Centro Náutico da Praia de Faro volta a promover «Windsurf Open Day»

O Centro Náutico da Praia de Faro vai voltar a promover, no próximo dia 4 de março, o evento «Windsurf Open Day».

Desta forma, o Centro Náutico pretende dedicar um dia e proporcionar o primeiro contacto com a modalidade de Windsurf (batismos de nível 1) de forma gratuita e apresentar os seus serviços de escola náutica, nível I e nível II, bem como promover o aluguer de equipamento e prática autónoma dentro dos limites estipulados pela instalação.

O Windsurf Open Day destina-se a todos os munícipes e estudantes universitários da Universidade do Algarve, praticantes de actividade ísica, amantes da natureza e de desportos náuticos, tendo como principal objectivo, o aumento do número de utilizadores do Centro Náutico da Praia de Faro.

O evento tem capacidade para 24 utilizadores, oito em cada um dos três baptismos, que vão decorrer das 09h30 às 11h00; das 11h15 às 12h45 e das 14h30 às 16h00.

Os participantes têm de saber nadar e ter 12 anos como idade mínima. 

Mais informações sobre o evento, promovido pelo Centro Náutico da Praia de Faro e com o apoio da Escola Superior de Educação e Comunicação da Universidade do Algarve (UAlg), Elementos e Ginásio Clube Naval de Faro, podem ser obtidas através de e-mail (centronauticofaro@cm-faro.pt) ou telefone (289 870 898 e 289 870 056).

Liga MEO Surf apresentada.

Mantendo as mesmas etapas do ano passado, a 13.ª edição vai permitir a participação surfistas não comunitários que residam em Portugal, mas os títulos nacionais continuam a ficar para os atletas lusos, segundo avança o DN.

Na presença de Frederico Morais, Guilherme Ribeiro, Kika Veselko e Carol Mendes, que combinam entre si sete títulos mundiais, a 13.ª edição da Liga MEO Surf foi oficialmente apresentada, mantendo as mesmas cinco etapas de 2022.

Assim, continuando o principal circuito nacional a passar por Figueira da Foz, Porto, Ericeira, Ribeira Grande (Açores) e Peniche, a grande novidade é a possibilidade da participação de surfistas não comunitários que residam em Portugal, além da já autorizada entrada de atletas da União Europeia e do Brasil. Este alargamento “irá com toda a certeza trazer mais competitividade”, nas palavras de Francisco Rodrigues, presidente da Associação Nacional de Surfistas (ANS). No entanto, apenas os portugueses se podem continuar a sagrar campeões nacionais, “uma solução equilibrada”, segundo Rodrigues, encontrada em conjunto com a Federação Portuguesa de Surf. Este organismo vai ficar responsável por organizar a primeira edição da prova de qualificação, destinado a quem não foi automaticamente elegível, o Caparica Qualifying, a acontecer antes da etapa inaugural, a 24 de março.

O campeonato foi apresentado “numa altura cheia de sucesso para os surfistas nacionais”, conforme recordou Miguel Guerra, representante da MEO, em referência ao título mundial júnior conquistado por Kika Veselko há um mês e à presença de Teresa Bonvalot como suplente no World Tour feminino. A cascalense fez questão de enviar uma mensagem desde o Havai, onde prepara o Hurley Pro Sunset Beach. “2022 foi um ano incrível para mim, também acabei por me sagrar campeã nacional. A Liga MEO é um ótimo treino para as competições fora. Temos de agradecer o esforço da ANS para nos dar todas as ferramentas”, defendeu a olímpica, que, em 2023, vai em busca do “penta”, se o calendário internacional o permitir.

No masculino, o detentor do título é Guilherme Ribeiro, que vai ter a grande concorrência de Frederico Morais (Kikas), de regresso às competições nacionais, conciliadas com as Challenger Series, nas quais tentará voltar ao World Tour. “Não foi a primeira vez que saí do circuito mundial, também não vai ser a última que me vou qualificar”, declarou o tricampeão nacional.

Porto de Setúbal pode ser eferência na fileira de energias verdes.

O Presidente da APSS – Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, Carlos Correia, admite que o Porto de Setúbal é um porto cheio de oportunidades e que, apesar de ser uma referência nacional na fileira de energias verdes.

Durante o primeiro Fórum “Investir, Inovar e Descarbonizar”, que se realizou no âmbito da programação do Centenário do Porto de Setúbal, Carlos Correia sublinhou que “o Porto de Setúbal é um porto de grandes oportunidades, que está a entrar numa nova fase da sua vida já centenária, com uma clara aposta na transição energética e na descarbonização. É também o porto nacional que está em melhores condições, devido às suas características, para dar resposta à fileira das energias verdes”.

HMM cria sistema digital para rastrear e movimentar contentores vazios

A principal transportadora de contentores da Coreia do Sul, HMM, projectou o seu próprio sistema online para localizar e trocar contentores vazios com outras empresas. 

