de euros, após subida de 6,4%), seguindo-se França (4,4 mil milhões, na sequência de uma igual subida de 6,4%) estando Reino Unido e China agora empatados: a economia portuguesa comprou a ambos 1,8 mil milhões de euros, mais 3,8% e 11%, respectivamente, do que no ano passado.


Portugueses em destaque no Torneio Internacional de Vela de Vilamoura

Manuel Ramos garante lugar no pódio atrás dos irmãos alemães Mohr, na categoria juvenil
Velejadora algarvia Beatriz Gago é a primeira rapariga na classificação final
525 atletas participaram no 42º Torneio Internacional de Vela do Carnaval na Marina de Vilamoura

Os portugueses Manuel Ramos e Beatriz Gago estiveram em grande no 42º Torneio Internacional de Vela do Carnaval, que decorreu em Vilamoura nos dias 6 e 8 de Fevereiro. Com 27 pontos, o velejador, de 13 anos, conquistou o 3.º lugar do pódio, enquanto a velejadora portimonense, também de 13 anos, com 49 pontos, alcançou a 1.ª posição entre as participantes do sexo feminino e o 11.º lugar na classificação geral.
A prova Optimist contou com um total de 186 crianças e jovens de 12 nacionalidades, das quais 120 portuguesas. Outros 170 velejadores e surfistas – nas classes Laser 4.7 (39 participantes), Laser Radial (28), 420 (94), Snipe (44), Dart 18 (14) e Surf (120); que disputam a PAN-Prova de Apuramento Nacional e, no âmbito do surf, participantes na 1ª Etapa do Circuito de Surf Algarve 2016 – marcaram presença na Marina de Vilamoura durante estes dias de competição no Algarve, que se reflectiram no turismo da região. O resort atraiu cerca de mil visitantes neste período do Carnaval, foram servidas mais de 2500 refeições e ocupados mais de 1000 quartos de hotel e apartamentos.
“Aprendi muito nesta regata e estou muito satisfeito por ter alcançado o 3.º lugar numa prova que era difícil. Espero apurar-me para o Campeonato do Mundo”, confessa Manuel Ramos. Já Beatriz realça a concorrência que teve nesta prova, “com campeões de toda a Europa”, e enaltece Vilamoura, que “tem um mar com óptimas condições e boas ondas, raramente falha.”
De acordo com Paul Taylor, Presidente de Vilamoura World, “Vilamoura pretende tornar-se um dos principais destinos do mundo para a prática de desporto. As condições meteorológicas e as instalações contribuem para que Vilamoura seja o destino ideal para muitas modalidades, como é o exemplo da vela. Em 2016, vamos organizar série de eventos deste desporto e, em Junho, vamos receber com grande orgulho o Campeonato Mundial de Optimist”.
O próximo evento de vela irá decorrer nos próximos dias 20 e 21 de Fevereiro e a próxima regata teste está agendada para os dias 15 a 19 de Abril, em Vilamoura. Já o Campeonato do Mundo de Optimist irá decorrer entre os dias 25 de Junho e 4 de Julho na Marina de Vilamoura.
Vilamoura World, Inframoura, a Câmara Municipal de Loulé e a Junta de Freguesia de Quarteira voltam a ser, tal como nesta prova, os parceiros do evento.

Classificação:

Prova Juvenil

1.º Roko Mohr (GER)
2.º Mic Mohr (GER)
3.º Manuel Ramos (POR)
4.º Arthur de Jonghe (HUN)
5.º Mewes Wieduwild (GER)

Prova Infantil

1.º Tiago Lima (POR)
2.º Júlia Cardoso (POR)
3.º Marta Alves (POR)
4.º Augusto Castelo Branco (POR)
5.º Duarte Rocha (POR)

O mistério dos pés humanos que dão à costa no Canadá.