A empresa solicitou ontem a patente da sua HMM Container Interchange Platform (HIP). “HIP é um serviço autodesenvolvido para trocar rapidamente os contentores da HMM com outras empresas para resolver o desequilíbrio de contentores por região”, afirmou a HMM. 

Afirmou que um desequilíbrio no fornecimento de contentores entre as regiões continua sendo um problema crónico, apesar dos níveis de frete e do congestionamento portuário terem  normalizado. Remessas de retorno retornando para a Ásia da Europa/América do Norte

Michelin recebe design AiP para a primeira vela inflável

O Grupo Michelin da França recebeu uma Aprovação em Princípio (AiP) pelo seu projecto de um sistema de vela de asa projectado para navios comerciais e embarcações de recreio. Ao contrário de outros conceitos de vela, o design da Michelin é uma vela de asa inflável que é automatizada e totalmente retrátil. A aprovação do projecto ocorre no momento em que a Michelin avança com os testes do sistema num Ro-Ro em operação na Europa. Introduzido em 2021, o sistema conhecido como WISAMO (Wing Sail and Mobility) foi desenvolvido em conjunto pelo departamento de pesquisa e desenvolvimento da Michelin em colaboração com dois investidores suíços e envolve o famoso velejador francês de longa distância, Michel Desjoyeaux, a única pessoa a vencer duas vezes a corrida Vendée Globe. Eles afirmaram que o projecto é adequado tanto para reformas quanto para novas construções e especialmente adequado para navios ro-ro, graneleiros e navios-tanque de petróleo e gás. Os testes iniciais da vela WISAMO foram realizados em um iate à vela no final de 2021 e início de 2022. Na segunda fase dos testes, estão instalando um protótipo de 100 metros quadrados que os ajudará a refinar os aspectos técnicos do conceito. Os primeiros testes técnicos demonstraram, relata a Michelin, que o sistema de vela de asa oferece uma ampla gama de uso, incluindo “bolha fechada” (vento de proa), fornecendo o que acreditam ser uma das mais amplas faixas de operação para a moderna tecnologia de vela. Eles projectam que pode ser usado em todas as rotas marítimas e, por ser retrátil, facilita o acesso para navegação em portos e sob obstáculos como pontes. A empresa espera atingir uma economia de energia de até 20% com o uso da vela e reduzir as emissões. “Estamos muito satisfeitos em receber este AIP para a solução WISAMO”, disse Gildas Quemeneur, Líder de Iniciativa da Michelin. “É um passo muito importante avançar no desenvolvimento desta solução inovadora para contribuir para a descarbonização do transporte marítimo. Agora estamos prontos para o uso de vela asa no MN Pelican Ro-Ro que permitirá testes experimentais em condições marítimas pesadas. Todos os retornos de experiência irão agora contribuir para construir a maior vela WISAMO.” A primeira instalação em uma embarcação comercial, a embarcação de carga ro-ro Pelican da Compagnie Maritime Nantaise de 8.600 dwt começou no final de 2022. A embarcação de 508 pés de comprimento opera sob frete para a Brittany Ferries e navega entre Poole, Grã-Bretanha e Bilbao, Espanha. Esta instalação permitirá testar o sistema em condições de navegação marítima comercial.

Sines: Sessão sobre a Economia do Mar

  

A AIP – Associação Industrial Portuguesa está a organizar sessões sobre a Economia do Mar, que irão decorrer no âmbito do projeto OCEAN.pt, uma iniciativa que visa o reforço da internacionalização da economia do mar nacional e o aumento da sua atratividade e notoriedade externa.

A sessão realiza-se em Sines a 15 de fevereiro, no auditório do Centro de Artes de Sines, entre as 14h00 e as 17h30.

A participação na sessão é gratuita, mas a inscrição é obrigatória, nesta ligação.

Mais informações: internacionalizacao@aip.pt.

Marinha coordenou 34 acções de salvamento em Janeiro

Durante o mês de janeiro registaram-se 26 incidentes na área correspondente ao Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo (MRCC) de Lisboa, em que foram salvas 37 pessoas.
Na área de responsabilidade do MRCC de Ponta Delgada foram coordenadas 6 acções de busca e salvamento, tendo sido resgatadas 3 pessoas. 
No Subcentro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo do Funchal foram realizadas 2 acções das quais resultaram 2 vidas salvas.
Para o sucesso do sistema de busca e salvamento contribuem diferentes organizações e são empenhados meios de diversas entidades nomeadamente da Marinha Portuguesa, da Autoridade Marítima Nacional, da Força Aérea Portuguesa (FAP) e outros recursos e meios pertencentes à Estrutura Auxiliar do Sistema Nacional de Busca e Salvamento, em especial do Instituto Nacional de Emergência Médica – Centro de Orientação de Doente Urgentes no mar (INEM CODU-MAR), dos Serviços Nacionais e Regionais de Proteção Civil e Bombeiros, das Administrações Marítimas e Portuárias, entre outros organismos. 
Realça-se ainda o apoio prestado pelos navios e embarcações nas ações de busca e salvamento, que se desviam das suas rotas comerciais para prestarem o auxílio necessário, sempre coordenados pelos Centros Nacionais – MRCC Lisboa e MRCC Delgada.
Os Centros de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo foram já reconhecidos nacional e internacionalmente com diversos prémios.

Aquecimento global ameaça sobrevivência e reprodução de tartarugas marinhas

Segundo avança o Expresso, um novo estudo alerta para o aumento das temperaturas oceânicas, que coloca em risco a sobrevivência das populações de tartarugas marinhas. Das sete espécies de tartaruga marinha, seis integram já a Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas. 

As tartarugas marinhas, ameaçadas pela caça furtiva, poluição ou perda do habitat, são também prejudicadas pelas alterações climáticas, que atrapalham a reprodução, segundo um estudo divulgado pelo ‘The Royal Society Open Science Journal’.

O estudo alerta para o aumento das temperaturas oceânicas, que coloca em risco a sobrevivência das populações de tartarugas marinhas, aquecendo os locais de nidificação espalhados por praias de todo o mundo.

Das sete espécies de tartaruga marinha, seis integram já a Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), duas das quais – a tartaruga-de-pente e a tartaruga-de-Kemp – criticamente ameaçadas.

As tartarugas sofrem uma maior ameaça porque, ao contrário de outras espécies, como pássaros e borboletas, têm um ciclo reprodutivo mais longo e demoram mais a adaptar-se a mudanças.

Assim, as praias onde desovam – que segundo um ciclo imutável são as mesmas onde nasceram – estão cada vez mais degradadas pela subida do nível do mar ou erosão, e ainda pelas alterações climáticas que aquecem a areia.

De acordo com o principal autor do estudo, Jacques-Olivier Laloe, as descobertas revelam a possibilidade “realmente preocupante” de extinções locais poderem ocorrer, especialmente para as tartarugas marinhas que vivem ao redor do Equador.

Plástico dos oceanos ganha nova vida em outdoors de publicidade

DreamMedia lançou material para impressão de outdoor produzido com plástico marinho e material biodegradável.

Já é possível fazer publicidade em outdoors com uma menor pegada ecológica. A DreamMedia, empresa de outdoors, permite agora fazer impressão num novo tipo de tela produzida a partir de plástico retirado dos oceanos, a OceanTex. Composta por 10% de plástico marinho e 90% de material biodegradável, além de contribuir para dar um novo uso aos resíduos plásticos que acabam nas águas, a OceanTex tem um enorme potencial de reciclabilidade, explica a empresa de outdoors.

Desde dia 1 de fevereiro que já é possível ver nas ruas a primeira campanha da DreamMedia que dá uso a esta lona com plástico dos oceanos.

A DreamMedia assume estar comprometida com o futuro do planeta e tem procurado oferecer soluções mais sustentáveis para publicidade no exterior. Além da OceanTex, já faz impressões em lonas ou vinil sem PVC, uma substância tóxica, e papel reciclado.

Além disso, em 2022, a empresa foi a primeira no sector Out-of-Home em Portugal a receber o certificado Carbono Zero que garante que a comunicação é 100% neutra em carbono. 

TIL fecha aquisição de terminal de contentores em Itália

O braço operacional portuário da MSC, Terminal Investment Limited (TIL) concluiu a aquisição da Terminal Darsena Toscana (TDT) no porto de Livorno. 

Em particular, a subsidiária da TIL CSM Italia Gate e o Gruppo Investimenti Portuali (GIP) concordaram com a venda de 100% das acções do terminal. Embora se espere que a compra seja aprovada pelo autoridades competentes, as partes envolvidas não divulgou qualquer informação sobre o custo do aquisição.

O Terminal Darsena Toscana (TDT) movimentou um total de 467.938 TEUs em 2022, praticamente o mesmo tráfego (-0,2%) em 2021. O director-geral do terminal destacou a grande queda de 55,4% no volume de transbordo e disse que é devido “a uma mudança na rede Hapag Lloyd no final de 2021.”

“Eu diria que o ano passado foi um bom ano onde o Terminal Darsena Toscana que conseguiu recuperar importantes participações de Importação/Exportação de mercado”, acrescentou.

Além disso, observou que no ano anterior, uma nova função foi implementada na área operacional da empresa sistema de gerenciamento chamado ‘expert deck’, que espera-se que permita melhorar a gestão do parque operacional em situações de particular complexidade decorrente de atrasos nos horários dos navios, congestionamento e operações pontuais.