Desde
2007 que, num fenómeno aparentemente inexplicável, pés humanos, na
maioria pés direitos, são encontrados na região da Colúmbia
Britânica

São
encontrados na areia, trazidos pelas ondas e ainda dentro dos sapatos
– sempre desportivos, sejam ténis ou botas de montanha -, separados
do resto do corpo. Já são mais de uma dúzia os pés humanos que
dão à costa nas praias da província canadiana da Colúmbia
Britânica, sem que as autoridades tenham percebido 
exactamente de
onde vêm ou a quem pertencem na maioria dos casos. O mais recente
aconteceu já esta semana, revela o 
The
Washington Post
:
Charlotte Stevens estava a dar um passeio junto ao mar com a família
e o marido avistou um sapato na areia. Dentro do sapato, mais um pé
cortado. A polícia está a tentar apurar a identidade da pessoa a
quem pertence o membro, passando em revista a lista de desaparecidos
na área. Até ao momento, continua sem pistas.
Foi
em 2007 que o primeiro pé humano deu à costa na região. Seis dias
depois do primeiro, foi encontrado o segundo. No ano seguinte, mais
cinco pés humanos, sempre calçados. Na grande maioria, são pés
direitos. As teorias sucediam-se: desde a possibilidade de serem
restos mortais de vítimas do tsunami de 2004, no Oceano Índico, até
à hipótese de se tratarem de vítimas de redes de crime organizado.
Conclusões sólidas? Zero.





Vários
cientistas chegaram a debruçar-se sobre o assunto e há quem refira
que, quando os corpos passam longos períodos na água, as mãos e os
pés são os primeiros membros a separar-se do cadáver, pelo que
seria natural que fossem os primeiros a dar à costa. A polícia
conseguiu, entretanto, ligar dois dos pés encontrados a pessoas com
doenças mentais. Outros três pertencerão a indivíduos que
morreram de causas naturais. Pessoas que quiseram desaparecer,
resumiram as autoridades. Mas o mistério mantém-se: por que razão
continuam os pés a dar à costa, com alguma frequência, desde 2007?
“Demasiadas coincidências”, apontou o especialista forense
Mark Mendelson ao Daily
Beast
, em 2011. Todos os membros vêm calçados, com
sapatos desportivos, sem que o resto do corpo apareça. E quase todos
são pés direitos.

Há mesmo quem sugira um círculo vicioso: a partir do momento em que
os pés deram à costa, terão sido muitos os canadianos que
começaram a bater as praias da Colúmbia Britânica, dando largas à
sua curiosidade mórbida, e por isso tantos foram encontrados. Mas a
verdadeira explicação para o fenómeno continua por descobrir.
Enquanto isso, e praticamente na última década, mais pés humanos
vão sendo arrastados pelas ondas até às praias da Ilha de
Vancouver.

 Fonte: DN

Veja como vai ser o Titanic 2

A
réplica do navio que naufragou em 1912 chegará aos mares daqui a
dois anos
O projecto para o Titanic
2
 está
em marcha e prevê-se que o navio esteja no mar em 2018. Trata-se de
um sonho do milionário australiano Clive Palmer, que já sofreu um
adiamento, mas que vai mesmo para a frente.
O
navio, uma réplica da embarcação que naufragou em 1912, será
igualmente majestoso, mas com todas as condições de segurança. Por
isso, apesar de praticamente igual ao outro, terá ligeiras
diferenças, como procedimentos modernos de evacuação, controlo por
satélite, navegação digital, sistemas de radar e, claro, mais
coletes salva-vidas.
O
Titanic 2 será ligeiramente mais comprido que o seu antecessor e
levará mais 177 passageiros, com uma capacidade total para 2400
pessoas. Além disso, em vez de ir cruzar o Atlântico, irá fazer o
percurso entre Jiangsu, na China, e o Dubai.
O
preço dos bilhetes ainda não foi anunciado, mas as fotografias
fazem crer que a viagem levará os passageiros a outros tempos.
Fonte: DN

Scianema, o festival de cinema para amantes dos Oceanos

A
primeira edição realiza-se este ano, em Faro

Scianema Festival, assim se chama o novo festival de cinema
português.

Organizado pela Sciaena – Associação de Ciências Marinhas e
Cooperação, este festival tem o objectivo de consciencializar as
pessoas para o que se passa nos oceanos.
Temas
como pesca, preservação de oceanos ou o cativeiro de animais
selvagens vão estar presentes quer na selecção de documentários
que irão ser visualizados, quer em debates promovidos pela
organização.
O
festival não estará circunscrito num só espaço, ao invés irá
realizar-se por diversos locais da capital algarvia, como a
Universidade do Algarve, o Instituto Português de Desporto e
Juventude de Faro e outras escolas da região.
O
Scianema irá decorrer entre os dias 18 e 22 de Fevereiro e a entrada
é livre.

Fonte: DN